Grande parte do esforço estratégico do comando maior do partido anti petista, algo mais amplo do que somente o PSDB, foi feito no sentido de quebrar as alianças do PT. Em certa altura a mídia os hostilizava tanto quanto ao PT. Foi nesse contexto as campanhas contra Sarney, Renan, Cabral e Cid Gomes. Depois procuraram cooptar Eduardo Cunha, depois da estrondosa vitória do PSB nas eleições de 2010. Lograram o primeiro grande sucesso nessa estratégia, quando da evasão do PSB do meio desse arco de alianças. Gerou forte desequilíbrio, deixando o PMDB em posição de compartilhar, e apos 2014, monopolizar a hegemonia da base parlamentar de apoio ao governo. E agora disputa com os tucanos a hegemonia da oposição. Um erro fatal cometido pelo PT, quando muitas vezes, privilegiou os aliados em detrimento das próprias lideranças locais. De tal modo que aqueles cresciam, enquanto a imagem do partido dos trabalhadores se esmaecia, ao ponto de se ver diminuída a representação parlamentar na esfera federal.
Eduardo Cunha, a continuar no ritmo em que andam as coisas, tende a fortalecer sua imagem junto à opinião pública, manipulando teses populistas de direita, conseguindo impô-las a agenda política nacional na forma de reformas retroativas. Tudo aponta para sua candidatura em 2018, isso se não pretender antecipar o processo, conforme sugestões.
O fato é que, para o bem ou para o mal, dificilmente o PT terá capital para forjar uma aliança com o partido de Cunha, a não ser se em posição subalterna. Ai meu irmão, pode enterrar.
‘Se for preciso, Lula volta’, diz Lurian, filha do ex-presidente da República - Brasil - O Dia
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