Total de visualizações de página

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Educação Pública | Esmael Morais

ALÉM DO FRACASSO ADMINISTRATIVO, BETO RICHA DEMONSTRA SER MAU CARÁTER

salariosPortal G1 fez um comparativo nacional dos salários dos professores das redes públicas de ensino dos 26 estados e do Distrito Federal e a conclusão desmente o governador Beto Richa (PSDB) que afirma que os professores do Paraná ganham altos salários, acima da média nacional. “Até mais que muitos prefeitos!”, jura o tucano, que utilizou inclusive o Portal da Transparência para massacrar o magistério.
Considerando a carga horária de 40 horas semanais de trabalho, o salário-base médio no país é de R$ 2.711,48 para professores com diploma de licenciatura no início da carreira. No Paraná, os professores recebem R$ 2.473,22 pelas mesmas aulas.
Pelo levantamento, em pelo menos 15 estados os salários dos professores são superiores ao do Paraná. Se consideradas as gratificações, esse número aumenta.
Mas não são somente os salários que estão baixos. Em menos de cinco anos, o Paraná caiu de primeiro para 11° colocado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Para o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão, esse levantamento é importante pois desmente a propaganda e as falas do governador Beto Richa sobre os salários dos professores e mostra que os professores estavam certos em fazer greve e lutar pela reposição dos 8,17% na data-base.
“A posição do Paraná ainda tende a cair, pois com a lei aprovada pela Assembléia Legislativa na segunda-feira, nosso reajuste será somente em outubro, e bem abaixo da inflação”, completou o professor Hermes.
Veja abaixo o gráfico da comparação: 
salario-professor-estadual
Compartilhe!
    Para o deputado Péricles Mello, governo do estado pode fazer do debate sobre “ideologia de gênero” uma “cortina de fumaça” para reduzir orçamento na educação de 34% para 30%; líder do governo, Luiz Claudio Romanelli, sobre a polêmica das questões de gênero, aponta a necessidade de superar os “fundamentalismos” e conviver com a realidade que a sociedade apresenta, sem discriminar nenhum estudante.
    Para o deputado Péricles Mello, governo do estado pode fazer do debate sobre “ideologia de gênero” uma “cortina de fumaça” para reduzir orçamento na educação de 34% para 30%; líder do governo, Luiz Claudio Romanelli, sobre a polêmica das questões de gênero, aponta a necessidade de superar os “fundamentalismos” e conviver com a realidade que a sociedade apresenta, sem discriminar nenhum estudante.
    O Plano Estadual de Educação que tem prazo até quinta-feira (25) para ser aprovado na Assembleia Legislativa do Paraná, sancionado e publicado pelo governador Beto Richa (PSDB), ainda apresenta questões polêmicas que vão da chamada “ideologia de gênero” ao percentual de verba no orçamento estadual.
    Na última quarta-feira (17), o projeto recebeu 66 emendas de diversos deputados, por isso, volta hoje para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que fará uma sessão extraordinária para analisar estas emendas.
    O deputado Péricles de Melo (PT) que integra a CCJ afirmou que pode pedir vistas na Comissão para que o projeto seja melhor discutido pelo menos até amanhã. Segundo ele, uma das divergências está no percentual de verba do orçamento a ser aplicado na educação. O projeto prevê 30%, mas hoje já estamos em 34%, o que daria margem para redução(mais…)
    Compartilhe!
    Educação Pública | Esmael Morais

    INFORMAÇÕES EM FOCO: Conheça o Tambor de Crioula: Patrimônio Cultural I...

    INFORMAÇÕES EM FOCO: Conheça o Tambor de Crioula: Patrimônio Cultural I...: Do Portal Palmares O Tambor de Crioula do Maranhão é uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, cant...

    Altamiro Borges: Pimentel é vítima de uma armação

    A PATIFARIA INSTITUÍDA

    Altamiro Borges: Pimentel é vítima de uma armação: Por Renato Rovai, em seu blog : Fernando Pimentel foi eleito já no primeiro turno em Minas Gerais, derrotando Aécio em seu próprio estad...

    quinta-feira, 25 de junho de 2015

    Ativistas criticam reserva de 2% das vagas para negros e indígenas na USP - Notícias - UOL Educação

    Ativistas criticam reserva de 2% das vagas para negros e indígenas na USP

    Bruno Bocchini
    Da Agência Brasil, em São Paulo
     Ouvir texto
     
    0:00
     Imprimir Comunicar erro
    Ativistas de movimentos negros criticaram nessa quarta-feira (24) a baixa quantidade de vagas que serão reservadas na Universidade de São Paulo (USP) para estudantes autodeclarados pretos, pardos ou indígenas que tenham estudado todo o ensino médio em escolas públicas. No total, serão destinadas ao grupo 225 ou 2% das 11.057 vagas que a universidade abrirá em 2016.
    "A USP é um espaço de privilégio e continua sendo uma ilha de exceção, uma ilha de manutenção de privilégios e uma ilha de manutenção de privilégio branco, sobretudo. E a prova concreta está no conteúdo da proposta deles, que estabelece o acesso para um percentual ínfimo", disse Douglas Belchior, da União de Núcleos de Educação Popular para Negras, Negros e Classe Trabalhadora (Uneafro).
    O número de vagas que serão destinadas ao grupo PPI foi decidido independentemente por unidade da universidade e aprovada terça-feira (23) pelo Conselho Universitário da instituição. Assim, enquanto o curso de marketing da USP Leste vai reservar 10% de suas vagas para o grupo, outras unidades, como a Faculdade de Medicina, não farão nenhum tipo de reserva.
    "É uma resposta [da USP] que tenta amenizar as críticas e amenizar esse caráter racista que a universidade reafirma ao propor essa política. Para nós, ela é extremamente ineficaz e a história mostrará, assim como todas as demais iniciativas que não conseguiram alterar significativamente a presença de negros dentro da USP. Essa proposta também não alcançará esse objetivo", acrescentou Belchior.
    Dos 151 cursos que serão oferecidos pela USP em 2016, em apenas 13 haverá reserva de vagas para pretos, pardos ou indígenas: bacharelado em sistemas da informação, licenciatura em ciências da natureza, educação física e saúde, gerontologia, obstetrícia, saúde pública, psicologia, bacharelado em têxtil e moda, bacharelado em lazer e turismo, bacharelado em gestão ambiental, gestão de políticas públicas, marketing e relações internacionais.
    As vagas serão preenchidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação, que leva em conta as notas obtidas pelos alunos no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem).
    "É um avanço utilizar o Sisu, mas o percentual é extremamente baixo, nas demais universidades públicas, de forma geral, esse percentual é bem maior e é aplicado de forma homogênea. A USP fez isso de forma muito fragmentada, há cursos que se recusaram", destacou Maria José Menezes, do Núcleo de Consciência Negra (NCN) na USP.
    As faculdades de Medicina, de Economia e Administração e a Politécnica estão entre as unidades que não adotaram o novo modelo de ingresso com base no Enem. Também não vão implementar o sistema a Escola de Engenharia de São Carlos, o Instituto de Física (SP), o Instituto de Química de São Carlos, a Faculdade de Odontologia (SP). Além dessas, a Escola de Comunicações e Artes, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e o Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos não vão aderir ao novo modelo. Parte das unidades da USP, como a Faculdade de Direito, decidiu que vai reservar algumas vagas para alunos egressos de escola pública, mas sem considerar a classificação racial.
    A adoção de cotas para pretos, pardos e indígenas tem sido feita por boa parte das faculdades públicas do país. As universidades federais, por exemplo, estão obrigadas, a partir de 2016, a reservar 50% de suas vagas para estudantes egressos de escolas públicas. Dentro desse montante, terão de reservar aos pretos, pardos ou indígenas parcela de vagas proporcionais ao que o grupo representa na população do estado onde fica a universidade. Como em São Paulo esse percentual é, aproximadamente, 35%, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) terá de reservar, entre os 50% advindos de escola pública, essa quantidade de vagas para o grupo.
    "Ficamos ilhados por muitos anos e agora nós começamos a quebrar essa parede, esse primeiro passo é o mais importante, os outros virão nos próximos anos. Foi uma grande vitória para a Universidade de São Paulo, temos a oportunidade de nos inserir em um sistema nacional de seleção de alunos, o que aumenta a oportunidade para estudantes do Brasil inteiro", destacou o reitor da USP, Marco Antônio Zago, após a reunião do conselho na terça-feira.
    Ativistas criticam reserva de 2% das vagas para negros e indígenas na USP - Notícias - UOL Educação

    PR: Governo Richa coloca em risco a vida e a saúde dos/as educadores/as - CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

    Indignação! Espanto! Surpresa! Não é possível! Não, ele não chegaria a tanto! Essas foram expressões que se espalharam pelas milhares de escolas da rede pública estadual do Paraná nos últimos dias. Referem-se ao comportamento do governador Beto Richa (PSDB) que mergulhou num poço aparentemente sem fundo de ódio e vingança contra os/as servidores/as públicos do Paraná, especialmente os professores e as professoras da rede estadual. O final da greve, ao invés de colocar as partes depositando as armas, serviu para que o governo aparentemente aproveitasse o ensejo para intensificar sua raiva e desprezo pela categoria.
    Como o ódio cega, o governador e sua equipe de comunicação, no afã de continuar colocando a população contra os/as Trabalhadores/as em Educação, mantiveram seu ataque criminoso aos salários da categoria, facilitaram cada vez mais o acesso ao portal da transparência, distorceram o papel público do portal da agência estadual de notícias e, até agora, não mediram qualquer consequência desta escolha vingativa.
    O final da greve, ao invés de colocar as partes depositando as armas, serviu para que o governo intensificasse sua raiva e desprezo pela categoria. O governador com essas medidas desmerece por completo a luta histórica de décadas e décadas de jornadas duríssimas, penosas e de muito sacrifício na busca da valorização profissional com a conquista de melhores salários.
    Desmerece também direitos que ainda precisam ser ampliados, consolidados. A valorização salarial que alcançamos até este período ainda está longe de ser a ideal. Se houve algumas melhoras, estas precisam ser mantidas e a luta, seja com crise financeira ou não, é resistir e avançar sempre. Esse é o papel histórico do sindicato. Ninguém poderia imaginar que este governo pudesse ir além da extrema violência cometida contra os/as servidores/as no dia 29 de abril no Centro Cívico, em Curitiba. Mas a ação da criminalização dos salários da categoria é tão grave quanto o 29 de abril.
    Ao expor e estimular publicamente a opinião pública a identificar salários dos Educadores e as Educadoras da rede estadual e também das universidades, como se salários acima de R$ 2.500, fossem salários de gente rica, dialoga com o senso comum e a ampla maioria do povo que luta, trabalha e sobrevivem com médias salariais desumanas para um estado rico como o Paraná. Atira por terra toda o discurso de valorização salarial que o próprio governador insiste de forma distorcida em divulgar como mérito de seu próprio governo.
    O auge da violência sobre esse tema foi a matéria “em 111 cidades, salários dos professores são maiores que os dos prefeitos”, publicada no portal eletrônico governamental na quarta-feira (17 junho). Nesse texto oficial do governo são descritos os “20 maiores salários” de professores que teriam rendimentos superiores aos “mandatários” do poder executivo.
    O governador, de forma desastrosa, incorreu num conjunto de equívocos graves a serem descritos aqui: 
    1) Os ditos 20 maiores salários são irreais. Esses/as educadores/as receberam recursos atrasados, como pagamento de promoções e progressões. Ao não discriminar cada valor e optar por colocar como salário mensal, essa distorção tornou-se criminosa;
    2) Essa divulgação mentirosa coloca em risco a vida e a saúde dessas pessoas. Ao afirmar que esses/as educadores/as ganham mais que os prefeitos, o governador as/os colocou todas/as ao risco da violência de assaltos, sequestros. As famílias destas pessoas passam a correr sério risco de serem agredidas. Também as expõe a violência moral especialmente frente ao senso comum da massa que é tão explorada pela sociedade capitalista. Gerou uma insegurança que fatalmente poderá desencadear processos depressivos nessas pessoas;
    3) Ao escolher os prefeitos das cidades como parâmetro de melhor ganho, o governador do Paraná denuncia sua cultura atrasada e colonialista: Quem merece maior salário, no caso também com dinheiro público, é a classe política e não os/as Trabalhadores/as Públicos;
    4) Ao destacar os municípios de menor renda, regiões empobrecidas do Paraná para realçar sua tese, fica implícita a discriminação que faz o governador. Nestes lugares todos deveriam ganhar pouco mesmo! Total falta de sensibilidade social como dirigente público estadual. Que permaneçam todos pobres nestas regiões esquecidas do mapa político! 
    Outras avaliações precisam ser feitas sobre esse comportamento antidemocrático nesta conjuntura. Fato é que ao concentrar sua energia pessoal para perseguir os/as educadores/as do Paraná, o governador opta por desviar a atenção da opinião pública sobre o conjunto de denúncias graves sobre seu governo. Também, ao continuar insistindo na tese do desgaste político partidário das/os greves dos servidores/as paranaenses, o governo procura aniquilar o direito de lutar dos/as servidores/as. Este é mais um discurso de violência, pois não respeita o direito legítimo de greve. Aprofunda-se, portanto, a tese que temos defendido aqui neste espaço de que este é um período ditatorial no Paraná. O governador Beto Richa não respeita a constituição brasileira que desde 1988 optou no Brasil pelo ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO!
    (APP-Sindicato, 23/06/2015)
    PR: Governo Richa coloca em risco a vida e a saúde dos/as educadores/as - CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

    Brasil sai na frente na produção de veículo a hidrogênio na América Latina / Sputnik Brasil – Notícias, Opinião, Rádio

    ONDE ESTÁ A IMPRENSA BRASILEIRA QUE NÃO NOS INFORMA SOBRE ISSO!?



    Brasil sai na frente na produção de veículo a hidrogênio na América Latina / Sputnik Brasil – Notícias, Opinião, Rádio

    Paulo Metri: Projeto de José Serra vai "inundar" o pré-sal do Brasil de petrolíferas estrangeiras - Viomundo - O que você não vê na mídia

    COM O PROJETO DE SERRA OS ROYALTIES E FUNDO SOCIAL PARA A EDUCAÇÃO FICARÃO REDUZIDOS A MIGALHAS

    Paulo Metri: Projeto de José Serra vai “inundar” o pré-sal do Brasil de petrolíferas estrangeiras

    publicado em 24 de junho de 2015 às 10:17
    serra é pré-sal
    Prejuízos decorrentes do projeto do senador José Serra sobre o Pré-Sal
    Faço uma estimativa dos prejuízos que serão causados à nossa sociedade se o projeto de lei (PL) 131 de autoria do senador José Serra sobre o Pré-Sal vier a ser aprovado. Sei que esta estimativa é baseada em algumas suposições, o que a torna um evento não determinístico. No entanto, as suposições feitas são o que, em inglês, chamam de “educated guess”, correspondente ao nosso “chute em direção ao gol”, que pode raspar a trave ou entrar no gol. Por outro lado, é válido fazer esta estimativa para mostrar a ordem de grandeza do prejuízo que Serra propõe.
    Segundo a Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), já foram descobertos, no Pré-Sal, 60 bilhões de barris. Todos os “barris” citados neste texto referem-se a “barris recuperáveis”. Sobre estas descobertas, os modelos de exploração e demais parâmetros já estão definidos nas leis e respectivos contratos existentes. O projeto do senador, se aprovado, só trará repercussão no que ainda deve vir a ser descoberto nesta área. Assim, a primeira suposição a ser feita é sobre quantos barris restam a descobrir.
    Após alguma insistência, geólogos tendem a citar faixas de valores para as reservas adicionais do Pré-Sal. Um ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) disse, na época da descoberta do Pré-Sal, que poderiam existir até 300 bilhões de barris na área. Pode-se dizer, em posição equilibrada, que ainda existem 90 bilhões de barris no Pré-Sal a serem descobertos.
    Assim, o prejuízo a ser causado pelo projeto Serra é obtido da comparação da exploração de 90 bilhões de barris pelo modelo de partilha atual e pelo modelo de partilha com as modificações do PL 131. Detalhando, as alternativas que estão sendo comparadas são as seguintes. Na primeira, representada pelo modelo existente, todas as áreas do Pré-Sal ainda não leiloadas seriam arrematadas por consórcios ou pela Petrobras sozinha. E, na hipótese de serem arrematadas por consórcios, estes teriam a Petrobrás como integrante, com no mínimo 30% de participação, e como operadora dos mesmos.
    Ainda nesta alternativa, as rodadas de leilões seriam realizadas bem espaçadas para permitir à Petrobrás acumular lucros que seriam reinvestidos no negócio, minimizando a necessidade de empréstimos e de venda de ativos. Notar que não há pressa para se explorar o Pré-Sal, pois o país já tem seu abastecimento garantido pela própria Petrobrás por mais de 20 anos.
    No modelo flexibilizado de Serra, a Petrobrás seria só mais uma petrolífera, que disputaria áreas do Pré-Sal, e só seria operadora quando conseguisse formar um consórcio em que estivesse nesta posição e ele saísse vitorioso do leilão. Embutido neste modelo está o conceito de que ela arrematar uma área ou uma petrolífera estrangeira a arrematar, para a sociedade brasileira, é a mesma coisa, o que não é verdade.
    Na alternativa Serra, as rodadas de leilões seriam bem frequentes, para retirar a Petrobras destes leilões pela incapacidade de investir freneticamente. Assim, as petrolíferas estrangeiras estariam prontas para formarem cartéis e arrematarem áreas, o que é impedido quando a Petrobrás é uma das contendoras. Também, em geral, a ganância leva as petrolíferas estrangeiras a produzir em ritmo acelerado para maximizar o lucro, e não para retirar o máximo de energia do campo, transformando-se, assim, em uma produção predatória, o que a Petrobrás não faz.
    Teremos que diferenciar os prejuízos numericamente estimáveis daqueles que não são. Nos prejuízos quantificáveis, está a redução da arrecadação de royalties. Este tributo, em um período de tempo, é proporcional à receita que é função da produção no período e o preço de transação do petróleo na época. Se a Petrobras não for a operadora única de todos os contratos do Pré-Sal, mesmo sabendo da existência da empresa do Estado brasileiro Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), que, pela lei no 12.351, tem a incumbência de gerir os contratos de partilha da produção, há a possibilidade de a produção ser declarada com um valor menor que o real, exatamente para se pagar menos royalties e, também, gerar menos lucro, o que leva a uma menor contribuição para o Fundo Social.
    Não tenho conhecimento de nenhum esquema de fraude na medição da produção. Estou falando aqui sobre a vulnerabilidade para roubos de modelos de organização do setor. No modelo proposto por Serra, a Petrobrás é tirada da condição de operadora única, quando, com ela, se pode ter o modelo mais confiável de apuração do valor da produção. Ela é a única empresa que não anseia pela maximização dos lucros dos empreendimentos. Assim, ela não tem a tentação de subavaliar a produção.
    A corrupção
    Neste ponto do desenvolvimento dos argumentos, sempre observam: “Mas a corrupção foi flagrada nela, recentemente”. O que aconteceu, lá, foi a descoberta que alguns dos seus executivos a roubavam para satisfazer a quem lhes nomeou para seus cargos e a si próprios. Roubos em empresas privadas por seus executivos também acontecem, mas não são divulgados porque os controladores das empresas roubadas, não querendo mostrar fragilidade ao mercado, penalizam os ladrões e não divulgam os ocorridos.
    Outra tradicional contraposição trazida ao debate é que a responsável por garantir medições corretas para os volumes produzidos é a ANP, que pertence ao governo. Acontece que ela, assim como muitas das agências reguladoras do nosso país, foi cooptada, desde que foi criada, pelas empresas a serem reguladas e, no caso específico, pelas petrolíferas estrangeiras. Se isto não fosse verdade, ela não sugeriria tantas rodadas de leilões de nenhum interesse social. Não teria também determinado no edital de Libra o percentual ridículo do lucro líquido a ser remetido para o Fundo Social. É claro que estas agências têm para suas ações antissociais o beneplácito do governo.
    Há necessidade de um rápido parêntese para facilitar o entendimento do leitor. Toda a estrutura de funcionamento do governo foi modificada nos anos 1990, quando princípios neoliberais e entreguistas foram introduzidos e nunca mais foram modificados. Por isso, nos deparamos, de tempos em tempos, com alguns destes entulhos do passado. Enquanto eles existirem, o grau de soberania do país permanecerá baixo.
    Por outro lado, a PPSA não irá inibir a subavaliação da produção, por esta estatal ser chefiada, hoje, por pessoas, que, até há pouco tempo, trabalhavam em petrolíferas estrangeiras ou em fornecedores estrangeiros do setor. Mais uma vez, não critico as pessoas que estão, hoje, nesta estatal. Critico o modelo de organização do setor, que permite a nomeação de pessoas para cargos-chave de controle, que deveriam ser declaradas impedidas in limine, porque os interesses dos seus novos cargos conflitam com os interesses das empresas nas quais trabalhavam até recentemente.
    Assim, ao serem produzidos os 90 bilhões de barris, que ainda serão descobertos, suas medições poderão atestar somente em torno 81 bilhões, com uma “perda” de nove bilhões, ou seja, 10% do volume total. Este é um valor estimado, que representa “um chute plausível” do que pode ser escondido. Como esta eventual fraude ocorreria durante a vida útil do campo, tal petróleo será comercializado a diversos preços, podendo ser tomado, como média, US$ 100 por barril. Então, a fraude da subavaliação da produção poderá ser de US$ 900 bilhões em 35 anos. Como o royalty é 15% sobre a receita, neste caso, o royalty desviado será de US$ 135 bilhõesem 35 anos. O modelo proposto pelo Serra permite esta fraude, o que é barrado pela Petrobrás no modelo atual.
    Outro momento em que pode ocorrer fraude é no cálculo do custo da produção do petróleo, que irá influir sobre o lucro líquido e, assim, influenciará o valor a ser remetido para o Fundo Social. Em tese, esta fraude pode ser quantificada por fiscais competentes, mas, sem muitos dados, sua estimativa é difícil de ser feita. Como as petrolíferas estrangeiras trabalham basicamente com seus tradicionais fornecedores do exterior, a entrega de faturas superfaturadas pode ocorrer sem dificuldade e, depois, o acerto de contas pode ser feito, através das matrizes, no exterior. Assim, o Fundo Social, uma idéia nobre para dar função social ao aproveitamento do Pré-Sal, tende a se tornar inócuo.
    “Esquecimento” do valor geopolítico
    Prejuízos acarretados pelo projeto do senador José Serra não quantificáveis são muitos. Primeiramente, é preciso estar consciente que seu projeto irá “inundar” a área do Pré-Sal com petrolíferas estrangeiras. Elas, que estão com dificuldade para aumentar suas reservas, graças ao petróleo brasileiro, conseguirão garantir seus futuros. Além disso, elas só compram plataformas de petróleo no exterior, pois, após 20 anos do término do monopólio estatal, nenhuma destas empresas comprou uma única plataforma no Brasil, enquanto a Petrobrás, desde o governo Lula, só as compra aqui.
    A encomenda de desenvolvimentos tecnológicos e a contratação da engenharia pelas empresas estrangeiras ocorrem com entidades do exterior. As multinacionais não têm interesse de abastecer o Brasil com derivados, exportando totalmente o petróleo produzido por elas, sem nenhum valor agregado e, ainda mais, sem pagarem o imposto de exportação, por se beneficiarem da lei Kandir.
    Muito mais poderia ser acrescentado ao já extenso artigo. No entanto, desejo só dizer que o petróleo não vale unicamente por ser um energético com milhares de usos e o setor de transporte, em escala mundial, ser dependente dos seus derivados. Petróleo significa também poder político para nações que o detêm soberanamente. O projeto do senador Serra esquece por completo este valor do petróleo, pois, ao entregá-lo a firmas estrangeiras, o Estado brasileiro perde o poder geopolítico.
    Assisti a uma palestra recentemente, na qual o orador falou sobre o uso dado pela Noruega ao seu petróleo do Mar do Norte com grande impacto social, o que trouxe uma melhoria considerável no IDH deste país. O mesmo não acontecerá com o Brasil se o projeto Serra passar. Deste modo, a diferença que existe entre a Noruega e o Brasil é o grau de conscientização política do povo. Um congressista norueguês, mesmo que quisesse, não apresentaria um projeto análogo ao do Serra lá, dado o grau de constrangimento a que seria submetido.
    Paulo Metri é conselheiro do Clube de Engenharia e colunista do Correio da Cidadania
    Leia também:
    Paulo Metri: Projeto de José Serra vai "inundar" o pré-sal do Brasil de petrolíferas estrangeiras - Viomundo - O que você não vê na mídia

    “O Brasil está extremamente honrado por sediar os I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas”, garantiu a presidenta Dilma.

    “O Brasil está extremamente honrado por sediar os I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas”, garantiu a presidenta Dilma.

    Programa do Jô - Jô Soares comenta pichação na rua de sua casa | globo.tv

    Programa do Jô - Jô Soares comenta pichação na rua de sua casa | globo.tv

    Complexo de vira-latas: Como a elite brasileira enfiou isso na sua cabeça - Geledés

    Complexo de vira-latas: Como a elite brasileira enfiou isso na sua cabeça - Geledés

    De Masi sobre o Brasil: “A luta de classes dos pobres contra os ricos se tornou a luta dos ricos contra os pobres” - Geledés

    De Masi sobre o Brasil: “A luta de classes dos pobres contra os ricos se tornou a luta dos ricos contra os pobres” - Geledés

    quarta-feira, 24 de junho de 2015

    14 anos sem Milton Santos

    GRANDE INTELECTUAL HUMANISTA, UMA VOZ LÚCIDA A CLAMAR POR UM MUNDO MELHOR

    14 anos sem Milton Santos

    Nota Pública: em prol da igualdade de gênero

    O CONSERVADORISMO ARREGANHA OS DENTES NA EDUCAÇÃO JUNTE-SE À OFENSIVA  QUE PROMOVEM NA CONSTRUÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO,  A APRESENTAÇÃO NAS CÂMARAS MUNICIPAIS E ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS DE PROJETOS DE LEI DA MORDAÇA NAS ESCOLAS,  PAGAREMOS UM PREÇO BASTANTE ELEVADO POR ELEGEREM SE TANTOS REPRESENTANTES REACIONÁRIOS E VENAIS NAS CASAS LEGISLATIVAS DO PAÍS.



    Nota Pública: em prol da igualdade de gênero

    PEC torna federal carreira de professores da educação básica — Senado Federal - Portal de Notícias


    UMA PROPOSTA DEMAGÓGICA QUE VISA ANTES DE TUDO, CONFUNDIR O VERDADEIRO DEBATE SOBRE A NACIONALIZAÇÃO DA CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO. É LAMENTÁVEL VER POLÍTICOS MANIPULANDO UMA ASPIRAÇÃO LEGÍTIMA DA CATEGORIA FINGINDO QUERER BENEFICIÁ-LA, QUANDO SEU ÚNICO OBJETIVO É SOMENTE POR SAIAS JUSTAS NO GOVERNO FEDERAL PARA EM SEGUIDA DAR AS COSTAS PARA OS EDUCADORES, COMO SEMPRE FIZERAM;

    PEC torna federal carreira de professores da educação básica — Senado Federal - Portal de Notícias

    Brasil é líder mundial na geração de luz síncroton - CdB | Jornal Correio do Brasil

    Brasil é líder mundial na geração de luz síncroton - CdB | Jornal Correio do Brasil

    Brasileiro vice-presidente do banco dos BRICS revela detalhes da instituição / Sputnik Brasil – Notícias, Opinião, Rádio

    Brasileiro vice-presidente do banco dos BRICS revela detalhes da instituição / Sputnik Brasil – Notícias, Opinião, Rádio

    Fator 85/95 é conquista da CUT, progressividade não! - CUT - Central Única dos Trabalhadores

    Fator 85/95 é conquista da CUT, progressividade não! - CUT - Central Única dos Trabalhadores

    Fator 85/95 é conquista da CUT, progressividade não! - CUT - Central Única dos Trabalhadores

    Fator 85/95 é conquista da CUT, progressividade não! - CUT - Central Única dos Trabalhadores

    MP tenta incriminar Lula e engaveta o caso Aécio | Brasil 24/7

    MP tenta incriminar Lula e engaveta o caso Aécio | Brasil 24/7

    Timothy Leary - Como operar seu cérebro

    O PÓ DA SUA MATÉRIA CEREBRAL VAGA PELO ESPAÇO MISTURADA À POEIRA CÓSMICA. TIM LEARY RONDA O PLANETA.

    Timothy Leary - Como operar seu cérebro

    A crise da social democracia, por Felipe González | GGN

    Em 1997, o diretor do diário espanhol ABC, conservador, publicou a estratégia para derrubar o governo Felipe González. "Temos que colocar em perigo inclusive a estabilidade do Estado para tirar Felipe González do poder", receitou ele.
    Não é muito diferente do que ocorre atualmente no país, com a mídia – em parceria com a Lava Jato -  empenhada em desmontar a cadeia produtiva do petróleo e gás, destruir as maiores empresas brasileiras, criminalizar financiamentos de exportação para atingir seu objetivo político.
    ***
    Mesmo assim, González é taxativo ao afirmar que imprensa não derruba governo. Em condições normais de novo, governos têm muito mais poder e penetração que a imprensa.
    A crise decorre da incapacidade dos governantes de se reinventar. E diz com conhecimento de causa, uma vez que o Partido Socialista espanhol – que ele presidiu durante décadas – perdeu o poder.
    ***
    Nos últimos anos houve uma anomalia histórica, da esquerda ter subido ao poder na América Latina e no sul da Europa através do voto. Antes, só conseguia através das botas, disse ele, em conferência promovida pelo Instituto Lula.
    O desafio é aprender a governar as maiorias, administrando ataques mais ou menos desmedidos que afetam todos os sistemas democráticos.
    ***
    Segundo ele, para chegar ao poder, a esquerda precisou parar de estar sempre inventando o futuro para que a direita governasse o presente. Em determinado momento, a esquerda precisou descer ao presente para mudar o futuro, algo muito mais complexo do que simplesmente inventar o futuro.
    O desafio não é apenas chegar ao poder, mas conservar o poder garantindo a maioria social em mudança. “A social democracia mudou a realidade social mas manteve o discurso anterior à mudança”, disse ele. “Por isso perdemos o poder”. Agora, há que se ter a capacidade de um novo recomeço, frente aos novos cenários, novos caminhos e novos instrumentos.
    ***
    A arte da política consiste em governar sobre interesses contraditórios, diz ele. Empresários e trabalhadores têm interesses contraditórios, mas a ambos interessa a preservação e o crescimento das empresas.
    Não se pode governar apenas para quem pensa como o governante, senão será governo de um só. A arte da política consiste em desenvolver um projeto de país que ganhe a adesão da maioria social, interesse e ganhe a adesão de todos.
    Aí entram formas de trabalhar a ideologia, diz ele. "Entendemos por ideologia o conjunto de ideias que de forma articulada definem o projeto de país que queremos. Mas se entendermos por ideologia a couraça de um discurso de afirmação, serve apenas para ocultar a carência de ideias para resolver desafios novos, diz ele.
    O desafio de melhorar a governança passa por duas etapas. A primeira, é a previsibilidade, condição necessária mas não suficiente. E a previsibilidade implica na continuidade de programas, ideias e conceitos. O segundo desafio é como se inserir na economia global preservando a economia social de mercado.
    Para tal, tem que crescer, ter uma economia altamente competitiva, com boa produtividade e incorporação de tecnologia. Significa dignificar o trabalho através da melhoria do capital humano.
    A crise da social democracia, por Felipe González | GGN

    Brasilianas.Org

    Brasilianas.Org

    Lava-jato: Delegados da PF acreditavam que o golpe iria dar certo | bloglimpinhoecheiroso

    PROCURA-SE O MINISTRO DA JUSTIÇA



    Lava-jato: Delegados da PF acreditavam que o golpe iria dar certo | bloglimpinhoecheiroso

    Advogados da Odebrecht poderão renunciar coletivamente | GGN

    O ESTADO DE DIREITO AGONIZA NO BRASIL.



    Advogados da Odebrecht poderão renunciar coletivamente | GGN

    Economia - Entenda o cálculo progressivo que muda o fator previdenciário

    Economia - Entenda o cálculo progressivo que muda o fator previdenciário

    terça-feira, 23 de junho de 2015

    Petroleiros chamam Serra de "entreguista" | Brasil 24/7

    Não dá pra entender como e por que dos petroleiros estarem sozinhos nessa luta...



    Petroleiros chamam Serra de "entreguista" | Brasil 24/7

    TV aberta mostra policial atirar em suspeitos à queima roupa ao vivo — CartaCapital

    Não se tem porque questionar a ação policial em si, dada a dificuldade de visualização das imagens. No entanto, não dá para ficar indiferente às narrativas sensacionalistas dos programas policiais. Pelo que se percebe os âncoras conduzem os espectadores em direção a conclusões apressadas construindo versões com base em conjecturas que não encontram correspondência nas imagens. Sem falar na introdução de temas transversais não pertinentes ao caso. Por que referir-se ao prefeito Haddad numa situação onde não cabe debater um suposto projeto que dificilmente tenha uma cláusula punindo viaturas policiais em alta velocidade mesmo que por conta de uma ocorrência. Teria de conhecer o projeto para avaliar a proposta e assim ter condição de emitir uma opinião mais segura. Coisa que o Rezende não faz, Alimenta a ignorância e alimentasse dela. É bastante elevada a cota dos programas policiais na expansão da violência no Brasil. Se não da violência efetiva, ao menos do discurso e da cultura da violência, certamente que são... 


    TV aberta mostra policial atirar em suspeitos à queima roupa ao vivo — CartaCapital

    PT é a legenda com maior número de simpatizantes no Brasil

    Nesses tempos de intenso cerco, uma notícia como essa deve servir bem mais que um alento  e vista como a ponta do fio de Ariádine que poderá conduzir o PT à saída do labirinto. Não se tratam de eleitores, mas de simpatizantes. Isto é, pessoas que depositam sua confiança num partido que enfrenta potências internas e externas e se encontra em momento desvantajoso . É para esse público que o PT tem de voltar os olhos, os ouvidos e com ele acertar seu discurso. Talvez estejam apenas uma palavra mais firme e determinada para se engajarem na defesa, não só do PT, mas da democracia abalada pela ofensiva conservadora e golpista. 
    Não há tempo para vacilação, derrotismo e cizânia. O Partido dos Trabalhadores tem de buscar forças e se levantar. Ir aonde o povo está.

    PT é a legenda com maior número de simpatizantes no Brasil

    Defender o Lula é a última fronteira da disputa política nacional | Brasil 24/7

    NÃO DEIXE DE LER. NÃO FAÇA MENOS CASO DOS DELÍRIOS DA DIREITA. ELES JÁ GERARAM INÚMERAS E ABSURDAS CONSEQUÊNCIAS PRÁTICAS.

    Defender o Lula é a última fronteira da disputa política nacional | Brasil 24/7

    educaca_livre.jpg (554×986)

    Por André Barreto em 23/jun/2015

    Defensores da Mordaça hostilizam e tentam intimidar professores

     


    Se alguém ainda tinha dúvidas sobre o PL da Mordaça e as intenções de seus mentores é melhor repensar a situação. A Escola sem Partido – que tem como expoente aqui no DF a deputada distrital Sandra Faraj (Solidariedade), e agora o também deputado Rafael Prudente (PMDB) – partiu com tudo para cima de professores e professoras, tentando intimidar os que querem e vão participar do ato de quarta-fera (24) organizado pelo Sinpro, o #EDUCACAOLIVRE. A ideia do Sindicato é que a categoria use roupas brancas nesse dia, marcando a luta pela liberdade do docente ensinar e pelo direito dos estudantes de aprender.
    Em uma ofensiva completamente insana, chamam também para amanhã o #DiaDoFlagra, uma campanha que pretende indentificar – para punir depois – os docentes que aderirem ao ato do Sinpro. Na página desse grupo em uma rede social está estampada a seguinte frase: “Saibam quem são os professores a favor do abuso intelectual dos estudantes”. E tem mais: “Atenção: Campanha do Sinpro vai identificar professores que usam a sala de aula ilegalmente para fazer a cabeça dos alunos”.
    escola_sem_partido
    Intimidação pura.
    Nos pensamentos enviesados dos defensores da Escola sem Partido, a categoria passa de educadora a doutrinadora. É no âmbito de movimentos como este que se escondem pessoas adversas às liberdades – previstas, inclusive, na Constituição brasileira.
    E vão além. Chegam ao absurdo de criticar a postura dos professores paranaenses que discutiram com os estudantes o massacre promovido pelo governador Beto Richa (PSDB). Classificam o debate como um “sintoma trágico do verdadeiro boicote ao futuro que está se alastrando pelo sistema de ensino nacional”.
    escola_sem_partido1
    Isso tudo tem nome e já foi expurgado da História: fascismo.
    A diretoria colegiada do Sinpro enfatiza que a categoria não se intimidará diante de situações como a que se apresenta e reforça o apelo para que professores e professoras adiram em massa ao #EDUCACAOLIVRE.
    educaca_livre
    O PL da Mordaça e seus desdobramentos serão objeto de debate na Comissão Geral na Câmara Legislativa. A atividade ocorre na quinta-feira (25), no plenário da Casa, a partir das 15h. A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca toda a categoria para participar.
    educaca_livre.jpg (554×986)