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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Portaria esclarece novas regras para o Fies a partir de 2016

FINANCIAMENTO ESTUDANTIL

Portaria esclarece novas regras para o Fies a partir de 2016

Terça-feira, 26 de maio de 2015 - 13:30
A partir do próximo ano, os candidatos ao benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) estarão submetidos a nova regra. Eles vão precisar comprovar nota mínima de 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e nota na redação que não seja zero para estar aptos a firmar novos contratos.
A exigência estende-se a todos os candidatos, incluídos os professores da rede pública e os estudantes que concluíram o ensino médio antes de 2010.
O Fies é um programa do Ministério da Educação destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores presenciais não gratuitos e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. Podem pedir o financiamento os estudantes de cursos com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), oferecidos por instituições particulares de ensino que tenham aderido ao programa.
As mudanças nas regras de concessão do financiamento constam da Portaria Normativa nº 7/2015 do MEC, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 26. A portaria entra em vigor em 1º de janeiro de 2016.
Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, Fies, Enem
Portaria esclarece novas regras para o Fies a partir de 2016

MEC presta esclarecimentos relativos ao relatório da CGU

PROUNI

MEC presta esclarecimentos relativos ao relatório da CGU

Terça-feira, 26 de maio de 2015 - 12:37
A propósito de relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), de 2012, que aponta possíveis irregularidades na concessão de bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), o Ministério da Educação explica que faz o acompanhamento regular das ações do programa, em parceria com as instituições.
A própria controladoria admitiu posteriormente que os problemas identificados já foram resolvidos pelo MEC, que regularmente promove aprimoramentos nas ferramentas de controle do sistema. Por isso, a parceria com os órgãos de controle é tão importante.
O acompanhamento das ações do programa segue procedimentos aqui enumerados, de acordo com os temas citados no relatório:
1. Existência de beneficiários falecidos
Como previsto na Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, a verificação de ocorrências como falecimento de estudantes é da competência das instituições de educação superior mantenedoras. Elas são responsáveis pela análise da documentação que comprova o atendimento aos critérios de elegibilidade para concessão da bolsa, bem como para manutenção do benefício, por meio do processo de atualização semestral.
Como consignado na folha 31 do relatório da CGU, tão logo notificado dos fatos, o MEC adotou as medidas necessárias junto às instituições de ensino para a regularização.
Após a notificação às instituições, dos 46 estudantes identificados pela CGU como falecidos após a concessão da bolsa, 29 tiveram o benefício encerrado após a confirmação do óbito. Outros 11, em razão de evasão. Os demais, por inexistência de matrícula, esgotamento de prazo de suspensão ou não comparecimento a processo de supervisão ordinária de bolsistas.
A própria CGU, no relatório final, apontou que a questão estava solucionada já em 2012: “De modo a verificar a informação apresentada pela secretaria, realizou-se novo cruzamento de dados com o Sisobi [Sistema de Controle de Óbitos] e a base do ProUni referente ao primeiro semestre de 2012, tendo sido verificada a inexistência de bolsistas falecidos registrados como ativos”.
Além disso, como destacado também no relatório final da CGU, a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC realiza estudos para a incorporação, ao processo de supervisão de bolsistas, de cruzamento da base de dados do Sisobi com a do ProUni para identificar a referida situação.
Atualmente, na inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), requisito para participação do estudante no processo seletivo do ProUni, já é realizado o cruzamento com a base de dados de CPF da Secretaria da Receita Federal, o que possibilita a inscrição de estudantes com CPF regular.

2. Concessões a bolsistas com renda familiar que não atende aos critérios do programa (um salário mínimo e meio para bolsa integral e três salários mínimos para bolsa parcial de 50%)
3. Candidatos aprovados que deixaram de comprovar ao menos um critério de elegibilidade (escolaridade, residência e renda do grupo familiar)
Desde 2009, o MEC efetua o processo de supervisão ordinária dos bolsistas do ProUni para identificar aqueles que apresentem indícios de que não atendem aos requisitos constantes da legislação que rege o programa. Assim, são feitos cruzamentos do CPF dos bolsistas e dos integrantes de seu grupo familiar com as informações constantes em bancos de dados oficiais:

• Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
• Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
• Censo da Educação Superior.
• Cadastros de instituições estaduais públicas e gratuitas de educação superior.
• Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

A análise das informações prestadas pelos bolsistas do ProUni é realizada pelas instituições de educação superior participantes do programa e decorre do disposto no art. 3º da Lei nº 11.096/2005, que estabelece tal procedimento por ocasião da concessão das bolsas.
Após a regular notificação do bolsista para comparecer à instituição e se submeter aos procedimentos de supervisão, caso o comparecimento não ocorra no prazo concedido, cabe ao coordenador do ProUni encerrar o benefício, de ofício, descrevendo, no Termo de Encerramento de Bolsa, o motivo pelo qual tomou tal decisão, visto que o estudante volitivamente deixou de exercer o direito a ele conferido.
Para a apuração de renda incompatível com o perfil de bolsista do ProUni, deve ficar claro que a renda familiar mensal per capita do estudante é suficiente para arcar com o pagamento dos encargos educacionais, sem prejuízo de sua subsistência ou de seus familiares, conforme determina o § 3º do artigo 10 da Portaria Normativa do MEC nº 19, de 2008.
Em relação aos 31 casos de incongruência quanto à renda familiar identificados pela CGU em 2012, a Sesu esclareceu, ainda naquele ano, que identificou as ocorrências no Sistema Informatizado do ProUni (Sisprouni) e monitorou o processo seletivo referente ao segundo semestre para evitar a ocorrência de novas situações em desconformidade com as regras do programa. Além disso, notificou as instituições de educação superior para que procedessem à verificação dos bolsistas e, se fosse o caso, encerrassem as bolsas.
As justificativas apresentadas apontaram:
a) 17 encerramentos de bolsas, 11 deles em razão de substancial mudança de condição socioeconômica do bolsista e os demais, por abandono, conclusão do curso e solicitação do bolsista;
b) quatro unidades informaram equívoco no preenchimento das informações, o que levou à inconsistência no valor limite para concessão das  bolsas;
c) seis unidades informaram, após verificação da documentação apresentada pelos candidatos, a consistência de nove concessões;
d) uma instituição foi descredenciada pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC.

No relatório final, em relação às 31 incongruências sobre este ponto, a CGU entendeu que as medidas adotadas pela secretaria foram suficientes para encerrar a questão.
Quanto ao não atendimento de pelo menos um critério de elegibilidade (escolaridade, residência e renda do grupo familiar), a análise, a partir de amostra de 1.879 bolsistas identificados nas supervisões in loco realizadas pela CGU — representa 0,18% da base de 1.043.333 bolsas —, resultou num índice de 12,2% de casos com alguma incongruência.
Dentre 1.889 bolsistas selecionados pela CGU, foram identificadas as situações: escolaridade (0,3%), três bolsistas; residência (0,6%), 11; renda (11,3%), 213. Trata-se, portanto, de situações pontuais, cuja responsabilidade pela apuração e correção compete às instituições de ensino, que foram prontamente notificadas pelo MEC.

Dos bolsistas identificados pela CGU com alguma irregularidade, foi verificado pela Sesu que apenas 1.043 não estavam com a bolsa encerrada. Após procedimento de supervisão no âmbito do Sisprouni, as instituições de ensino decidiram pelo encerramento de 107 bolsas.
4. Registro de estudantes que receberam bolsa e não são brasileiros natos ou naturalizados
Considerada a constatação, pela CGU, de 58 inscritos no ProUni que teriam declarado não ser brasileiros natos ou naturalizados, apenas dez estudantes em cinco instituições tiveram bolsas concedidas. Identificada a situação, a Sesu notificou as instituições e, analisadas as respostas, constatou que todos os estudantes eram brasileiros natos ou naturalizados, decorrendo a situação, identificada pela controladoria, de erros de preenchimento pelo candidato no Sisprouni.
Conforme se verifica na leitura do relatório da CGU, fls. 25, a situação apontada não ocorreu: “A situação de irregularidade na concessão das dez bolsas no primeiro processo seletivo de 2008 não se confirmou (...) após apuração da Sesu, foi demonstrado que os bolsistas têm nacionalidade brasileira”.
A partir de 2013, um novo sistema de inscrição foi implementado pelo MEC para aprimorar os controles com relação ao atendimento dos critérios de elegibilidade e também no que diz respeito à informação sobre a naturalidade do candidato.
5. Estudantes que têm duas bolsas ativas
Conforme informação encaminhada à CGU em 4 de agosto de 2014, quanto ao caso dos seis bolsistas que tinham duas bolsas ativas, na situação “em utilização”, todas as situações foram apuradas e solucionadas.
O MEC tem adotado providências no sentido de aprimoramento do sistema informatizado do ProUni com vistas a impedir situações como a identificada pela CGU.
6. Seleção de candidatos para campi que não funcionavam
O que pode causar a concessão de bolsas em locais de oferta extintos é a alteração do status do campus no sistema e-MEC após a adesão da instituição de educação superior ao ProUni. Ressalta-se que compete à instituição assegurar a regularidade das informações cadastradas no e-MEC.
O Sisprouni já realiza crítica quanto à situação de funcionamento dos locais de oferta, com monitoramento de tais informações.
7. Alto índice de ociosidade das vagas das bolsas ofertadas
A ociosidade de bolsas tende a ser maior em cursos de baixa demanda. Tal característica estende-se a todo o sistema educacional, situação que também se manifesta no ProUni. De acordo com dados do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), observa-se que os índices de ociosidade das vagas no ProUni são inferiores àqueles historicamente observados na educação superior como um todo. Os aprimoramentos efetuados na configuração dos processos seletivos do programa têm resultado na diminuição de tais índices. A média de ociosidade em processos seletivos de primeiro semestre, que era de 20% até 2012, passou para 14% no processo seletivo do primeiro semestre de 2014. No segundo semestre do ano passado, caiu de 25% para 17%.
A Lei nº 12.431, de 24 de junho de 2011, estabelece como regra a isenção fiscal proporcional à ocupação efetiva das bolsas, não à simples oferta. 

Assessoria de Comunicação Social

Confira:
• Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005
• Portaria Normativa nº 19, de 20 de novembro de 2008
• Lei nº 12.431, de 24 de junho de 2011
• Sistema e-MEC
• Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi)
Palavras-chave: educação superior, ProUni, bolsas, CGU
MEC presta esclarecimentos relativos ao relatório da CGU

Plataforma oferecerá apoio à pesquisa em escolas públicas

Plataforma oferecerá apoio à pesquisa em escolas públicas

Sexta-feira, 22 de maio de 2015 - 18:45
Um grupo de estudantes brasileiros que se encontravam em Portugal decidiu criar uma plataforma on-line para apoiar as atividades de desenvolvimento científico em escolas públicas brasileiras. A ideia surgiu do sentimento de que, apesar do aumento do número de mestres e doutores no Brasil, dificilmente esses pesquisadores têm estudos voltados para o ensino público.
Segundo os estudantes, a inquietação surgiu do seguinte questionamento: “Já que as bolsas de estudos são pagas com os impostos arrecadados no Brasil, qual seria o papel deles e quais respostas poderiam dar à sociedade?” Essa dúvida os motivou a buscar uma solução, encontrada na forma do atual projeto. O nome da plataforma é +Science.
Carolina Caretti é doutoranda em literatura pela Universidade Estadual Paulista, Eimard Nascimento faz doutorado em matemática pela Universidade de Aveiro e Cristiano Reis é doutorando em engenharia de biossistemas pela University of Minnesota. O outro idealizador da plataforma é Esequiel Mesquita, natural de Irauçuba (CE), que atualmente é bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no doutorado em engenharia civil na Universidade do Porto, em Portugal.
Hoje, o projeto já possui 44 pesquisadores voluntários cadastrados, e duas escolas cearenses participando: a Escola de Ensino Médio de Irauçuba e a Escola Estadual de Educação Profissional José Ribeiro Damasceno, no Trairi. O grupo de idealizadores informa que todo o trabalho é voluntário e, inicialmente, o ganho aos participantes se dá na forma de experiência ao orientar os projetos, pois muitos dos participantes ainda não contam com vivência efetiva com o ensino.
Segundo o grupo de pesquisadores, produzir ciência e cultura com recursos públicos os fez pensar que, “de alguma maneira, o retorno à sociedade deve existir, e se tal retorno for feito de maneira direta, toda a nossa trajetória terá valido muito mais a pena”, explicam.
Interessados – Os professores interessados devem preencher o formulário online com os dados da escola, grupo de alunos envolvidos e principais interesses científicos, juntamente com uma breve proposta de projeto de pesquisa, com no máximo três páginas, contendo título, grupo de trabalho (alunos e outros professores), área de concentração, introdução, objetivos, metodologia, resultados esperados e bibliografia.
Os estudantes de mestrado e doutorado interessados devem preencher o formulário PhD Action com seus dados acadêmicos e principais áreas de atuação. Para realizar a inscrição é necessário confirmar a disponibilidade de uma hora semanal para apoiar os grupos de pesquisas das escolas públicas brasileiras.
Assessoria de Comunicação, com informações da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Funcap
Acesse a página da +Science
Palavras-chave: educação superior, pós-graduação, pesquisa, +Science
Plataforma oferecerá apoio à pesquisa em escolas públicas

Pacto federativo? Que tal TVs voltarem a pagar ICMS? | Os Amigos do Presidente Lula

terça-feira, 26 de maio de 2015

Pacto federativo? Que tal TVs voltarem a pagar ICMS?


Para 'redistribuir o bolo', é preciso dividir também as responsabilidades.

 Grandes emissoras de TV têm lucros exorbitantes, mas gozam de inexplicáveis privilégios tributários
Em tempos de ajuste fiscal, quando se procura o equilíbrio entre a arrecadação e as despesas, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), encontrou-se com governadores e propôs incluir na agenda parlamentar o chamado pacto federativo. Na prática, os estados e municípios reclamam uma maior fatia do bolo dos impostos para si, reduzindo a fatia do governo federal.

Mas não há como redistribuir o bolo sem dividir também as responsabilidades pelas despesas definidas na Constituição Federal de 1988. Para citarmos um exemplo...Continue lendo aqui


Pacto federativo? Que tal TVs voltarem a pagar ICMS? | Os Amigos do Presidente Lula

WEBGUERRILLERO: Coca-Cola hasta la muerte



WEBGUERRILLERO: Coca-Cola hasta la muerte: Cada año aumentan los casos de personas que mueren por los malos hábitos alimenticios, que incluyen el consumo excesivo de la Coca Cola y...

Ameaçado, PCdoB deve apoiar distritão de Cunha - Politica - Estado de Minas

A pisada de bola do momento, É claro que isso não pode ser a razão dessa guinada, Por bem ou menos mal que seus votos não foram suficientes para evitar a derrota da proposta, Mas, e se tivessem sido?



Ameaçado, PCdoB deve apoiar distritão de Cunha - Politica - Estado de Minas

O PT RECEBEU FINANCIAMENTO PRIVADO DE CAMPANHA, MAS TEM MORAL SIM PARA REIVINDICAR SUA EXTINÇÃO



CUNHA PERDEU DE NOVO!! FINANCIAMENTO EMPRESARIAL REJEITADO!!‪#‎FinanciamentoEmpresarialNao‬
O projeto de Cunha et caterva para mudar a Constituição e legalizar o financiamento empresarial de campanha — para que o STF não possa proibi-lo — não alcançou a maioria necessária e foi rejeitado!! Vitória da democracia, da honestidade e da transparência na política!!
Para quem não acompanhou o debate, seguem alguns argumentos a favor dessa proposta que eu tive que ouvir aqui no plenário da House of Cunha. Foram realmente vergonhosos:
1) Deputados que tentavam igualar todo mundo, procurando a "cumplicidade" de colegas, gritando na tribuna, orgulhosos, que "aqui todo mundo gastou muita grana, gente!". Como se não houvesse deputados, como nós do PSOL, que nos elegemos (e com muitos mais votos do que muitos deles!) sem recorrer a "doações" de empresários, financiando nossas campanhas (austeras, humildes, com pouca grana, mas com muita criatividade e militância) com pequenas doações de muitas pessoas comuns, cidadãos e cidadãs, simpatizantes e militantes
2) Deputados que tentavam enganar o público que assiste pela TV Câmara dizendo que, se não fosse aprovado o financiamento empresarial de campanha, "o Estado vai ter que pagar 5 ou 6 bilhões de reais para bancar as campanhas dos deputados", uma ideia ridícula que ninguém estava propondo. A proposta da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, impulsionada pela OAB, a CNBB e diversas instituições e partidos, inclusive o PSOL, defende a manutenção do financiamento público que já existe (o fundo partidário, e não mais do que isso!) e as contribuições de pessoas físicas (ou seja, cidadãos e cidadãs) com um limite quantitativo claro, para fazer com que as TODAS campanhas sejam MAIS BARATAS, proibindo apenas as "doações" de pessoas jurídicas (empresas que patrocinam SEUS candidatos para defender SEUS interesses). Ou seja, é mentira que estejamos propondo que o Estado pague as quantias absurdas de dinheiro que alguns candidatos atualmente gastam!
3) Deputados que argumentavam que "se o financiamento empresarial for proibido, vai ter caixa dois" (!!!), uma incrível confissão de desonestidade, ou talvez uma chantagem pública ao resto dos deputados e à sociedade? Pode isso?
4) Deputados que defendiam o "direito" (sim, o direito!!) das empresas de "bancar o candidato que elas escolherem". O-direito-das-empresas-de-bancar-candidatos!
5) Deputados que "advertiam" que se a proposta do PMDB, o PSDB, o DEM e seus aliados não fosse aprovada, o Supremo Tribunal Federal poderia proibir o financiamento empresarial de campanha (é verdade: a maioria dos ministros já votou!). Ou seja: "gente, o Supremo vai dizer que o que a gente faz é inconstitucional, então, precisamos mudar a Constituição com essa emenda para que o Supremo não possa fazer nada". Isso dito EXPRESSAMENTE na tribuna da Câmara dos Deputados. Falta de vergonha na cara!
6) Deputados dizendo que "se proibirmos o financiamento empresarial, as pessoas físicas que fizerem doações vão pegar o dinheiro de SUAS pessoas jurídicas", ou seja, empresários ou "laranjas". Enfim, eles nem concebem a possibilidade de que um trabalhador doe uma pequena quantia de dinheiro para um candidato por convicção política e não por interesse! Aliás, a proposta da Coalizão estabelece um limite baixo e rigoroso para o financiamento por pessoa física justamente para impedir o uso de "laranjas" que possam mascarar o financiamento empresarial.
7) Deputados tucanos lembrando aos petistas que "vocês também recebem dinheiro das empreiteiras, igual a nós, então não tem moral para votar contra esse projeto" [o que é verdade, mas é um absurdo que o argumento seja que como todos eles sempre fizeram, nada deve mudar...]*
Enfim, um teatro dos absurdos!
PMDB, PSDB, DEM, partidos fundamentalistas, ultra-direita e legendas de aluguel, todos juntos defendendo que a principal fonte de corrupção seja incorporada à Constituição para impedir que o Supremo Tribunal Federal acabe com ela.‪#‎DevolveGilmar‬ O nível do debate na House of Cunha é vergonhoso e desgastante, tanto física quanto emocionalmente. O povo precisa reagir! Esse Congresso precisa ouvir a voz das ruas, e bem forte, porque o que está dominando aqui dentro são as negociatas, as chantagens, os acordos de bastidores, a hipocrisia e o charlatanismo.
Hoje derrotamos alguns dos piores projetos de Cunha para a "contra-reforma" política, e essa vitória precisa ser festejada, mas o poço é bem fundo. Se não reagirmos, muitas outras barbaridades serão legalizadas!



*Não  Jean Wyllys​. Não é simplesmente dizer ser verdade que os petistas não têm moral para votar contra o projeto de manutenção de financiamento privado de campanha como quer o Eduardo Cunha. Isso quem diz são os tucanos. Trata-se na verdade de um argumento fraco, apelativo e desesperado de quem não tem moral para mais nada, nem para dirigir a  direita que já não se acha mais representada pelo PSDB. O que é bem pior, pois o que se apresenta como alternativa a eles é o mais descarado fascismo. Mas isso só é problema nosso na medida em que temos de estar cientes do que se tem pela frente. 
Portanto, não tem moral quem instituiu a CPMF e depois a descartou apenas para dificultar a vida do governo e de milhões que precisam da saúde pública.
Não tem moral quem  institucionalizou o fator previdenciário e agora é favorável à sua supressão. Não por uma questão de justiça,  Nunca fizeram e nem nunca são cobrados no sentido de fazer autocrítica que justifique mudanças tão radicais e diametralmente opostas às ações passadas. Visam somente atingir o governo e não o benefício do povo. 
Não existe nenhuma possibilidade dos tucanos se oporem ao financiamento privado de campanha porque está ao corrente de seu programa neo liberal diretamente vinculado aos interesses do mercado, tendo sido os responsáveis por sua adoção durante o governo FHC. 
É verdade que o PT aceitou entrar no jogo. Mas qualquer partido que almejasse lograr o poder no Brasil teria de fazê-lo em função da legislação vigente. É muito cômodo o PSOL fazer proselitismo de seus políticos eleitos sem o concurso de doações de campanha, a não ser a dos seus militantes e simpatizantes enquanto não enfrentar essa prova de fogo. Eleger parlamentares sem contribuições de pessoas jurídicas, não é inédito, Há de recordar que essa foi a realidade do PT por muitos anos. Quem garante que o PSOL não fará o mesmo que fez  o PT, em face de uma possibilidade real de poder? O que garante que o PSOL não mudaria de opinião nessa circunstância? O que pode determinar objetivamente uma possível imunidade do PSOL nesse caso?  Deveria o PT fadar-se ao eterno denuncismo,  permanecendo em perpétua oposição e para ser "coerente" renunciar à possibilidade concreta de dirigir o Estado?Enquanto isso, continuariam engavetando processos, ocultando denúncias e deixando tudo correr em sua tranquila e aparente normalidade.  Não são poucos os que acham ter a corrupção aparecido no Brasil depois da chegada do PT ao governo, mesmo que nunca tenha se comprovado a existência de contas de petistas em paraísos fiscais, nem enriquecimento ilícito de seus dirigentes nos escândalos em que o partido foi apontado. Isso não fecha a questão, nem descarta todas as possibilidades de improbidade e atos de corrupção, mas é um fator que deveria garantir aos acusados ao menos o benefício da dúvida.
Por acaso foi negócio ruim para o Brasil, para os trabalhadores e para o povo em geral, o Partido dos Trabalhadores ter conquistado seu governo ? Só o fato de ter erradicado a fome já não seria motivo suficiente para concluir que valeu a pena? Recomendaria a todos a leitura de uma brochura de Trotsky chamada A Moral Deles e a Nossa, disponível na internet,para entender nossa posição sobre isso, 
Para finalizar, não dá pra esquecer ou fingir não saber, que o PT tem pautado o financiamento público de campanha desde há muito e no contexto do debate sobre a reforma política. Uma eloquente demonstração de que não quer a manutenção desse estado de coisas.  Uma postura bem diferente de quem prega sua manutenção, entre eles os responsáveis por sua institucionalização. Diferente de outras propostas que defenderam no passado e depois se opuseram a elas, só pra fazer o mal, dessa não largaram mão.
Então, não dá para aceitar que se concorde com a afirmação dos tucanos de que o Partido dos Trabalhadores não tem moral para contrapor-se a esse projeto com sinceridade. É verdade que fez uso desse recurso, mas tem moral para votar por sua extinção. 

A evolução da regulação do financiamento de campanha no Brasil (1945-2006) - Resenha Eleitoral - Edição n.3 - Jan/Jun 2013 - TRESC

A evolução da regulação do financiamento de campanha no Brasil (1945-2006) - Resenha Eleitoral - Edição n.3 - Jan/Jun 2013 - TRESC

PARA ENTENDER A MP 664 E 665

Algumas informações oficiais acerca da MP 664 e 665. Na mídia e na Web as críticas estão bem mais presentes. Algumas delas assaz demagógicas e feitas por demagogos, Apesar disso, não se pode confundir com aquelas que são procedentes e emitidas por pessoas e organizações que efetivamente defendem a classe trabalhadora. Não podemos permitir que nos façam de  massa de manobra de quem faria pior se tivesse a oportunidade. Oportunidade que não cessa de perseguir de todas as maneiras e todos os recursos escusos que tiver ao seu alcance. Desde o golpismo escancarado até a sabotagem da economia, passando pelo desmonte dos direitos trabalhistas e hostilização dos programas sociais, Que moral pode ter o deputado e senador que critica as MP se vota em favor da PEC 4330 que promove a terceirização? Que crédito podem ter as lágrimas de jacaré de Ronaldo Caiado e de Cássio Cunha Lima?
Quem é contra as MP s deve ser de igual maneira, contrário(a) à PEC da terceirização...Principalmente.


http://www.previdencia.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Cartilha-regras-MP-664.pdfhttp://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Mpv/mpv664.htm

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Mpv/mpv664.htm

http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Mpv/mpv665.htm

terça-feira, 26 de maio de 2015

GREVE DOS PROFESSORES DO PARANÁ Deputados da base governista(Richa-PSDB) decidem com chefe da Casa Civil o futuro da greve dos professores | Paraná Portal


Deputados da base governista decidem com chefe da Casa Civil o futuro da greve dos professores


Deputados da base governista foram convocados para uma reunião, na manhã desta terça-feira (26), com o Chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, para decidir o futuro da greve dos servidores públicos do Paraná. Os grevistas pedem a reposição de 8,17% e o governo, até agora, vinha oferecendo apenas 5%. Diante do impasse e do crescimento da oposição na Assembleia Legislativa, com a bancada do PSC apoiando a reivindicação dos professores, agora toda a base governista decidiu que o Estado deve repor a inflação integralmente, ou seja, os 8,17%.
Em virtude desse posicionamento da maioria absoluta dos deputados, o governo estadual não terá outra alternativa, a não ser enviar o projeto à Alep com o novo reajuste (8,17%) já que o projeto inicial, que nem chegou a ser votado, apresentava o reajuste de 5%.
Deputados da base governista decidem com chefe da Casa Civil o futuro da greve dos professores | Paraná Portal