A República de Weimar padeceu do grave problema da pulverização partidária. À época isso contribiu para o enfraquecimento do sistema político favorecendo a ascensão nazista. Interessante observar que o atual sistema eleitoral brasileiro vive o mesmo drama, impossibilitando uma governança estável. Por outro lado, adotando se a cláusula, milhões de eleitores podem ver seus votos inutilizados pelo fato de seus partidos não conseguirem colocar seus candidatos nos parlamentos. Considerados individualmente esses partidos não contam com representatividade suficiente para isso, mas pode acontecer do somatório de seus votos implicar de por a margem um número considerável de eleitores. Dilemas para uma reforma política.
Após 15% dos votos irem para o lixo, alemães questionam sistema eleitoral | Ausländer
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
WEBGUERRILLERO: Un azúcar presente en la carne roja promueve la in...
WEBGUERRILLERO: Un azúcar presente en la carne roja promueve la in...: Aunque se sabe que las personas que comen mucha carne roja tienen más riesgo de ciertos tipos de cáncer, otros carnívoros no presentan este...
O currículo da pátria educadora - Carta Maior
Conhecemos políticos que incorporaram aos seus mandatos a marca da educação. Às vezes, mais marca e marketing do que real e efetivo esforço pela educação que diz priorizar. Mas do que falamos é de um mandato presidencial. Colocar a educação como lema e ideal de uma gestão é fato inédito na história do Brasil.
A mídia por sua vez continua em sua marcha acelerada para o fim, dando demonstração de degradação e mau gosto. Cada vez mais se depreciam e se diminuem em sua oposição sistemática ao país e ao povo.
O currículo da pátria educadora - Carta Maior
por: Saul Leblon

A mídia derrotada em 26 de outubro fez da posse da Presidenta Dilma Rousseff um manifesto fotográfico de revanchismo e ressentimento.
Seria só a doença infantil do conservadorismo não fosse o sinal eloquente dos dias que virão.
Acovardada diante da solenidade democrática, momentaneamente impedida de expor as garras em textos explícitos, a cobertura conservadora dedicou-se a selecionar e recortar imagens oferecendo uma angulação desairosa da cerimônia, da presidenta reeleita e, por indução, do seu legado e do seu futuro.
Nisso a Folha comprovou, mais uma vez, o virtuosismo no ramo.
A exemplo do que fez com a ficha falsa da Dilma, o diário da família que manteve relações simbióticas com o aparato da ditadura, estampou na primeira página um recorte da posse em que a chefe da nação parece em litígio com a faixa presidencial.
‘Ilegítima’ -- não foi esse o mote lançado semanas antes por FHC?
O conjunto lembra as goelas pantagruélicas urrando sua evocação a Dilma e ao Brasil, no jogo inaugural da Copa do Mundo, no Itaquerão.
Não nos enganemos.
Estamos diante de manifestações mórbidas de interesses descomunais em baldeação para um confronto aberto pelo controle do passo seguinte do desenvolvimento brasileiro.
A nomeação de um centurião do mercado para comandar a Fazenda, como previsto, não cessou a dança a guerra.
A emissão que nunca desafina em palavras ou imagens não cessa de martelar o preço da pax com os mercados.
Rendição incondicional na forma de uma carta branca a Joaquim Levy, exigem colunistas sexagenárias a serviço das boas causas do ramo.
O que se pretende é acoplar o país à grande cloaca mundial de um capitalismo sem peias; legitimar o descolamento radical entre a riqueza privada e o interesse coletivo e, de uma vez por todas, engatar a sétima economia do planeta à marcha batida da restauração neoliberal.
O passaporte para o ‘novo normal’ sistêmico requer a desqualificação de tudo aquilo que Dilma simboliza. De preferência, dito pela boca da própria, que descartou a eutanásia no discurso de posse.
Não apenas isso: contrapôs à rendição incondicional um intrigante programa cívico de ‘pátria educadora’.
Mau sinal, diz a pátria rentista, cujo projeto dispensa causas cívicas e republicanas.
Ao contrário.
O desmanche do Estado é o biodigestor do seu programa.
A decomposição de direitos sociais, o adubo no qual florescerá, ainda mais viçosa, a alta finança desregulada.
Embora bem posicionados, os endinheirados brasileiros querem mais.
A elite da sétima economia do mundo é responsável pela quarta maior fortuna do planeta evadida em paraísos fiscais.
Estudos da The Price of Offshore Revisited, coordenados pelo insuspeito ex-economista-chefe da McKinsey, James Henry, revelam que os brasileiros muito ricos – que se envergonham do governo corrupto-- possuíam, em 2010, cerca de US$ 520 bilhões abrigados em santuários do dinheiro frio.
Ofende a esse fluxo patriótico a tentativa de se construir por aqui um Estado social, que eventualmente considere a riqueza privada tributável em benefício do bem comum.
A questão agora é saber em que medida o discernimento social, condicionado por uma esférica máquina de difusão dos interesses vips, conseguirá desvencilhar o futuro da sociedade desse destino histórico pretendido pelas suas elites.
É nesse ambiente de armas desensarilhadas que incide a radicalidade implícita ao lema do segundo mandato: ‘Brasil, pátria educadora’.
A formação virtuosa da infância, o compromisso com a civilização, a sorte do desenvolvimento e do investimento, enfim, o presente e o futuro da sociedade há muito deixaram de interessar à elite brasileira.
Esse descompromisso dramático explica e colide com a abrangência daquilo que Dilma se impôs como trilho do seu segundo mandato.
‘Estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades, mas também que devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e sentimento republicano”, enfatizou a presidenta.
Nessa pátria educadora, que ocupa o vazio de uma elite que renunciou à nação, não cabem retrocessos.
Ajustes -previstos- terão que obedecer a compromissos sintetizados de forma solene pela reeleita no primeiro dia do seu segundo mandato:
‘Nenhum direito a menos, nenhum passo atrás’.
E isso inclui o padrão de reajuste do salário mínimo, reiterou a chefe da nação, no terceiro dia do seu segundo governo.
Moral da história: uma ‘pátria educadora’ não pode florescer com o sequestro de direitos e do poder de compra da família assalariada.
É o oposto do que pensam os endinheirados sobre o papel da escola na sociedade.
No Brasil, como em boa parte do mundo, as elites definem a educação como o único canal legítimo de mobilidade social das massas.
Só através da escola, não da reforma agrária, a tributária ou a urbana; tampouco através do salário mínimo ‘inflacionário’, ou da reforma política, menos ainda através da pluralidade informativa, é que a miséria material e espiritual perderá seu reinado neste lugar.
Ao dar à escola a amplitude da pátria, a Presidenta da República estende o sentido da formação e da informação da gente brasileira para muito além dos limites tolerados pelo funil da meritocracia escolar.
A importância de se fortalecer o aparato escolar convencional não é minimizada por isso.
Ao contrário.
Não fosse por outros motivos, o ciclo de governos do PT será lembrado como aquele que implantou a regulação soberana sobre a riqueza do pré-sal --sob fogo cerrado dos interesses de sempre-- assegurando assim a transferência de múltiplos de bilhões de reais à política educacional nos próximos anos.
Trata-se de um reconhecimento de que a escola pode muito.
Mas não um endosso ao mito liberal de que ela pode tudo.
Em 2012, os analistas do PISA –programa internacional de avaliação de sistemas educacionais em 67 países-- afirmaram que a metade do avanço brasileiro em matemática, por exemplo, foi uma decorrência de mudanças no entorno social dos alunos.
Uma parte do noticiário conservador interpretou o dado como um atestado de fracasso da ‘educação petista’. Outra, omitiu-o.
Compreende-se.
Investigá-lo talvez levasse à conclusão de que as políticas demonizadas pelo dispositivo conservador – como o Bolsa Família, a valorização do salário mínimo, crédito barato, subsídio à habitação popular etc-- dilataram as fronteiras de aprendizado da criança brasileira.
Exemplo 01: estudantes do ensino médio beneficiados pelo Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste têm rendimento melhor do que a média nacional (82,3% e 82,7%, contra taxa brasileira de 75,2%).
Exemplo 02: pesquisa feita na Universidade de Sussex, na Inglaterra, em 2012, revela que quanto maior é o tempo de participação dos lares no Bolsa Família, maior é o aproveitamento escolar das crianças. Segundo a pesquisa, a taxa de aprovação dos alunos do 5º ano aumenta 0,6 ponto percentual para cada R$ 1 de aumento no valor médio do benefício per capita recebido pelas famílias.
Pátria educadora é isso.
E a sua influência na escolarização não é privilégio de sociedade pobre.
Tome-se o caso dos EUA.
Entre 2009 e 2012, país retrocedeu cerca de 20 pontos na classificação global do Pisa.
Em 2009 ocupava a 17ª posição; caiu para a 36ª em 2012 ; ficou abaixo da média geral em ciências e matemática.
O que mudou nos EUA entre 2009 e 2012?
A sociedade norte-americana mergulhou na sua maior crise desde a Depressão de 1929.
Uma em cada cinco crianças norte-americanas passou a viver em ambiente de pobreza. A renda anual média das famílias com filhos recuou cerca de US$ 6.300 (tomando-se 2001 como base de comparação).
Um milhão de estudantes de escolas públicas viram suas famílias serem despejadas nos EUA.
O grau de recuperação do mercado de trabalho na presente crise é o mais lento de todas as recessões anteriores vividas pelo capitalismo norte-americano.
Isso não é uma pátria educadora.
A sobrevalorização do papel da escola na agenda conservadora padece ainda de outros flancos de coerência.
O Brasil investe três vezes menos que a média da OCDE para educar uma criança dos 6 aos 15 anos (R$ 64 mil e R$ 200 mil, respectivamente).
Mas o jogral que atribui à educação poderes sobrenaturais suspira por um Brasil com salários chineses ; produtividade alemã; escolarização nórdica; superávit ‘cheio’ e carga fiscal equiparável a de Burkina Faso, onde o índice de alfabetização estacionou nos 25%.
Esse Éden conservador não guarda qualquer relação de parentesco com a ‘pátria educadora‘ de Dilma.
Sugere, antes, um deslocamento espacial e temporal do conflito distributivo, confinando-o em uma escola e em um aluno, aos quais caberá a exclusiva responsabilidade de erguer a sociedade pelos próprios cabelos.
Essa escola barão de Munchausen não se confunde com a concepção da presidenta Dilma, que só pode ser entendida como um projeto de (re) construção social e cultural, que alfabetiza com lápis, papel, direitos, participação democrática, pactuação de desenvolvimento e consciência crítica.
O resto é adestramento, não educação.
Nesse sentido, vale reler um texto já publicado neste espaço, mas sempre oportuno quando se discute o tema. Trata-se de inspirador fragmento da entrevista concedida por um professor, crítico literário e militante socialista à campanha de Lula, em 2002, sobre o assunto.
Hoje mais que nunca, suas palavras faíscam a pertinência e, sobretudo, os desafios da grande transformação histórica embutida no lema do quarto mandato progressista que começa agora no país.
Com a palavra, o professor Antonio Candido:
"Temos uma crise de civilização (...) Talvez seja um mal que deriva de um bem.
O esforço para tornar os níveis de ensino acessíveis a todos força diminuir o nível. Então, você fica num dilema perverso: elitizo ou democratizo e abdico de qualidade? A saída está numa sociedade igualitária, onde todos tenham acesso à cultura e à educação de qualidade. Foi o que eu vi em Cuba. Instrução pública e gratuita em todos os níveis. E de muito boa qualidade.
A chave é a transformação da sociedade, na qual as pessoas se apresentam para a educação em pé de igualdade.
Quem acha que um bom sistema educacional salva a pátria está redondamente enganado.
A participação nesse sistema será sempre restrita.
Por isso você tem que, primeiro, fazer mudanças estruturais; depois, terá um boa educação. Os liberais pensam: eu tendo uma população instruída, terei uma sociedade melhor.
Errado. Tendo a sociedade melhor, terei uma população instruída. Só assim você supera essa contradição aparente entre elitização e democratização. Continuo achando que a forma republicana do ensino público e gratuito é o grande modelo
(...) Numa sociedade em que as diferenças de classes ficam muito reduzidas, haverá um desaparecimento da cultura erudita e da popular. E surgirá uma nova cultura. Isso é possível.
A função do Estado é fazer um grande esforço econômico e social para que no plano cultural o hiato diminua. De tal maneira que, no fim de certo tempo, o popular se torna erudito e o erudito se torna popular’ (Antonio Candido; site da Campanha Lula Presidente; 2002)
A mídia por sua vez continua em sua marcha acelerada para o fim, dando demonstração de degradação e mau gosto. Cada vez mais se depreciam e se diminuem em sua oposição sistemática ao país e ao povo.
O currículo da pátria educadora - Carta Maior
O currículo da pátria educadora
A formação virtuosa da infância, a sorte do desenvolvimento, o futuro da sociedade e da civilização há muito deixaram de interessar à elite brasileira.
A mídia derrotada em 26 de outubro fez da posse da Presidenta Dilma Rousseff um manifesto fotográfico de revanchismo e ressentimento.
Seria só a doença infantil do conservadorismo não fosse o sinal eloquente dos dias que virão.
Acovardada diante da solenidade democrática, momentaneamente impedida de expor as garras em textos explícitos, a cobertura conservadora dedicou-se a selecionar e recortar imagens oferecendo uma angulação desairosa da cerimônia, da presidenta reeleita e, por indução, do seu legado e do seu futuro.
Nisso a Folha comprovou, mais uma vez, o virtuosismo no ramo.
A exemplo do que fez com a ficha falsa da Dilma, o diário da família que manteve relações simbióticas com o aparato da ditadura, estampou na primeira página um recorte da posse em que a chefe da nação parece em litígio com a faixa presidencial.
‘Ilegítima’ -- não foi esse o mote lançado semanas antes por FHC?
O conjunto lembra as goelas pantagruélicas urrando sua evocação a Dilma e ao Brasil, no jogo inaugural da Copa do Mundo, no Itaquerão.
Não nos enganemos.
Estamos diante de manifestações mórbidas de interesses descomunais em baldeação para um confronto aberto pelo controle do passo seguinte do desenvolvimento brasileiro.
A nomeação de um centurião do mercado para comandar a Fazenda, como previsto, não cessou a dança a guerra.
A emissão que nunca desafina em palavras ou imagens não cessa de martelar o preço da pax com os mercados.
Rendição incondicional na forma de uma carta branca a Joaquim Levy, exigem colunistas sexagenárias a serviço das boas causas do ramo.
O que se pretende é acoplar o país à grande cloaca mundial de um capitalismo sem peias; legitimar o descolamento radical entre a riqueza privada e o interesse coletivo e, de uma vez por todas, engatar a sétima economia do planeta à marcha batida da restauração neoliberal.
O passaporte para o ‘novo normal’ sistêmico requer a desqualificação de tudo aquilo que Dilma simboliza. De preferência, dito pela boca da própria, que descartou a eutanásia no discurso de posse.
Não apenas isso: contrapôs à rendição incondicional um intrigante programa cívico de ‘pátria educadora’.
Mau sinal, diz a pátria rentista, cujo projeto dispensa causas cívicas e republicanas.
Ao contrário.
O desmanche do Estado é o biodigestor do seu programa.
A decomposição de direitos sociais, o adubo no qual florescerá, ainda mais viçosa, a alta finança desregulada.
Embora bem posicionados, os endinheirados brasileiros querem mais.
A elite da sétima economia do mundo é responsável pela quarta maior fortuna do planeta evadida em paraísos fiscais.
Estudos da The Price of Offshore Revisited, coordenados pelo insuspeito ex-economista-chefe da McKinsey, James Henry, revelam que os brasileiros muito ricos – que se envergonham do governo corrupto-- possuíam, em 2010, cerca de US$ 520 bilhões abrigados em santuários do dinheiro frio.
Ofende a esse fluxo patriótico a tentativa de se construir por aqui um Estado social, que eventualmente considere a riqueza privada tributável em benefício do bem comum.
A questão agora é saber em que medida o discernimento social, condicionado por uma esférica máquina de difusão dos interesses vips, conseguirá desvencilhar o futuro da sociedade desse destino histórico pretendido pelas suas elites.
É nesse ambiente de armas desensarilhadas que incide a radicalidade implícita ao lema do segundo mandato: ‘Brasil, pátria educadora’.
A formação virtuosa da infância, o compromisso com a civilização, a sorte do desenvolvimento e do investimento, enfim, o presente e o futuro da sociedade há muito deixaram de interessar à elite brasileira.
Esse descompromisso dramático explica e colide com a abrangência daquilo que Dilma se impôs como trilho do seu segundo mandato.
‘Estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades, mas também que devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e sentimento republicano”, enfatizou a presidenta.
Nessa pátria educadora, que ocupa o vazio de uma elite que renunciou à nação, não cabem retrocessos.
Ajustes -previstos- terão que obedecer a compromissos sintetizados de forma solene pela reeleita no primeiro dia do seu segundo mandato:
‘Nenhum direito a menos, nenhum passo atrás’.
E isso inclui o padrão de reajuste do salário mínimo, reiterou a chefe da nação, no terceiro dia do seu segundo governo.
Moral da história: uma ‘pátria educadora’ não pode florescer com o sequestro de direitos e do poder de compra da família assalariada.
É o oposto do que pensam os endinheirados sobre o papel da escola na sociedade.
No Brasil, como em boa parte do mundo, as elites definem a educação como o único canal legítimo de mobilidade social das massas.
Só através da escola, não da reforma agrária, a tributária ou a urbana; tampouco através do salário mínimo ‘inflacionário’, ou da reforma política, menos ainda através da pluralidade informativa, é que a miséria material e espiritual perderá seu reinado neste lugar.
Ao dar à escola a amplitude da pátria, a Presidenta da República estende o sentido da formação e da informação da gente brasileira para muito além dos limites tolerados pelo funil da meritocracia escolar.
A importância de se fortalecer o aparato escolar convencional não é minimizada por isso.
Ao contrário.
Não fosse por outros motivos, o ciclo de governos do PT será lembrado como aquele que implantou a regulação soberana sobre a riqueza do pré-sal --sob fogo cerrado dos interesses de sempre-- assegurando assim a transferência de múltiplos de bilhões de reais à política educacional nos próximos anos.
Trata-se de um reconhecimento de que a escola pode muito.
Mas não um endosso ao mito liberal de que ela pode tudo.
Em 2012, os analistas do PISA –programa internacional de avaliação de sistemas educacionais em 67 países-- afirmaram que a metade do avanço brasileiro em matemática, por exemplo, foi uma decorrência de mudanças no entorno social dos alunos.
Uma parte do noticiário conservador interpretou o dado como um atestado de fracasso da ‘educação petista’. Outra, omitiu-o.
Compreende-se.
Investigá-lo talvez levasse à conclusão de que as políticas demonizadas pelo dispositivo conservador – como o Bolsa Família, a valorização do salário mínimo, crédito barato, subsídio à habitação popular etc-- dilataram as fronteiras de aprendizado da criança brasileira.
Exemplo 01: estudantes do ensino médio beneficiados pelo Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste têm rendimento melhor do que a média nacional (82,3% e 82,7%, contra taxa brasileira de 75,2%).
Exemplo 02: pesquisa feita na Universidade de Sussex, na Inglaterra, em 2012, revela que quanto maior é o tempo de participação dos lares no Bolsa Família, maior é o aproveitamento escolar das crianças. Segundo a pesquisa, a taxa de aprovação dos alunos do 5º ano aumenta 0,6 ponto percentual para cada R$ 1 de aumento no valor médio do benefício per capita recebido pelas famílias.
Pátria educadora é isso.
E a sua influência na escolarização não é privilégio de sociedade pobre.
Tome-se o caso dos EUA.
Entre 2009 e 2012, país retrocedeu cerca de 20 pontos na classificação global do Pisa.
Em 2009 ocupava a 17ª posição; caiu para a 36ª em 2012 ; ficou abaixo da média geral em ciências e matemática.
O que mudou nos EUA entre 2009 e 2012?
A sociedade norte-americana mergulhou na sua maior crise desde a Depressão de 1929.
Uma em cada cinco crianças norte-americanas passou a viver em ambiente de pobreza. A renda anual média das famílias com filhos recuou cerca de US$ 6.300 (tomando-se 2001 como base de comparação).
Um milhão de estudantes de escolas públicas viram suas famílias serem despejadas nos EUA.
O grau de recuperação do mercado de trabalho na presente crise é o mais lento de todas as recessões anteriores vividas pelo capitalismo norte-americano.
Isso não é uma pátria educadora.
A sobrevalorização do papel da escola na agenda conservadora padece ainda de outros flancos de coerência.
O Brasil investe três vezes menos que a média da OCDE para educar uma criança dos 6 aos 15 anos (R$ 64 mil e R$ 200 mil, respectivamente).
Mas o jogral que atribui à educação poderes sobrenaturais suspira por um Brasil com salários chineses ; produtividade alemã; escolarização nórdica; superávit ‘cheio’ e carga fiscal equiparável a de Burkina Faso, onde o índice de alfabetização estacionou nos 25%.
Esse Éden conservador não guarda qualquer relação de parentesco com a ‘pátria educadora‘ de Dilma.
Sugere, antes, um deslocamento espacial e temporal do conflito distributivo, confinando-o em uma escola e em um aluno, aos quais caberá a exclusiva responsabilidade de erguer a sociedade pelos próprios cabelos.
Essa escola barão de Munchausen não se confunde com a concepção da presidenta Dilma, que só pode ser entendida como um projeto de (re) construção social e cultural, que alfabetiza com lápis, papel, direitos, participação democrática, pactuação de desenvolvimento e consciência crítica.
O resto é adestramento, não educação.
Nesse sentido, vale reler um texto já publicado neste espaço, mas sempre oportuno quando se discute o tema. Trata-se de inspirador fragmento da entrevista concedida por um professor, crítico literário e militante socialista à campanha de Lula, em 2002, sobre o assunto.
Hoje mais que nunca, suas palavras faíscam a pertinência e, sobretudo, os desafios da grande transformação histórica embutida no lema do quarto mandato progressista que começa agora no país.
Com a palavra, o professor Antonio Candido:
"Temos uma crise de civilização (...) Talvez seja um mal que deriva de um bem.
O esforço para tornar os níveis de ensino acessíveis a todos força diminuir o nível. Então, você fica num dilema perverso: elitizo ou democratizo e abdico de qualidade? A saída está numa sociedade igualitária, onde todos tenham acesso à cultura e à educação de qualidade. Foi o que eu vi em Cuba. Instrução pública e gratuita em todos os níveis. E de muito boa qualidade.
A chave é a transformação da sociedade, na qual as pessoas se apresentam para a educação em pé de igualdade.
Quem acha que um bom sistema educacional salva a pátria está redondamente enganado.
A participação nesse sistema será sempre restrita.
Por isso você tem que, primeiro, fazer mudanças estruturais; depois, terá um boa educação. Os liberais pensam: eu tendo uma população instruída, terei uma sociedade melhor.
Errado. Tendo a sociedade melhor, terei uma população instruída. Só assim você supera essa contradição aparente entre elitização e democratização. Continuo achando que a forma republicana do ensino público e gratuito é o grande modelo
(...) Numa sociedade em que as diferenças de classes ficam muito reduzidas, haverá um desaparecimento da cultura erudita e da popular. E surgirá uma nova cultura. Isso é possível.
A função do Estado é fazer um grande esforço econômico e social para que no plano cultural o hiato diminua. De tal maneira que, no fim de certo tempo, o popular se torna erudito e o erudito se torna popular’ (Antonio Candido; site da Campanha Lula Presidente; 2002)
Em protesto, polícia de NY faz 'rebelião silenciosa' - BBC Brasil
O prefeito de Nova York está conhecendo um fenômeno que está tornando se muito comum em alguns estados brasileiros onde lideranças policiais visando turbinar suas carreiras político eleitorais orientam os demais a agirem exatamente assim.
Mas, com a queda da taxa de criminalidade em 2014 e as ruas aparentemente tranquilas, mesmo durante a (in)ação dos agentes, o tiro pode sair pela culatra.
"É difícil manter uma chantagem desse tipo quando as pessoas não se sentem ameaçadas. E Nova York fechou 2014 com números baixos de mortes, estupro, furto qualificado e roubo. Por mais de 20 anos, o crime caiu porque a polícia dobrou e redobrou seus esforços. Chega um momento em que a quimio é mais mortal do que o câncer ", escreveu Siegel.
Outros vão ainda mais longe, classificando o movimento da polícia de ameaça à democracia com reminiscências de golpe de Estado latino-americano.
Em protesto, polícia de NY faz 'rebelião silenciosa' - BBC Brasil
domingo, 4 de janeiro de 2015
INSUSTENTÁVEL: A falácia democrática
São tão complexas as questões relativas à democracia que chega um momento em que perde se o referencial. Onde não há clareza de perspectiva, misturando se a outras que acabam formando um amálgama informe que mais confunde do que esclarece e organiza.
S
INSUSTENTÁVEL: A falácia democrática
INSUSTENTÁVEL: A falácia democrática
sábado, 3 de janeiro de 2015
Union de Pueblos de Nuestra America: Tania Bruguera: el extravío de un susurro. Entrevi...
Esse escrito, extraído de um blog que foca o continentalismo latino americano, Union de Pueblos de Nuestra América, nos dá uma vaga ideia do estado de ânimo das pessoas, do compromisso revolucionário, da provocação imperialista, de seus métodos de cooptação dos jovens artistas e intelectuais e das expectativas relacionadas ao reatamento de relações com os EUA,
Union de Pueblos de Nuestra America: Tania Bruguera: el extravío de un susurro. Entrevi...: Sus principales promotores y su tribuna informativa están representados por medios y personas cuyo proyecto esencial para el futuro de Cu...
Luciana Genro fala sobre novo cenário brasileiro | Outras Palavras – blog da Redação
Talvez seja necessário sim uma oposição à esquerda ao governo petista. Mas seria de se esperar que antes de tudo, seja oposição à direita e não cerrar fileiras nem servir ao seu jogo, passando por inocente útil.
Luciana Genro fala sobre novo cenário brasileiro | Outras Palavras – blog da Redação
Sob o signo do “canhão frouxo”
Uma potência em declínio é torna se um risco potencial para todo o entorno...
Sob o signo do “canhão frouxo”
Sob o signo do “canhão frouxo”
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Experto: Occidende daña a Rusia y luego hará lo mismo con China y los BRICS - RT
O Ocidente, EUA e UE,que não passam de organismos em putrefação, sentem a hegemonia escorrer lhes entre os dedos. Usam e usarão de todos os recursos disponíveis e algo mais, entre aqueles despidos de qualquer resquício de escrúpulo, para impor seus interesses.
O Ocidente não é o conjunto de nações e povos que o integram, Nem mesmo os 99% dos cidadãos das potências hegemônicas, beneficiam dos lucros astronômicos de suas corporações. Como já foi um dia.
O Ocidente é pátria apenas de suas corporações.
Experto: Occidende daña a Rusia y luego hará lo mismo con China y los BRICS - RT
O Ocidente não é o conjunto de nações e povos que o integram, Nem mesmo os 99% dos cidadãos das potências hegemônicas, beneficiam dos lucros astronômicos de suas corporações. Como já foi um dia.
O Ocidente é pátria apenas de suas corporações.
Experto: Occidende daña a Rusia y luego hará lo mismo con China y los BRICS - RT
Escreva Lola Escreva: MEU BOLETIM DE OCORRÊNCIA CONTRA OS MASCUS SANCTOS...
BICHOS ESCROTOS SAÍDOS DOS ESGOTOS DO BOÇALNAZI
Escreva Lola Escreva: MEU BOLETIM DE OCORRÊNCIA CONTRA OS MASCUS SANCTOS...: Agora a pouco fui à delegacia fazer um boletim de ocorrência (aliás, dois). Foi a segunda vez que fiz isso na vida. A primeira foi em jan...
Escreva Lola Escreva: MEU BOLETIM DE OCORRÊNCIA CONTRA OS MASCUS SANCTOS...: Agora a pouco fui à delegacia fazer um boletim de ocorrência (aliás, dois). Foi a segunda vez que fiz isso na vida. A primeira foi em jan...
Estas 18 imagens te deixarão sem palavras, especialmente a #11 | Tudo Interessante | Curiosidades, Imagens e Vídeos interessantes
Algumas são de nos deixar intrigados...o último veterano, o último instante, a tragédia. a contradição... repare na foto dos judeus sendo liberados de um campo de concentração com a das crianças armênias...
Estas 18 imagens te deixarão sem palavras, especialmente a #11 | Tudo Interessante | Curiosidades, Imagens e Vídeos interessantes
Estas 18 imagens te deixarão sem palavras, especialmente a #11 | Tudo Interessante | Curiosidades, Imagens e Vídeos interessantes
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
faltahistoria.com.br
ABombain descrita no texto, conhecemos até bem pouco tempo atrás, Mas adianta o PT ter estabelecido regras de transparência nas agências públicas, respeitado a autonomia dos responsáveis pela fiscalização e investigação de delitos sobre o bem público e acabar passando por ptralha!? Que corrupção é essa que aumentou o valor da Petrobras e seus lucros? Se esses decaem hoje é devido mais à agitação feita em torno do caso Petrobras, sua midiatização do que a questões operacionais ou mercadológicas. De modo que a gente fica intrigado com o fato da investigação sobre a corrupção causar mais prejuízos á empresa do que a corrupção em si.
faltahistoria.com.br
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O recomeço de Dilma | Paulo Moreira Leite
A oposição vai trabalhar para paralisar o país. Buscam produzir o efeito que não conseguiram com o Mensalão..
O recomeço de Dilma | Paulo Moreira Leite
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A Petrobras é maior do que quaisquer crises, diz Dilma no Congresso
Petrobras e educação são temas que se vinculam estreitamente nessa etapa das lutas pela educação.
A Petrobras é maior do que quaisquer crises, diz Dilma no Congresso
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Dilma na posse: retomada virá antes do que esperam | Brasil 24/7
Para que a retomada aconteça, faz se necessário a regulamentação da mídia...Ela tem desempenhado papel deletério fundamental no rebaixamento das expectativas de crescimento do país.
Dilma na posse: retomada virá antes do que esperam | Brasil 24/7
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Contradições e alternativas do governo Lula
Uma primeira avaliação do governo Lula logo no início de sua primeira gestão. O que chama atenção é o quadro de expectativas e movimentos muito semelhantes à da presente conjuntura inicial do segundo governo Dilma.

Contradições e alternativas do governo Lula

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Rede Globo tem contratos sigilosos com Marcos Valério | bloglimpinhoecheiroso
O que a mídia esconde e a justiça cega! Cega!?
Rede Globo tem contratos sigilosos com Marcos Valério | bloglimpinhoecheiroso
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Blog do Mello: Quadro comparativo do Brasil de 2002 com o de 2013...
Blog do Mello: Quadro comparativo do Brasil de 2002 com o de 2013...: Com este quadro você vai ter argumentos baseados em dados, com fontes seguras e oficiais (especificadas ao final), para conversar com a...
Paulo Nogueira: Colunistas estão querendo crucificar Zé de Abreu « Viomundo - O que você não vê na mídia
O problema do jornalista apartidário é que, ao procurar fazer uso da isenção e da imparcialidade em suas matérias, é logo tachado de petista.,.,
Paulo Nogueira: Colunistas estão querendo crucificar Zé de Abreu « Viomundo - O que você não vê na mídia
Paulo Nogueira: Colunistas estão querendo crucificar Zé de Abreu « Viomundo - O que você não vê na mídia
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Governo anuncia corte de verbas á Editora Abril e a Rede Globo
Enfim o governo concede á imprensa neoliberal a oportunidade de provar o quanto o mercado é virtuoso...
Governo anuncia corte de verbas á Editora Abril e a Rede Globo
Governo anuncia corte de verbas á Editora Abril e a Rede Globo
ÍNTEGRA DO RELATÓRIO E DA SENTENÇA QUE INOCENTA AGENTES PÚBLICOS NO CASO DA PRIVATIZAÇÃO DA TELEBRAS | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com
ÍNTEGRA DO RELATÓRIO E DA SENTENÇA QUE INOCENTA AGENTES PÚBLICOS NO CASO DA PRIVATIZAÇÃO DA TELEBRAS | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_da_Costa_Tourinho_Neto
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_da_Costa_Tourinho_Neto
Democracia & Política: EUA SE PREPARAM PARA ESMAGAR OS BRICS
Por trás da instabilidade que ronda essas nações, a ação consciente e intencional de poderosas forças que sentem se atingidas em seu interesse hegemonizador.
Democracia & Política: EUA SE PREPARAM PARA ESMAGAR OS BRICS
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
São medidas já amargas, mas creio existirem mais amargas, Algumas tocam na questão da pensão por morte, Não sei se chega a afetar alguns privilegiados que recebem pensão vitalícia por serem filhos ou dependentes de militares, Provavelmente deve estender se a filhos de magistrados. Segundo diz, as regras não se aplicam para os que já são beneficiários.
Não é tudo bem, mas nesse instante, em que o povo já é chamado a sacrifícios, o judiciário e o legislativo, num rasgo de cinismo desbragado aprovam seus aumentos, algo bem mais do que os percentuais de reajustes concedidos aos demais trabalhadores. Inclusive os dos seus próprios servidores.
Não é justo que seja assim.
Muitas pessoas, imediatamente tentam forçar uma associação direta da presidência da república com essa iniciativa. De maneira alguma. O executivo sabe muito bem que a coisa não fica por aí. E os senhores e os demais também sabem. Sabem que esta parte do planeta está numa escalada em direção à crista da crise que agita e afoga o sistema capitalista desde 2008. O fato é que inflação por conta de um processo de crescimento da atividade econômica, o que temos agora é o desaquecimento da economia conjugado com uma forte ameaça de crescimento inflacionário. Não é o caso de pânico. Mas é o de estar alerta e tentar domar a fera enquanto é possível administrá la. Nessas situações o crescimento salarial acaba incidindo sobre a taxa crescente de inflação.
Não é a toa que os senhores inimigos cada vez mais declarados do governo no legislativo e no judiciário, no MP nem se fala, se permitem alimentar sua ganância com seus objetivos golpistas. Sabem que seus reajustes serão a base sobre a qual as categorias do serviço público e as da iniciativa privada pressionarão em favor dos seus. O efeito dominó que isso causa tende a ser um forte fator de pressão inflacionária, Agravando a crise, tornando o ambiente mais propício à consecução de seu projeto.
Dois poderes beneficiam se, principalmente seus maiorais. Recolhem o bônus, deixando o ônus para o poder executivo quitar a fatura. Pouco lhes importa que sua ação prejudique ao povo e comprometa o crescimento do país. As elites não têm nada disso como valor. Corruptos que são, conseguiram convencer a todos que todos são corruptos,
Com o discurso recorrente do PT corrupto, lastreado na farsa do Mensalão e do seu julgamento, criou se uma barreira de desconfiança da parte de parcela considerável da população em relação ao partido. Até mesmo entre aqueles não petistas que votam e votaram no PT, não são poucos os que o fazem por falta de opção mais consistente que atenda ás suas expectativas, o jeito é votar no PT, "apesar de ser corrupto". Indo mais amiúde, até mesmo entre as altas esferas do PT, existem aqueles, minoritários é verdade, que reproduzem o discurso do "mensaleiro", Isso sim, um absurdo.
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
Não é tudo bem, mas nesse instante, em que o povo já é chamado a sacrifícios, o judiciário e o legislativo, num rasgo de cinismo desbragado aprovam seus aumentos, algo bem mais do que os percentuais de reajustes concedidos aos demais trabalhadores. Inclusive os dos seus próprios servidores.
Não é justo que seja assim.
Muitas pessoas, imediatamente tentam forçar uma associação direta da presidência da república com essa iniciativa. De maneira alguma. O executivo sabe muito bem que a coisa não fica por aí. E os senhores e os demais também sabem. Sabem que esta parte do planeta está numa escalada em direção à crista da crise que agita e afoga o sistema capitalista desde 2008. O fato é que inflação por conta de um processo de crescimento da atividade econômica, o que temos agora é o desaquecimento da economia conjugado com uma forte ameaça de crescimento inflacionário. Não é o caso de pânico. Mas é o de estar alerta e tentar domar a fera enquanto é possível administrá la. Nessas situações o crescimento salarial acaba incidindo sobre a taxa crescente de inflação.
Não é a toa que os senhores inimigos cada vez mais declarados do governo no legislativo e no judiciário, no MP nem se fala, se permitem alimentar sua ganância com seus objetivos golpistas. Sabem que seus reajustes serão a base sobre a qual as categorias do serviço público e as da iniciativa privada pressionarão em favor dos seus. O efeito dominó que isso causa tende a ser um forte fator de pressão inflacionária, Agravando a crise, tornando o ambiente mais propício à consecução de seu projeto.
Dois poderes beneficiam se, principalmente seus maiorais. Recolhem o bônus, deixando o ônus para o poder executivo quitar a fatura. Pouco lhes importa que sua ação prejudique ao povo e comprometa o crescimento do país. As elites não têm nada disso como valor. Corruptos que são, conseguiram convencer a todos que todos são corruptos,
Com o discurso recorrente do PT corrupto, lastreado na farsa do Mensalão e do seu julgamento, criou se uma barreira de desconfiança da parte de parcela considerável da população em relação ao partido. Até mesmo entre aqueles não petistas que votam e votaram no PT, não são poucos os que o fazem por falta de opção mais consistente que atenda ás suas expectativas, o jeito é votar no PT, "apesar de ser corrupto". Indo mais amiúde, até mesmo entre as altas esferas do PT, existem aqueles, minoritários é verdade, que reproduzem o discurso do "mensaleiro", Isso sim, um absurdo.
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
São medidas já amargas, mas creio existirem mais amargas, Algumas tocam na questão da pensão por morte, Não sei se chega a afetar alguns privilegiados que recebem pensão vitalícia por serem filhos ou dependentes de militares, Provavelmente deve estender se a filhos de magistrados. Segundo diz, as regras não se aplicam para os que já são beneficiários.
Não é tudo bem, mas nesse instante, em que o povo já é chamado a sacrifícios, o judiciário e o legislativo, num rasgo de cinismo desbragado aprovam seus aumentos, algo bem mais do que os percentuais de reajustes concedidos aos demais trabalhadores. Inclusive os dos seus próprios servidores.
Não é justo que seja assim.
Muitas pessoas, imediatamente tentam forçar uma associação direta da presidência da república com essa iniciativa. De maneira alguma. O executivo sabe muito bem que a coisa não fica por aí. E os senhores e os demais também sabem. Sabem que esta parte do planeta está numa escalada em direção à crista da crise que agita e afoga o sistema capitalista desde 2008. O fato é que inflação por conta de um processo de crescimento da atividade econômica, o que temos agora é o desaquecimento da economia conjugado com uma forte ameaça de crescimento inflacionário. Não é o caso de pânico. Mas é o de estar alerta e tentar domar a fera enquanto é possível administrá la. Nessas situações o crescimento salarial acaba incidindo sobre a taxa crescente de inflação.
Não é a toa que os senhores inimigos cada vez mais declarados do governo no legislativo e no judiciário, no MP nem se fala, se permitem alimentar sua ganância com seus objetivos golpistas. Sabem que seus reajustes serão a base sobre a qual as categorias do serviço público e as da iniciativa privada pressionarão em favor dos seus. O efeito dominó que isso causa tende a ser um forte fator de pressão inflacionária, Agravando a crise, tornando o ambiente mais propício à consecução de seu projeto.
Dois poderes beneficiam se, principalmente seus maiorais. Recolhem o bônus, deixando o ônus para o poder executivo quitar a fatura. Pouco lhes importa que sua ação prejudique ao povo e comprometa o crescimento do país. As elites não têm nada disso como valor. Corruptos que são, conseguiram convencer a todos que todos são corruptos,
Com o discurso recorrente do PT corrupto, lastreado na farsa do Mensalão e do seu julgamento, criou se uma barreira de desconfiança da parte de parcela considerável da população em relação ao partido. Até mesmo entre aqueles não petistas que votam e votaram no PT, não são poucos os que o fazem por falta de opção mais consistente que atenda ás suas expectativas, o jeito é votar no PT, "apesar de ser corrupto". Indo mais amiúde, até mesmo entre as altas esferas do PT, existem aqueles, minoritários é verdade, que reproduzem o discurso do "mensaleiro", Isso sim, um absurdo.
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
Não é tudo bem, mas nesse instante, em que o povo já é chamado a sacrifícios, o judiciário e o legislativo, num rasgo de cinismo desbragado aprovam seus aumentos, algo bem mais do que os percentuais de reajustes concedidos aos demais trabalhadores. Inclusive os dos seus próprios servidores.
Não é justo que seja assim.
Muitas pessoas, imediatamente tentam forçar uma associação direta da presidência da república com essa iniciativa. De maneira alguma. O executivo sabe muito bem que a coisa não fica por aí. E os senhores e os demais também sabem. Sabem que esta parte do planeta está numa escalada em direção à crista da crise que agita e afoga o sistema capitalista desde 2008. O fato é que inflação por conta de um processo de crescimento da atividade econômica, o que temos agora é o desaquecimento da economia conjugado com uma forte ameaça de crescimento inflacionário. Não é o caso de pânico. Mas é o de estar alerta e tentar domar a fera enquanto é possível administrá la. Nessas situações o crescimento salarial acaba incidindo sobre a taxa crescente de inflação.
Não é a toa que os senhores inimigos cada vez mais declarados do governo no legislativo e no judiciário, no MP nem se fala, se permitem alimentar sua ganância com seus objetivos golpistas. Sabem que seus reajustes serão a base sobre a qual as categorias do serviço público e as da iniciativa privada pressionarão em favor dos seus. O efeito dominó que isso causa tende a ser um forte fator de pressão inflacionária, Agravando a crise, tornando o ambiente mais propício à consecução de seu projeto.
Dois poderes beneficiam se, principalmente seus maiorais. Recolhem o bônus, deixando o ônus para o poder executivo quitar a fatura. Pouco lhes importa que sua ação prejudique ao povo e comprometa o crescimento do país. As elites não têm nada disso como valor. Corruptos que são, conseguiram convencer a todos que todos são corruptos,
Com o discurso recorrente do PT corrupto, lastreado na farsa do Mensalão e do seu julgamento, criou se uma barreira de desconfiança da parte de parcela considerável da população em relação ao partido. Até mesmo entre aqueles não petistas que votam e votaram no PT, não são poucos os que o fazem por falta de opção mais consistente que atenda ás suas expectativas, o jeito é votar no PT, "apesar de ser corrupto". Indo mais amiúde, até mesmo entre as altas esferas do PT, existem aqueles, minoritários é verdade, que reproduzem o discurso do "mensaleiro", Isso sim, um absurdo.
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
São medidas já amargas, mas creio existirem mais amargas, Algumas tocam na questão da pensão por morte, Não sei se chega a afetar alguns privilegiados que recebem pensão vitalícia por serem filhos ou dependentes de militares, Provavelmente deve estender se a filhos de magistrados. Segundo diz, as regras não se aplicam para os que já são beneficiários.
Não é tudo bem, mas nesse instante, em que o povo já é chamado a sacrifícios, o judiciário e o legislativo, num rasgo de cinismo desbragado aprovam seus aumentos, algo bem mais do que os percentuais de reajustes concedidos aos demais trabalhadores. Inclusive os dos seus próprios servidores.
Não é justo que seja assim.
Muitas pessoas, imediatamente tentam forçar uma associação direta da presidência da república com essa iniciativa. De maneira alguma. O executivo sabe muito bem que a coisa não fica por aí. E os senhores e os demais também sabem. Sabem que esta parte do planeta está numa escalada em direção à crista da crise que agita e afoga o sistema capitalista desde 2008. O fato é que inflação por conta de um processo de crescimento da atividade econômica, o que temos agora é o desaquecimento da economia conjugado com uma forte ameaça de crescimento inflacionário. Não é o caso de pânico. Mas é o de estar alerta e tentar domar a fera enquanto é possível administrá la. Nessas situações o crescimento salarial acaba incidindo sobre a taxa crescente de inflação.
Não é a toa que os senhores inimigos cada vez mais declarados do governo no legislativo e no judiciário, no MP nem se fala, se permitem alimentar sua ganância com seus objetivos golpistas. Sabem que seus reajustes serão a base sobre a qual as categorias do serviço público e as da iniciativa privada pressionarão em favor dos seus. O efeito dominó que isso causa tende a ser um forte fator de pressão inflacionária, Agravando a crise, tornando o ambiente mais propício à consecução de seu projeto.
Dois poderes beneficiam se, principalmente seus maiorais. Recolhem o bônus, deixando o ônus para o poder executivo quitar a fatura. Pouco lhes importa que sua ação prejudique ao povo e comprometa o crescimento do país. As elites não têm nada disso como valor. Corruptos que são, conseguiram convencer a todos que todos são corruptos,
Com o discurso recorrente do PT corrupto, lastreado na farsa do Mensalão e do seu julgamento, criou se uma barreira de desconfiança da parte de parcela considerável da população em relação ao partido. Até mesmo entre aqueles não petistas que votam e votaram no PT, não são poucos os que o fazem por falta de opção mais consistente que atenda ás suas expectativas, o jeito é votar no PT, "apesar de ser corrupto". Indo mais amiúde, até mesmo entre as altas esferas do PT, existem aqueles, minoritários é verdade, que reproduzem o discurso do "mensaleiro", Isso sim, um absurdo.
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
Não é tudo bem, mas nesse instante, em que o povo já é chamado a sacrifícios, o judiciário e o legislativo, num rasgo de cinismo desbragado aprovam seus aumentos, algo bem mais do que os percentuais de reajustes concedidos aos demais trabalhadores. Inclusive os dos seus próprios servidores.
Não é justo que seja assim.
Muitas pessoas, imediatamente tentam forçar uma associação direta da presidência da república com essa iniciativa. De maneira alguma. O executivo sabe muito bem que a coisa não fica por aí. E os senhores e os demais também sabem. Sabem que esta parte do planeta está numa escalada em direção à crista da crise que agita e afoga o sistema capitalista desde 2008. O fato é que inflação por conta de um processo de crescimento da atividade econômica, o que temos agora é o desaquecimento da economia conjugado com uma forte ameaça de crescimento inflacionário. Não é o caso de pânico. Mas é o de estar alerta e tentar domar a fera enquanto é possível administrá la. Nessas situações o crescimento salarial acaba incidindo sobre a taxa crescente de inflação.
Não é a toa que os senhores inimigos cada vez mais declarados do governo no legislativo e no judiciário, no MP nem se fala, se permitem alimentar sua ganância com seus objetivos golpistas. Sabem que seus reajustes serão a base sobre a qual as categorias do serviço público e as da iniciativa privada pressionarão em favor dos seus. O efeito dominó que isso causa tende a ser um forte fator de pressão inflacionária, Agravando a crise, tornando o ambiente mais propício à consecução de seu projeto.
Dois poderes beneficiam se, principalmente seus maiorais. Recolhem o bônus, deixando o ônus para o poder executivo quitar a fatura. Pouco lhes importa que sua ação prejudique ao povo e comprometa o crescimento do país. As elites não têm nada disso como valor. Corruptos que são, conseguiram convencer a todos que todos são corruptos,
Com o discurso recorrente do PT corrupto, lastreado na farsa do Mensalão e do seu julgamento, criou se uma barreira de desconfiança da parte de parcela considerável da população em relação ao partido. Até mesmo entre aqueles não petistas que votam e votaram no PT, não são poucos os que o fazem por falta de opção mais consistente que atenda ás suas expectativas, o jeito é votar no PT, "apesar de ser corrupto". Indo mais amiúde, até mesmo entre as altas esferas do PT, existem aqueles, minoritários é verdade, que reproduzem o discurso do "mensaleiro", Isso sim, um absurdo.
Governo anuncia ajustes nos benefícios trabalhistas e previdenciários — Casa Civil
A geração dos frustrados profissionalmente
O título do texto é absolutamente extemporâneo. Refere se a um fenômeno que acomete a várias pessoas em várias gerações e não especificamente a uma geração, que creio referir se aos jovens da classe média alta dada as expectativas elevadas de trabalho da personagem que descreve na introdução.
É o tipo de conflito que afeta àqueles que contam com a oferta de um leque de opções profissionais, que inclusive pode dar se ao luxo de não escolher nenhuma. Os jovens desse seguimento costumeiramente são encaminhados pelos pais para profissões de ponta, ou ao menos, as mais rentáveis. Até algumas décadas atrás, os jovens sofriam cerrada pressão de seus pais para que cumprissem o roteiro determinado por eles que antes de tudo eram determinados pela condição de classe. Mas vieram os anos sessenta e a geração rebelde fez desandar a novela. Lutaram pela liberdade de decidir suas vidas e trataram de romper com tudo que fosse velho e ultrapassado, inclusive com o conceito rígido de família que até então vigia sem maiores questionamentos.
Embora que nos anos subsequentes tenha se retomado certa normalidade, nunca mais as famílias recuperaram o antigo poder de determinar a roupa, a profissão e o casamento de seus filhos. O que temos assistido nos últimos períodos são as novas gerações da classe média, alguns seguimentos dela, reivindicando um revival de concepções, comportamentos e costumes atávicos. Com mais frequência o problema está no fato do mercado ofertar ou não o emprego, função ou atividade que estejam acompanhados do status e dos rendimentos que lhes seja satisfatório,.lhes satisfaça garantindo lhes, status e rendimentos satisfatórios.
Então é de se duvidar que possamos nos referir a essa geração de filhos família, como uma geração de pessoas frustradas profissionalmente.
A geração dos frustrados profissionalmente
É o tipo de conflito que afeta àqueles que contam com a oferta de um leque de opções profissionais, que inclusive pode dar se ao luxo de não escolher nenhuma. Os jovens desse seguimento costumeiramente são encaminhados pelos pais para profissões de ponta, ou ao menos, as mais rentáveis. Até algumas décadas atrás, os jovens sofriam cerrada pressão de seus pais para que cumprissem o roteiro determinado por eles que antes de tudo eram determinados pela condição de classe. Mas vieram os anos sessenta e a geração rebelde fez desandar a novela. Lutaram pela liberdade de decidir suas vidas e trataram de romper com tudo que fosse velho e ultrapassado, inclusive com o conceito rígido de família que até então vigia sem maiores questionamentos.
Embora que nos anos subsequentes tenha se retomado certa normalidade, nunca mais as famílias recuperaram o antigo poder de determinar a roupa, a profissão e o casamento de seus filhos. O que temos assistido nos últimos períodos são as novas gerações da classe média, alguns seguimentos dela, reivindicando um revival de concepções, comportamentos e costumes atávicos. Com mais frequência o problema está no fato do mercado ofertar ou não o emprego, função ou atividade que estejam acompanhados do status e dos rendimentos que lhes seja satisfatório,.lhes satisfaça garantindo lhes, status e rendimentos satisfatórios.
Então é de se duvidar que possamos nos referir a essa geração de filhos família, como uma geração de pessoas frustradas profissionalmente.
A geração dos frustrados profissionalmente
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Cinema Secreto: Cinegnose: Blog censurado pelo delírio digital do Google AdSe...
UM DOS MELHORES BLOGS DA BLOGOSFERA SOFRE ATAQUE DOS CENSORES ELETRÔNICOS DO GOOGLE
Cinema Secreto: Cinegnose: Blog censurado pelo delírio digital do Google AdSe...: Para minha surpresa, o blog “Cinema Secreto: Cinegnose” foi acusado, julgado e executado às vésperas do Natal. Acusação: disseminação de ...
Cinema Secreto: Cinegnose: Blog censurado pelo delírio digital do Google AdSe...: Para minha surpresa, o blog “Cinema Secreto: Cinegnose” foi acusado, julgado e executado às vésperas do Natal. Acusação: disseminação de ...
Marco Civil da Internet entra em vigor | Pensando o Direito
Essa grande conquista de 2014 não parece ter contado com o devido reconhecimento pelos usuários das redes. O marco civil da Internet.Conhecê lo tornou se fundamental.Marco Civil da Internet entra em vigor | Pensando o Direito
https://www.youtube.com/watch?v=F6YuyGLLPU0&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=F6YuyGLLPU0&feature=youtu.be
domingo, 28 de dezembro de 2014
Frente de esquerda na diversidade da esquerda - Carta Maior
Seria interessante se o conjunto das esquerdas ouvisse esse chamado!
Frente de esquerda na diversidade da esquerda - Carta Maior
Frente de esquerda na diversidade da esquerda - Carta Maior
Frente de esquerda na diversidade da esquerda - Carta Maior
Seria interessante se o conjunto das esquerdas ouvisse esse chamado!
Frente de esquerda na diversidade da esquerda - Carta Maior
Frente de esquerda na diversidade da esquerda - Carta Maior
Como se constrói o discurso radical - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 14/11/2014 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Não se entende como a imprensa secundariza o desdobramento inevitável de um escandaloso caso de partidarização de instituições responsáveis pela aplicação e execução das leis; não podendo portanto atuar segundo critérios político partidários.
Isso gera uma grande insegurança, na medida em que qualquer cidadão ou cidadã pode vir a ser incriminado e prejudicado juridicamente por conta de sua opção política.
Desse modo, todos ficamos expostos a sofrer injustiças.
Como se constrói o discurso radical - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 14/11/2014 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Isso gera uma grande insegurança, na medida em que qualquer cidadão ou cidadã pode vir a ser incriminado e prejudicado juridicamente por conta de sua opção política.
Desse modo, todos ficamos expostos a sofrer injustiças.
Como se constrói o discurso radical - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 14/11/2014 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Como se constrói o discurso radical - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 14/11/2014 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Não se entende como a imprensa secundariza o desdobramento inevitável de um escandaloso caso de partidarização de instituições responsáveis pela aplicação e execução das leis; não podendo portanto atuar segundo critérios político partidários.
Isso gera uma grande insegurança, na medida em que qualquer cidadão ou cidadã pode vir a ser incriminado e prejudicado juridicamente por conta de sua opção política.
Desse modo, todos ficamos expostos a sofrer injustiças.
Como se constrói o discurso radical - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 14/11/2014 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Isso gera uma grande insegurança, na medida em que qualquer cidadão ou cidadã pode vir a ser incriminado e prejudicado juridicamente por conta de sua opção política.
Desse modo, todos ficamos expostos a sofrer injustiças.
Como se constrói o discurso radical - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 14/11/2014 | Observatório da Imprensa | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Democracia & Política: BRASIL É O 1º DO MUNDO EM FATOR DE APROVEITAMENTO ...
Tecer a necessária crítica às limitações da política ambiental do governo, sem considerar seus avanços nesse campo e os limites impostos pelos poderosos seguimentos que se opõem a qualquer política ambiental, é incorrer numa crítica desqualificada e própria de neurambientalistas.
Democracia & Política: BRASIL É O 1º DO MUNDO EM FATOR DE APROVEITAMENTO ...: Brasil é o país com melhor fator de aproveitamento da energia eólica "Entre os países de maior geração eólica, o Brasil é o que t...
Democracia & Política: BRASIL É O 1º DO MUNDO EM FATOR DE APROVEITAMENTO ...: Brasil é o país com melhor fator de aproveitamento da energia eólica "Entre os países de maior geração eólica, o Brasil é o que t...
sábado, 27 de dezembro de 2014
Jorge André Irion Jobim: SEGURANÇA PÚBLICA. PUBLICADA NESTA TERÇA LEI QUE O...
Jorge André Irion Jobim: SEGURANÇA PÚBLICA. PUBLICADA NESTA TERÇA LEI QUE O...: Armas não letais, de menor potencial ofensivo, como gás lacrimogêneo, balas e cassetetes de borracha, spray de pimenta e arma de eletro...
Marco Aurélio Garcia: sem mobilização social não haverá reforma política - Carta Maior
O sistema de governo brasileiro é um complicado sistema misto onde o presidencialismo de fato está bem distante daquele que está presente no imaginário das pessoas. Algumas chegam a ser simplórias achando que uma canetada presidencial encerra qualquer assunto, Há quem ache que a pessoa que ocupa a chefia do executivo federal encerra poderes semelhantes aos dos monarcas absolutistas,
Não se pode esperar que a Reforma Política seja efeito de apenas de uma iniciativa da presidência. Aliás, as últimas tentativas feitas,nesse campo pela Presidenta com a proposta do plebiscito da reforma política e do decreto que institui a PNPS malograram ao darem se no estreito campo das manobras parlamentares,. Ou a luta se dá com a mobilização de forças sociais nas ruas ou não haverá reforma alguma,
Marco Aurélio Garcia: sem mobilização social não haverá reforma política - Carta Maior
Não se pode esperar que a Reforma Política seja efeito de apenas de uma iniciativa da presidência. Aliás, as últimas tentativas feitas,nesse campo pela Presidenta com a proposta do plebiscito da reforma política e do decreto que institui a PNPS malograram ao darem se no estreito campo das manobras parlamentares,. Ou a luta se dá com a mobilização de forças sociais nas ruas ou não haverá reforma alguma,
Marco Aurélio Garcia: sem mobilização social não haverá reforma política - Carta Maior
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