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quinta-feira, 7 de julho de 2016
Enquanto Cunha renuncia, deputados aprovam fim da exclusividade da Petrobras no Pré-sal | GGN
A renúncia de Cunha como cortina de fumaça para ocultar um dos maiores crimes cometidos contra a nação, a educação e a saúde.Perdeu professor(a)!
Enquanto Cunha renuncia, deputados aprovam fim da exclusividade da Petrobras no Pré-sal | GGN
Enquanto Cunha renuncia, deputados aprovam fim da exclusividade da Petrobras no Pré-sal
QUI, 07/07/2016 - 15:46
ATUALIZADO EM 07/07/2016 - 15:52
Jornal GGN - Enquanto o comovente discurso de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pela renúncia da Presidência da Câmara tratava de ocupar a cena e as manchetes do dia, em momento propício para fugir de pressões, deputados aprovavam o Projeto de Lei que põe fim à exclusividade da Petrobras no Pré-Sal. O texto agora vai direto ao Plenário da Câmara.
A votação foi concluída coincidentemente às 14h30 desta quinta-feira (07), quando os jornais preocupavam-se exclusivamente em repercutir o choro e o discurso do peemedebista que renunciou para salvar o seu mandato.
Em tempo ágil, todos os destaques que propunham mudanças no projeto foram rejeitados por maioria da Comissão Especial da Petrobras e Exploração do Pré-Sal. E imediatamente foi aprovado o relatório do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), que concordava com o texto original de José Serra (PSDB-SP), atual ministro das Relações Exteriores, acabando com a obrigatoriedade do papel da Petrobras como operadora única.
A mudança legislativa afeta todos os blocos contratados pelo regime de partilha de produção em áreas do pré-sal, que tinha o comando da estatal brasileira. Um grande lobby envolvendo empresas estrangeiras acompanhou todo o processo de tramitação dessa lei, no sentido de permitir a participação internacional nos lucros da descoberta nacional.
"O que estamos votando aqui é o início do processo de privatização da Petrobras e o deputado Aleluia sabe muito bem disso", disse o deputado Glauber Braga (Psol-RJ), que integrava a oposição de parlamentares do PSOL, PT e PCdoB na Comissão.
Entretanto, como estavam em número menor, os deputados dos três partidos não conseguiram adiar ou rejeitar o parecer de Aleluia. "Esse projeto melhora as condições de recuperação da Petrobras", defendeu o relator, adiantando que ainda outras mudanças deverão ocorrer, no futuro, com um Marco Legal da Exploração da camada do Pré-Sal.
No atual regime de partilha, a Petrobras era responsável por, pelo menos, 30% da operação de cada bloco contratado para a exploração e a produção de petróleo e gás da camada.
Apesar de conceder uma "prioridade" à estatal, para cada contratação, e na lei ficar definido que caberá, neste caso, à Petrobras os mínimos 30%, a aprovação e palavra final de quem será o operador da exploração ficará sob o crivo, nada menos, do presidente da República, ou seja, Michel Temer.
Assim, ainda que a estatal decida aceitar permanecer com 30% de determinada produção do consórcio vencedor, é Temer quem decidirá, realmente, se a Petrobras permanece.
O texto está nas mãos do Plenário da Câmara, em votação que estava prevista para ocorrer na próxima semana. Se aprovado por maioria, Michel Temer sancionará a proposta de Serra. Mas com a renúncia de Cunha, a Câmara deve se ocupar, antes, da escolha do novo presidente da Casa.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Educação do Brasil foi a 3ª que mais avançou no mundo, diz pesquisa
2013 foi um ano fatídico. De repente um certo movimento social focado na questão da mobilidade e transporte urbano, ganhou notoriedade inédita nunca vista em sua história e abriu o rastilho que convulsionou a nação. falar mal do brasil era a regra geral. falar mal da política, dos partidos e políticos, do PT e de seu governo, tornou-se quase uma obrigação.
Dados como esses passavam desapercebidos pela maioria, que preferia não saber e não crer neles.
Provavelmente leriam a primeira parte da reportagem, referente aos avanços obtidos. com ceticismo e descrença, dando maior relevância à parte seguinte , em que se compara com a situação ideal. Havendo, é claro, uma grande distância entre a real e a ideal.
Alguma rara notícia positiva apresentada, era logo acompanhada pelo mas, porém, contudo, todavia, etc.
Educação do Brasil foi a 3ª que mais avançou no mundo, diz pesquisa
Dados como esses passavam desapercebidos pela maioria, que preferia não saber e não crer neles.
Provavelmente leriam a primeira parte da reportagem, referente aos avanços obtidos. com ceticismo e descrença, dando maior relevância à parte seguinte , em que se compara com a situação ideal. Havendo, é claro, uma grande distância entre a real e a ideal.
Alguma rara notícia positiva apresentada, era logo acompanhada pelo mas, porém, contudo, todavia, etc.
Educação do Brasil foi a 3ª que mais avançou no mundo, diz pesquisa
Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula - Carta Maior
06/07/2016 - Copyleft
Fernando de Araujo PennaEm defesa da liberdade de expressão em sala de aula
A escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido.
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição Federal de 1988)
A escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido, que o PL 867/2015 pretende incluir entre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Este projeto sintetiza as propostas do movimento homônimo, que defende que professores não são educadores, mas apenas instrutores que devem limitar-se a transmitir a “matéria objeto da disciplina” sem discutir valores e a realidade do aluno. Ainda segundo eles, a escola estaria usurpando uma atribuição da família. Nossa Constituição Federal é inequívoca ao afirmar que a educação é dever do Estado e da família com a colaboração da sociedade – uma tarefa compartilhada, portanto, e não exclusiva. O mesmo movimento insiste que “formar cidadãos” é “uma expressão que na prática se traduz, como todos sabem, por fazer a cabeça dos alunos” e que os professores que elegem esta tarefa como uma das principais missões da escola estão dando uma prova da “doutrinação política e ideológica em sala de aula”. Nossa constituição é igualmente cristalina ao estabelecer os objetivos da educação e o “preparo para o exercício da cidadania” é um deles. Sendo assim, quando um professor afirma que uma das principais missões da escola é formar para a cidadania, ele está apenas reafirmando elementos da nossa constituição. Professores ensinam a matéria objeto da disciplina visando alcançar os três objetivos expostos na nossa constituição e não apenas a qualificação para o trabalho. Mas como visar o pleno desenvolvimento da pessoa sem discutir valores? Como preparar para o exercício da cidadania sem dialogar com a realidade do aluno? Por isso somos contra o Programa Escola Sem Partido.
Os criadores do Programa Escola Sem Partido insistem que o projeto de lei apenas garante direitos constitucionais já estabelecidos e sua única inovação seria a proposta da afixação de um cartaz com os “deveres do professor” em todas as salas de aula das escolas brasileiras. Esta afirmativa apresenta dois gravíssimos equívocos. Primeiro, o cartaz deveria ser intitulado “proibições do professor”, porque é constituído por uma lista de atividades que o professor não deveria realizar em sala de aula. Elas são descritas de maneira tendenciosa, de forma a desqualificar atividades docentes cotidianas, e associando-as a práticas realmente condenáveis. Um exemplo: “O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas”. O professor realmente não deve fazer propaganda político-partidária em sala de aula, o que não equivale a dizer que não é indicado que se discuta questões políticas contemporâneas em sala de aula – pelo contrário! O professor não deve se furtar a discutir as temáticas pertinentes à interpretação da realidade na qual os alunos estão inseridos. A segunda parte da proibição é formulada de maneira especialmente tendenciosa, de maneira a desqualificar uma prática salutar para a educação. “O professor não (...) incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas”. O professor deve sim estimular seus alunos a se manifestarem de todas as maneiras democráticas no espaço público! Participar de manifestações democráticas é sinal de que o aluno se sente apto a mudar o mundo no qual ele está inserido – uma capacidade essencial na sua preparação para o exercício de uma cidadania ativa.
O PL 867/2015, assim como todas as suas variações estaduais e municipais, não se limita a garantir direitos constitucionais já estabelecidos, ele tenta estabelecer uma interpretação equivocada da nossa constituição, amputando intencionalmente dispositivos constitucionais com base em uma concepção absolutamente deturpada do que seria a o processo de escolarização. O projeto de lei em questão se arvora a definir os princípios que devem orientar a educação nacional, omitindo o fato de que estes já são definidos na nossa Constituição Federal e reafirmados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O que percebemos ao comparar os princípios propostos pelo PL com aqueles estabelecidos pela constituição é que o projeto amputa maliciosamente os dispositivos constitucionais: “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” (Art. 206, III) reduz-se a “pluralismo de ideias no ambiente acadêmico” (Art. 2, II) e “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber” (Art. 206, II) reduz-se a “liberdade de aprender, como projeção específica, no campo da educação, da liberdade de consciência” (Art. 2, III). Podemos perceber que os elementos excluídos são todos relacionados à figura do professor: o pluralismo de concepções pedagógicas e a liberdade de ensinar. No entanto, o projeto não para por aí, chega ao extremo de afirmar, na sua justificação, que “não existe liberdade de expressão no exercício estrito da atividade docente”.

Nos opomos veementemente a esta tentativa de excluir todos dispositivos constitucionais que garantem as atribuições do professor em sala de aula e, mais do que isso, retirar dos docentes seu direito constitucional à liberdade de expressão no exercício da sua atividade profissional. Nenhum cidadão brasileiro em qualquer situação deve ser privado da sua liberdade de expressão! Todos devem, em todos os momentos, respeitar os limites impostos pelas leis à sua liberdade de fala sem nunca abrir mão dela. O professor obviamente tem um programa a seguir, mas como ele fará isso – recorrendo a qualquer concepção pedagógica válida e relacionando a matéria com as temáticas que julgar pertinentes – depende apenas dos seus saberes profissionais. Devemos confiar nos saberes profissionais docentes, formados em cursos reconhecidos pelo MEC para desempenhar sua função de professor e educador. Em defesa à liberdade de expressão dos professores no exercício da sua atividade profissional, dizemos não ao Programa Escola Sem Partido!
Prof. Dr. Fernando de Araujo Penna
Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense
Professores contra o Escola Sem Partido
https://www.facebook.com/contraoescolasempartido/
Subscrevem este documento:
[Para subscrever o documento, pedimos que algum membro da diretoria ou coordenação de associações, instituições, movimentos sociais ou sindicatos envie email paraprofessorescontraoesp@gmail.com até a noite do dia 6 de julho de 2016]
A escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido, que o PL 867/2015 pretende incluir entre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Este projeto sintetiza as propostas do movimento homônimo, que defende que professores não são educadores, mas apenas instrutores que devem limitar-se a transmitir a “matéria objeto da disciplina” sem discutir valores e a realidade do aluno. Ainda segundo eles, a escola estaria usurpando uma atribuição da família. Nossa Constituição Federal é inequívoca ao afirmar que a educação é dever do Estado e da família com a colaboração da sociedade – uma tarefa compartilhada, portanto, e não exclusiva. O mesmo movimento insiste que “formar cidadãos” é “uma expressão que na prática se traduz, como todos sabem, por fazer a cabeça dos alunos” e que os professores que elegem esta tarefa como uma das principais missões da escola estão dando uma prova da “doutrinação política e ideológica em sala de aula”. Nossa constituição é igualmente cristalina ao estabelecer os objetivos da educação e o “preparo para o exercício da cidadania” é um deles. Sendo assim, quando um professor afirma que uma das principais missões da escola é formar para a cidadania, ele está apenas reafirmando elementos da nossa constituição. Professores ensinam a matéria objeto da disciplina visando alcançar os três objetivos expostos na nossa constituição e não apenas a qualificação para o trabalho. Mas como visar o pleno desenvolvimento da pessoa sem discutir valores? Como preparar para o exercício da cidadania sem dialogar com a realidade do aluno? Por isso somos contra o Programa Escola Sem Partido.
Os criadores do Programa Escola Sem Partido insistem que o projeto de lei apenas garante direitos constitucionais já estabelecidos e sua única inovação seria a proposta da afixação de um cartaz com os “deveres do professor” em todas as salas de aula das escolas brasileiras. Esta afirmativa apresenta dois gravíssimos equívocos. Primeiro, o cartaz deveria ser intitulado “proibições do professor”, porque é constituído por uma lista de atividades que o professor não deveria realizar em sala de aula. Elas são descritas de maneira tendenciosa, de forma a desqualificar atividades docentes cotidianas, e associando-as a práticas realmente condenáveis. Um exemplo: “O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas”. O professor realmente não deve fazer propaganda político-partidária em sala de aula, o que não equivale a dizer que não é indicado que se discuta questões políticas contemporâneas em sala de aula – pelo contrário! O professor não deve se furtar a discutir as temáticas pertinentes à interpretação da realidade na qual os alunos estão inseridos. A segunda parte da proibição é formulada de maneira especialmente tendenciosa, de maneira a desqualificar uma prática salutar para a educação. “O professor não (...) incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas”. O professor deve sim estimular seus alunos a se manifestarem de todas as maneiras democráticas no espaço público! Participar de manifestações democráticas é sinal de que o aluno se sente apto a mudar o mundo no qual ele está inserido – uma capacidade essencial na sua preparação para o exercício de uma cidadania ativa.
O PL 867/2015, assim como todas as suas variações estaduais e municipais, não se limita a garantir direitos constitucionais já estabelecidos, ele tenta estabelecer uma interpretação equivocada da nossa constituição, amputando intencionalmente dispositivos constitucionais com base em uma concepção absolutamente deturpada do que seria a o processo de escolarização. O projeto de lei em questão se arvora a definir os princípios que devem orientar a educação nacional, omitindo o fato de que estes já são definidos na nossa Constituição Federal e reafirmados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O que percebemos ao comparar os princípios propostos pelo PL com aqueles estabelecidos pela constituição é que o projeto amputa maliciosamente os dispositivos constitucionais: “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” (Art. 206, III) reduz-se a “pluralismo de ideias no ambiente acadêmico” (Art. 2, II) e “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber” (Art. 206, II) reduz-se a “liberdade de aprender, como projeção específica, no campo da educação, da liberdade de consciência” (Art. 2, III). Podemos perceber que os elementos excluídos são todos relacionados à figura do professor: o pluralismo de concepções pedagógicas e a liberdade de ensinar. No entanto, o projeto não para por aí, chega ao extremo de afirmar, na sua justificação, que “não existe liberdade de expressão no exercício estrito da atividade docente”.
Nos opomos veementemente a esta tentativa de excluir todos dispositivos constitucionais que garantem as atribuições do professor em sala de aula e, mais do que isso, retirar dos docentes seu direito constitucional à liberdade de expressão no exercício da sua atividade profissional. Nenhum cidadão brasileiro em qualquer situação deve ser privado da sua liberdade de expressão! Todos devem, em todos os momentos, respeitar os limites impostos pelas leis à sua liberdade de fala sem nunca abrir mão dela. O professor obviamente tem um programa a seguir, mas como ele fará isso – recorrendo a qualquer concepção pedagógica válida e relacionando a matéria com as temáticas que julgar pertinentes – depende apenas dos seus saberes profissionais. Devemos confiar nos saberes profissionais docentes, formados em cursos reconhecidos pelo MEC para desempenhar sua função de professor e educador. Em defesa à liberdade de expressão dos professores no exercício da sua atividade profissional, dizemos não ao Programa Escola Sem Partido!
Prof. Dr. Fernando de Araujo Penna
Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense
Professores contra o Escola Sem Partido
https://www.facebook.com/contraoescolasempartido/
Subscrevem este documento:
[Para subscrever o documento, pedimos que algum membro da diretoria ou coordenação de associações, instituições, movimentos sociais ou sindicatos envie email paraprofessorescontraoesp@gmail.com até a noite do dia 6 de julho de 2016]
Créditos da foto: reprodução
Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula - Carta Maior
terça-feira, 5 de julho de 2016
'Governos autoritários começam cerceando a liberdade de expressão' - Carta Maior
A ampliação do leque de mídias para recebimento de verbas de publicidade federal foi uma das poucas ações efetivas dos governos petistas no sentido da democratização da mídia brasileira, que surtiu resultado mais consistente.
Coube a Zé Dirceu a iniciativa que, apesar de tímida, angariou lhe mais ódio e rancor da mídia golpista.
Basta isso para se ter a dimensão do tamanho dessa guerra que nenhum governo venceria na base da canetada.
É tão estratégica e fundamental que os golpistas nem esperaram a consolidação do golpe para atacar a imprensa alternativa, cortando-lhes as ínfimas receitas que lhes eram destinadas. O grosso das verbas, uma diferença bastante significativa, ficou reservado ao PIG.
Silenciar a mídia alternativa atacando suas fontes de sustentação foi o mesmo que o regime militar fez para aniquilar com os nanicos anos atrás.
Essa medida se apresenta para o governo golpista como condição necessária para a consolidação do golpe.
'Governos autoritários começam cerceando a liberdade de expressão' - Carta Maior
Coube a Zé Dirceu a iniciativa que, apesar de tímida, angariou lhe mais ódio e rancor da mídia golpista.
Basta isso para se ter a dimensão do tamanho dessa guerra que nenhum governo venceria na base da canetada.
É tão estratégica e fundamental que os golpistas nem esperaram a consolidação do golpe para atacar a imprensa alternativa, cortando-lhes as ínfimas receitas que lhes eram destinadas. O grosso das verbas, uma diferença bastante significativa, ficou reservado ao PIG.
Silenciar a mídia alternativa atacando suas fontes de sustentação foi o mesmo que o regime militar fez para aniquilar com os nanicos anos atrás.
Essa medida se apresenta para o governo golpista como condição necessária para a consolidação do golpe.
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Wikileaks vaza bilhete sobre cooperação entre Sergio Moro e EUA – O Cafezinho
Coerente com os fatos que envolvem a lava jato.
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Mercadante cobra apuração sobre alterações em perfil de Paulo Freire | Brasil 24/7
Um governo de picaretas e moleques que se atreve a escarrar a biografia de um dos maiores expoentes da cultura nacional. O cosmopolita Paulo Freire.
Mercadante cobra apuração sobre alterações em perfil de Paulo Freire | Brasil 24/7
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segunda-feira, 4 de julho de 2016
Kassab é vaiado por cientistas: “golpista” | Brasil 24/7
Prometeram que não mais haveriam indicações políticas para os ministérios. Isso acaso não é estelionato de golpista mesmo?
Kassab é vaiado por cientistas: “golpista” | Brasil 24/7
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Santayana: quem quebrou o País foi FHC, não Dilma | Brasil 24/7
Analisar o fenômeno da crise brasileira usando de honestidade intelectual e de procedimento científico adequado, exige a aplicação da analogia e da comparação. Nada do que é humano está despido de história, que necessariamente deve ser evocada em qualquer realidade a ser observada, estudada e explicada. Muito embora, e mesmo assim, quase sempre ainda reste alguma coisa por se explicar.
Santayana: quem quebrou o País foi FHC, não Dilma | Brasil 24/7
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FHC passa vergonha na TV Al Jazeera - Achou que estava na Globo
FHC enrolou se ao encarar um entrevistador honesto
domingo, 3 de julho de 2016
107 ganhadores do Nobel assinam carta humilhando o Greenpeace sobre alimentos geneticamente modificados | HypeScience
E se NÃO para? Pelo Que conheço da CAPACIDADE humana de dissimular UO se valer de boa Reputação Para dar Credibilidade a golpes Diversos, das conveniencias Institucionais, apesar das REFERÊNCIAS, Nem Greenpeace, NEM ESSA reca de Cientistas despertam Confiança.
107 ganhadores do Nobel assinam carta humilhando o Greenpeace Sobre Alimentos genéticamente Modificados | HypeScience
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sábado, 2 de julho de 2016
Diário do Centro do Mundo Como Dilma poderia fazer mais do que fez sendo sabotada desde antes de assumir o novo mandato? Por Paulo Nogueira
Ano passado, argumentos ainda atuais!
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sexta-feira, 1 de julho de 2016
Sindicato APEOC - Professores e Servidores - O que você leva na bolsa quando vai à Assembleia?
O que você leva na bolsa quando vai à Assembleia?
Teorizo que nenhuma de nós se afirmaria exemplo de tal hipótese porque todos esses curiosos objetos que recheiam as bolsas femininas têm individualmente seu motivo e utilidade de ali estarem. O batom tem de ser retocado e precisa de espelho pra ajudar; e se a danada da menstruação faz uma surpresa!?. . absorvente tem de ter, e vai que uma amiga pede! Melhor levar dois, quem sabe três mais um reserva; se der fome: barrinha de cereal mais uma pra o caso de aparecer uma amiga; se ELE aparecer no seu cavalo branco: melhor uma calcinha reserva, umas três opções de batom e um perfume...forte, e outro fraco, vai que ele tem asma ou renite.... nunca se sabe; pode ser que o almoço seja fora: escova, creme dental e fio, enxaguante bucal.... melhor aproveitar para lavar o rosto, então tem que ter um sabonetinho líquido, uma toalhinha e o imprescindível protetor solar, que sempre obriga-nos a retocar o pó, a sombra...e se der vontade, o melhor é levar o rímel pra não se arrepender depois.
E assim, tudo isso e muito mais se processa no juízo feminino, em fração de segundos, ao rechear uma bolsa com tantas outras para levar consigo a algum lugar. Desse modo, alguém pensaria em que para colocar bombas ou rojões na própria bolsa escolhida para ser levada a assembleia do dia 27/06/16, no Ginásio da Parangaba? Uma faca até seria justificada pra descascar as laranjas compradas no Extra para lanche na assembleia. Bombas e rojões seriam exatamente para....????"
Gorete Leandro - Diretora de Formação Sindical do Sindicato APEOC
quinta-feira, 30 de junho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
ANDES-SN cobra reivindicações de docentes federais junto ao MEC
INTERESSANTE VER O CONLUTAS SE DISPOR A UM DIÁLOGO QUE NUNCA SE PERMITIU COM O GOVERNO PETISTA
ANDES-SN cobra reivindicações de docentes federais junto ao MEC
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PSC indica general do Exército para comando da Funai | Brasil 24/7
Que credencial conta esse general para lidar com a questão indígena?
PSC indica general do Exército para comando da Funai | Brasil 24/7
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