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domingo, 5 de junho de 2016

Presidente da Apeosp questiona visita dos Arautos do Evangelho em escola estadual | GGN

Presidente da Apeosp questiona visita dos Arautos do Evangelho em escola estadual

Jornal GGN - Maria Izabel Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, questiona a visita de representantes dos Arautos do Evangelho, seita religiosa conservadora, à Escola Estadual Fernão Dias Paes, em São Paulo, na última quinta (2). Noronha diz que, ao mesmo tempo em que os professores que "ousam pensar e debater" temas que contribuem para formação dos estudantes são criminalizados, setores conservadores do Estado brasileiro "acolhem e apoiam organizações conservadoras e seitas religiosas que nada tem a fazer no interior de uma escola pública".
Ela relembra que o Estado brasileiro é laico e questiona se os Arautos do Evangelho "estariam realizando doutrinação religiosa num espaço pertencente público de educação, sob responsabilidade do Governo do Estado de São Paulo".
Segundo matéria da Revista Época, os Arautos do Evangelho são uma dissidência da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade, a TFP, com uma estratégia de divulgação que inclui apresentações de peças teatrais e concertos musicais em colégios públicos. Leia mais abaixo:
Da Apeosp
É alarmante o que vem acontecendo na educação pública brasileira. Vejam o vídeo anexo (especialmente a partir de 0:56″). O que faziam integrantes de uma seita religiosa conservadora em uma escola estadual paulista?
Temos alertado para o grande espaço que uma visão extremamente conservadora de sociedade e de educação tem obtido junto ao governo ilegítimo do senhor Michel Temer.
Recentemente, para indignação geral dos brasileiros, o ilegítimo Ministro da Educação recebeu em seu gabinete no MEC o ator pornô Alexandre Frota e outros defensores do movimento denominado “escola sem partido”. Sob o pretexto de combater uma suposta “doutrinação de esquerda” nas escolas, este movimento pretende amordaçar os professores e professoras, impedindo-os de debater com seus estudantes a pluralidade de ideias e concepções existentes na sociedade sobre política, gênero, ética, moral e outros assuntos.
A onda conservadora que estamos vivendo fez com que fossem retirados de diversos planos estaduais e municipais de educação referências às questões de gênero, questões étnicas, referências a opções sexuais e outros assuntos incômodos aos conservadores. Também tem sido apresentados projetos de lei nas assembleias legislativas, câmaras municipais e no Congresso Nacional que preveem até mesmo penas de prisão a professores/as que tratem destes assuntos em sala de aula ou quaisquer outros espaços nas escolas.
Ao mesmo tempo em que são criminalizados os professores que ousam pensar e debater com os estudantes temas que contribuem para a sua formação integral como cidadãos e cidadãs conscientes, setores conservadores encastelados no Estado brasileiro acolhem e apoiam organizações conservadoras e seitas religiosas que nada tem a fazer no interior de uma escola pública.
As imagens  mostram integrantes da seita Arautos do Evangelho em visita à Escola Estadual Fernão Dias Paes, na tarde da quinta-feira, 2 de junho.
O Estado brasileiro é laico. O que faziam, então, essas pessoas em uma escola pública? Qual seria a finalidade desta visita? Estariam realizando doutrinação religiosa num espaço pertencente público de educação, sob responsabilidade do Governo do Estado de São Paulo?
Nosso sindicato, que representa profissionais da educação, tem enfrentado recorrentes problemas para ingressar em unidades da rede estadual de ensino. Durante nossa greve de 92 dias, em 2015, fomos proibidos de ingressar nas escolas para conversar com os professores e professoras. Por que, então, uma entidade religiosa, sem qualquer ligação com a educação pública estadual, é facilmente admitida no interior de uma escola da rede? Com a palavra, a Secretaria Estadual da Educação.
São muitas perguntas a serem respondidas. Os fatos se sucedem. A sociedade tem que estar alerta e se posicionar contra a apropriação do Estado brasileiro por grupos conservadores radicais de direita que estão tentando destruir os avanços conquistados pelos educadores, estudantes, pais e a sociedade nas últimas décadas.
Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP

Presidente da Apeosp questiona visita dos Arautos do Evangelho em escola estadual | GGN

Mobilização popular é rastilho de pólvora contra o golpe, diz sociólogo — Rede Brasil Atual

OS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO ESTÃO INERTES DIANTE DOS ATAQUES QUE O REGIME GOLPISTA PROMETE APLICAR. VÃO PERDER SEM ESBOÇAR REAÇÃO.



“Onde os movimentos foram para a ofensiva, houve recuo de Temer. Onde não houve ofensiva, não acontece nada, continua o jogo da direita avançando”, afirma professor da Unicamp

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Jandira Feghali, Marcelo Freixo e Alessandro Molon fecham acordo para unir a esquerda no Rio – O Cafezinho

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1º Encontro Nacional Antiproibicionista – Programação Completa | Cultura Verde

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Movimentos veem protestos em alta e preparam ato nacional no dia 10 — Rede Brasil Atual

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É A VEZ DE LEWANDOWSKI: Simpatizantes de Dilma e defensores da democracia irão pressionar presidente do STF | Click Política

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sábado, 4 de junho de 2016

Estudo anual da OIT faz panorama da pobreza no mundo | Milton Alves

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Com professores em greve, secretário de Educação deixa cargo para concorrer à Prefeitura « Sul21

NO RIO GRANDE DO SUL DE SARTORI (PMDB)

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Temer pede para Gabinete de Segurança monitorar PT | Brasil 24/7

Para saber disso precisa de GSI? Esse povo devia era trabalhar que é a melhor maneira de investigar  o PT!

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Nassif entrevistará Dilma para a EBC comandada por Ricardo Melo | Brasil 24/7

PÚBLICA, OUTRA VEZ! ASSISTA TV BRASIL

Nassif entrevistará Dilma para a EBC comandada por

 Ricardo Melo | Brasil 24/7

Diário do Centro do Mundo Greenwald: o colapso de credibilidade de Michel Temer, agora inelegível por 8 anos

Publicado no Intercept. POR GLENN GREEWALD

Desde o começo, ficou evidente que o processo de impeachment da presidente eleita, Dilma Rousseff, tinha como objetivo principal o fortalecimento dos verdadeiros ladrões de Brasília, permitindo assim que impeçam, obstruam e ponham fim às investigações da Operação Lava Jato (além de imporem uma agenda neoliberal de privatizações e austeridade extrema). Apenas 20 dias após assumir o poder, provas irrefutáveis do envolvimento do Presidente interino Michel Temer em escândalos de corrupção vieram à tona. Dois ministros interinos de seu gabinete composto apenas de homens brancos, incluindo o Ministro da Transparência, foram forçados a abandonar seus cargos depois do aparecimento de gravações secretas em que conspiram visando obstruir as investigações nas quais se encontram envolvidos, assim como 1/3 dos ministros do gabinete interino.
Mas os alarmantes níveis de corrupção de seus ministros têm por vezes servido para encobrir o envolvimento do próprio Temer. O interino também se encontra envolvido em diversas investigações de corrupção. Agora condenado formalmente por violações de leis eleitorais, encontra-se por oito anos impedido de se candidatar a qualquer cargo público. Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, estado do presidente interino, publicou uma certidão formal que o declara culpado e impedido de se candidatar a qualquer cargo público por ter se tornado um candidato “ficha suja”. Temer foi condenado por doações acima do limite de campanha permitido por lei.
Em meio a intrigas, corrupção e irregularidades no governo “interino”, as violações da lei não são a mais grave transgressão de Temer. Mas ainda assim revelam de forma evidente a fraude antidemocrática que a elite brasileira tenta perpetrar no país. Em nome da corrupção, a presidenta eleita democraticamente foi afastada e substituída por alguém que, apesar de não estar impedido por lei de assumir cargos públicos, encontra-se por oito anos impedido de se candidatar ao cargo que exerce no momento.

Apenas algumas semanas atrás, o impeachment de Dilma parecia inevitável. Até então, toda a atenção da mídia oligárquica brasileira era dirigida exclusivamente à presidenta. Mas gradualmente as atenções se voltaram para quem estava organizando o processo de impeachment, para quem se fortaleceria e para seus motivos reais.
Então, tudo mudou. Agora, o impeachment de Dilma, embora ainda seja provável, não parece mais ser completamente inevitável. O Globoinformou na semana passada que dois senadores anteriormente favoráveis ao afastamento da presidenta, já admitem rever seus votos por conta das gravações recentemente publicadas dos ministros de Temer. Além disso, a Folha de S.P. ontem também noticiou que diversos senadores estudam a mudança de seus votos. É importante observar que os meios de comunicação brasileiros pararam de publicar pesquisas de opinião sobre a popularidade de Temer e sobre o impeachment de Dilma.
Enquanto isso, a hostilidade a esse ataque à democracia cresce tanto no Brasil, quanto no exterior. Os protestos contra Temer têm crescido e se intensificado. Mais de vinte deputados britânicos revelaram queconsideram o impeachment um golpe. Mais de trinta deputados do Parlamento europeu reivindicaram o fim das negociações comerciais com o governo “interino” brasileiro por considerá-lo ilegítimo. O grupo anticorrupção Transparência Internacional anunciou que interromperia os diálogos com o novo governo até que a corrupção fosse eliminada dos novos ministérios. Em uma reportagem sobre a demissão do Ministro da Transparência nesta semana, o New York Times descreveu-a como “mais uma derrota para um governo que parece se atrapalhar em sucessivos escândalos poucas semanas depois de Temer substituir Dilma Rousseff.”
The incumbent president, Michel Temer, during inauguration ceremony of the presidents of public banks and Petrobras, in Planalto Palace, in Brasilia, capital of Brazil, on 1 June 2016. Fearing used the event to take stock of the first days of his interim government and highlight the "scenario" in which he found the country after the departure of President Dilma Rousseff. Photo: ANDRE DUSEK/ESTADAO CONTEUDO (Agencia Estado via AP Images)Photo: Agencia Estado/AP

Mas nada explica melhor a perigosa farsa que as elites brasileiras tentam impor à população do que o líder por eles escolhido ser impedido de se candidatar ao cargo que acabou de assumir, devido a uma condenação judicial. Não se trata apenas da destruição da democracia no quinto país mais populoso do mundo, tampouco da imposição de uma agenda de privatizações e ataque aos pobres para benefício da plutocracia internacional. Trata-se do fortalecimento de operadores corruptos – desrespeitando as regras democráticas – cinicamente conduzido em nome da luta contra a corrupção.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
Diário do Centro do Mundo Greenwald: o colapso de credibilidade de Michel Temer, agora inelegível por 8 anos

Cassius Clay (1942-2016)

ADEUS A UM GRANDE

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EUA promovem ‘recolonização discursiva’ em Cuba, diz pesquisadora da Unicamp - Diálogos do Sul



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Policías bloquean marcha de maestros de la CNTE en México | Noticias | teleSUR

O QUE ACONTECEU COM A CNTE DO BRASIL QUE ECLIPSOU NO MOMENTO EM QUE MAIS SE PRECISOU DA SUA PRESENÇA? 

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O PRÉ-SAL É DO BRASIL E DOS BRASILEIROS!! ASSINE COM SEU NOME, RG, CIDADE E O ESTADO ONDE MORA! : Petição Pública Brasil

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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Golpistas no Planalto: A nacionalização da truculência paulista - Carta Maior

"Escandalizou o país a repressão contra os estudantes secundaristas que, em luta contra o fechamento das escolas, passaram a ocupar as unidades de ensino a partir do ano passado. Vídeos e imagens da violência policial somaram-se a vários questionamentos sobre os abusos da PM no Estado (confiram um desses vídeos). A denúncia da violência chegou a ser recebida pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da ONU (Le Monde Diplomatique, 07.04.2016).
 
Neste 2016, uma novidade: o flagrante desrespeito às determinações judiciais que garantiam a continuidade das ocupações, agora, realizadas pelos estudantes das ETECs, do Centro Paula Souza. O movimento culminou na ocupação da ALESP em uma firme exigência – vitoriosa - pela instalação da CPI da Merenda na Casa Legislativa.


Em meio a isso, a condenação do Tribunal de Justiça, apontando como ilegal a entrada da Força Tática da Polícia Militar, sem mandato judicial, no Centro Paula Souza, abriu novos precedentes. Moraes tentou politizar a questão, reclamando do “número crescente de invasões por diversos motivos, especialmente políticos” (Brasileiros, 13.05.2016). Sobre os reais motivos das ocupações - a situação calamitosa da Educação em São Paulo - nenhuma palavra. 
 
Em 6 de maio, a pedido de Moraes, a Procuradoria Geral do Estado interferiu na questão. A reintegração de posse de imóveis públicos ocupados passou a ser realizada sem a necessidade do aval da Justiça. O destino dos estudantes após a entrada da polícia? Na lógica truculenta da SSP-SP só poderia  ser a delegacia (FSP, 13.05.2016). "


Golpistas no Planalto: A nacionalização da truculência paulista - Carta Maior

Ignorando o golpe no Brasil, OEA mira em Maduro - Carta Maior

DEMOCRACIA COMO LE GUSTA



Ignorando o golpe no Brasil, OEA mira em Maduro - Carta Maior

Mendonça Filho exonera 31 assessores do MEC e esvazia Fórum Nacional de Educação — Rede Brasil Atual

DE SURPRESA

Mendonça Filho exonera 31 assessores do MEC e esvazia Fórum Nacional de Educação

Para coordenador do Fórum, que articula ações como as do Plano Nacional de Educação com estados e municípios, objetivo é atingir participação social
por Cida de Oliveira, da RBA publicado 02/06/2016 19:45
WILSON DIAS/ABR/FOTOS PÚBLICAS
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Mendonça Filho, que recebeu Alexandre Frota, quer inviabilizar o Plano Nacional de Educação
São Paulo – Sem aviso prévio, o ministro da Educação, Mendonça Filho, exonerou ontem (1º) 31 assessores técnicos, sendo 23 ligados à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) e oito, à Secretaria Executiva da pasta. A lista de servidores desligados foi publicada na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União.
As exonerações afetam sobretudo as atividades do Fórum Nacional de Educação (FNE), instância criada a partir de deliberação da Conferência Nacional de Educação (Conae) de 2010, como objetivo de mediar a interlocução e promover a participação e controle social, seja no processo de concepção, implementação e avaliação da política nacional de educação, no acompanhamento da tramitação de projetos legislativos referentes às políticas para o setor e na avaliação dos impactos da implementação do Plano Nacional de Educação (PNE), entre outros.
"Ficamos sem equipe de trabalho", lamenta o coordenador do FNE Heleno Araújo, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) no órgão. De acordo com ele, a atuação dos servidores vinha sendo prejudicada com a negativa de providências por parte da Secretaria Executiva do MEC, à qual está vinculada.
"Não vínhamos mais conseguindo sequer encaminhar as solicitações de convites para o trabalho de articulação dos planos de Educação de estados e municípios. No dia 31, fomos pedir, formalmente, para que esses encaminhamentos fossem providenciados. E ontem soubemos que a toda a equipe seria exonerada", conta Araújo.
Para o coordenador, é mais um golpe contra o processo de construção da participação social nas políticas educacionais e ameaça à implementação do PNE. "Quando se tira a sociedade da participação e se recebe setores conservadores, representados pelo ator Alexandre Frota, por exemplo, o sinal é de retrocesso".
Outro perigo, segundo ele, é o apoio da atual gestão do MEC a projetos que representam processos de cerceamento da prática docente, de criminalização da promoção e reflexão sobre os direitos humanos por parte de setores que considera fundamentalistas. "É o caso de iniciativas como a chamada Escola Sem Partido ou Escola Livre, contrárias ao livre pensamento, à liberdade de expressão e reconhecimento das diversidades nos espaços educativos."
Professor do Centro de Estudos Avançados e Multidisciplinares da Universidade Federal de Brasília (UnB), Murilo Camargo é um dos exonerados. Em sua página no Facebook, ele desabafou: "Encabecei a lista dos exonerados hoje! Estou feliz por estar do lado certo e, ao mesmo tempo, triste por ver o início do desmonte da Secadi com a exoneração de quase metade de seu quadro em uma única canetada. Volto para a UnB e, de lá, continuaremos lutando pela EJA, pela diversidade e inclusão na educação!” 
Mendonça Filho exonera 31 assessores do MEC e esvazia Fórum Nacional de Educação — Rede Brasil Atual

Cardozo se retira da comissão do golpe em protesto contra cerceamento de defesa |

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As famílias mais ricas de Florença em 1427 ainda hoje são as mais ricas - Época NEGÓCIOS | Dinheiro

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Cardozo e Lindbergh denunciam má vontade de Anastasia com defesa de Dilma | GGN

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Novo presidente da Petrobras acha pré-sal "prejudicial à empresa" - TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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Temer corta antecipação do 13 salário dos aposentados

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O homem falocêntrico, com sua musculatura avantajada e tatuada, adentrou ao Ministério da Educação | Brasil 24/7

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Anastasia veda inclusão de áudios pela defesa de Dilma | Brasil 24/7

LINCHAMENTO

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Kennedy: Com reajuste, Meirelles sofre 1ª derrota | Brasil 24/7

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Sindicato APEOC - Professores e Servidores - Direção Executiva do Sindicato APEOC lança Resolução Política

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Um megagolpe dentro do golpe – Temer remunera STF, MPF e TCU – O Cafezinho

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Vídeo mostra policial agredindo mulher em ato contra Temer

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Nota pública: Contee manifesta repúdio ao PL 867/15, o PL da Mordaça – CONTEE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino

Nota pública: Contee manifesta repúdio ao PL 867/15, o PL da Mordaça


Tanto a Constituição da República, de 1988, quanto a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, trazem em seu escopo a compreensão de que a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Trazem ainda o entendimento de que, entre outros pontos, o ensino deve ser ministrado com base na liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; no pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; e no respeito à liberdade e apreço à tolerância.
Dessa forma, é uma verdadeira afronta à Constituição, à LDB e ao compromisso com uma educação verdadeiramente democrática a proposta contida do Projeto de Lei 867/2015, do deputado Izalci (PSDB-DF), intitulado “Escola sem partido”. A matéria representa também um profundo desrespeito aos professores, tratados como “manipuladores” e “doutrinadores” a induzir crianças e adolescentes.
A análise do texto mostra, pelo menos, dois grandes equívocos, para não dizer ardis. De um lado, o desconhecimento do processo pedagógico, uma vez que educação pressupõe, em seu sentido pleno, o incentivo à capacidade reflexiva, ao diálogo, à construção da cidadania, sendo, portanto, uma atividade política por excelência, no aspecto etimológico da palavra, que diz respeito à relação do homem com sua pólis, isto é, com sua cidade, seu estado, seu país, sua sociedade. De outro, a matéria evidencia o menosprezo pela liberdade de expressão quando esta contraria as ideologias moralmente conservadoras e economicamente neoliberais, retomando práticas ditatoriais 30 anos depois do fim do regime autoritário no Brasil e expondo os docentes à censura, à ameaça e à cassação de seu direito de ensinar e os estudantes ao cerceamento de seu censo crítico e da construção de sua autonomia.
Entre outros pontos, ao apresentar os “deveres do professor”, o Projeto de Lei 867/2015 determina que o docente “não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente política, ideológica ou partidária” e “não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas”. Além disso, em sua justificativa, o autor da proposta diz se espelhar no anteprojeto de lei elaborado pelo Movimento Escola sem Partido, afirmando ser “fato notório que professores e autores de livros didáticos vêm-se utilizando de suas aulas e de suas obras para tentar obter a adesão dos estudantes a determinadas correntes políticas e ideológicas; e para fazer com que eles adotem padrões de julgamento e de conduta moral – especialmente moral sexual – incompatíveis com os que lhes são ensinados por seus pais ou responsáveis”.
Tais argumentos, além de mentirosos, apresentam, em seu cerne, um total desprezo pelo magistério, sendo que o PL representa ainda uma grande armadilha ao tentar responsabilizar os professores por ações de suposta doutrinação, contra a qual nós também nos posicionamos. Se a suposta capacidade de influenciar diretamente a ideologia de uma sociedade fosse real, os professores seriam valorizados e respeitados, e não violentados pela polícia, como aconteceu recentemente no Paraná, estado governado pelo partido do deputado autor da proposta. Tampouco os educadores seriam alvos da violência também praticada, em alguns casos, por estudantes e familiares.
Como entidade sindical, educacional e, portanto, eminentemente política, a Contee, representante de cerca de 1 milhão de professores e técnicos administrativos que atuam no setor privado em todo o Brasil, posiciona-se radicalmente contra esse PL da Mordaça (nome dado ao projeto de lei com o mesmo teor que tramita no Distrito Federal, mas que serve como uma luva à proposta que se discute na Câmara). Frisamos que projetos de lei semelhantes ao presente – inspirados no anteprojeto de lei elaborado pelo Movimento Escola sem Partido – já tramitam nas Assembleias Legislativas dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Espírito Santo, e na Câmara Legislativa do Distrito Federal, bem como em dezenas de Câmaras de Vereadores (São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Curitiba-PR, Vitória da Conquista-BA, Toledo-PR, Chapecó-SC, Joinville-SC, Mogi Guaçu-SP, Foz do Iguaçu-PR, etc.), tendo sido já aprovado nos municípios de Santa Cruz do Monte Carmelo-PR e Picuí-PB.
Todas essas matérias são claramente inconstitucionais, não têm sustentação jurídica e a tática de apresentá-las também nas Assembleias Legislativas estaduais é fazer interlocução com forças conservadoras. Nossa defesa não é a catequese partidária e não somos favoráveis à doutrinação, como aconteceu com o nazismo, o fascismo ou como continua a ser praticado por tendências religiosas. No entanto, manifestações de interpretações teóricas e políticas diferentes e até opostas sobre fatos e conjunturas históricas e políticas são próprias da ação pedagógica crítica e desta somos defensores.
Brasília, 21 de maio de 2015.
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino – Contee
Nota pública: Contee manifesta repúdio ao PL 867/15, o PL da Mordaça – CONTEE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino

Barrar o projeto "escola sem partidos"

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