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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Programas policialescos: a legitimação da barbárie — CartaCapital

Intervozes

Programas policialescos: a legitimação da barbárie

Apresentadores fomentam clima de insegurança, defendem a violência policial e pregam justiciamentos. Até quando?
por Intervozes — publicado 10/07/2015 20h03, última modificação 13/07/2015 12h41
Datena
Por Bia Barbosa*
 “87% dos brasileiros são a favor da redução da maioridade penal”Datafolha, 24 de abril de 2015
“A Rocam está em cima! Atira, meu camarada! É bandido!”Cidade Alerta, 23 de junho de 2015
Livres para matar: Redução da maioridade penal é rejeitada por cinco votos”Brasil Urgente, 1º de julho de 2015
Esses são os estupradores. Dos cinco, três são menores de idade, com 14, 15 e 16 anos”Brasil Urgente, 3 de julho de 2015
Brasil tem um linchamento por dia, não é nada excepcional”El País, 8 de julho de 2015
 
Já passou da hora de os setores efetivamente democráticos da sociedade repudiarem com seriedade aquilo que, todos os dias, invade nossa casas e nos expõe ao que há de mais bárbaro na programação da televisão brasileira: os chamados programas policialescos. Por horas a fio, ao vivo, durante o dia, assistimos a um desfile de cadáveres, agressões, suspeitos achacados em delegacias, vítimas expostas e, invariavelmente, discursos contrários aos direitos humanos e em defesa da violência policial, dos justiçamentos e, claro, da redução da maioridade penal.
Quem acha que chegamos ao índice de um linchamento por dia ou a 87% da população apoiando o encarceramento juvenil sem a legitimação dessas práticas por tais programas é porque: 1. Não assiste televisão aberta e não sabe como esse tipo de programação domina a grade das emissoras ou 2. Prefere acreditar que o conservadorismo crescente no País não passa por aquilo que se consome cotidianamente na tevê.
Pesquisa realizada pela Andi, em parceria com o Intervozes: Artigo 19 de Ministério Público Federal revelou os principais tipos de violação de direitos praticados pelos policialescos: desrespeito à presunção de inocência; incitação ao crime, à violência, à desobediência às leis ou às decisões judiciárias; exposição indevida de pessoas e famílias; discurso de ódio e preconceito; identificação de adolescentes em conflito com a lei; violação do direito ao silêncio; tortura psicológica e tratamento desumano ou degradante. Tudo de acordo com a legislação atualmente em vigor no Brasil, com os tratados e convenções internacionais ratificados pelo País – o que falar então do Código de Ética dos Jornalistas... – e com exemplos incontáveis que comprovam a sistemática dessas violações.
Ou seja, não estamos falando de episódios isolados, que geram algum tipo de comoção nacional, como quando a repórter Mirella Cunha, da TV Bandeirantes na Bahia, em 2012, humilhou um suspeito de estupro por ele desconhecer o tipo de exame a ser feito no corpo da vítima. Ou quando a TV Cidade, retransmissora da Record no Ceará, exibiu por cerca de 20 minutos cenas de uma menina sendo estuprada. Ou, ainda, quando, no mês passado, os dois líderes de audiência do gênero – Brasil Urgente, do apresentador José Luiz Datena (Bandeirantes), e Cidade Alerta, do apresentador Marcelo Rezende (Record) – transmitiram uma perseguição policial, ao vivo, que terminou com um PM atirando quatro vezes à queima-roupa em dois suspeitos. Trata-se de uma postura editorial cotidiana, que não tem limites entre canais ou redes de televisão, regiões do País ou horário na grade. Vale tudo, a qualquer momento e em qualquer lugar (mesmo com as crianças na sala), em um modelo de negócios que já se tornou para lá de lucrativo para as empresas de comunicação.
Problema antigo
No fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, os programas policialescos eram um “formato a ser explorado”. Restritos a algumas redes de tevê e poucas capitais do Brasil, não chamavam tanta atenção, tampouco geravam o impacto de atualmente. Mesmo assim, traziam em sua origem a tônica da barbárie que carregam até hoje.
Já há mais de dez anos o Ministério Público Federal (MPF) atua para tentar frear suas violações. Em março de 2006, por exemplo, Procuradoria da República no Distrito Federal moveu uma Ação Civil Pública contra os responsáveis pelo Barra Pesada, então exibido de segunda a sexta-feira à tarde, na TV Brasília. O objetivo era proteger os direitos dos telespectadores de cenas “explícitas e detalhadas” de violência, entre as quais, a exposição de cadáveres.
Em uma das edições do programa, em dezembro de 2005, após narrar a prisão de um assaltante em Taguatinga, na qual o acusado foi inquerido de costas, o apresentador doBarra Pesada, Geraldo Naves, bradou no estúdio:
Tem que mostrar a cara desse canalha. Esse é um canalha. Tem que mostrar a cara dele pra mim ver. Isso é um covarde. Um viciado, maconheiro! [...] Sabe o que eu gosto? Eu gosto quando a polícia pega um palhaço – palhaço não; palhaço dá alegria – um paspalho como esse, entendeu? E coloca a cara [...] tem que pegar e virar a cara, pra mostrar pra população. [...] esse aí é um maconheiro, entendeu? Ele anda armado, assaltando, precisa de dinheiro, é um incompetente, asno, asno, entendeu? Asno! Inconsequente! Nem bobo não é. É um asno, uma anta ambulante”.
Na ação em questão, o MPF destacou que, mesmo que a legislação brasileira, baseada na premissa da liberdade de informação jornalística, autorize a divulgação de notícias sobre ocorrências criminosas, com a emissão de opiniões a respeito dos fatos, jamais a manifestação do pensamento pode ser incondicional, a ponto de violar a dignidade humana, sobretudo com o intuito puramente sensacionalista. Segundo a procuradora Lívia Tinôco, responsável pela ação, “à medida em que ocorre a difusão da ideia de que o preso não tem nenhum direito, e que não merece qualquer respeito e de que o seu extermínio é necessário [...] não ocorre tão só o ferimento nos direitos individuais indisponíveis dos cidadãos [...], mas também são atingidos os valores éticos e sociais de toda uma sociedade”.
Enquanto isso, na Esplanada dos Ministérios...
O Ministério das Comunicações, responsável por regular a radiodifusão no que diz respeito ao conteúdo veiculado, alega que tem muito pouco a fazer diante de tais violações, e que o Brasil precisaria de normas específicas para punir as emissoras por esse tipo de programa.
Como já relatamos neste blog, a maior multa aplicada a um programa policialesco foi de pouco mais de 23 mil reais – justamente para a TV Cidade, de Fortaleza, que já tinha antecedentes infracionais e, por isso, recebeu um acréscimo em sua sanção. Atualmente, as multas que podem ser aplicadas pelo Ministério das Comunicações em casos como este têm como teto o valor de 89 mil reais, que está longe de ser dissuasivo para os canais.
Na próxima semana, o Intervozes entrará com representação junto ao Ministério Público Federal, solicitando que o mesmo emita recomendação ao órgão brasileiro para responsabilizar as emissoras e seus patrocinadores, assim como suspender programas que desrespeitem sistematicamente a legislação brasileira em vigor. E nós, vamos ficar só assistindo?
 
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domingo, 10 de abril de 2016

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sábado, 9 de abril de 2016

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segunda-feira, 28 de março de 2016

Pepe Escobar: Brasil e Rússia sob ataque de "Guerra Híbrida"[1]

28/3/2016, Pepe Escobar, RT

"Se o veneno, a paixão, o estupro, a punhalada
Não bordaram ainda com desenhos finos
A trama vã de nossos míseros destinos,
É que nossa alma arriscou pouco ou quase nada."
As flores do mal [1857], Charles Baudelaire, sem indicação do tradutor*
_______________________________________________________

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





Revoluções Coloridas nunca bastariam. O Excepcionalistão vive à procura de grandes atualizações de estratégia capazes de garantir a hegemonia perpétua do Império do Caos. 

A matriz ideológica e o modus operandi das revoluções coloridas já são, hoje, assunto de domínio público. Mas não, ainda, o conceito de Guerra Não Convencional (GNC) [orig. Unconventional War (UW).

Essa guerra não convencional apareceu explicada no manual das Forças Especiais para Guerra Não Convencional dos EUA, em 2010. O parágrafo chave é:

"1-1. A intenção dos esforços de GNC dos EUA é explorar vulnerabilidades políticas, militares, econômicos e psicológicos de um poder hostil, mediante o desenvolvimento e sustentação de forças de resistência, para alcançar os objetivos estratégicos dos EUA. (...) Para o futuro previsível, as forças dos EUA se engajarão predominantemente em operações de guerra irregular"

"Hostilnão se aplica apenas a potências militares; qualquer estado que se atreva a desafiar alguma trampa importante para a "ordem" mundial Washington-cêntrica – do Sudão à Argentina –, pode ser declarado "hostil".

Hoje, as ligações perigosas entre Revoluções Coloridas e Guerra Não Convencional já desabrocharam, como Guerra Híbrida: caso pervertido de Flores do Mal. Uma 'revolução colorida' é apenas o primeiro estágio do que, adiante, será convertido em Guerra Híbrida. E Guerra Híbrida pode ser interpretada, na essência, como a teoria-do-caos armada – paixão conceitual dos militares dos EUA ("política é a continuação da guerra por meios linguísticos"). No fundo, meu livro de 2014, Empire of Chaos rastreia as miríades de manifestações desse conceito.

Os detalhados e bem construídos argumentos [de Andrew Koribko, um dos capítulos já traduzidos, e outros em tradução (NTs)] dessa tese em três partes esclarece perfeitamente o objetivo central por trás de uma grande Guerra Híbrida:

"O grande objetivo por trás de toda e qualquer Guerra Híbrida é esfacelar projetos multipolares transnacionais conectivos, mediante conflitos de identidade provocados de fora para dentro (étnicos, religiosos, regionais, políticos, etc.), dentro de um estado de trânsito tomado como alvo."

Os BRICS – palavra/conceito de péssima reputação em Washington e no Eixo de Wall Street – teriam de ser os alvos preferenciais de Guerra Híbrida. Por incontáveis razões, dentre as quais: o movimento na direção de comerciar e negociar em suas próprias respectivas moedas, deixando de lado o dólar norte-americano; a criação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS; o confessado interesse na direção da integração da Eurásia, simbolizada pelos projetos: Novas Rotas da Seda – ou, na terminologia oficial, Um Cinturão, uma Estrada [ing. One Belt, One Road (OBOR)] liderados pela China; e União Econômica Eurasiana (UEE) liderada pela Rússia.

Implica que a Guerra Híbrida mais cedo ou mais tarde atingirá a Ásia Central: o Quirguistão é candidato ideal a laboratório primário para experimentos tipo revolução colorida, do Excepcionalistão.

No estado em que estamos hoje, a Guerra Híbrida está muito ativa nas fronteiras ocidentais da Rússia (Ucrânia) mas ainda é embrionária em Xinjiang, no extremo oeste da China, que Pequim microadministra como falcão. A Guerra Híbrida também já está sendo aplicada para impedir um gambito crucial do Oleogasodutostão: a construção do Ramo Turco. E também será acionada de pleno para interromper a Rota da Seda dos Bálcãs – essencial para os negócios/comércio da China com a Europa Ocidental.

Dado que os BRICS são o único real contrapoder ante o Excepcionalistão, foi preciso desenvolver uma estratégia para cada um dos principais atores. Jogaram tudo contra a Rússia – de sanções à mais total demonização; de ataque contra a moeda russa até uma guerra dos preços do petróleo, que incluiu até algumas (patéticas) tentativas de iniciar uma revolução colorida nas ruas de Moscou. 

Para nodo mais fraco no grupo BRICS, teria de ser desenvolvida estratégia mais sutil. O que afinal nos leva até a complexíssima Guerra Híbrida que se vê hoje lançada com o objetivo de conseguir a mais massiva e real desestabilização política/econômica do Brasil.

No Manual dos EUA para Guerra Não Convencional lê-se que fazer balançar as percepções de uma vasta "população média não engajada" é essencial na rota do sucesso, até que esses "não engajados" acabem por voltar-se contra os líderes políticos. 

O processo inclui de tudo, de "apoiar grupos insurgentes" (como foi feito na Síria) até implantar "o mais amplo descontentamento, mediante propaganda e esforços políticos e psicológicos para desacreditar o governo" (como no Brasil). E, à medida que uma insurreição vá crescendo, deve-se "intensificar a propaganda e a preparação psicológica da população para a rebelião". Assim, num parágrafo, está pintado o caso do Brasil.

Precisamos de um Saddam para chamar de nosso 

O principal objetivo do Excepcionalistão é quase sempre conseguir um mix de revolução colorida e guerra não convencional. Mas a sociedade brasileira e sua vibrante democracia sempre seriam sofisticadas demais para uma abordagem de Guerra Não Convencional hardcore, como sanções ou o conto da "Responsabilidade de Proteger" (R2P).

Não surpreende que São Paulo tenha sido convertido em epicentro da Guerra Híbrida contra o Brasil. São Paulo, o estado mais rico do Brasil, onde está também a capital econômica e financeira da América Latina, é o nodo chave numa estrutura de poder interconectada nacional/internacional.

O sistema da finança global centrado em Wall Street – e que governa virtualmente todo o Ocidente – simplesmente não poderia de modo algum permitir qualquer ação de plena soberania nacional, num ator regional com a importância do Brasil.

A 'Primavera Brasileira", de início, foi virtualmente invisível, fenômeno exclusivamente das mídias sociais – como na Síria, no início de 2011.

Então, em junho de 2013, Edward Snowden vazou aquelas sempre as mesmas práticas de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos EUA. No Brasil, a ASN-EUA espionava a Petrobrás por todos os lados. E então, de repente, sem mais nem menos, um juiz regional, Sergio Moro, baseado numa única fonte – depoimento de um corretor clandestino de câmbio no mercado negro ("doleiro") – teve acesso a uma grande lixeira de documentos da Petrobrás. Até agora, a investigação de corrupção que já dura dois anos, "Operação Car Wash", ainda não revelou como conseguiram saber tanto sobre o que os próprios investigadores chamam de "célula criminosa" que agiria dentro da Petrobrás.

O que realmente interessa é que o modus operandi da revolução colorida – a "luta contra a corrupção" e "em defesa da democracia" – já estava posta em andamento. Foi o primeiro passo da Guerra Híbrida.

Assim como o Excepcionalistão inventou terroristas "bons" e terroristas "maus" cujos confrontos criaram a mais terrível confusão e agitações por todo o "Siriaque", no Brasil surgiu a figura do corrupto "bom" e do corrupto "mau".

Wikileaks também revelou como o Excepcionalistão classificava o Brasil como "ameaça à segurança nacional dos EUA", porque poderia projetar um submarino nuclear [esse Wicki-telegrama é de 2009, o mesmo ano do 'curso' que o juiz Moro fez no Rio de Janeiro. Só pode ter sido por acaso (NTs)]; como a empresa construtora Odebrecht estava-se tornando global; como a Petrobrás desenvolvera, a própria empresa, a tecnologia para explorar os depósitos de petróleo do pré-sal (a maior descoberta de petróleo confirmada desse início do século 21, da qual o Big Oil foi excluído por, ninguém mais, ninguém menos, que o presidente Lula.[2]

Adiante, por efeito das revelações de Snowden, o governo Rousseff passou a exigir que todas as agências governamentais usassem empresas de tecnologia estatais, para atender todas as necessidades do governo. Significaria que as empresas norte-americanas do setor perderiam, em dois anos, ganhos já previstos de $35 bilhões, se fossem alijadas dos negócios de tecnologia da 7ª maior economia do mundo – como o grupo Information Technology & Innovation Foundation rapidamente descobriu.

O futuro acontece agora

A marcha na direção de Guerra Híbrida no Brasil pouco tem a ver com direita ou esquerda política. Consiste, basicamente, de mobilizar algumas famílias ricas que realmente governam o país; subornar fatias imensas do Congresso; pôr sob estrito controle as principais empresas de mídia; pôr-se a agir como senhores de engenho de escravos do século 19 (as relações sociais da escravidão ainda permeiam todas as relações na sociedade brasileira); e legitimar a coisa toda com discursos de uma tradição intelectual robusta, mas oca. 

Todos esses dariam o sinal para mobilizar as classes médias altas.

O sociólogo Jesse de Souza identificou um fenômeno freudiano de "gratificação de substituição", pelo qual as classes médias altas brasileiras – que, em grandes números vivem agora a exigir mudança de regime – imitam os poucos muito ricos, ao mesmo tempo em que são cruelmente exploradas por eles, mediante montanhas de impostos e taxas de juros estratosféricas.

Os 0,0001% mais ricos e as classes médias altas precisavam de um Outro para demonizar – à moda do Excepcionalistão. E ninguém seria mais perfeito para o complexo judicial-policial-midiático-velhas-elites-comprador, que a figura que tratariam de converter num Saddam Hussein tropical: o ex-presidente Lula.

"Movimentos" de ultradireita financiados pelos nefandos Koch Brothers repentinamente começaram a surgir nas redes sociais e em movimentos de rua. O advogado-geral do Brasil visitou o Império do Caos chefiando uma equipe da "Operação Car Wash para entregar informações da Petrobrás que talvez levassem a uma acusação formal pelo Departamento de Estado.

A "Operação Car Wash" e o – imensamente corrupto – Congresso brasileiro, o mesmo que, agora, vai decidir sobre um possível impeachment da presidenta Rousseff, já se mostram absolutamente indistinguíveis, uma e outro.

Àquela altura, os autores do roteiro estavam certos de que já havia uma infraestrutura implantada para mudança de regime no Brasil na numa massa-crítica antigoverno, o que pode levar ao pleno desabrochar da revolução colorida. E assim se pavimentou a trilha para um golpe soft no Brasil – sem nem ser preciso recorrer ao letal terrorismo urbano (como na Ucrânia). 

Problema hoje é que, se o tal golpe soft falhar – como agora já parece pelo menos possível que falhe –, será muito difícil desencadear golpe hard, de estilo Pinochet, com recursos de Guerra Não Convencional, contra o governo sitiado de Rousseff; vale dizer, completar o ciclo de uma Guerra Híbrida Total.

Num plano socioeconômico, a "Operação Car Wash" só seria plenamente "bem-sucedida" se levasse a um afrouxamento das leis brasileiras sobre exploração de petróleo, abertura do país ao Big Oil dos EUA. Paralelamente, todos os gastos em programas sociais teriam de ser esmagados.

Mas, diferente disso, o que se vê agora é a mobilização progressiva da sociedade civil no Brasil contra esse cenário de golpe branco/soft em cenário de golpe/mudança de regime. 

Atores crucialmente importantes na sociedade brasileira estão agora firmemente posicionados contra o impeachmentda presidenta Rousseff, da Igreja Católica a grandes igrejas evangélicas; professores universitários respeitados; pelo menos 15 governadores de estados; artistas, massas de trabalhadores da 'economia informal', sindicalistas; intelectuais públicos; a grande maioria dos principais advogados do país; e afinal, mas não menos importante, o"Brasil profundo" que votou e elegeu Rousseff legalmente, com 54,5 milhões de votos.

Ainda não acabou e só acabará quando algum homem gordo na Suprema Corte do Brasil cantar. O que é certo é que já há pensadores brasileiros independentes que começam a construir as bases teóricas para estudar a "OperaçãoCar Wash" não como mera 'investigação' ou 'movimento' massivo "contra a corrupção"; mas, isso sim, como legítimo caso exemplar, a ser estudado, de estratégia geopolítica do Excepcionalistão aplicada a ambiente globalizado sofisticado, com ativas redes sociais e dominado pelas TIs. 

Todo o mundo em desenvolvimento muito tem a ganhar, se se mantiver com os olhos bem abertos – e aprender as lições que dali brotem, porque é bem possível que o Brasil venha a entrar para a história como caso exemplar de Guerra Híbrida (só) Soft. *****




[1] Ver também "Guerras Híbridas": Abordagem adaptativa pós-tudo da 'mudança de regime', 4/3/2016, Andrew Korybko, Oriental Review, traduzido no Blog do Alok.
* Epígrafe acrescentada pelos tradutores.
[2] Esse telegrama intitulado "BRAZIL'S NEW DEFENSE STRATEGY – STRATEGY FOR DEVELOPMENT", datado de 9/1/2009, classificado como "confidencial" e assinado pelo embaixador Clifford M. Sobel, é muito importante. Ali se lê, dentre outras coisas, que o então Ministro para Questões Estratégicas do governo Lula, Professor Roberto Mangabeira Unger é, dito em inglês, com detalhes, perfeito demônio perigosíssimo, com mania de "independência". O principal perigo é o seguinte: "Ao conectar a reforma do setor de segurança, com a visão mais ampla de desenvolvimento do governo Lula, a Estratégia põe os militares, pela 1ª vez, desde o fim da ditadura militar em 1985, em lugar de destaque na agenda nacional e reivindica mais recursos para os ministérios militares [A agenda foi assinada e oficializada pelo presidente Lula dia 18/12/2008; o 'curso' do qual o juiz Moro participou no RJ, dado pela Embaixada dos EUA aconteceu dias 4-9/10/2009. Só coincidências, evidentemente (NTs)]
Blog do Alok: Pepe Escobar: Brasil e Rússia sob ataque de "Guerr...: 28/3/2016,  Pepe Escobar,  RT "Se o veneno, a paixão, o estupro, a punhalada Não bordaram ainda com desenhos finos A trama vã de n...

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sexta-feira, 8 de abril de 2016

“Gostando ou não do governo Dilma, é preciso lutar pela democracia” | Brasil 24/7

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Janio: é hora de lutar contra entrega do pré-sal | Brasil 24/7

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A TERCEIRIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA NA ASSEMBLEIA DE PROFESSORES (AS)



Qualquer movimento no ramo da educação pública não pode prescindir do apoio ativo, ou ao menos, da tolerância daqueles que são a razão de ser da instituição e dos que a fazem: os filhos e filhas das famílias do povo que estudam e precisam da escola pública.
Difícil uma greve prosperar se já no seu início não tiver a aceitação desse segmento. Um quadro que não é incomum nos contextos em que sindicatos costumam promover sequências regulares de greve, chegando quase a constar entre os feriados e datas festivas no calendário. Assim, após o natal, o réveillon e o carnaval, se segue... A greve dos professores. Pior ainda se os resultados se mostrarem nulos ou pífios, o mais provável de acontecer. O fracasso do ano anterior torna se o pretexto para o do ano seguinte. Em  consequência, o mais forte instrumento de luta da classe trabalhadora se desgasta ao ponto de cair em descrédito, inclusive da própria categoria, crescendo a resistência em participar nas lutas futuras.

Outra situação que pode tornar problemática a relação da categoria em greve com alunos e  pais acontece quando o movimento paredista mostra muito prolongado. Mesmo manifestando total apoio no início do movimento, na medida em que se estende demais no tempo, a ausência da escola começa a pesar no cotidiano das famílias.
Não é mais só a questão da presença física da criança e/ou do adolescente dentro de casa, com as pequenas e frequentes atribulações que implica, o que mais aborrece aos pais hoje em dia. Diferente de antes, a percepção da importância da educação cresceu sensivelmente entre as camadas populares nos últimos anos. Em grande parte consequência das políticas públicas em educação dos governos Lula e Dilma que a tornaram mais real e efetiva junto ao povo. Embora  nem de longe chegassem perto de superar as defasagens herdadas por séculos de descaso, os  passos dados, mesmo pequenos em face de tudo que falta fazer, foram gigantescos, se  colocados na escala da história da educação brasileira.
De tal ,maneira que já não permanecem indiferentes a uma greve na escola onde os filhos estudam. E podem à beira do ataque de nervos caso um impasse empate o jogo e leve para prorrogação. Querem um desfecho rápido e imediato,  já não importando que seja desfavorável aos grevistas. A balança passa a pender para o lado do governo, a justiça chega para completar o serviço ...E chega se ao resultado bastante conhecido...


Feitas essas considerações, não posso ser acusado de subestimar o apoio dos estudantes à qualquer movimento de educadores, mais ainda no caso de ser uma greve. Mas também não vai faltar quem diga que esteja superestimando esse fator.
De qualquer modo, é quase consenso se considerar o apoio dos alunos como fundamental para o sucesso das ações sindicais da categoria. Esse apoio pode se dar de diversas maneiras. Desde o cumprimento de uma agenda de luta nos bairros e comunidades que estão no raio de ação da sua escola até a presença organizada nas manifestações gerais do movimento. Sendo muito importante que o comando tenha uma pauta e uma programação  para os estudantes em seu plano de luta.

Por outro lado, não há razão suficiente que justifique insistir obstinadamente em introduzir alunos na assembleia geral da categoria.  "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa."
A  condição mínima necessária para que alguém tenha sua participação assegurada na assembleia, é ser membro da categoria. Em alguns casos, nem isso é suficiente. Ao sindicato cabe ofertar as condições necessárias para que o maior número possível de membros da categoria, em especial os associados, possa estar presente.  Acrescentando se a esse efetivo uma quantidade imprevisível de estudantes, pode se imaginar o quanto crescem as dificuldades e a responsabilidade dos organizadores. E muito provavelmente o debate se verá prejudicado.

Os estudantes fazem parte da escola, mas não da categoria. Mesmo considerando o fato de que decisões nas assembleias venham  a ter repercussão em suas vidas, é uma questão que deve ser debatida e aprofundada diretamente com eles durante o estado de greve.
Diferente da assembleia que reúne educadores de todo o estado, os zonais se apresentam bem mais adequados para interação com os alunos, já que reúnem grevistas de áreas delimitadas da cidade, onde já convivem.   

Afora outro motivo extraordinário, a presença de alunos em assembleias justifica se apenas nos casos de serem representações de entidades gerais devidamente reconhecidas que venham a se solidarizar com os profissionais em luta. 
No entanto, em que, a presença aleatória de estudantes na assembleia pode representar contribuição maior do que já podem dar nas instâncias de base da greve?

O ambiente de uma assembleia costuma ser carregado de polêmicas e divergências, que não representam o problema em si. Elas devem e podem ser exercidas sem maiores problemas, até porque é do caráter e da natureza de uma instância deliberativa que seja assim. Espera se que numa categoria de educadores esse processo aconteça de forma minimamente educada. Infelizmente não tem acontecido assim. A instância maior de deliberação frequentemente tem sido convertida em palco para manifestação de intolerância e quando não, em verdadeira praça de guerra. A temperatura costuma ser turbinada ao grau máximo da escala Celsius. O risco de tumulto e de agressão é elevado e permanente. A presença dos estudantes só é motivo de mais preocupação.
   
Já é muito constrangedor o espetáculo que alguns professores insistem em proporcionar nas assembleias, muito pouco digno de impregnar positivamente uma personalidade em formação, e torna se temerário quando trazem seus alunos para participarem da sua bagunça, sem considerar a possibilidade de algum desses jovens vir sofrer agressão grave ou acidentar se em meio ao tumulto que se promove.

Não precisa de muito esforço para se perceber o direcionamento por trás dessas situações de extrema tensão nas assembleias e que atendem aos interesses particulares de determinados setores.  Também não é razoável, e menos ainda lícito, envolver alunos numa disputa que não lhes diz respeito e sobre a qual não estão devidamente inteirados.  As consequências podem ser desastrosas.

Havia alunos em meio à horda enfurecida que atentou contra os membros do sindicato em 2011.  Nesse mesmo episódio. saíram  em debandada do recinto da assembleia, cercando e invadindo os ônibus  que levavam professores para o interior, dirigindo lhes ameaças e os responsabilizando pelo “fim da greve”.
Certamente não agiram assim sem orientação e estímulo de alguém.
http://sobralemrevista.blogspot.com.br/2011/11/recebi-e-repasso_27.html

Essa  instrumentalização anti pedagógica do aluno, indefensável em todos os aspectos, acaba dando margem a denúncias histéricas de fundamentalistas que vêem  doutrinação ideológica esquerdista freiriana bolivariana nas escolas, especialmente as públicas. Alucinados que enxergam chifre em cabeça de cavalo chegando a acusar de esquerdista ao ultra conservador Dom Odilo Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, e ate a Rede Globo.

A bem da verdade, não está correto concentrar somente nos grupos ultra esquerdistas o uso desse procedimento. A direita proto fascista tem marcado presença entre professores, sendo muito próprio dela a manipulação e a violência. Na medida em que os extremos se tocam, fecharam o círculo em torno de uma oposição sistemática ao sindicato Apeoc e sua diretoria.

Não se questiona o direito das pessoas defenderem posições político filosóficas publicamente e a partir delas pautarem sua práxis político social. O que não se concebe é que em nome de seus objetivos impeçam aos demais exercerem o direito de falar e ouvir o que está sendo debatido. E muito pior, usar estudantes para isso.

Para se chegar a uma decisão consistente é preciso estar consciente das propostas em evidência. Mas isso só será possível com a cooperação de todos no bom andamento da assembleia. Os professores sabem muito bem como é enfrentar uma sala de aula em que não conte com a colaboração dos alunos. Nem precisa que sejam todos, bastando um pequeno número de indisciplinados entrar em ação  para verem seus esforços sabotados. Não significa impor censura e nem mesmo impedir que em seu devido momento o plenário se manifeste apaixonadamente... Trata-se isto sim, de fazer com que a assembleia cumpra a sua finalidade essencial que é reunir para deliberar.
   
Conversando é que se entende. E mesmo que não se chegue ao entendimento, não se pode negar uma chance ao debate...




                                                                                                                  Fábio L.
                                                                                                                 Professor

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#GovInforma: Na ficção da Folha, doação legal vira crime » Blog do Planalto

A SUJEIRA DA LIMPINHA&CHEIROSA

Quinta-feira, 7 de abril de 2016 às 18:47

#GovInforma: Na ficção da Folha, doação legal vira crime

A tentativa de parte da imprensa em demonizar este governo, inflando artificialmente a opinião pública para assim criar um clima propício ao golpe do impeachment, chegou às raias do absurdo nesta quinta-feira (7). A manchete da Folha de S. Paulo, ‘Propina abasteceu campanha de Dilma de 2014, diz Andrade Gutierrez’, não deixa dúvidas sobre isso.
Aproveitando-se de um vazamento seletivo e providencial, a Folha presta um desserviço à sociedade. E também à verdade, pois é ela quem mais sofre quando se transforma notícia em peça de ficção.
Afinal, para que serve uma delação senão ao propósito de permitir que a Justiça investigue, em sigilo, pistas que a levem a elucidar um crime? E quando estas mesmas delações, de maneira cirúrgica e seletiva, são usadas descaradamente para interferir no processo político brasileiro?
O que dizer quando estas delações, se é que são verdadeiras, caem nas mãos de um jornal antes mesmo de serem homologadas pelo Supremo Tribunal Federal?
Não há outra resposta que não a de constranger os parlamentares que irão votar o absurdo, ilegal e imoral processo inconstitucional de impeachment, no Congresso, de uma presidenta que sequer cometeu crime de responsabilidade.
Basta um rápido olhar no primeiro parágrafo da reportagem para descobrir que todas as doações foram legais. Sim, isso mesmo: todas as doações que embasam a reportagem, e que seriam fruto de propina são, na verdade, legais. E estão declaradas e aprovadas no TSE.
Por unanimidade.
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