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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Cada país tem a direita que pode - Carta Maior

Se na Alemanha a polícia reprime efetivamente seus nazistas, no Brasil, contam com sua simpatia.





Cada país tem a direita que pode - Carta Maior


Sociedades polarizadas - Carta Maior

OS GRANDES CORRUPTOS E OS GRANDES ESQUEMAS DE CORRUPÇÃO APELAM PARA CONTAS NOS PARAÍSOS FISCAIS. SEMPRE VISANDO BURLAR OS IMPOSTOS.

Ou seja, que 7% do planeta está em dívida. Com quem? Com Marte? Cerca de 10% do PIB mundial não está nas contabilidades nacionais e se estima que foi depositados em paraísos fiscais. Ou seja, não haveria uma transferência entre países em termos reais, e sim uma transferência aos fundos financeiros onde os ricos investem para driblar a Fazenda.
 

Sociedades polarizadas - Carta Maior

OS SEGREDOS DA 1ª GUERRA MUNDIAL

Os Segredos da Primeira Guerra 2014 Episódio 1 Furia

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

10 revelações sobre o programa norte americano de assassinatos seletivos - Carta Maior

10 revelações sobre o programa norte americano de assassinatos seletivos - Carta Maior

A universidade nas amarras do Partido Colorado - Carta Maior

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A trama do grampo na Lava Jato, por Marcelo Auler - TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

A trama do grampo na Lava Jato, por Marcelo Auler - TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Nem PT nem governo farão acordo com Cunha | o cafezinho

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Falta de informação leva ao preconceito contra o Bolsa Família, diz ministra | Agência Brasil

Falta de informação leva ao preconceito contra o Bolsa Família, diz ministra | Agência Brasil

Agência Brasil

Agência Brasil

Governo e PSDB se unem pela aprovação da Lei Antiterrorismo - Carta Maior

O PREÇO DO RESGATE DE UM GOVERNO REFÉM QUE NÃO RESGATA NADA E NINGUÉM.



Governo e PSDB se unem pela aprovação da Lei Antiterrorismo - Carta Maior

450 kg de hiPÓcrisia debaixo do tapete | Ficha Corrida

19/10/2015

450 kg de hiPÓcrisia debaixo do tapete

Filed under: Golpe Paraguaio,Golpismo,Golpistas,Justiça,Protógenes Queiroz,Vazamentos Seletivos — Gilmar Crestani @ 9:44 am 
Tags: 
justica-cega-21

Valente: se Protógenes foi demitido por expor prisão de Pitta, o que dizer da Lava Jato?

Por Fernando Brito · 18/10/2015
Esta semana, o ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz foi, como manda a lei, demitido do cargo por sentença de instância final por vazar informações à TV Globo, no episódio da prisão do ex-prefeito Celso Pitta, em meio à Operação Satiagraha.
Não me apego ao fato de Protógenes ter assumido, de uns tempos para cá, comportamento polêmico, marcado pelo misticismo e por posições políticas diversas das que sustentou antes. É seu direito humano.
Mas reproduzo, por amor á verdade e horror à hipocrisia, a postagem de Rubens Valente, autor deOperação Banqueiro que, como bom repórter, não briga com fatos, mas jamais deixa de comparar comportamentos.
Quando se tratou de vazar o que servia à direita, não se deu a ninguém o tratamento que se deu a Protógenes Queiroz.
Se o mesmo critério leonino de punir “vazamentos” como elementos de contaminação de processo, não sobra uma gota na “Lava-Jato”.

Os pesos e as medidas

Rubens Valente, no Facebook
No livro “Operação Banqueiro”, lançado no ano passado, dediquei especial atenção a um vídeo gravado por uma equipe da Rede Globo e levado ao ar no “Jornal Nacional” logo após a deflagração da Operação Satiagraha, em julho de 2008. O vídeo documentou uma reunião ocorrida no restaurante El Tranvía, em São Paulo, entre o delegado da Polícia Federal Victor Hugo e dois emissários do banco Opportunity, Hugo Chicaroni e Humberto Braz.
Como havia sido realizada por uma equipe de TV e não pela Polícia Federal, a gravação gerou diversos questionamentos do banco Opportunity e de uma parte da mídia, segundo os quais a gravação teria configurado “fraude processual”.
Antes de entregar o vídeo ao juiz do caso, Fausto De Sanctis, o delegado editou as cenas de modo a cortar as imagens em que os jornalistas apareciam. Ao agir assim, segundo a versão amplamente espalhada na ocasião, ele teria “contaminado” ou falsificado as provas e induzido o juiz a erro. Caso a fraude fosse comprovada, poderia ruir a condenação em primeira instância de Daniel Dantas e outros pelo pagamento de suborno para funcionários públicos federais. Por isso este ponto é importante na história da Satiagraha.
Após analisar detidamente a questão do vídeo no restaurante, expliquei aos leitores de “Operação Banqueiro” que inexistia fraude processual. Na página 276, afirmei: “O vídeo gerou inúmeros questionamentos dos advogados do Opportunity, que passaram a dizer que Protógenes havia ‘terceirizado’ para a tevê o registro do ato do suborno. Entretanto, como sempre foi de conhecimento da Justiça e como pode ser facilmente verificado, as conversas foram todas captadas por equipamento próprio em poder do delegado Victor Hugo. São esses os arquivos analisados e transcritos por peritos criminais no processo que condenou Dantas por suborno. Na sentença condenatória, assinada por De Sanctis, a referência à gravação em vídeo, de tão inexpressiva que é no conjunto das provas, não passou de uma nota de rodapé. As imagens apenas corroboraram a existência do encontro, mas nada acrescentaram ao material gravado em áudio pela PF”.
Logo mais adiante, asseverei: “O trabalho de [dos jornalistas da TV] Cerântula e William configurou, tão-somente, um grande furo jornalístico”.
Entretanto, com base no argumento da suposta “fraude processual” e de “vazamento de informações”, o delegado Protógenes Queiroz foi condenado em primeira instância na Justiça Federal com o apoio do Ministério Público Federal de SP. Com a eleição do delegado à Câmara dos Deputados, o processo seguiu para o STF. No tribunal registrou uma tramitação fantasticamente rápida, tendo sido julgado em uma das turmas em novembro de 2014. (Aliás, nesse caso todo marcado por fatos inéditos, foi a primeira vez na história do Supremo que um parlamentar foi julgado e condenado por uma turma, e não pelo plenário.)
A imprensa destacou, no dia seguinte ao julgamento, que Protógenes foi condenado por “vazamento de informações”. Com a exceção creio que da “Folha de S. Paulo”, nenhum outro veículo deu o necessário destaque ao segundo fato: a negação peremptória, pelo STF, de que houve a tão alegada “fraude processual”.
O acórdão da decisão foi publicado no Diário de Justiça em 2 de dezembro de 2014. Qualquer leitura isenta da decisão concluirá que os ministros do Supremo, por unanimidade, afastaram qualquer hipótese de fraude processual, exatamente como descrito em “Operação Banqueiro”.
Não há qualquer espaço para se falar em parcialidade nessa decisão. O ministro Teori Zavascki foi o mesmo que, como relator, condenou Protógenes por vazamento. Porém, ele escreveu: “De resto, não há sequer elementos suficientes para afirmar, com a segurança que a condenação penal exige, que a alteração pretendesse induzir a erro o juízo. A acusação, a quem competia tal ônus, dele não se desincumbiu e, ademais, está pedindo a absolvição quanto a essa imputação”.
O ministro acrescentou: “O Ministério Público Federal manifestou-se, acertadamente, pela atipicidade da mencionada edição de imagens, na consideração de que o fato de expungir aquelas partes que pudessem identificar a origem (Rede Globo) e de que a violação do sigilo para a filmagem não seria suficiente para caracterizar fraude”.
É isso mesmo, caros leitores, o Ministério Público Federal mudou de opinião (quantos fatos insólitos nesse processo). Embora os procuradores da República de primeira instância tenham solicitado a condenação do delegado por “fraude”, a Procuradoria Geral da República discordou e pediu a absolvição do delegado nesse ponto, explicando que a edição do vídeo nunca induziu o juiz De Sanctis a nenhum erro. E depois o Supremo concordou, claramente, que a PGR é que estava certa, não os procuradores de São Paulo.
Em seu voto, o ministro Celso de Mello, decano do Supremo, reiterou que o comportamento de Protógenes não induziu De Sanctis a erro nem afetou as provas da Satiagraha. “Vê-se, pois que a proposta de absolvição penal tem por suporte a ausência de tipicidade penal do comportamento imputado aos ora apelantes, eis que o preceito primário de incriminação, tal como definido no artigo 347, parágrafo único do Código Penal, supõe, para aperfeiçoar-se a existência de dolo (a finalidade de induzir a erro o juiz ou perito) e de comportamento artificioso, o que não restou comprovado nos autos.”
A ministra Cármen Lúcia foi igualmente taxativa. “[…] Também não consigo verificar a ocorrência de fraude processual tipicamente demonstrada nestes autos. […] De toda sorte, não há demonstração que possa levar a um juízo de condenação por ausência de provas, porque não se tem a conduta do primeiro apelante [Protógenes] como tento atuado no sentido de levar aquele corte de imagens e a transformar numa outra imagem, fraudando processualmente como alegado”.
A Satiagraha, portanto, não sofreu qualquer “fraude processual”, segundo o STF.
Resta falar sobre a condenação do delegado por vazamento de informações à imprensa, acusação que levou à sua demissão da PF. Tendo analisado com atenção todas as provas, concluo que o processo do STF não apresenta nenhum áudio de gravação telefônica, nenhuma imagem, nenhuma confissão tanto de Protógenes quanto dos jornalistas da Globo de que o delegado foi de fato a fonte de informações que permitiram à TV Globo gravar o encontro no restaurante e também chegar em primeira mão à calçada da rua do ex-prefeito Celso Pitta, filmado de pijama ao sair de casa em 8/7/2008. Os ministros do STF decidiram pela condenação do delegado com base em indícios, em especial os registros de que houve telefonemas (chamados de “bilhetagem”) trocados entre o delegado e jornalistas.
Entretanto, não se sabe o que foi tratado em tais telefonemas, que não foram gravados. Mesmo assim, o STF condenou o delegado. A meu ver, a decisão foi uma interpretação de circunstâncias.
Mais duas coisas devem ser ditas: a) nenhum desses dois vazamentos atribuídos a Protógenes prejudicou ou inviabilizou a deflagração da Operação Satiagraha. As imagens decorrentes do primeiro vazamento só foram levadas ao ar na TV após as prisões, e não antes, portanto não houve qualquer dano à investigação; o segundo vazamento ocorreu na manhã da própria deflagração da operação e não pôs em risco a apreensão de qualquer documento nem evitou qualquer prisão; b) vazamentos são parte da rotina de inúmeras operações policiais. Basta ligar a TV para ver suspeitos sendo presos e algemados em todos os cantos do país, inclusive em suas próprias casas. Vimos pela TV inúmeras vezes os empreiteiros e políticos sendo conduzidos pela PF na Operação Lava Jato, situação muito semelhante ao episódio Pitta. Não se trata de defender o policial que permite a gravação de uma pessoa sendo presa em sua residência, ressalto apenas a diferença de tratamento sobre casos semelhantes, ou seja, o emprego de dois pesos e duas medidas. Filmar Pitta de pijama (desde a calçada, é bom frisar, pois assim ele saiu de sua casa) foi visto como um crime que mereceu expulsão de um delegado dos quadros da PF, mas, por exemplo, acompanhar lado a lado uma equipe da polícia do Rio durante a apresentação de um suspeito black bloc, como ocorreu em 2013, é permitido e até estimulado. Passa até como um grande acontecimento.
Com a condenação pelo STF e a demissão da PF, o delegado Protógenes passa a uma condição única, especial. Ele é hoje a única pessoa condenada e punida em decorrência da própria operação que ajudou a desencadear. E durante a qual, aliás, ao lado de seu colega Victor Hugo, se recusou receber um suborno milionário. É inusitado, para dizer o mínimo, que o delegado tenha sido condenado e expulso por uma operação que o STJ já anulou, em 2011. Ou seja, as provas coletadas durante a investigação foram consideradas válidas para condenar e punir o delegado, mas não para condenar quem ele investigou e prendeu.
Como sabemos, em 2008, em decorrência de uma série de decisões do STF e do STJ, o delegado não conseguiu concluir sua investigação, o juiz De Sanctis não conseguiu julgar o processo e o Ministério Público Federal não conseguiu terminar sua investigação. Foram todos impedidos por forças maiores e mais ativas, para dizer o mínimo. Vejo que agora em 2015, com a saída de Protógenes da PF, quer se construir a versão de que a Operação Satiagraha não foi levada adiante tão somente por “problemas” criados pelo próprio “atrapalhado” delegado, que teria feito “teatrinhos”. Essa teoria simplória configura uma leitura reducionista da história e uma tentativa de reescrever o passado pelas conveniências do presente. Como se não houvessem ocorrido dois habeas corpus do STF em tempo recorde, o factoide de um suposto grampo telefônico que nunca apareceu e as acusações infundadas e mentirosas sobre o juiz De Sanctis ter mandado “grampear” o ministro do STF Gilmar Mendes. Todas essas acusações, com o apoio decisivo da cúpula da Polícia Federal, torpedearam e inviabilizaram o prosseguimento da Satiagraha. Atribuir tudo ao delegado é uma saída fácil, porém inegavelmente, ela sim, fraudulenta.
450 kg de hiPÓcrisia debaixo do tapete | Ficha Corrida

Jovens do Bolsa Família têm mais inserção no mercado de trabalho | Luizmuller's Blog

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Colapso do impeachment deu regressão na Cantanhêde | Luizmuller's Blog

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Analista norte-americano: EUA precisam desesperadamente de um líder como Vladimir Putin

A RÚSSIA COMO CONTRA PESO AOS SENHORES DA GUERRA OCIDENTAIS



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O analista político norte-americano Caleb Maupin afirmou que os EUA precisam desesperadamente de um líder do calibre de Vladimir Putin e traçou um paralelo entre o russo e os ex-presidentes de seu país Abraham Lincoln e Franklin Roosevelt.

Caleb conta, em New Eastern Outlook, que o desmantelamento da URSS, orquestrada pelos fantoches pró-ocidentais de Wall Street, no regime de Boris Yeltsin, teve conseqüências catastróficas para a Rússia e para os países vizinhos. Ele conta que ficaram oscilando à beira do caos econômico e político. “Este foi o momento em que Vladimir Putin apareceu para liderar o país.”
“Putin é absolutamente russo, e seu estilo de liderança lembra a história vibrante e original de seu país. No entanto, alguns aspectos-chaves de seu estilo de liderança não são estranhas para os EUA. Dois líderes, Abraham Lincoln e Franklin Delano Roosevelt, poderiam certamente serem descritos como ‘putinistas’, se tal coisa como o ‘Putinismo’ existe”, frisa Maupin.
Com efeito, durante os primeiros oito anos da administração Putin, a ordem foi completamente restaurada, o salário médio mais do que duplicou, o desemprego caiu drasticamente, enquanto a produção industrial aumentou em 125%.
Além disso, “entre 2007 e 2014, o Produto Interno Bruto da Rússia aumentou de US$ 764 bilhões para US$ 2,097 trilhões”, observou o analista. Em grande parte, com o mesmo espírito, em meados de 1800, Abraham Lincoln mobilizou o país para lutar contra os senhores de escravos e restaurar a ordem econômica e política.
“Tanto os oligarcas russos que se opõem a Putin e os senhores de escravos que se opuseram a Lincoln tinham um poderoso aliado: Wall Street”, comenta Caleb Maupin.
Como o líder russo, explica o analista, Abraham Lincoln não era um marxista ou um socialista, mas um grande crítico dos capitalistas que se recusaram e não estavam dispostos a arcar com o ônus da responsabilidade social e financeira. Por outro lado, o estilo de gestão de Putin tem muito em comum com a de Franklin Delano Roosevelt, o presidente 32 dos EUA.
“Em 1933, Franklin Delano Roosevelt assumiu o cargo, bem como Putin, com o seu país em um estado de ruína econômica, o recuperando dos efeitos da quebra de 1929 do mercado de ações. Como Putin, Roosevelt mobilizou o setor governamental para resgatar a economia. Roosevelt aprovou a Lei Glass-Steagall, impedindo que os banqueiros jogassem com o dinheiro de outras pessoas. Roosevelt começou a tributar fortemente as pessoas mais ricas dos EUA, usando os fundos para contratar os desempregados”, enfatiza Maupin.
Assim como Roosevelt e Lincoln, Putin está sob fortes críticas da plutocracia ocidental, sendo ao mesmo tempo muito popular entre seu povo. Atualmente, o presidente russo está liderando a luta contra o Estado islâmico na Síria. No entanto, o envolvimento da Rússia no país árabe não é suportado pela elite política de Washington, que vem travando sua guerra “perpétua” contra o terror no Oriente Médio por décadas. 
Segundo Maupin, a realidade é que a classe dominante dos EUA não tem interesse em derrotar o Estado Islâmico. “O verdadeiro objetivo da política norte-americana na Síria, desde muito antes de 2011, tem sido sempre o de derrubar a República Árabe da Síria, um país estável, anti-imperialista e com uma economia fortemente planejada.”
O Estado Islâmico surgiu como uma facção terrorista antigoverno que foi financiado pelos EUA e pelas monarquias do Golfo, explica o analista norte-americano. Os ataques aéreos de Washington contra o grupo jihadista foram “praticamente sem sentido” e completamente ineficazes, avalia Maupin. Além disso, eles foram lançados sem a permissão do governo sírio, o único representante legítimo do povo sírio.
Em contraste, a Rússia entrou em cena em resposta ao pedido oficial de Damasco e, portanto, o seu envolvimento nos assuntos sírios não pode ser chamado de “intervenção”. A Força Aérea da Rússia está ajudando o Exército sírio em batalhas contra terroristas estrangeiros, “importados para o seu país com a ajuda de Arábia Saudita, Jordânia, Turquia, Qatar, França, Grã-Bretanha e os EUA”, frisa o analista.
“Putin é um líder que está reunindo o mundo em torno da batalha para melhorar a vida das pessoas, derrotar o terrorismo e levantar-se diante de tanto mal, a elite rica bancária global”, explica Maupin.
Essas qualidades de liderança demonstrada por Vladimir Putin “não são estrangeiras” para os EUA, observou o jornalista, acrescentando que ele espera que essas qualidades emerjam na América de alguma forma, mais uma vez. “Outro líder do calibre de Roosevelt, Lincoln e Putin é desesperadamente necessário nos EUA.”


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20151018/2467760/EUA-precisam-lider-Putin.html#ixzz3p1rdUpZi


Analista norte-americano: EUA precisam desesperadamente de um líder como Vladimir Putin

Eu pensava que as drogas foram proibidas por motivos de saúde. Não. Nem perto disso.

Eu pensava que as drogas foram proibidas por motivos de saúde. Não. Nem perto disso.

14 anos após descriminalizar todas as drogas, é assim que Portugal está no momento



Se no Brasil a discussão sobre adescriminalização do consumo das drogas anda a passos lentos há muitos anos, em Portugal (é, naquele país que as piadas xenófobas dizem ser de pessoas burras), este debate já foi superado há muito tempo e as soluções não poderiam ter sido melhores.
A descriminalização das drogas em Portugal ocorreu em julho de 2001 e o seu modelo é referência mundial no que diz respeito ao tratamento de dependentes e à redução da violência acarretada por considerar crime o consumo de qualquer droga.
Mortes relacionadas à drogas raramente acontecem em Portugal.
O gráfico acima mostra o número de mortes relacionadas à drogas ao longo dos últimos anos.

Todas as drogas e não só a maconha

O primeiro ponto importante do modelo político de combate às drogas (e não aos usuários delas), é o fato de que não se discutia a liberação apenas da maconha, mas sim, de todas as drogas, sendo todas elas entendidas como questão de saúde pública e não de polícia.
Além disso, a legislação portuguesa estabelece um limite de porte uniforme para qualquer droga, tendo sido definido em 10 doses diárias.
Ainda que produzir ou comercializar qualquer tipo de droga continuem sendo entendido como crime, a lei portuguesa avançou no sentido de que considera tratar os dependentes muito mais importante do que prender os traficantes.
Uso de drogas entre todos os adultos dividido por “toda a vida”, “ano passado” e “mês passado”.
É bom salientar que nestes pontos a política de drogas do governo português é completamente diferente da descriminalização da maconha no Uruguai, que se trata de um modelo mais semelhante ao que é proposto para o Brasil.

O que acontece ao ser flagrado com drogas em Portugal?

A polícia portuguesa ainda tem o poder de flagrar pessoas portando drogas, afinal, é bom esclarecer que a droga continua criminalizada, ou seja, ainda é questão de polícia, mas o seu consumo é que não é mais entendido como ato criminoso.
O usuário que for pego pela polícia portando qualquer tipo de droga em Portugal é encaminhado a Comissão de Dissuasão da Toxicodependência (IDT), geralmente formada por três pessoas, um advogado, um médico e um trabalhador social.
Taxa de uso contínuo de drogas entre todos os adultos.
O papel da comissão é recomendar o tratamento, apresentar as opções que o usuário tem se quiser largar o vício, mas jamais vão punir qualquer pessoa que esteja portando no máximo dez doses diárias da droga que consome.

Os resultados da descriminalização do consumo das drogas em Portugal

Em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou o dado de que 40 mil toxicodependentes estão em tratamento neste momento e estima que o sistema já tenha atendido a mais de 400 mil pessoas em catorze anos de existência.
Além de apresentar a possibilidade de tratamento aos dependentes, a nova política adotada por Portugal se refletiu nos resultados dos mais diversos setores, como segurança e a saúde.
A segurança melhorou principalmente em três aspectos:
1) tirou dos policiais a preocupação de correr atrás de usuários e permitiu que ficassem mais focados em prender traficantes e produtores;
2) causou a redução da quantidade de crimes cometidos para pagar o consumo de drogas;
3) diminuição do número de presidiários.
Já sob o ponto de vista da saúde, o principal avanço da política portuguesa, além de oferecer tratamento a dependentes, fica sob o aspecto da redução de danos, seja ao próprio usuário ou aos seus familiares.
Fonte: mic.com.

Quer ler mais sobre a “Guerra às Drogas”?

Eu recomendo a leitura desse quadrinho. Vale a pena compartilhar com todos os seus amigos do Facebook.
14 anos após descriminalizar todas as drogas, é assim que Portugal está no momento

domingo, 18 de outubro de 2015

Prefeitos e governadores vão reclamar do novo piso dos professores para 2016 - Política - Aquiles Nairó

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Candidata alemã é esfaqueada por defender políticas para refugiados - Portal Vermelho

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Lula escreve carta em resposta a José Eduardo, filho de Hélio Bicudo | bloglimpinhoecheiroso

Lula escreve carta em resposta a José Eduardo, filho de Hélio Bicudo | bloglimpinhoecheiroso



Lula escreve carta em resposta a José Eduardo, filho de Hélio Bicudo



Lula_Helio_Bicudo01
Kiko Nogueira, via DCM em 3/10/2013
Lula escreveu uma carta a José Eduardo Pereira Wilken Bicudo, filho de Hélio Bicudo. José Eduardo deu um depoimento ao DCMem que manifestou seu descontentamento com a guinada conservadora do pai.
“O pedido de impeachment do qual meu pai é signatário é uma das inúmeras decorrências de sua infeliz trajetória nos últimos dez anos”, disse, dando sua visão para o que chamou de “rancor desmedido em relação ao PT e sobretudo a Lula”.
A resposta de Lula foi enviada com exclusividade ao DCM. Confira:
Caro José Eduardo,
Agradeço, de coração, o testemunho isento que você prestou sobre minha convivência com seu pai. Seu depoimento denota uma grande força de caráter, pois imagino o quanto deve ser doloroso para um filho divergir publicamente do pai em questões dessa natureza.
Poucas coisas na vida são tão importantes quanto manter o respeito e a consideração pelas pessoas, acima de eventuais divergências, mesmo que o tempo nos leve a trilhar caminhos distintos.
Nos últimos anos, tenho recebido em silêncio os sucessivos ataques do doutor Hélio Bicudo, pontuados de um rancor cujos motivos, José Eduardo, você caracteriza claramente em seu depoimento.
Tais manifestações, no entanto, ultrapassaram todos os limites numa recente entrevista, na qual ele atacou frontalmente minha honra pessoal e fez acusações caluniosas, ofensivas e desprovidas de qualquer fundamento.
Diante desses ataques, não posso permanecer calado, em respeito à minha família, aos meus companheiros e aos que sempre compartilharam conosco a luta por um Brasil melhor e mais justo.
Por isso dirijo a você essa mensagem, caro José Eduardo.
São infâmias proferidas por uma pessoa que, no passado, destacou-se pela defesa da lei e da verdade. E que tristemente se apequena aos olhos do presente e do futuro.
Compartilho com você o sentimento de repúdio ao comportamento oportunista de setores da imprensa que exploram politicamente essa triste situação.
Espero que as deliberadas injustiças que o doutor Hélio Bicudo hoje comete não ofusquem a contribuição que ele já deu ao Estado de Direito no nosso país. Mas a calúnia rancorosa e sua exploração pela imprensa servem para nos alertar sobre a necessidade de limites morais na disputa política.
Querido José, eu até pensei em tomar medidas judiciais a propósito dessas injúrias. Mas não o farei em atenção a você e a seus familiares. Eu e seu pai somos cristãos e ele tem consciência de que Deus sabe que ele está mentindo.
Luiz Inácio Lula da Silva

Lula escreve carta em resposta a José Eduardo, filho de Hélio Bicudo | bloglimpinhoecheiroso

Lula escreve carta em resposta a José Eduardo, filho de Hélio Bicudo | bloglimpinhoecheiroso



Lula escreve carta em resposta a José Eduardo, filho de Hélio Bicudo



Lula_Helio_Bicudo01
Kiko Nogueira, via DCM em 3/10/2013
Lula escreveu uma carta a José Eduardo Pereira Wilken Bicudo, filho de Hélio Bicudo. José Eduardo deu um depoimento ao DCMem que manifestou seu descontentamento com a guinada conservadora do pai.
“O pedido de impeachment do qual meu pai é signatário é uma das inúmeras decorrências de sua infeliz trajetória nos últimos dez anos”, disse, dando sua visão para o que chamou de “rancor desmedido em relação ao PT e sobretudo a Lula”.
A resposta de Lula foi enviada com exclusividade ao DCM. Confira:
Caro José Eduardo,
Agradeço, de coração, o testemunho isento que você prestou sobre minha convivência com seu pai. Seu depoimento denota uma grande força de caráter, pois imagino o quanto deve ser doloroso para um filho divergir publicamente do pai em questões dessa natureza.
Poucas coisas na vida são tão importantes quanto manter o respeito e a consideração pelas pessoas, acima de eventuais divergências, mesmo que o tempo nos leve a trilhar caminhos distintos.
Nos últimos anos, tenho recebido em silêncio os sucessivos ataques do doutor Hélio Bicudo, pontuados de um rancor cujos motivos, José Eduardo, você caracteriza claramente em seu depoimento.
Tais manifestações, no entanto, ultrapassaram todos os limites numa recente entrevista, na qual ele atacou frontalmente minha honra pessoal e fez acusações caluniosas, ofensivas e desprovidas de qualquer fundamento.
Diante desses ataques, não posso permanecer calado, em respeito à minha família, aos meus companheiros e aos que sempre compartilharam conosco a luta por um Brasil melhor e mais justo.
Por isso dirijo a você essa mensagem, caro José Eduardo.
São infâmias proferidas por uma pessoa que, no passado, destacou-se pela defesa da lei e da verdade. E que tristemente se apequena aos olhos do presente e do futuro.
Compartilho com você o sentimento de repúdio ao comportamento oportunista de setores da imprensa que exploram politicamente essa triste situação.
Espero que as deliberadas injustiças que o doutor Hélio Bicudo hoje comete não ofusquem a contribuição que ele já deu ao Estado de Direito no nosso país. Mas a calúnia rancorosa e sua exploração pela imprensa servem para nos alertar sobre a necessidade de limites morais na disputa política.
Querido José, eu até pensei em tomar medidas judiciais a propósito dessas injúrias. Mas não o farei em atenção a você e a seus familiares. Eu e seu pai somos cristãos e ele tem consciência de que Deus sabe que ele está mentindo.
Luiz Inácio Lula da Silva

sábado, 17 de outubro de 2015

Causa Operária - PSTU descobre o golpe do Egito, dois anos depois

A coerência trotskista  do PCO ...



Perspicácia
PSTU descobre o golpe do Egito, dois anos depois
Se estivessem no Egito, morenistas teriam levado sua análise penetrante para o cemitério ou para trás das grades, sem nenhuma influência no curso dos acontecimentos
No dia 3 de julho de 2013, o então presidente do Egito, Mohamed Morsi, foi derrubado por um golpe militar a serviço do imperialismo. Um dia antes, em 2 de julho daquele ano, a LIT-QI (Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional), a internacional do PSTU, publicou em seu sítio na internet uma declaração com o seguinte título: “Fora Morsi! Fora militares!” Uma palavra de ordem imaginária, sem nenhuma base na correlação de forças que estava colocada no Egito naquele momento. Na prática, significava “Fora, Morsi!” O texto foi reproduzido no sítio do PSTU.



Papagaio do imperialismo

Na declaração, a internacional do PSTU reproduzia a farsa do imperialismo de no dia 30 de junho 14 milhões de pessoas teriam protestado contra o governo Morsi. E isso segundo “fontes do próprio Exército”. Como se o “próprio” exército tivesse alguma intenção de “esconder” a manifestação que serviria de pretexto para o golpe militar. Como se a PM de São Paulo quisesse esconder o coxinhato de 15 de março na Av. Paulista, e não inflar o número real de pessoas na manifestação umas cinco vezes. Assim o PSTU repetia servilmente uma mentira imperialista para travestir de legitimidade um golpe militar.

A declaração acrescentava uma série de reivindicações ao movimento golpista que estava em curso no Egito, alimentando a fantasia de que se tratava de uma mobilização revolucionária. Dizia a LIT-QI/PSTU:“Mais do que nunca é fundamental manter os eixos da mobilização: Fora Morsi! Pela queda do regime militar! Fora militares do poder!”



A “vitória do povo”

No dia seguinte, Morsi caía. Em uma declaração publicada no dia 4 de julho no sítio da LIT-QI, um dia depois do golpe militar, os morenistas comemoravam: “Morsi caiu! Grande vitória da mobilização do povo egípcio!” Já no título a internacional do PSTU saudava um golpe militar como vitória popular. Na declaração, o golpe era chamado de “uma nova página da história de sua [do povo egípcio] revolução”. O texto encerrava com uma saudação entusiasmada: “Viva a revolução egípcia!” A declaração foireproduzida no sítio do PSTU.

A declaração da LIT trazia uma teoria bastante original para explicar por que um golpe militar colocou no poder os militares: “Esta vitória é parcial e tem como principal contradição o fato de que as massas egípcias continuam confiando nas Forças Armadas.” Na verdade, foi a vitória de quem planejou o golpe e tomou o poder. Uma vitória completa… da direita pró-imperialista que deu o golpe contra o governo.



Vitória do povo ou golpe?

De repente, depois de um longo silêncio sobre a questão, a LIT voltou a publicar um texto sobre o Egito. Dessa vez assinado por Gabriel Huland. O PSTU ainda não reproduziu as linhas desse texto, intitulado “Dois anos do massacre de Rabaa”. Como se nada tivesse acontecido, somos apresentados, dentro do sítio da LIT, sem mais nem menos, à seguinte frase:

“Em 14 de agosto de 2015 é celebrado o segundo aniversário do massacre de Rabaa, ocorrido nas praças de Rabaa Al-Adaweya e Al-Nahda, no Cairo, quando as forças de segurança atacaram, por diversas vezes, um acampamento de manifestantes convocado pela Irmandade Muçulmana contra o golpe de Estado liderado por Abd al-Fattah al-Sisi cerca de um mês e meio antes (03/07/2013).”



E a revolução?

De que “golpe de Estado” estão falando? E a “vitória do povo”? E a “nova página na história da revolução”? Depois de ficar dois anos defendendo que o golpe militar foi uma vitória do povo, que os militares já estavam no poder da mesma forma e que a derrubada de Morsi não passava de uma “troca de fusível”, a internacional do PSTU apresenta um texto falando em um “golpe militar” que teria havido no Egito sem dar nenhuma explicação.

Ironicamente, a guinada sem nenhuma explicação dos morenistas aparece justamente em um texto sobre um massacre contra pessoas que foram protestar em um ato em defesa da Irmandade Muçulmana, organização à qual pertence o presidente deposto. Vejamos o que dizia a LIT, em 26 de julho de 2013, em outra declaração, sobre esses protestos: “Essa mobilização, portanto, não tem nada de progressivo, ainda que participem dela milhares de pessoas que acreditam, erroneamente, que dessa forma estão ‘defendendo a democracia’ contra um ‘golpe’. Para que a revolução avance é necessário derrotar esse tipo de mobilização que só serve à contrarrevolução.

O golpe estava entre aspas, e as mobilizações em defesa da Irmandade Muçulmana precisavam ser derrotadas pela revolução. Como é possível que agora a LIT apareça falando em “golpe de Estado” no Egito e na brutalidade da ditadura militar egípcia? (Essa declaração também foi reproduzida pelo PSTU).

Isso só é possível porque o PSTU está longe dos acontecimentos. A defesa do golpe militar lá no Egito, teria consequências bastante adversas para um partido como o PSTU, que apresenta um discurso esquerdista nas eleições e participa de lutas sindicais.



E se fosse no Brasil?

No Brasil o PSTU ainda não descobriu a política golpista da direita. Continua falando em “terceiro campo”. No dia 18 de setembro, demonstrou na prática, com sua pequena manifestação em São Paulo, que esse terceiro campo é uma fantasia que não corresponde a nenhuma força real dentro da presente situação.

As palavras de ordem ecoam as fanfarronices que os morenistas apresentavam em relação à situação no Egito. Antes eles diziam: “Fora, Morsi! Fora, militares!” Agora eles dizem: “Fora, Dilma! Fora, Temer! Fora, Cunha! Fora, Renan! Fora, Aécio!” Na prática, não importa quantos nomes o PSTU coloque nas faixas de suas pequenas manifestações, essa palavra de ordem significa apenas “Fora Dilma!”

O Egito fica longe do Brasil. Que o PSTU apoie o golpe militar e dois anos depois deixe escapar um texto dizendo que o golpe não foi uma “vitória do povo”, mas apenas um golpe, não muda nada na situação egípcia. No Brasil, os morenistas contribuem para confundir e obscurecer a atual situação. Em caso de vitória da direita golpista, o PSTU pode demorar dois anos para perceber que houve um golpe.



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