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domingo, 4 de outubro de 2015

Um passaporte para o futuro: Frente Brasil Popular - Carta Maior

04/10/2015 00:00 - Copyleft

Um passaporte para o futuro: Frente Brasil Popular

Calafetar a greta histórica é o salto ao qual se propõe a Frente Brasil Popular que precisa reunir a força necessária ao seu teste final: as urnas de 2018.

por: Saul Leblon


Paulo Pinto
A estreia da Frente Brasil Popular nas ruas do país neste sábado – com maior intensidade em São Paulo, onde oito mil pessoas atenderam ao chamado do novo comitê unificado do campo progressista brasileiro — merece atenção.
 
O que engatinha, ainda em fraldas, não é apenas a construção de um novo aparato mobilizador, mas sobretudo, a convergência de agendas que vão definir o programa único de lutas e reivindicações populares.
 
O desafio não é retórico.
 
Trata-se de sinalizar um futuro alternativo, e crível, ao assalto em curso da restauração neoliberal no país. 
 
Fazê-lo a partir de lutas e intervenções firmes e consequentes, a ponto de conquistar a adesão e o consentimento da maioria da população é a linha de passagem capaz de levar o país até 2018, sem o golpe.
 
E de vencer os golpistas consagradoramente então.
 
Essa é a essência do jogo que começou a ser jogado.
 
A Frente Brasil Popular içou velas no turbulento oceano político que nos separa daquele momento, disposta a ser o casco e o leme da candidatura que enfrentará a direita unificada no escrutínio histórico que ocorrerá então.
 
Todo o esforço do conservadorismo hoje consiste em fraturar e obstruir essa travessia.
 
Inviabilizar o governo Dilma, engessando-o em um pântano de sabotagem econômica e constrangimento institucional é a tática da hora.
 
Outra, consiste em excluir o nome do ex-presidente, Luís Inácio Lula da Silva, da cédula eleitoral de 2018, como possível candidato da frente que ora se forma.
 
É compreensível o temor que o confronto inspira nas elites e na borra reacionária que as sustenta.
 
Sem financiamento empresarial de campanha, com interesses e antagonismos explicitados pela transição de ciclo de desenvolvimento, e uma ênfase em ideias, não em publicidade, o embate sucessório de 2018 caminha para ser o palco pedagógico das contradições que ora travam o passo seguinte do desenvolvimento brasileiro. 
 
Mais ou menos o oposto do que se vê nesse momento.
 
O assalto em curso da restauração neoliberal avança com relativa facilidade graças ao vácuo de uma dissipação organizativa e ideológica sedimentada nos últimos doze anos.
 
A reforma ministerial promovida na última semana, correta nas circunstâncias, na medida em que cindiu o golpismo cooptando um pedaço dele, evidencia ao mesmo tempo o grau de fragilidade em que se encontra o campo progressista, paradoxalmente depois do seu mais longo e frutífero ciclo de governos no país. 
 
A despolitização da agenda do desenvolvimento explica uma boa parte desse paradoxo.
 
Uma mistura equivocada de economicismo e busca de indulgência junto aos detentores da riqueza cimentou um pragmatismo cego que creditou às gôndolas dos supermercados a tarefa de promover a conscientização popular na defesa das conquistas -- inegáveis, diga-se, registradas desde 2003.
 
O PT e uma parte de seus dirigentes – mas também círculos de seu entorno intelectual — deixaram-se hipnotizar de algum modo pela miragem do boom de commodities, como se capitalismo fosse o consenso e não a tensão na história.
 
Durante um período longo demais, muitos dentro do governo e do PT acharam que essa era uma ‘não-questão’.
 
Que tudo se resolveria com avanços incrementais no consumo, que se propagariam das geladeiras abastecidas para a correlação de forças da sociedade, em uma espiral ascendente e virtuosa.
 
O absenteísmo em relação às bases, às ruas e à luta ideológica; a inexistência de canais de comunicação próprios com a sociedade, tudo parecia tangencial diante do persuasivo poder do tíquete médio de um crescimento contínuo em que, como se disse durante anos, todos ganhariam.
 
De fato, ganharam.
 
A eclosão da desordem neoliberal em 2008, porém,  sacudiu esse interregno de conforto expondo com virulência o reduzido grau de tolerância conservadora à construção de uma verdadeira democracia social no Brasil, quando isso implica dividir a riqueza existente, não apenas o fluxo, mas o estoque também.
 
Fez mais que isso.
 
Escancarou a frágil organização progressista em um cenário em que o crescimento do excedente já não acomodaria mais os compromissos e os conflitos da sociedade.
 
O deslocamento do jogo em que todos ganham, para o enfrentamento bruto entre arrocho ou tributação da riqueza financeira, passaria então a dar as cartas na mesa.
 
Que esse novo tempo tenha liberado o ódio latente ao PT e aos segmentos populares, é compreensível.
 
Que tenha empalmado inclusive setores incorporados ao mercado de massa nos últimos doze anos, escancara os limites do economicismo que orientou a construção da governabilidade progressista desde 2003.
 
A contradição atingiu dimensões suficientes para encorajar a direita e seu dispositivo midiático a empreender um mutirão determinado não apenas a derrotar o PT nas urnas, mas a destruí-lo e a seus dirigentes, banindo-os da vida política brasileira.
 
Não há certeza de que não serão bem sucedidos.
 
A beira do precipício histórico resgata uma discussão inscrita no DNA da esquerda em nosso tempo, mas abandonada no Brasil à medida em que a governabilidade parlamentar monopolizou as energias e desafios do exercício no poder.
 
Como ir além dos limites intrínsecos à construção da justiça social numa época cuja singularidade decorre de o Estado não deter mais o poder de comandar o mercado; e a democracia promete mais do que a livre mobilidade dos capitais está disposta a conceder?
 
Uma primeira pista é que não se pode atribuir à economia aquilo que compete à correlação de forças decidir. Por exemplo, decidir dar funcionalidade ao controle de capitais, subtraindo aos mercados a prerrogativa de desossar as urnas, chantagear partidos, acuar governantes e indiferenciar programas.
 
A repactuação de um novo ciclo de investimento com distribuição da riqueza é indissociável do avanço da democracia participativa. Inclua-se aí a democratização do sistema emissor de ideias, hoje detido pelo oligopólio das comunicações no país.
 
O resto é arrocho.
 
Entre os requisitos para que não o seja inclui-se refazer o caminho de volta às ruas.
 
Não em eventos esporádicos de uma estrutura esclerosada que desaprendeu a andar no asfalto e na lama das periferias.
 
Mas através de um novo protagonista coletivo.
 
Que impulsione as partes do todo de fora para dentro; que tenha estatura, capilaridade e força superior a todas elas, sendo capaz, assim, de fazer o que nenhum de seus componentes unilateralmente conseguiria: alterar a correlação de forças, superando na prática a ilusão de que é possível radicalizar direitos sociais negados pelos mercados, sem radicalizar a democracia.
 
Não será viável avançar nesse percurso à margem da organização e do discernimento crítico de seus principais interessados.
 
A nova classe trabalhadora surgida na última década, sugestivamente dissimulada em um eufemismo da sua verdadeira natureza histórica -- ‘nova classe média’—terá que assumir o protagonismo verdadeiro para não sucumbir à uma regressão devastadora.
 
O sujeito do processo não pode permanecer alheio às raízes do conflito que decidirá o seu destino, sob pena de condenar a sociedade a uma espiral descendente de incerteza e impasse insustentáveis.
 
Devolver-lhe a identidade política implica dotá-lo de organização e discernimento correspondente ao peso ordenador que passou a ter na economia e na correlação de forças de um período.
 
A despolitização do projeto de desenvolvimento nos últimos anos levou esse contingente a enxergar sua inserção no mundo como uma relação pessoal com a gôndola e com o limite do cartão de crédito.
 
Pesquisas nas mãos do PT mostram a desilusão brutal deflagrada pela crise nessa base terceirizada aos supermercados.
 
Decorre daí uma ruptura que não se sabe se ainda reversível.
 
A aderência anterior entre o que se convencionou chamar de lulismo e suas referências políticas, esfumou-se.  
 
Esse, na verdade, é o ‘grande ajuste’ que desafia o Brasil progressista na caminhada rumo a 2018.
 
Trata-se de entender e superar uma clivagem entre o país que ascendeu ao consumo de massa, mas que não se tornou protagonista histórico do próprio destino.
 
E de fazê-lo em um momento em que as gôndolas já não entregam mais o que prometeram. 
 
Não será fácil. 
 
Mas tampouco a cooptação desse universo será um passeio para o conservadorismo.
 
Por razões objetivas, mesmo o lulismo desiludido continua a orbitar na lógica oposta a das elites.
 
Ao trazer 60 milhões de brasileiros ao mercado e à cidadania, o ciclo petista esburacou de maneira formidável a estrada na qual o conservadorismo costumava engatar a ré e acelerar o retrocesso político e econômico, sem nem consultar o espelho retrovisor.
 
Não é mais possível faze-lo assim. 
 
Daí a hesitação do golpismo diante do pênalti  imposto ao campo progressista, mas que agora quer bater com a adicional garantia de que não haverá guarda-metas no gol.
 
Quando um melífluo FHC exige que Dilma faça o trabalho sujo do arrocho e depois renuncie -- ‘no prazo de um ano’, é porque desconfia que só um termidor repressivo devastador, de consequências imprevisíveis, permitiria reverter  o potencial econômico e político acumulado desde 2003.
 
Moro é isso: o golpe por etapas, assim graduado pela hesitação golpista. 
 
A boa notícia na praça é que o campo progressista resolveu se unir para barrar esse risco nas ruas e se credenciar como sujeito dessa que avulta como uma das mais virulentas transições de ciclo de desenvolvimento já enfrentadas pelo país. 
 
Basta lembrar de 32; 54; 64; 1985 e 2002 para se ter a dimensão da explosividade em curso.
 
A encruzilhada brasileira decorre em boa parte desse descompasso entre requisitos econômicos e regulatórios impostos pela transição de ciclo mundial e local, e a ausência de sua contrapartida no escopo da correlação de forças existente no país nesse momento.
 
Calafetar a greta histórica é o grande salto ao qual se propõe a Frente Brasil Popular.
 
Oxalá seja entendida assim pelo conjunto dos partidos, lideranças, movimentos sociais, centrais de trabalhadores e trincheiras intelectuais, como é o caso do Fórum 21.
 
Esse é o requisito para adquirir a força e o consentimento necessários ao seu teste final: as urnas de 2018.

Um passaporte para o futuro: Frente Brasil Popular - Carta Maior

Un lubricante a base de marihuana proporciona 15 minutos de orgasmos

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QUEM SE OMITE, PERMITE!: COMO VENCER?SE AS REGRAS DO JOGO FORAM FEITAS PELO...

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

COMO VENCER?
SE AS REGRAS DO JOGO FORAM FEITAS PELO ADVERSÁRIO?
Presidente sem maioria no Congresso precisa negociar com um bando de oportunistas. Pior ainda quando as leis em vigor foram feitas para apenas um determinado grupo ideológico governar.
O presidente que não pertence a esse grupo, não tem como governar segundo sua ideologia. Até por que precisa respeitar a Lei ou as REGRAS DO JOGO FEITAS PELO ADVERSÁRIO.
Só houve um momento em que tudo fazia crer que o presidente eleito teria MAIORIA NO CONGRESSO.
Isto aconteceria em 1965, quando o PTB tinha todas as condições de eleger o presidente da República e paralelamente conquistar uma base no Congresso suficiente para que fossem feitas todas as reformas voltadas para a defesa dos interesses nacionais e os direitos do trabalhador.
Desde a implantação da Constituição de 1946, logo após a Segunda Guerra Mundial e durante a implantação do Sistema Capitalista dirigido pelo Banco Central Norte-Americano (Fed – e como fede!) em Breton Woods, as eleições para presidente ocorriam de cinco em cinco anos, e para o Congresso, de quatro em quatro anos. Portanto de vinte em vinte anos, aconteceria a coincidência das eleições para o Congresso e a Presidência. E isso só ocorreria em 1965
Não foi por outro motivo que o ADVERSÁRIOdecidiu depor o presidente João Goulart; não realizar as eleições previstas; e alijar da vida pública todos os que pudessem causar algum tipo de obstáculo à IMPLANTAÇÃO DAS NOVAS REGRAS que ATENDIAM aos interesses do Capital. E como se isto não bastasse, tivemos em 1988, uma Constituição mais liberal do que a de 1946, para isso fraudada por um dos relatores que confessou a fraude vangloriando-se da esperteza, anos depois.
Em 1994, um presidente eleito como Social Democrata, reformulou seus conceitos (até pediu para que se esquecesse tudo o que havia escrito),  e metamorfoseou-se em NEOLIBERAL, passando a modificar a CONSTITUIÇÃO QUE JUROU RESPEITAR, plantando REGRAS NEOLIBERAISque constam do DECÁLOGO DO CONSENSO DE WASHINGTON, para não deixar dúvida de que, no Brasil, só se pode praticar uma ideologia, o Capitalismo.
Agora, quem quiser mudar essas regras precisa ter, ou comprar, a maioria no Congresso.
Adivinha quem tem mais recursos para isso?

M. Pacheco – em 01/10/2015 – num momento em que um partido socialista, eleito pelo povo para mudar a regras, tenta governar com elas.
QUEM SE OMITE, PERMITE!: COMO VENCER?SE AS REGRAS DO JOGO FORAM FEITAS PELO...: COMO VENCER? SE AS REGRAS DO JOGO FORAM  FEITAS PELO ADVERSÁRIO? Presidente sem maioria no Congresso precisa negociar com um bando de o...

Arábia Saudita, paraíso da escravidão moderna - O Caderno de PatrickO Caderno de Patrick

Existe um país que retrata perfeitamente a ideia do que seja uma monarquia, no caso, uma teocracia, tirânica e absolutista. Os brasileiros de modo geral desconhecem pormenores histórico-político culturais da Arábia Saudita reveladores de uma elite sinistra, violenta, retrógrada, escravocrata e promotora do fundamentalismo jihadista terrorista islâmico. Esse reino de araque, é o principal aliado dos USA no Oriente Médio e deve estar entre os dois mais importantes em nível mundial. A Arábia Saudita é a própria expressão do mal em seu sentido mais literal.

Arábia Saudita, paraíso da escravidão moderna - O Caderno de PatrickO Caderno de Patrick

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/10/video-na-internet-mostra-saudita-espancando-asiatico.html

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Lula será ouvido como testemunha na Lava Jato | Brasil 24/7

Diz agora então, direção...O que os petistas devem fazer? 



Lula será ouvido como testemunha na Lava Jato | Brasil 24/7

Deputados alertam para grave ameaça à CLT aprovada no Congresso  - Portal Vermelho

Deputados alertam para grave ameaça à CLT aprovada no Congresso  - Portal Vermelho

O poder dos paraísos fiscais: mais um debate interditado na mídia - Carta Maior

4/08/2014 - Copyleft

O poder dos paraísos fiscais: mais um debate interditado na mídia

A estimativa é que de US$ 21 trilhões a US$ 32 trilhões estejam em paraísos fiscais, ou seja, de um terço à metade de toda a riqueza produzida no planeta.


Najla Passos

Arquivo

Os paraísos fiscais são a sustentação do modelo do novo poder financeiro global. Concentram de um terço a metade de toda a riqueza produzida no mundo, um montante estimado entre US$ 21 trilhões e US$ 32 trilhões. Ameaçam a soberania dos países e impedem a justiça tributária, condição necessária à justiça social. Mas, apesar de tudo isso, não rendem manchetes na imprensa brasileira.

“Não se discute os paraísos fiscais e centros offshore nos jornais brasileiros. E, quando se discute, é de forma pitoresca, como se fossem ilhas paradisíacas banhadas pelo sol tropical onde alguns milionários botam seu dinheiro. Não se discute a importância central que eles têm no capitalismo pós-moderno e para evitar a justiça social por meio da reforma tributária”, afirma Antonio Martins, da TTF Brasil.

Colaborador da Carta Maior e professor de pós-graduação da PUC/SP em economia e administração, Ladislau Dowbor, confirma. Segundo ele, a mesma TV globo que investe contra políticos não permite, por exemplo, que o nome de empresas e corporações sejam citados em entrevistas. “Ninguém discute o assunto. Em especial a mídia, que pode desancar governos, mas não empresas”, acrescenta.

Ele explica que é relativamente recente a divulgação dos dados a respeito dos paraísos fiscais. Mas mesmo as poucas pesquisas já realizadas sobre o tema dão conta do perigo que representam para as democracias. Como exemplo, cita estudo do insuspeito Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica traçou o primeiro mapa global de controle coorporativo, que apontou um cenário desolador, inédito na história da humanidade.

“Eles chegaram a 737 corporações que controlam basicamente 80% dos recursos corporativos mundiais. E, dentre estas, há um núcleo duro, de 147, que controlam 40%. Desse total, três quartos são grupos financeiros. Então, na realidade, não são mais corporações produtivas que controlam a riqueza. (...) Criou-se, de fato, um grande cassino global”, esclareceu.

Segundo o professor, essa concentração de muitos recursos nas mãos de poucas instituições financeiras, em grande parte alojadas em paraísos fiscais, perturba a economia em geral a tal ponto que os países mais ricos do mundo já se debruçaram sobre o tema pela menos duas vezes, durante reuniões do G-20. “Não é só papo de gente da esquerda. É um problema planetário geral”, pontuou.

Segundo ele, a estimativa é que de US$ 21 trilhões a US$ 32 trilhões estejam em paraísos fiscais, ou seja, de um terço à metade de toda a riqueza produzida no planeta, já que o Produto Interno Bruto (PIB) mundial é de US$ 70 trilhões. “O resultado é um caos econômico planetário. Uma gente que produz uma guerra fiscal, e os governos que tentam fazer sistema tributário se desloca para outra área. A economia financeira gera impotência frente às crises que estamos vivendo".

De acordo com a auditora da Receita Federal, Clair Hickman, paraísos fiscais são países ou territórios que não cobram impostos ou cobram muito pouco, além de garantir aos seus clientes total sigilo nas operações. A maioria são centros offshore, ou seja, aceitam contas de clientes não residentes naquele país. E também não exigem presença física das empresas que, normalmente, não passam de uma caixas postais.

Ainda segundo ela, quem aplica em paraísos fiscais e centros offshore são grandes empresas e pessoas muito ricas que querem esconder seus patrimônios e não pagar impostos. Por isso, permitir a blindagem do patrimônio dos seus clientes é uma outra característica deles. “São pessoas e empresas que não querem pagar seus credores, o fisco ou mesmo partilhar o patrimônio com o cônjuge, em caso de separação”, explicou.

A auditora fiscal esclarece que a forma utilizada para a transferência de lucros dos países de origem para os paraísos fiscais normalmente envolvem sofisticadas operações financeiras. Como exemplo, citou o caso de uma hipotética empresa brasileira de mineração que, para fugir dos impostos do país, cria uma subsidiária na Suíça, reconhecido paraíso fiscal.  “A empresa brasileira vende todo o minério de ferro a preços baixos para esta subsidiária, que vende a preços de mercado para a China. Assim, se livra do pagamento dos impostos brasileiros e guarda o lucro nos paraísos fiscais”, explicou.

Clair afirmou que, apesar da empresa do exemplo ser hipotética, a operação já é tão batida que, se todo o minério que vai para a Suíça ficasse lá, o país não passaria de um monte de ferro. “O destino final é a China, mas a compra passa pela Suíça que é onde ficarão os lucros”, acrescenta. Entretanto, como é uma operação legal, nem o Brasil nem os demais países afetados pelo negócio podem fazem nada a respeito. “Se a empresa brasileira vende o minério para a subsidiária a um custo baixo, de cerca de 15% para não pagar impostos, o fisco brasileiro deixa de arrecadar 34%”, quantificou.

Outro exemplo citado por ela foi o da empresa de medicamentos Clarkson, do Reino Unido. Como a taxação do fisco na Inglaterra é de 35%, a empresa abriu uma subsidiária em Luxemburgo, um grande centro offshore, onde a taxação é de cerca de 0,5%. “A matriz pediu um grande empréstimo para a subsidiária, pagou a juros exorbitantes e, assim, reduziu seus lucros n Inglaterra para não pagar mais impostos”, contou.

De acordo com Clair, a empresa brasileira Vale do Rio Doce também criou uma subsidiária suíça para fugir dos impostos.  A Suíça só exigiu que a empresa abrisse no país um escritório para empregar 35 pessoas, porque a Vale declarou que a expectativa de lucro era de US$ 35 milhões. Entretanto, para se aproveitar das isenções, levou o lucro de várias subsidiárias para lá e acabou fechando o ano com US$ 5 bilhões.

Para a auditora fiscal, com este sistema ganham os muito ricos e as grandes corporações, e perdem os contribuintes e os governos dos países. 




Créditos da foto: Arquivo
O poder dos paraísos fiscais: mais um debate interditado na mídia - Carta Maior

Quadrinhos Greve dos Professores | Gazeta do Povo

Quadrinhos Greve dos Professores | Gazeta do Povo

Prof. Fábio Lopes - Assembleia Geral - 09.04.2015





No dia 03 de outubro estaremos nas ruas outra vez,
empenhados na defesa do pré-sal e dos recursos assegurados para a educação pela
lei de partilha vigente. É justamente essa lei que as bancadas da direita no
congresso nacional tentam suprimir agora.
O mais esquisito e constrangedor é vermos professores
opondo-se a essa luta. Não por coincidência, esses mesmos agrupamentos,
situados nas extremidades á direita e à esquerda do gradiente político, se
opuseram á conquista da regulamentação da progressão horizontal em 2006, assim
como também, foram contrários à lei do piso em 2008.  Em 2011 tentaram impedir a aprovação da pauta
vitoriosa da greve, arrancada do governo Cid Gomes, sob a alegação da continuidade
da greve. Em nome de que, ninguém sabe até hoje.


Agora menosprezam a conquista obtida por todos e para todos
os profissionais de educação, a lei 12.856/2013, com base em argumentos pífios.
Isso, quando tentam argumentar... Pois na maior parte do tempo restringem-se a fazer
chacota e proferir agressões verbais contra os sindicatos e aqueles que
honestamente lutam por garantir dias melhores para a educação e para os
educadores.

Massacre em Oregon é o 294º nos EUA neste ano, segundo "Washington Post" - Notícias - Internacional

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La verdad detrás de SIRIA - DOCUMENTAL

Decifrando o cérebro vira-lata | Ficha Corrida

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Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada

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Jorge André Irion Jobim: ACADEMIA DE POLÍCIA. DELEGADOS NA CONTRAMÃO DO ESPETÁCULO SÃO GARANTIA DE LIBERDADE. Por Leonardo Marcondes Machado

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Saída pela Esquerda | Luizmuller's Blog

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Matrizes Africana e Indígena contradizem o Espírito do Capital | Luizmuller's Blog

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Cotação efetiva do dólar mostra níveis abaixo de 2002 (Desmontando mais uma farsa da mídia golpista) | Luizmuller's Blog

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Juridicamente, a terceirização já era: acabou! - Carta Maior



Juridicamente, a terceirização já era: acabou! - Carta Maior

Dialoga Brasil: espaço de participação e diálogo entre a sociedade e o governo - Carta Maior

01/10/2015 - Copyleft

Dialoga Brasil: espaço de participação e diálogo entre a sociedade e o governo

A integração dos espaços presenciais e digitais de participação representa um dos grandes desafios para qualificar e fazer a nossa democracia avançar


Miguel Rossetto

reprodução
A participação social é elemento indispensável para aproximar a democracia e a República. Nos últimos anos, o governo brasileiro vem construindo e incentivando a criação de novos espaços de participação por meio de encontros, fóruns, conferências e plataformas digitais. A integração dos espaços presenciais e digitais de participação representa um dos grandes desafios para qualificar e fazer a nossa democracia avançar e, com isso, governarmos melhor. Para enfrentar esse desafio, o governo federal, por meio da Secretaria-Geral, criou em julho deste ano, o Dialoga Brasil, um espaço de participação digital no qual as ideias da população viram propostas para ajudar a melhorar as ações do governo. 
 
Esta inovação importante, esta nova forma de dialogar utiliza os modernos recursos da tecnologia digital para aproximar o cidadão e o governo. Nesse novo espaço, a população pode conhecer mais sobre os programas federais e apresentar propostas para novos programas ou aperfeiçoar os existentes. Na nova página estão disponíveis os principais programas das áreas de saúde, educação, segurança pública, redução da pobreza e cultura. Novos temas de governo estão sendo integrados à plataforma como meio-ambiente, esporte e cidades.  
 
Todas as propostas encaminhadas ao governo federal no Dialoga Brasil (dialoga.gov.br) serão analisadas. As três mais apoiadas em cada programa serão respondidas pelo governo e várias delas poderão ser implementadas. A ideia é justamente intensificar esse contato direto da população com o governo, permitindo que essas propostas possam melhorar os atuais programas e orientar a criação de novos.
 
Essa iniciativa reafirma o compromisso público da presidenta Dilma Rousseff de governar em permanente diálogo com as diversas representações da sociedade brasileira. O estímulo à participação vem crescendo expressivamente nos últimos anos. Entre 2003 e 2015, houve 102 conferências nacionais. E entre 2015 e abril de 2016, serão realizadas mais 12, envolvendo mais de dois milhões de brasileiras e brasileiros em todas as etapas. A participação também foi destaque na elaboração do Plano Plurianual para o período 2016/2019. O governo federal realizou dez fóruns regionais e setoriais, reunindo mais de quatro mil pessoas, em todas as regiões do País. Mais de 34 mil pessoas também participaram por meio da internet, apresentando suas propostas e ideias. 
 
O Dialoga veio para ficar, constituindo um espaço permanente de participação e diálogo entre a sociedade e o governo. O Brasil é um país extremamente rico, grande e diverso. Cada cidadã e cidadão, de todas as idades, de todas as regiões e de todas as culturas têm o que falar, cada um a partir de sua realidade. Um verdadeiro projeto de desenvolvimento nacional, capaz de superar as ainda enormes desigualdades sociais e regionais do nosso país, só será construído a partir deste rico diálogo. Esse saber do povo brasileiro constitui um patrimônio estratégico para melhorarmos a nossa democracia e o nosso país.
 
Miguel Rossetto é ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e foi vice-governador do Rio Grande do Sul



Créditos da foto: reprodução
Dialoga Brasil: espaço de participação e diálogo entre a sociedade e o governo - Carta Maior

Rompimento de Dilma Bolada com o governo nos faz enxergar a face maligna do publicitário Jeferson Monteiro | BR29 notí­cias

Rompimento de Dilma Bolada com o governo nos faz enxergar a face maligna do publicitário Jeferson Monteiro | BR29 notí­cias

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

FRENTE NACIONAL EM DEFESA DO PRÉ-SAL E DA PETROBRÁS É CRIADA PARA PRESERVAR A SOBERANIA DA ESTATAL |

FRENTE NACIONAL EM DEFESA DO PRÉ-SAL E DA PETROBRÁS É CRIADA PARA PRESERVAR A SOBERANIA DA ESTATAL |

.::BRASIL POPULAR::.

.::BRASIL POPULAR::.

Presidente Dilma corre risco Gorbatchev? | Brasil 24/7



Presidente Dilma corre risco Gorbatchev? | Brasil 24/7

Aprovação ao governo Dilma para de cair e fica em 10%, segundo CNI/Ibope | Brasil | Reuters

Aprovação ao governo Dilma para de cair e fica em 10%, segundo CNI/Ibope

quarta-feira, 30 de setembro de 2015 12:30 BRT
 
Por área de atuação do governo, a política de juros é a que tem a menor aprovação, de apenas 6 por cento. Em seguida, aparece a política de impostos, com 7 por cento de aprovação, em um momento em que o governo tenta recriar a CPMF.
JUVENTUDE MAIS IRRITADA
A pesquisa mostrou que a popularidade do governo caiu entre os mais jovens e melhorou com os mais velhos.
O porcentual de entrevistados com 16 a 24 anos que aprova a maneira de governar da presidente Dilma caiu para 7 por cento, ante os 11 por cento de junho. Já entre os que têm mais de 55 anos, a aprovação da maneira de governar subiu para 24 por cento, ante 20 por cento.
“Você tem uma juventude que é mais contestadora e que não vivenciou outras crises”, disse Fonseca.
A pesquisa foi realizada entre 18 e 21 de setembro, com 2.002 pessoas em 140 municípios.
 
 
Aprovação ao governo Dilma para de cair e fica em 10%, segundo CNI/Ibope | Brasil | Reuters

Aprovação ao governo Dilma para de cair e fica em 10%, segundo CNI/Ibope | Brasil | Reuters

Aprovação ao governo Dilma para de cair e fica em 10%, segundo CNI/Ibope

quarta-feira, 30 de setembro de 2015 12:30 BRT
 
Por área de atuação do governo, a política de juros é a que tem a menor aprovação, de apenas 6 por cento. Em seguida, aparece a política de impostos, com 7 por cento de aprovação, em um momento em que o governo tenta recriar a CPMF.
JUVENTUDE MAIS IRRITADA
A pesquisa mostrou que a popularidade do governo caiu entre os mais jovens e melhorou com os mais velhos.
O porcentual de entrevistados com 16 a 24 anos que aprova a maneira de governar da presidente Dilma caiu para 7 por cento, ante os 11 por cento de junho. Já entre os que têm mais de 55 anos, a aprovação da maneira de governar subiu para 24 por cento, ante 20 por cento.
“Você tem uma juventude que é mais contestadora e que não vivenciou outras crises”, disse Fonseca.
A pesquisa foi realizada entre 18 e 21 de setembro, com 2.002 pessoas em 140 municípios.
 
 
Aprovação ao governo Dilma para de cair e fica em 10%, segundo CNI/Ibope | Brasil | Reuters

A PM não se adaptou ao regime democrático — CartaCapital

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QUEM GANHA COM DESERÇÕES NA ESQUERDA? - Breno Altman

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BRASIL: O Início de uma potência militar 2015

Artigos

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FNDC - Atenção, querem mutilar o Marco Civil da Internet!

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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Alerta Democrática

Alerta Democrática

Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e ex-ministro | RedeTV! - É Notícia

CIRO GOMES
Fazendo uso de retórica devastadora Ciro Gomes reconfigura o que pretende ser uma 3° via eleitoral para as próximas eleições presidenciais. Diferentemente das iniciativas anteriores, Marina e Eduardo Campos, evita resvalar para uma versão terceirizada da oposição. Foi peia pra dez. Distribuiu pancada na oposição e nos achacadores. Marginais, escória, vagabundos e bandidos, foram  alguns dos adjetivos reservados para eles. Essa é a novidade de sua terceira via. A outra novidade, como não poderia deixar de ser nesta nova condição, mas em contraste com sua história recente, é que passou a atirar pedras na direção da Geni do momento político nacional, o partido dos trabalhadores. E é claro, em Dilma e Lula. 
O que se pode esperar de quem se propõe a 2018? Não é a toa que a mídia cearense já procura reconciliar-se com o ex ministro, premiando -o com o troféu Sereia de Ouro. É o coroamento de 10 anos de esforços no sentido de descolar o "cirismo" de sua aliança com Lula e o PT.   

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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

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O desafio de interiorizar a educação: a Escola da Terra no estado do Ceará

Essa matéria foi publicada na Edição 480 do Jornal Inverta, em 21/09/2015


No dia 2 de junho, na Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal do Ceará (UFC) foi realizado o lançamento oficial da Escola da Terra no Ceará, curso de aperfeiçoamento que promove a formação continuada de educadores para as escolas do campo e das comunidades quilombolas; convidados pela Professora Clarice Zientarski, da Faced, o INVERTA esteve presente à atividade.
Mesmo num país de dimensões continentais, como o Brasil, a grandeza da sua extensão territorial não esconde o fosso da desigualdade econômica e social de sua gente.
Seja nas periferias dos centros urbanos, seja no meio rural.
Essa exclusão social reflete também, essencialmente, as populações que historicamente foram massacradas com a inserção ao modo de vida do capitalismo, notadamente as comunidades do campo e quilombolas que travam um combate direto entre a manutenção de suas tradições e a inserção unilateral às exigências do modo de produção capitalista, o que leva muitas vezes à descaracterização cultural dessas populações, aumentando o fosso da desigualdade.
Essa é uma característica forte do capitalismo brasileiro que se desenvolve para suprir as demandas dos principais centros e das classes dominantes, geralmente instaladas nas áreas urbanas.
Tal embate foi ilustrado no filme “O homem que virou suco”, que conta a história de um poeta popular nordestino que é obrigado a tentar se adaptar ao sistema que o molestou diretamente, onde a fábrica que espreme a todos, retirando seu sumo e sua capacidade de diferenciação, expropria seu suco e cospe o bagaço.
É por isso que sempre foi projeto das classes dominantes impor sua visão de mundo através da educação, a partir da mera instrução técnica através de uma educação profissionalizante, a fim de inserir essas populações no processo de industrialização do campo.
Exemplo disso são as Escolas Agrícolas de cursos técnicos, desconsiderando totalmente a relação entre o homem e a terra.
Na contramão desse processo, desde 2013, o MEC lançou o programa Escola da Terra, onde são ofertados capacitação especial e recursos didáticos para professores de escolas rurais e quilombolas.
A ação integra o Programa Nacional de Educação no Campo (Pronacampo).
Assim, o desafio é trazer para dentro da sala de aula a realidade e particularidades que os estudantes vivem e valorizar a cultura comunitária, com base no currículo escolar nacional.
Afinal, se a escola é lugar de formação humana significa dizer que ela não é espaço somente de conhecimentos formais.
A escola é local para tratar das diversas dimensões do ser humano, sua identidade e história.
Falar em história de populações, como comunidades do campo e quilombolas, é afirmar que estas populações são fruto da resistência por muitas décadas de exploração brutal pelos senhores, os quais negavam a estas comunidades sociais básicos.
Resgatar o legado destas populações e transformar em política de Estado a formação de novas gerações está além da reparação de uma enorme dívida social: é a certeza de um futuro afirmativo.
Como diz Paulo Freire, a escola não transforma a realidade, mas pode ajudar a formar os sujeitos capazes de fazer a transformação, da sociedade, do mundo, de si mesmo.

O Programa Escola da Terra

O Programa Escola da Terra destina-se à formação continuada e acompanhada de professores que trabalham com estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas multisseriadas no campo e em escolas quilombolas para que atendam às especificidades formativas dessas populações; além dos assessores pedagógicos que terão a função de tutores; oferta de materiais didáticos e pedagógicos; monitoramento e avaliação; gestão, controle e mobilização social.
A produção e oferta dos materiais didáticos e pedagógicos são de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). São jogos, mapas, recursos para alfabetização, letramento e matemática.
Já o coordenador estadual e o tutor que acompanham e orientam os educadores durante sua formação serão remunerados com bolsas a serem pagas pelo FNDE.
As escolas multisseriadas são um desafio às políticas públicas do campo, uma vez que apresentam historicamente um quadro de ausência do Estado e de gestão deficitária.
Alguns exemplos disso são as grandes distâncias entre a casa do aluno e a escola, combinadas com a ausência de um transporte escolar eficaz.
A sobrecarga de trabalho, a alta rotatividade e as dificuldades de acesso e locomoção dos professores também é um dado agravante.
No Brasil existem cerca de 50 mil escolas multisseriadas em áreas rurais e quilombolas distribuídas por todo o país.
No Ceará, o programa Escola da Terra é uma parceria da UFC com o Ministério da Educação (MEC), Secretaria de Educação do Estado e secretarias dos 19 municípios envolvidos.
Com 863 professores inscritos, o curso trata desde os elementos filosóficos até os elementos legais e técnico-pedagógicos da educação no campo, totalizando 180 horas.
As aulas serão ministradas no formato pedagogia de alternância, com atividades presenciais e de campo, que acontecem de 11 de junho a 11 de dezembro.
Os municípios envolvidos são: Beberibe, Canindé, Cascavel, Caucaia, Cedro, Ibaretama, Icó, Independência, Itapipoca, Itarema, Itatira, Orós, Parambu, Quixadá, Quixeramobim, Tauá, Tamboril, Santa Quitéria e São Luís do Curu.
A ação do Programa Escola da Terra é interessante uma vez que enfoca a identidade de comunidades historicamente exploradas e ressalta para elas a sua luta e o movimento de resistência.
Uma iniciativa que contribui fortemente para a reafirmação do orgulho daqueles que realmente trabalham a terra.

Sucursal CE

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