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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Quem é responsável pela crise de refugiados na Europa? - Carta Maior

7/09/2015 - Copyleft

Quem é responsável pela crise de refugiados na Europa?

A crise é o trágico subproduto de uma política criminosa de guerras e de intervenções para mudança de regime, implementadas pelos EUA e pela Europa.


Bill Van Auken - Global Research

The U.S Army / Flickr
As imagens angustiantes do menino sírio de três anos de idade, primeiro deitado de barriga para baixo, morto, na areia de uma praia turca, em seguida o corpo sem vida embalado por um agente de salvamento, parecem ter aberto os olhos do mundo para a desesperadora crise que tem acontecido diariamente nas fronteiras da Europa.
 
A família do menino, que se chamava Alan Kurdi, vinha de Kobani, fugindo junto com centenas de milhares de outros sírios. O cerco prolongado do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) e uma intensa campanha de bombardeios dos Estados Unidos deixou a cidade no norte da Síria em ruínas: casas, sistema de abastecimento de água, eletricidade, saneamento e infraestrutura médica, tudo foi destruído. O menino, sua mãe e seu irmão de cinco anos estavam entre os 12 sírios que se afogaram na tentativa de chegar à Grécia. Destruído psicologicamente, seu pai, o único sobrevivente da família, disse que voltaria para a Síria com os corpos, tendo afirmado a parentes que gostaria de morrer e ser enterrado ao lado deles.
 
Há muitos culpados por essas mortes, que são apenas algumas das milhares de pessoas que perderam as vidas tentando atravessar o Mediterrâneo ou morreram sufocadas após se espremer em vans como sardinhas.
 
O Governo do Canadá ignorou o pedido feito em junho pela tia do menino, que vive na Columbia Britânica, para conceder asilo à família de Alan.
 
Os países da União Europeia têm tratado a onda de refugiados com repressão e dissuasão, construindo novas cercas, criando verdadeiros campos de concentração e mobilizando a polícia de choque, para erguer uma Europa fortificada, para manter bem longe famílias desesperadas como a de Alan mesmo que seja preciso condenar milhares e milhares à morte.
 
E os EUA? Os políticos e a mídia americana continuam convenientemente mudos sobre o papel central de Washington na criação desta tragédia que assistimos em diversas fronteiras da Europa.
 
O Washington Post, por exemplo, publicou um editorial no início da semana afirmando que “não se pode esperar que a Europa consiga resolver sozinha um problema originado no Afeganistão, no Sudão, na Líbia e, acima de tudo, na Síria”. O New York Times usou o mesmo raciocínio, escrevendo: “As raízes desta catástrofe estão em crises que a União Europeia não pode resolver sozinha: as guerras na Síria e no Iraque, o caos na Líbia...”
 
Quais são, por sua vez, as "raízes" das crises nestes países, que deram origem a esta "catástrofe"? A resposta a esta pergunta é apenas um retumbante silêncio.
 
Qualquer consideração séria do que está por trás da onda de refugiados dirigindo-se para a Europa leva à conclusão inevitável de que se trata não apenas de uma tragédia, mas de um crime. Mais precisamente, a crise é o trágico subproduto de uma política criminosa de guerras e de intervenções para mudança de regime, implementadas sistematicamente pelo imperialismo norte-americano com a ajuda e a cumplicidade de seus aliados da Europa Ocidental ao longo de quase 25 anos.
 
Com a dissolução da União Soviética, em 1991, a elite governante dos EUA concluiu que estava livre para explorar o incomparável poderio militar do país como forma de compensar o processo de declínio econômico do capitalismo americano. Por meio de agressão militar, Washington embarcou na estratégia de estabelecer sua hegemonia sobre os principais mercados e fontes de matérias-primas, começando pelas regiões ricas em energia do Oriente Médio e da Ásia Central.
 
A estratégia foi resumida de forma simplificada numa frase do Wall Street Journal, logo após a primeira guerra contra o Iraque, em 1991: "O uso da força funciona".
 
O que o mundo testemunha hoje, com os milhares de refugiados desesperados na tentativa de chegar à Europa, é efeito desta política, mantida desde então.
 
Em mais de uma década, as guerras do Afeganistão e do Iraque, travadas com o pretexto de serem "contra o terrorismo", e justificadas com mentiras infames sobre "armas iraquianas de destruição em massa", só foram capazes de devastar sociedades inteiras, matando centenas de milhares de homens, mulheres e crianças.
 
A estas guerras seguiu-se a guerra por mudança de regime – liderada pelos EUA e OTAN – que derrubou o governo de Muammar Gaddafi e transformou a Líbia em um arremedo de país, arruinado pela luta contínua entre milícias rivais. Então veio a guerra civil síria – alimentada, armada e financiada pelo imperialismo norte-americano e seus aliados, com o objetivo de derrubar Bashar Al-Assad e substituí-lo por um fantoche obediente às ordens ocidentais.
 
As intervenções predatórias na Líbia e na Síria foram feitas em nome dos "direitos humanos" e da "democracia", recebendo o apoio de uma série de organizações de pseudo-esquerda que representam camadas privilegiadas da classe média – o Partido da Esquerda, na Alemanha, o Novo Partido Anticapitalista (NPA), na França, a Organização Internacional Socialista, nos EUA, entre outros. Alguns chegaram a saudar as ações de milícias islamistas armadas e financiadas pela CIA e chamá-las de "revoluções".
 
A situação atual e a pressão insuportável de morte e destruição que leva centenas de milhares de pessoas à fuga desesperada e fatal representam a confluência de todos estes crimes do imperialismo. A ascensão do ISIS e as guerras civis sectárias e sangrentas em curso no Iraque e na Síria são o produto da devastação do Iraque pelos EUA, seguida do apoio da CIA e dos aliados regionais do imperialismo americano ao ISIS e às milícias islamistas semelhantes na Síria.
 
Ninguém foi responsabilizado por esses crimes. Bush, Cheney, Rumsfeld, Rice, Powell e outros do Governo Bush, que travaram uma guerra de agressão no Iraque com base em mentiras continuam totalmente impunes. No Governo atual, de Obama para baixo, ainda precisam dar explicações pelas catástrofes que desencadearam na Líbia e na Síria. Os cúmplices são muitos, do Congresso dos Estados Unidos, que tem atuado como um carneirinho no que diz respeito às políticas de guerra, a uma mídia chapa branca, que ajuda a legitimar perante o público americano guerras baseadas em mentiras, passando pelos pseudo-esquerdistas que atribuem um papel progressista ao imperialismo dos EUA e suas "intervenções humanitárias".
 
Juntos, são responsáveis %u20B%u20Bpelo que acontece hoje nas fronteiras da Europa, que deve ser visto, mais do que uma tragédia, como um prolongado e contínuo crime de guerra.
 
Tradução de Clarisse Meireles



Créditos da foto: The U.S Army / Flickr
Quem é responsável pela crise de refugiados na Europa? - Carta Maior

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

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domingo, 6 de setembro de 2015

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Isso é o tipo de coisa a ser passada na cara da direção do PT, absolutamente incapaz de defender os seus. Quem os defenderá em hora que arrisca...?



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REFLEXÃO DE ANTONIO LISBOA

Na dialética que se faz o mundo, onde os opostos mais se complementam do que se negam, fato que alguns ainda insistem em chamar de "contradição", muitas vezes quem pode pouco faz muito e quem pode quase tudo opta por ser um quase nada. O Brasil, mais uma vez, perdeu uma chance histórica. O momento atual é de crise mundial com enormes desafios pela frente (políticos, econômicos, sociais e culturais), mas a década anterior não foi assim: tivemos uma oportunidade extraordinária de nos fortalecer para o que vem pela frente a qual jogamos fora com o sorriso frágil de personagens de uma propaganda de cerveja. Enquanto grande parte do continente latino-americano soube aproveitar a chegada da esquerda ao poder, o Brasil dormiu no ponto, alheio ao bonde que partia cada vez mais longe. Enquanto países como Venezuela, Bolívia, Equador, Argentina, Nicarágua e República Dominicana investiram, em diferentes graus, na construção de um poder popular consciente de suas responsabilidades e potencialidades históricas, através do contato direto entre governo e sociedade, politizando e fortalecendo a consciência dos mais pobres, o Brasil optou por um pragmatismo voltado para uma tal "governabilidade", a ser construída não a partir da aliança com o povo, mas através de acordos e negociatas com o velho poder constituído (congresso corrupto, grandes bancos, empreiteiras e oligopólio midiático). Enquanto nossos vizinhos tiveram a coragem e a sabedoria de democratizar a mídia e estabeleceram toda uma nova forma de comunicação independente com a sociedade, através de novas leis de meios e da criação de todo um sistema de TVs públicas e comunitárias, o Brasil não alterou um milímetro seu império midiático privado e, ao contrário, ainda o fortaleceu com todo tipo de garantias legais e muitos bilhões em verbas publicitárias. Desmoronado o falso castelo da "governabilidade", o que resta agora são as ruínas de uma sociedade em transe, onde reina a desesperança, a distopia, o descrédito generalizado, e um vazio de identificação coletiva sem precedentes. Matéria farta para o avanço do fascismo, a esquizofrenia política é o que resta inviabilizando a construção de qualquer projeto em meio à completa crise de valores e ausência de rumo. O maior capital de um povo são seus sonhos. Um povo sem sonhos se torna refém de seus próprios pesadelos. Sem projeto de nação livre e sem valores socialistas consolidados, nossa meta se tornou a idade média, e estamos a um passo de alcançá-la! E enquanto matamos nossos índios, queimamos as novas bruxas, exorcizamos os diferentes, fuzilamos os pretos, xingamos os sem terra e apedrejamos ladrões de bicicleta, o diabo segue engravatado e sorridente no poder com seus tentáculos de máfia a controlar os três poderes. Se antes, éramos "sem medo de ser feliz", hoje lutamos apenas pra poder existir e respirar. A melhor forma de se controlar uma multidão de escravos é destruir sua capacidade de sonhar. Esse foi o preço da tal "governabilidade". Sem identidade e projeto coletivo, o que era sonho coletivo de liberdade agora resta como mero aglomerado de projetos individuais de capitães do mato.
                                                                                                                                    Antonio Lisboa

9 hábitos diários de pessoas organizadas

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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lula se vê vítima da concentração da mídia | Brasil 24/7

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“No viví en la Unión Soviética pero la echo de menos” | La pupila insomne

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FHC diz que pedido de renúncia de Dilma foi mal interpretado - 01/09/2015 - Poder - Folha de S.Paulo

RASGAÇÃO DE SEDA ENTRE OPOSIÇÕES À DIREITA E À ESQUERDA.



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Professores de Cariacica protestam na Câmara contra cortes no texto do Plano Municipal de Educação

O COVARDE ATAQUE DAS CASAS LEGISLATIVAS À DESTINAÇÃO DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO PARA EDUCAÇÃO

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Classe média é ingrata e não será leal a outros governos, diz sociólogo - 30/08/2015 - Poder - Folha de S.Paulo

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A estratégia sem consequências de Gilmar Mendes no TSE - JOTA

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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Os migrantes e a tragédia do século — Rede Brasil Atual

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Conheça os super-ricos brasileiros – e saiba como você financia a fortuna deles (Como diminuir a desigualdade, parte 1) – André Forastieri – R7

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O boneco protegido « Sul 21

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Opera Mundi - Em palestra em São Bernardo do Campo, Mujica pede 'paciência e militância'

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Diário do Centro do Mundo » Em resposta à Época, Lula lembra 361 milhões de reais do BNDES que foram parar na Globo em 2001

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domingo, 30 de agosto de 2015

Opera Mundi - Aquecimento global vai tornar maconha mais potente, preveem cientistas

O CAPITALISMO ATÉ À MACONHA ESTRAGA...

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Opera Mundi - Quanto mais quente melhor: conheça 9 indústrias que vão lucrar com o aquecimento global

LUCRAM ATÉ COM AS DESGRAÇAS. PARA OS CAPITALISTAS O MUNDO SE ACABA, MAS O CAPITALISMO SOBREVIVE.



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Os muitos tentáculos do Facebook - Revista Fórum

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EUA são governados por oligarcas com fortunas de trilhões de dólares

O MODELO DE "DEMOCRACIA" EXPORTADO PELOS EUA SÃO COMO SEUS SOFTWARES NÃO LIVRES...NÃO SE TEM ACESSO AO CÓDIGO FONTE.

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Farda de aço. Soldados serão quase invulneráveis | Brasil 24/7

CONSTRUINDO O ESTADO GLOBAL TOTALITÁRIO



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"O alvo sempre foi Lula" - Revista Fórum

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Entre a fé e a razão: Por que discutir gênero nas escolas brasileiras - Revista Fórum

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Quem tem medo da CPMF? — Rede Brasil Atual

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Janio de Freitas: 'Governos petistas' esvaziam PT - Viomundo - O que você não vê na mídia

UMA VERDADE CONSTRANGEDORA DA QUAL NÃO SE PODE PASSAR AO LARGO: DILMA VENCEU, MAS O PT, PERDEU...

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Luiz Gonzaga Belluzzo: "A grande imprensa brasileira é um cartel" - Viomundo - O que você não vê na mídia

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Documento que registra extermínio de índios é resgatado após décadas desaparecido - Politica - Estado de Minas

Uma verdadeira relíquia, tudo o que o documento atesta, confirma o que era denunciado a boca miúda e pela imprensa alternativa da época.

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sábado, 29 de agosto de 2015

Capitão Bolsonaro, a história esquecida | Observatório da Imprensa – Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito



UMA PASSAGEM CHAMA ATENÇÃO NESTA MATÉRIA. FALA DE DA INSATISFAÇÃO EXISTENTE NOS QUARTÉIS, POR CONTA DOS SOLDOS REBAIXADOS, NUM CONTEXTO DE CRISE ECONÔMICA NO GOVERNO SARNEY. UM OUTRO FATOR QUE CONCORREU PARA O SURGIMENTO DE BOLSONARO FOI A FRUSTRAÇÃO DO MÉDIO E BAIXO OFICIALATO COM O FIM DO REGIME MILITAR. NATURALMENTE DEVIAM SER JOVENS CRESCIDOS NO AMBIENTE DO REGIME, INGRESSANDO NA CARREIRA MILITAR EMBALADOS  PELO SONHO DE, QUEM SABE, GALGAR O MAIS ALTO POSTO DA NAÇÃO POR DENTRO DO REGIME VIGENTE.

ESSES OFICIAIS OCUPAM A CÚPULA DAS FORÇAS ARMADAS E CERTAMENTE SÃO OS RESPONSÁVEIS PELA OPINIÃO PREDOMINANTE HOJE EM MEIO AO OFICIALATO E NA CORPORAÇÃO COMO UM TODO.

PREOCUPANTE É O RISCO DE BOLSONARO NÃO SER UM CASO ISOLADO.

Capitão Bolsonaro, a história esquecida | Observatório da Imprensa – Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito

Paulo Henrique Amorim Luiz Nassif MIDIA e MANIPULAÇÃO TV

UMA DAS EXPOSIÇÕES MAIS COMPLETAS JÁ FEITA SOBRE AS GRANDES QUESTÕES DA COMUNICAÇÃO NO BRASIL FEITA EM FORMA DE MESA REDONDA COM DOIS GRANDES PROFISSIONAIS DA BLOGOSFERA. 








Lei de Cotas completa três anos e supera expectativa — Portal Brasil

Lei de Cotas completa três anos e supera expectativa

Política inclusiva

Antes do prazo, lei sancionada em 2012 pela presidenta Dilma Roussef, teve adesão de 100% das instituições federais
por Portal BrasilPublicado29/08/2015 00h00Última modificação29/08/2015 14h29
Foto: Iano AndradeLei de Cotas nas Universidades supera as projeções ao consolidar a igualdade e inclusão social
Lei de Cotas nas Universidades supera as projeções ao consolidar a igualdade e inclusão social
Ao completar três anos, a Lei de Cotas nas Universidades supera as projeções ao consolidar a igualdade e inclusão social; A lei previa que o sistema de cotas estivesse completamente implementado até 2016, mas as expectativas foram superadas. Hoje, no aniversário da sanção da presidenta Dilma Roussef, todas as instituições federais de ensino aderiram ao programa.
"Hoje temos 100% das universidades e institutos federais com adoção da Lei de Cotas e cerca de 60% de instituições estaduais. A lei é para as instituições federais e nós, em menos de quatro anos, já superamos nossa expectativa. O Brasil é um País melhor e mais democrático com a Lei das Cotas", ressalta o secretário Nacional de Políticas de Ação Afirmativa da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Ronaldo Barros.
Balanço
Informações do Ministério da Educação (MEC), referentes aos anos de 2013 e 2014, mostram que a Lei das Cotas está sendo cumprida pelas 128 instituições federais de ensino em todo País. Até agora, de acordo com projeção da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - Seppir, a medida já ofertou aproximadamente 150 mil vagas para negros. O número exato de vagas ofertadas em 2015 estará disponível apenas em 2016
O MEC também indica que os negros são maioria nos financiamentos do Fies (50,07%) e nas bolsas do Prouni (52,10%). Em 2013, 33% das vagas eram destinadas a cotistas. Desse total, 17,25% eram negros. No ano passado, 40% das vagas foram para cotistas sendo que os negros representaram 21,51% dos alunos.
Além das vagas garantidas pelas cotas, os estudantes negros também têm acesso a outros instrumentos oferecidos pelo Governo Federal, tais como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni), que auxiliam no ingresso e na permanência em instituições privadas de ensino superior.
O que diz a lei
A Lei das Cotas determina que 50% das vagas nas 59 universidades federais e 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia sejam destinados a alunos oriundos integralmente do ensino médio público, em cursos regulares ou da educação de jovens e adultos. Os demais 50% das vagas permanecem para ampla concorrência.
Dentro dos 50% de vagas das cotas, há o critério de renda com base no salário da família e também para candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas, em proporção mínima igual ao percentual desse grupo na população do Estado onde fica a instituição.
Fonte:
Portal Brasil, com informações da Seppir e do MEC
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Mujica e as lições para a política - POR FERNANDO BRITO | Folha Diferenciada

O VEDETISMO MIDIÁTICO ANULA AQUILO QUE O FENÔMENO TEM DE ESSENCIAL.

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Hollande, Merkel e Putin apoiam cessar-fogo no leste da Ucrânia | Brasil 24/7

A EUROPA SAINDO DA FOGUEIRA NA UCRÂNIA



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nuestra aldea: LO QUE NOS OCULTAN EN LAS NOTICIAS, ESTO NO LO PUBLICAN LOS NOTICIEROS: "Refugiados de Tripoli e outros locais do Norte de África para a Europa"

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ARTEFATOS DA CULTURA NEGRA

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Militância Política & Afins : PETROBRAS. DE GETÚLIO À DILMA: PETROBRÁS E GOLPE

Militância Política & Afins : PETROBRAS. DE GETÚLIO À DILMA: PETROBRÁS E GOLPE: Excelente texto do Ricardo Arthur Fitz sobre a história da PETROBRAS  DE GETÚLIO À DILMA:  PETROBRÁS E GOLPE Ricardo Arthur ...

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Militância Política & Afins : O real motivo da perseguição a Dirceu: A vida é complicada para quem desafia a plutocracia Um jornalista americano escreveu uma coisa que me marcou profundamente....

Conexão Jornalismo

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La Unasur analizará la crisis fronteriza entre Colombia y Venezuela - RT

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Luis Nassif: Por que decidi processar Gilmar Mendes

O GRÃO SACERDOTE DA CASTA DOS INIMPUTÁVEIS

Luis Nassif: Por que decidi processar Gilmar Mendes

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Conferência Nacional Popular - CUT - Central Única dos Trabalhadores

Conferência Nacional Popular

Em defesa da democracia e por uma nova política econômica

Escrito por: Frente Brasil Popular • Publicado em: 28/08/2015 - 15:37
Frente Brasil Popular
5 de setembro de 2015 * das 9h as 20h
Assembleia Legislativa de Minas Gerais * Belo Horizonte

Reunidos no dia 10 de agosto de 2015, militantes de movimentos populares, sindicais, da juventude, negros e negras, mulheres, LGBT, pastorais e partidos políticos, intelectuais, religiosos e artistas reafirmamos a necessidade de derrotar a ofensiva das forças conservadoras e golpistas, propor outra política econômica, para caminhar em direção à transformações estruturais. 
Para tanto, precisamos disputar a sociedade e as ruas e por isso é necessário construir uma frente popular e mobilizar a sociedade, incentivando as mobilizações da Marcha das Margaridas, de 20 de agosto em todo o país, o Grito dos Excluídos de 7 de setembro e inúmeras outras iniciativas que estão em curso nos estados.
A ofensiva das forças conservadoras assume diversas formas, entre elas a tentativa de derrubar, sabotar e também impor ao governo o programa dos que foram derrotados nas eleições presidenciais de 2014, seja com um programa de ajuste que gera desemprego e recessão, seja com uma “agenda Brasil” que destrói os direitos inscritos na Constituição de 1988, ou no exemplo da lei, supostamente, antiterrorismo, cujo alvo real é a mobilização social.
Para derrotar as forças conservadoras, defender as liberdades democráticas e os direitos, implementar outra política econômica e reformas estruturais, é preciso mobilizar e organizar os setores populares em torno de uma plataforma politica mínima, que em nossa opinião deve conter os seguintes pontos:

1.Defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras: lutar por melhorias das condições de vida do povo, o que envolve emprego, renda, moradia, educação, terra, transporte público etc. Criticar e fazer ações de massa contra todas as medidas de política econômica e “ajuste fiscal” que retirem direitos dos trabalhadores e que impeçam o desenvolvimento com distribuição de renda.
2.Defesa dos direitos sociais do povo brasileiro: lutar contra a redução da maioridade penal, contra o extermínio da juventude pobre das periferias, pela ampliação dos direitos sociais que estão ameaçados pela campanha da mídia burguesa e por iniciativas conservadores no congresso.
3.Defesa da democracia: não aceitar nenhuma tentativa de golpe e retrocesso nas liberdades. Para ampliar a democracia e fazer reformas mais profundas, avançar na luta pela reforma política, pela reforma do poder judiciário, dos meios de comunicação de massa e da cultura.
4.Defesa da soberania nacional: o povo é o verdadeiro dono do petróleo, do pré-sal e das riquezas naturais. Impedir a entrega de nosso petróleo às transnacionais. Lutar contra a transferência de bilhões de dólares ao exterior, de forma legal pelas empresas ou ilegal, por contas secretas (vide caso do HSBC).
5.Lutar por reformas estruturais e populares como a reforma política, urbana, agrária, tributária, educacional etc., entre outras propostas detalhadas no documento unitário construído pelos movimentos populares em agosto de 2014. 
6.Defesa dos processos de integração latino-americana em curso, como Unasul, Celac, Mercosul e integração popular, que estão sendo atacados pelas forças do capital internacional.

Convidamos a todas e a todos que se identifiquem com esta plataforma mínima da Frente Brasil Popular – cidadãos e cidadãs, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos, intelectuais, religiosos e artistas -- a estar presentes na Conferência Nacional Popular em defesa da democracia e por uma nova política econômica.     
Esperamos que os militantes organizem caravanas de todos os estados e o mais representativa possível de todos os movimentos populares e formas de organização de nosso povo.
A Conferência debaterá e aprovará, consensualmente e sem votação, sua posição acerca de cada um dos seis pontos programáticos e também sobre a organização da própria Frente Popular.
  A Conferência debaterá e aprovará, consensualmente e sem votação, sua posição acerca de cada um dos seis pontos programáticos e também sobre a organização da própria Frente Popular.
Ao final da Conferência, realizaremos um grande ato político em defesa da democracia, por uma nova política econômica e aprovaremos um Manifesto à Nação de lançamento da Frente Brasil Popular.

Compareça!!!
Em defesa da democracia e de outra política econômica!!!
Essa convocatória é firmada por militantes que atuam nos mais diferentes espaços organizativos do povo brasileiro, como: CUT, CTB, MST, Via campesina, MPA, MMC, MAB, MAM, MCP, FUP (Federação Única dos Petroleiros), CONEN, UNE, Levante Popular da Juventude, FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) , Consulta Popular, Marcha Mundial das Mulheres, Rede de Médicas/os Populares, Associação de Juízes pela Democracia, RENAP, SENGE-Rio, Sindicato de Professores, Metalúrgicos do RS, Pastorais Sociais, igrejas, Central de Movimentos Populares-CMP; parlamentares e dirigentes de diversos partidos e correntes partidárias, entre os quais o PT, o PCdoB, o PSB e o PDT. Também participam diversos intelectuais e jornalistas que atuam em diferentes espaços da mídia popular e que compartilham desse esforço.

Contatos e sugestões: frentebrasilpopular2015@gmail.com


Conferência Nacional Popular - CUT - Central Única dos Trabalhadores

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Fotógrafo chora após flagrar crianças refugiadas assustadas na fronteira com a Macedônia - Notícias - Internacional

OS EFEITOS DA POLÍTICA DO IMPERIALISMO  NA SÍRIA. ASSIM FOI TAMBÉM NO IRAQUE E NA LÍBIA. NÃO SE IMPORTAM COM O DESASTRE HUMANITÁRIO QUE POSSAM VIR A CAUSAR, O QUE LHES IMPORTA É SATISFAZER OS INTERESSES DE SUAS CORPORAÇÕES.



Fotógrafo chora após flagrar crianças refugiadas assustadas na fronteira com a Macedônia - Notícias - Internacional

Tsipras abandonou o Syriza à própria sorte - Carta Maior

Tsipras abandonou o Syriza à própria sorte - Carta Maior

Denúncia contra Cunha pode ligar Lava Jato à privataria tucana | Brasil de Fato

ALGUÉM POR ACASO VIU QUALQUER INVESTIGAÇÃO ACERCA DAS DENÚNCIAS LASTREADAS POR ESSES DOCUMENTOS? POR OUTRO LADO, ALGUM DESMENTIDO DA PARTE DOS ACUSADOS? E POR QUAL MOTIVO NÃO VEMOS ESSE TIPO DE DOCUMENTAÇÃO SENDO EXPOSTA NO CASO DAS DENÚNCIAS CONTRA JOSÉ DIRCEU? AFINAL, POR QUE ESTÁ PRESO?

Denúncia contra Cunha pode ligar Lava Jato à privataria tucana | Brasil de Fato

Pimentel questiona Janot sobre doações a Aécio e mensalão tucano | Brasil 24/7

DÁ PRA CONFIAR NESSAS INVESTIGAÇÕES?

Pimentel questiona Janot sobre doações a Aécio e mensalão tucano | Brasil 24/7

Tucano recebeu meio milhão de reais, não declarou ao TSE e disse que doação foi “legal” | BR29 notí­cias

No caso dos petistas basta tão somente uma ligação telefônica, uma viagem no mesmo avião, uma reunião qualquer com a presença de um suspeito de esquemas de corrupção para ser enquadrado na investigação como responsável pelo esquema. Os tucanos do PSDB podem até dormir com, privar de estreita amizade, associar-se a negócios com o acusado, mas serão sempre inocentes.



Tucano recebeu meio milhão de reais, não declarou ao TSE e disse que doação foi “legal” | BR29 notí­cias

Quem é quem na lista tucana de Furnas | Conversa Afiada

Por que os órgãos estatais responsáveis pela condução de investigações de casos de corrupção não agem com transparência expondo as provas documentais dos ilícitos cometidos pelos investigados?



Quem é quem na lista tucana de Furnas | Conversa Afiada

Por lobby religioso, São Paulo aprova plano de educação mais conservador | Brasil | EL PAÍS Brasil

Por pressão religiosa, os vereadores de São Paulo aprovaram nesta terça-feira um Plano de Educação ainda mais conservador do que o que estava sendo discutido na Casa e já recebia críticas por grande parte dos educadores. Não apenas se retirou a palavra “gênero” de todo o texto, como católicos e evangélicos pediam desde o final do semestre passado, como também foi excluída a menção ao Plano Nacional de Direitos Humanos, de 2010, que fazia referência à palavra, e à Lei Orgânica do Município, que falava sobre "estereótipos sexuais".
“Gênero” tem enfrentado resistência na discussão dos planos de educação de diversos Estados e municípios. O argumento dos religiosos é que a inclusão da palavra é uma questão “ideológica” —a chamada “ideologia de gênero”, que pressupõe que cada indivíduo tem o direito de escolher o próprio gênero, sem ser definido, necessariamente, pelo sexo biológico, afirmam. Com esse argumento, já conseguiram retirar a palavra do Plano Nacional de Educação, no ano passado. Também conseguiram que ela fosse retirada do Plano Municipal de Educação de São Paulo, em uma discussão na Comissão de Finanças, no final do semestre passado. E conseguiram que esse texto, com as alterações, fosse aprovado na Câmara Municipal no último dia 11, em primeira votação.
Entre as alterações, estava a mudança no item 3.13, um dos que ainda enfrentava grande polêmica. Ele previa implementar as ações educacionais previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos e no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos. O plano, aprovado em 2010, traz uma ampla série de menções à palavra “gênero”. Entre elas, a meta de “aperfeiçoar o programa de saúde para adolescentes, especificamente quanto à saúde de gênero, à educação sexual e reprodutiva e à saúde mental”.Nesta terça, quando ocorreu a votação final, o plano sofreu novas baixas. Para conseguir garantir que ele fosse votado, a base governista e o PT se articularam com vereadores de outras legendas para apresentar um texto substitutivo ao projeto aprovado no dia 11.
Outra mudança feita no substitutivo foi na meta 1, que previa ampliar o investimento público em educação para atender ao disposto no artigo 203 da Lei Orgânica do Município de São Paulo. A lei prevê, entre outras coisas, que é dever do município a educação “igualitária, desenvolvendo o espírito crítico em relação a estereótipos sexuais”.
No substitutivo, a referência ao plano de direitos humanos foi substituída pela menção ao Plano Nacional de Educação, o mesmo que no ano passado já havia perdido a palavra “gênero”. Com isso, a citação indireta à palavra desapareceu. A menção à lei orgânica também foi completamente retirada.

O que mudou

META 1
Como era:  Ampliar o investimento público em educação incorporando por acréscimo, quando da regulamentação federal, os recursos provenientes da previsão do financiamento da Educação determinado na Meta 20 do Plano Nacional de Educação, objetivando o atendimento ao disposto no artigo 203 da Lei Orgânica do Município de São Paulo.
Como ficou: Ampliar o investimento público em educação, aplicando no mínimo 33% (trinta e três por cento) da receita resultante de impostos em manutenção e desenvolvimento do ensino e em educação inclusiva.
O que mudou: Retirou a referência ao artigo 203 da Lei Orgânica do Município de São Paulo, que diz o seguinte: "É dever do Município garantir a educação igualitária, desenvolvendo o espírito crítico em relação a estereótipos sexuais, raciais e sociais das aulas, cursos, livros didáticos, manuais escolares e literatura"
META 3.13
Como era: Implementar a Educação em Direitos Humanos na Educação Básica e as ações educacionais previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3 e no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, observando as diretrizes curriculares nacionais.
Como ficou:  Implementar a Educação em Direitos Humanos na Educação Básica, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação e preconceito, em consonância com o inciso III do art. 2º do Plano Nacional de Educação, aprovado na forma da Lei Federal nº 13.005, de 25 de junho de 2014
O que mudou: Retirou a menção ao Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3 e no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, que traziam a palavra gênero e colocou a referência ao Plano Nacional de Educação, que não traz a palavra

Protestos

A polarização sobre o tema marcou a discussão do plano até o final. Na galeria do plenário, grupos favoráveis à inclusão do gênero gritavam: “Se Jesus estivesse aqui, estava do lado das travestis”. E ouviam como resposta dos religiosos: “Respeito, sim! Gênero, não!”.
Do lado de fora, desde as 11h dois carros de som disputavam a atenção, separados por um cordão e vigiados pela Guarda Civil Metropolitana. Um, formado por militantes da Marcha das Mulheres, da Frente Nacional contra a Redução da Idade Penal e da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), gritava palavras em prol da educação inclusiva. Outro, formado por diversos fiéis, especialmente de igrejas católicas, pedia respeito à família, e trazia performances de padres e freiras franciscanos que formavam uma banda.
Apesar de já aprovado em primeira votação, o plano ainda poderia sofrer alterações na segunda votação, ocorrida nesta terça-feira. Militantes pró-gênero tinham esperança de que mesmo com a aprovação desse substitutivo, emendas a ele, apresentadas pela vereadora Juliana Cardoso (PT) que traziam a palavra de volta fossem aprovadas, mas a pressão da igreja foi maior e mesmo isso foi rejeitado.
Ao menos quatro religiosos haviam se manifestado contra a “ideologia de gênero” publicamente neste ano. "Os que adotam o termo gênero não estão querendo combater a discriminação, mas sim desconstruir a família (...) e, deste modo, fomentam um estilo de vida que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade ", afirmou Dom Fernando Arêas Rifan, bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (Rio de Janeiro), em uma nota publicadapela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). “O cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, divulgou uma nota, em que disse que "as consequências de tal distorção antropológica na educação poderão ser graves". "Os legisladores [devem evitar] a ingerência do Estado no direito e dever dos pais e das famílias de escolherem o tipo de educação dos filhos", completou.
Na tarde desta terça, vereadores reclamaram que a discussão sobre gênero ofuscou outros pontos importantes do novo plano de educação.
O novo substitutivo, aprovado na votação, aumentou a verba destinada para a educação no município para 33%, cerca de 700 milhões de reais a mais do que o Orçamento atual, e determinou que o número máximo de alunos por sala no ensino infantil é de 25.
Por lobby religioso, São Paulo aprova plano de educação mais conservador | Brasil | EL PAÍS Brasil

Curso à distância “Introdução Crítica à Justiça de Transição na América Latina” | Direito e Educação

Curso à distância “Introdução Crítica à Justiça de Transição na América Latina” | Direito e Educação

Falta algo no conteúdo ético das dez medidas anticorrupção - Carta Maior

Falta algo no conteúdo ético das dez medidas anticorrupção - Carta Maior

A CRÔNICA MORDAZ DE ALEXANDRE PÉRIGO




Mais um verbete do "Dicionário Apocapolítico da Lingua Portuguesa"
marxismo
marx.ismo
sm (marx+ismo) 1 Relativo ou referente a Marx . 2 Ideologia satânica, mãe do comunismo (ver “comunismo”), criada pelo Cramulhão quando, no século XIX, discretamente encarnou em um senhor alemão barbudo propositadamente parecido com o inofensivo Papai Noel para desta forma não despertar suspeitas.
O marxismo apresenta-se como opção diabólica ao capitalismo de bem e consta na segunda posição do ranking dos maiores assassinos do Multiverso, com mais de 8.982.099.928.002.019.191 de mortes (e contando), posicionando-se assim à frente de assassinos famosos como o nazismo (ver “nazismo”) e a PM paulista (ver “PM”), perdendo apenas para os suicídios ocorridos entre os apreciadores do funk carioca.
O marxismo estabelece um modo de produção igualitário-totalitarista-ultra-estadista-malvadão, baseado em ações como a extinção da mais valia, a ditadura do proletariado peludo, a tomada dos aeroportos por pessoas humildes e sem berço, os rolézinhos de trombadinhas em shoppings centers dos bairros nobres das grandes metrópoles, a desapropriação de smartphones, carros de luxo e relógios de marca dos cidadãos civilizados e a invasão das casas de veraneio por exércitos de mendigos.
Seus símbolos principais são a foice e o martelo, que representam os desocupados comedores de criancinhas do MST e suas armas, usadas para atrapalhar a ordem e para agredir pessoas de bem pagadoras de impostos.
No mundo tem sido implementado em conjunto com seitas ateístas através do chamado marxismo cultural (ver “marxismo cultural”) que com cartilhas comunistas-gayzistas invade escolas públicas a disseminar princípios ateístas-subversivos de distribuição de renda e desintegração das famílias tradicionais.
Atualmente é encontrado em países como Bolívia, Brazil, Argentina, Iugoslávia, Venezuela, Cuba, China, Coreia do Norte, Irã, EUA, Polônia e União Soviética.
Seus principais líderes são Obama Bin Laden, Che “The Red Assassin” Guevara, Evo “Moro” Morales, (Julio Cesar) Chaves, Kim Jong “Psy” Il, Luiz Inacio “Demônio” da Silva e Fidel "Charutón" Castro.
O marxismo tem sido combatido secularmente por "cheerleaders" dançarinas de axé-fora-Dilma com camisetas de Ludwig von Mises e por patrióticos homens de bem através do cristianismo, de panelas e outros utensílios de cozinha, do capitalismo humanista, dos livros de grandes pensadores como Rodrigo Constantino, dos horóscopos de Olavo de Carvalho e das caminhadas organizadas por Kim Kataguiri - que recentemente prometeu abolir o marxismo cultural da Via Láctea assim que concluir o ensino médio.
                                                                                                             Alexandre de Oliveira Périgo

FPA Informa - Internacional 20 | Fundação Perseu Abramo

FPA Informa - Internacional 20 | Fundação Perseu Abramo

JC Debate sobre plano B | 26/08/2015 - JC Debate - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura

NA PRIMEIRA RESPOSTA, A MOSCA DO "APESAR DA CRISE" CAI NA SOPA

 JC Debate sobre plano B | 26/08/2015 - JC Debate - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura