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terça-feira, 14 de julho de 2015

Cantalice defende 'profunda unidade' do PT | Brasil 24/7

BEM DITO. QUE SEJA BEM FEITO



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Hélio Doyle: Dilma está cercada por hipócritas | Brasil 24/7

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Varoufakis abre o livro: “Você até tem razão, mas vamos esmagar-vos à mesma” | Esquerda

NUNCA É SIMPLES



Varoufakis abre o livro: “Você até tem razão, mas vamos esmagar-vos à mesma”

Na primeira entrevista após deixar o Ministério das Finanças, Varoufakis revela que defendeu a emissão de moeda alternativa como resposta à asfixia dos bancos, fala da “completa falta de escrúpulos democráticos por parte dos supostos defensores da democracia na Europa” e acusa os governos de Portugal e Espanha se serem “os mais enérgicos inimigos do nosso governo”. #ThisIsACoup
Varoufakis sobre o Eurogrupo: “Aquilo é como uma orquestra bem afinada e Schäuble é o maestro. Tudo segue a sua pauta”
“Desde o início, esses países [os mais endividados] deixaram bem claro que eram os mais enérgicos inimigos do nosso governo(…). E claro que a razão era que o seu maior pesadelo era o nosso sucesso: se conseguíssemos um acordo melhor para a Grécia, isso iria obliterá-los politicamente, teriam de responder aos seus povos porque não tinham negociado como nós fizemos”, responde Varoufakis na entrevista à New Statesman.
O ambiente no Eurogrupo é um dos temas mais tratados na entrevista e é definido assim pelo antigo ministro das Finanças grego: “Aquilo é como uma orquestra bem afinada e Schäuble é o maestro. Tudo segue a sua pauta”. Para Varoufakis, apenas o ministro francês sai do tom, mas de forma “muito subtil”, parecendo que não se está a opor ao homólogo alemão. Mas no fim, quando o Dr. Schäuble responde a definir a linha oficial, o ministro das Finanças francês acaba sempre por aceitar”, explica.
Varoufakis explica também o episódio da sua “expulsão” da reunião do Eurogrupo em junho. Quando chamou a atenção de Dijsselbloem que as declarações do Eurogrupo têm de ser aprovadas por unanimidade e que ele não pode convocar uma reunião excluindo um dos membros, “ele disse: Tenho a certeza de que posso. Então pedi um parecer legal. Isso criou alguma confusão. A reunião parou cinco ou dez minutos, os funcionários falavam uns com os outros ao telefone e acabou por chegar um responsável dos assuntos legais ao pé de mim a dizer-me isto: Bom, o Eurogrupo não tem existência legal, não há nenhum tratado que tenha previsto este grupo”.

Eurogrupo toma decisões quase de vida ou morte e nenhum membro tem de prestar contas a ninguém”

“Afinal o que temos é um grupo inexistente que tem o maior poder para determinar as vidas dos europeus. Não presta contas a ninguém, dado que não existe na lei; não há minutas das reuniões; e é confidencial. Por isso nenhum cidadão sabe o que lá é dito… São decisões quase de vida ou morte e nenhum membro tem de prestar contas a ninguém”, prossegue Varoufakis.
Quando falava nas reuniões, com argumentos económicos preparados, “as pessoas ficavam a olhar para mim, como se não tivesse falado (…) Bem podia estar ali a cantar o hino da Suécia que ia receber a mesma resposta (…) Nem sequer havia mal-estar, era como se ninguém tivesse dito nada”, revela Varoufakis.
O que mais impressionou Varoufakis nas reuniões a que assistiu foi a “completa ausência de qualquer escrúpulo democrático por parte dos supostos defensores da democracia”. O ex-ministro dá um exemplo: “Ter várias figuras muito poderosas a olharem-me nos olhos e dizerem ‘Você até tem razão no que está a dizer, mas vamos esmagar-vos à mesma’”.

Proposta de emitir moeda paralela, tomar posse do banco central e cortar dívida ao BCE foi a derrota que o levou a sair do governo

Varoufakis fala também pela primeira vez da derrota política que o levou a sair do governo. Segundo a versão do ex-ministro, propôs ao governo um plano com três ações caso o BCE obrigasse ao encerramento dos bancos: a emissão (ou o anúncio) de uma moeda paralela (uma promessa de dívida conhecida como IOU), o corte na dívida detida pelo BCE desde 2012 e tomar o controlo do Banco da Grécia. “Perdi por seis contra dois”, diz Varoufakis, que voltou a insistir no plano na noite da vitória do OXI.
Mas o governo tinha outros planos, segundo Varoufakis, que levaria a “mais concessões ao outro lado: a reunião dos líderes partidários, com o nosso primeiro-ministro a aceitar a premissa de que o que quer que aconteça, o que quer que o outro lado faça, nunca vamos responder de forma desafiante. E basicamente isso significa desistir… deixa-se de negociar”.
Artigo publicado em InfoGrécia.

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O regime de partilha no pré-sal é o passaporte do Brasil para o futuro | Brasil 24/7

É elogiável a posição do ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, de defender a não aprovação, pelo Senado, do projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que retira a obrigatoriedade de a Petrobras participar do modelo de exploração dos campos de petróleo do pré-sal. Trata-se de um recurso estratégico para o desenvolvimento e o futuro do Brasil e não pode ser queimado à toa, entregue para as petroleiras estrangeiras como se o Brasil fosse meramente uma colônia destinada a fornecer matérias primas para a metrópole.
O Brasil mudou, não podemos mais nos submeter aos interesses externos como um mero apêndice da máquina de produção mundial, sem olhar para o nosso povo a partir da lógica dos interesses nacionais e de nossa soberania.
Como lembrou o ministro, na Comissão de Educação do Senado, o petróleo é um recurso finito, que demorou bilhões de anos para ser feito pela natureza, não deve ser queimado à toa. Portanto, deve ser canalizado para a educação, bem como para a saúde, o que é garantido pelo sistema de partilha. O projeto de Serra é um retrocesso, pois retira a obrigatoriedade de que a Petrobras seja a única operadora e tenha participação mínima de 30% na exploração dos campos do pré-sal.
MULTINACIONAIS - O tucano quer impulsionar a exploração do pré-sal beneficiando empresas estrangeiras de petróleo, como o PSDB fez em 1997, ao quebrar o monopólio da Petrobrás. Foi quando abriram-se às petroleiras multinacionais nossas jazidas, por um sistema de concessão que só as beneficiava. Ora, o pré-sal tem jazidas comprovadas, não há mais risco de se furar um poço e não encontrar petróleo. Instituir a concessão para a área é um negócio de pai para filho. Mas o povo brasileiro é que perderia, pois mudar o regime de partilha para o de concessão retiraria recursos da educação, do Fundo Social e da saúde, áreas para as quais vão a maior parte dos royalties da exploração desses novos campos.
Estima-se que, com a mudança, apenas do campo de Libras - o primeiro a ser explorado sob as regras do regime de partilha - deixariam de ser arrecadados R$ 100 bilhões para o Fundo Social e R$ 50 bilhões para educação e saúde. Como lembrou Janine Ribeiro, seria temerário mudar as regras agora, ainda mais considerando que haveria subtração de recursos da educação. É preciso observar que foi o próprio Congresso que aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê investimentos de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação. Ao Congresso, portanto, cabe a responsabilidade de pavimentar as condições para que o PNE se torne realidade. O projeto de Serra solapa o PNE.
Afora a questão dos recursos da educação, há outros pontos. Um dos problemas é a redução do conteúdo nacional, uma das principais avanços conseguidos com os governos Lula e Dilma. Nós deixamos de produzir empregos no exterior, ao valorizarmos nossas indústrias e nossos trabalhadores. Era assim que funcionava até 2002, com o PSDB, que privilegiava importações na área de petróleo,gerando empregos fora do Brasil. Empresas estrangeiras, naturalmente, querem descumprir as regras de conteúdo nacional, com pedidos de waiver, para que possam importar equipamentos de seus países de origem. Perdem, portanto, os trabalhadores brasileiros. Outra consequência é o aumento da exportação de petróleo bruto, pois operadoras estrangeiras não têm compromisso com o parque nacional de refino, preferindo suas unidades de refino no exterior.
Já que a oposição fala tanto dos Estados Unidos, como se fosse representante dos interesses norte-americanos no Brasil, é preciso lembrar que naquele país a exportação de petróleo bruto é proibida, para estimular a industrialização do país.
As jazidas do pré-sal têm valor calculado entre US$ 8,3 trilhões e US$ 20 trilhões. É uma riqueza que pertence a todo o povo brasileiro, se gerida sob o regime de partilha. Garantirá, nas próximas décadas, pelo menos R$ 1,3 trilhão para as áreas de educação e saúde, graças à nova legislação sancionada pela presidenta Dilma em 2013. Esses recursos irão para todas as prefeituras do País, vão impulsionar nosso desenvolvimento econômico e social, garantir nosso futuro.
CAPACIDADE TECNOLÓGICA - A Petrobrás não pode ser atacada com base em denúncias que estão sendo apuradas, para que os responsáveis por desvios de recursos sejam punidos, conforme determina a lei. A empresa vem implementando um novo sistema de governança, dá a volta por cima e não pode ser colocada em dúvida sua alta capacidade tecnológica. Com os investimentos já realizados e os que estão em curso, a Petrobras estará produzindo 5,2 milhões de barris em 2020, o que tornará o Brasil autossuficiente e um dos maiores exportadores mundiais de petróleo.
O pré-sal, sob o regime de partilha, é o passaporte para o Brasil resolver suas históricas mazelas sociais. É uma oportunidade única que temos de impulsionar nosso desenvolvimento econômico e social e garantirmos ao Brasil um lugar especial no concerto das nações. Para evitar que interesses privados se imponham aos interesses da maioria da população brasileira, a Petrobras deve liderar a produção do pré- sal na condição de operadora única. A estatal é uma empresa símbolo da nacionalidade e de nossa capacidade de realização. Impedir a mudança do regime de partilha é obrigação de todos os brasileiros atentos aos interesses nacionais e do povo brasileiro.
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Operador do PSDB é contratado para dar parecer contra Lava Jato | GGN

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PSDB já não esconde defesa do golpe | Brasil de Fato

PSDB já não esconde defesa do golpe


Só resta aos setores verdadeiramente democráticos deixarem de lado eventuais divergências e se unirem na defesa da legalidade.
11/07/2015


Por Mário Augusto Jakobskind*

Em um regime democrático, faz parte do jogo político a existência da oposição. Mas, neste momento no Brasil, a oposição, capitaneada pelo PSDB, não segue esse preceito. Isso ficou claro nos discursos da convenção que reelegeu o senador Aécio Neves Cunha como presidente do partido.
Os diversos oradores, entre os quais o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o próprio Aécio Neves Cunha, pregaram o golpe abertamente.
O primeiro ao afirmar que o PSDB está pronto para assumir o governo, enquanto o candidato derrotado na última eleição presidencial comentava que a presidenta Dilma dificilmente completará o mandato de quatro anos para o qual foi eleita.
Ficou evidente que os dois discursos se complementavam. Aécio Neves Cunha, pregando o fim do governo, e FHC enfatizando que o PSDB está pronto e preparado para assumir o governo.
Aécio é Cunha
Vale assinalar que o presidente reeleito do PSDB omite deliberadamente o seu verdadeiro sobrenome, Cunha, que remete ao pai, Aécio Cunha. Ele foi deputado da Arena, o partido apoiador dos governos ditatoriais. Foi um dos defensores da derrubada do presidente João Goulart em abril de 1964, o que levou o Brasil a atravessar uma longa noite escura.
Coincidência ou não, no mesmo domingo da realização da convenção tucana, dois colunistas de O Globo, Élio Gaspari e Merval Pereira, pregavam também o fim do mandato da presidenta.
Gaspari, repetindo a fala de Aécio Neves Cunha na convenção do PSDB, questionava várias vezes se Dilma Rousseff completaria o mandato.  
Já Pereira procurava convencer seus leitores que ela não vai resistir por muito tempo, pois, para o colunista, o governo chegou ao fim.
As demais mídias hegemônicas repetem diariamente agressões verbais contra o governo, inclusive multiplicando o grau da crise que assola o país e diversos outros em várias partes do mundo capitalista. 
Defesa da legalidade
É mais do que provável que o PSDB e outros partidos de direita vão tentar intensificar a pregação golpista com o apoio da mídia conservadora.
Diante desse quadro, só resta aos setores verdadeiramente democráticos deixarem de lado eventuais divergências, secundárias nesta hora, e se unirem na defesa incondicional da legalidade. Uma unidade necessária para evitar o retrocesso que representaria mais uma vez a quebra da ordem constitucional. 

*Mário Augusto Jakobskind é jornalista e integra o conselho Editorial do Brasil de Fato RJ

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PSDB já não esconde defesa do golpe | Brasil de Fato

Mapa interativo online mostra evolução de desmatamento no mundo - BBC Brasil

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sábado, 11 de julho de 2015

VALEPENSAR: exclusivo: DILMA APONTA O DEDO AOS GOLPISTAS. NÓS O FIZEMOS ANTES.

Concordando com o blogueiro em quase tudo no que tange ao resgate do processo que permitiu a consolidação do discurso de direita vigente. Mas se é verdade ter sido tardia a reação do governo isso não deve significar que o quadro esteja definido e não existe margem para reagir se ao golpismo e ao fascismo.





exclusivo: DILMA APONTA O DEDO AOSGOLPISTAS. NÓS O FIZEMOS ANTES.

DISCORDANDO DO BEPE DAMASCO: DILMA REAGIU TARDE
Antonio Barbosa Filho (*)

O Blog do Miro publicou excelente texto do blogueiro Bepe Damasco, do qual ousarei discordar, ou melhor, ao qual oporei alguns reparos que julgo pertinentes. Discordo de uma de suas premissas: “Bastou a presidenta Dilma enfrentar pela primeira vez os golpistas na entrevista à Folha de S. Paulo, para a atmosfera golpista ficar um pouco menos carregada”.
Penso, ao contrário, que a presidenta só resolveu apontar o dedo para os inimigos do seu governo e, pela maneira de agirem contra o processo democrático, muito depois que membros do PT, do PC do B, intelectuais e internautas já estavam no campo de batalha. Louvo que ela tenha começado a falar a respeito, mas lamento dizer que deveria tê-lo feito muito antes. Na verdade, esta dívida com o Brasil o PT tem desde o governo Lula, igualmente condescendente com os discursos golpistas e de ódio. Os resultados que vemos hoje, com grupelhos e indivíduos querendo agredir petistas e democratas nas ruas ou ameaçando-os de morte pelas redes sociais, devem-se à inação e ao silêncio covarde dos dois governos e do PT na questão da regulação  da mídia.
A inoculação do veneno do ódio é processo lento, que poderia ter sido inibido desde o início. Vejo suas origens bem lá atrás no tempo, mas poderíamos citar a gritaria histérica de um Datena e seus imitadores, relativizando a violência, criminalizando os pobres, aterrorizando a população e estimulando a violência policial. São anos e anos desta pregação do terror, que só resultou em mais e mais violência, de ambos os lados: marginais e policiais. Enriqueceram-se os que promovem este festival na TV, e os que realmente controlam o crime organizado, o tráfico, a corrupção policial, o Judiciário tendencioso.
Nas pessoas que receberam este tratamento midiático, especialmente os mais jovens, a violência incorporou-se ao mundo como algo natural, e que violentos são os “outros”, os “diferentes” (cada um escolha os seus: brancos, negros, homossexuais, ateus, petistas, etc). Sheherazade é alunas de Datena, e acha o linchamento aldo “compreensível”. De fato, é.
Defendo todo o direito do Datena dizer as besteiras que quiser, mas acho que um governo progressista deveria, ao menos, oferecer um contraponto. Nunca houve. Experiências bem sucedidas de redução da criminalidade pela prevenção, e pela  inteligência policial, jamais aparecem na TV, e os governos responsáveis não têm meios de divulgá-las.
Isso é, digamos,  o caldo de cultura. Aí aparecem os radicais de direita, os ministros pop-stars do tipo Joaquim Barbosa ou Sérgio Moro, pastores das teologias estelionatárias da “prosperidade”, setores da Polícia Federal, do Ministério Público e, óbvio, a mídia cartelizada e anti-nacional de sempre, para completarem o serviço: “bandido merece apanhar e morrer” + “o PT só tem bandidos, é uma ‘organização criminosa ”como repete a rádio Jovem Pan a cada 15 minutos). Logo, eliminar o PT, como ensina Olavo de Carvalho à sua seita de fanáticos, é uma necessidade social, uma limpeza igual a que Hitler qualificou a extinção dos judeus, ou a Ku-Klux-Klan, aos negros.Olavo diz que esquerdista é sub-humano – e penso em como se esmaga uma barata.
As falas da presidenta Dilma são essenciais, mas não bastam se não forem seguidas do cumprimento rigoroso das leis que defendem a sociedade e a Democracia. Ou seja; identificar, processar e denunciar publicamente os autores de atos terroristas, das calúnias nas redes ao xingamento da presidenta num hotel de Nova Iorque, dos que ameaçaram Jô Soares, Fernando Morais, Eduardo Guimarães, aos que dizem que o filho de Lula é o homem mais rico do Brasil.
A ABIN deve ter (se não tiver é muito incompetente, no que não creio)  a “ficha” dos que pregam o ódio e a violência. A Polícia Federal não precisa de ordem do ministro ( que diz não querer controlá-la, abdicando  da hierarquia que a lei estabelece) para prender em flagrante quem premedita ou prega em qualquer espaço um magnicídio ou o assassinato de qualquer cidadão brasileiro.
Antes da presidenta falar sobre o assunto, o ex-ministro Guido Mantega já tomara a necessária attitude de processar um elemento (mais um confessadamente da seita de Olavo de Carvalho, um olavete) pelos insultos que recebeu num restaurante. O ex-presidente Lula também interpela na Justiça um deputado que o chamou de ladrão.
Se houverem dezenas de processos como esses, ou seja, um para cada acusação ou ameaça, talvez retornemos ao curso normal do Sistema Democrático, no qual todos temos direitos, mas também limites e responsabilidades.
Bepe conclui seu texto com uma frase que eu assinaria: “Se quiserem derrotar os golpistas, governo e Dilma serão forçados a subir o tom, dando nomes aos bois e denunciando para a população os atores envolvidos na conspiração pelo rompimento da ordem constitucional do país. Não há outra saída”.

(*) Antonio Barbosa Filho é jornalista, de Taubaté-SP e Delft-Holanda, e acaba de lançar seu quarto livro, “O Brasil na ‘era dos imbecis’- o discurso de ódio da Direita”, pelo Clube de Autores.


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‘Se for preciso, Lula volta’, diz Lurian, filha do ex-presidente da República - Brasil - O Dia

Grande parte do esforço estratégico do comando maior do partido anti petista, algo mais amplo do que somente o PSDB, foi feito no sentido de quebrar as alianças do PT. Em certa altura a mídia os hostilizava tanto quanto ao PT. Foi nesse contexto as campanhas contra Sarney, Renan, Cabral e Cid Gomes. Depois procuraram cooptar Eduardo Cunha, depois da estrondosa vitória do PSB nas eleições de 2010. Lograram o primeiro grande sucesso nessa estratégia,  quando da evasão do PSB do meio desse arco de alianças.  Gerou forte desequilíbrio, deixando o PMDB em posição de compartilhar, e apos 2014, monopolizar a hegemonia da base parlamentar de apoio ao governo. E agora disputa com os tucanos a hegemonia da oposição. Um erro fatal cometido pelo PT, quando muitas vezes, privilegiou os aliados em detrimento das próprias lideranças locais. De tal modo que aqueles cresciam, enquanto a imagem do partido dos trabalhadores se esmaecia, ao ponto de se ver diminuída a representação parlamentar na esfera federal.

Eduardo Cunha, a continuar no ritmo em que andam as coisas, tende a fortalecer sua imagem junto à opinião pública, manipulando teses populistas de direita, conseguindo impô-las a agenda política nacional na forma de reformas retroativas.  Tudo aponta para sua candidatura em 2018, isso se não pretender antecipar o processo, conforme sugestões.

O fato é que, para o bem ou para o mal, dificilmente o PT terá capital para forjar uma aliança com o partido de Cunha, a não ser se em posição subalterna. Ai meu irmão, pode enterrar.



‘Se for preciso, Lula volta’, diz Lurian, filha do ex-presidente da República - Brasil - O Dia

Wanderley Guilherme alerta para golpe iminente | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Wanderley Guilherme alerta para golpe iminente

11 de julho de 2015 | 11:31 Autor: Miguel do Rosário
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Em 1962, o jovem Wanderley Guilherme publicou um livro intitulado “Quem dará o golpe no Brasil?”, no qual traçava, quase em detalhes, como seria aplicado o golpe de Estado de 1964.
Há muitas semelhanças com os movimentos de hoje.
Assim como hoje, havia o sentimento justiceiro, udenista, contra a corrupção.
Assim como hoje, havia o apoio do governador de São Paulo.
Assim como hoje, havia o apoio ostensivo da mídia.
Assim como hoje, a decisão ficou à cargo do centro parlamentar conservador (antes PSD, agora PMDB), afinal convencido a golpes de marchas de rua e editoriais agressivos.
Passam-se trinta anos e o professor Wanderley Guilherme lança um segundo alerta de golpe.
Wanderley especula sobre uma evidência política: o golpe tucano-midiático apenas se concretizará se contar com o apoio do PMDB.
O próprio PSDB já entendeu isso. Diz o professor:
“(…) sem o PMDB o PSDB golpista não é nada. Por isso a tentativa de se aproximar dele está sendo o lance mais inteligente do golpismo tucano, à margem da histeria dos líderes de panelaços. Há um PMDB, ainda minoritário, que o aguarda de braços abertos, eis o potencial explosivo de curto prazo.”
A grande mídia também já entendeu, e a capa da Época, com a foto das três principais lideranças do PMDB, Temer, Renan e Cunha, prova que ela já começou a operação para desmontar o que podemos chamar de penúltima defesa do governo.
Digo penúltima porque ainda teríamos, em tese, uma última defesa: as ruas.
Mas com um governo que parece desprezar o seu próprio eleitorado, há dúvidas sobre o poder das ruas em sua defesa.
***
ALERTA
Por Wanderley Guilherme dos Santos, em seu blog.
Golpes parlamentares ou do judiciário são possíveis, sim. Nem sempre promovidos pelos que deles fazem propaganda. Em 64 foi preciso uma “vaca fardada” se mover sem saber direito aonde ia e os oportunistas lhe deram o sentido que desejavam: contra a Constituição e a ordem legal. A começar pela declaração do Senado de vacância da Presidência com o presidente João Goulart ainda em território nacional, senha de que o Partido Social Democrata, centro-conservador, aderira ao esbulho. O resto foi um jogo de dominó.
Hoje, como então, os ressentidos crônicos, sob a liderança do PSDB, não dispõem do apoio firme de organizações responsáveis nem de mobilização voluntária de grandes segmentos sociais. Mais importante de tudo: é patente que o PSDB deixou de ser uma sigla respeitável, adquirindo a reputação de aventureira ao se submeter ao radicalismo institucional do senador Aécio Neves em busca de hegemonia interna contra o governador de São Paulo, Geraldo Alkmin, e o senador José Serra. O descalabro verbal e o desequilíbrio de julgamento do senador reduz a confiança na capacidade tucana de manter a serenidade exigida no comando da República. O PSDB é impotente para violar as regras atuais da política.
Até bem pouco, o PMDB nada lucraria com manobras instalando o PSDB no poder, sobretudo se em decorrência de movimentos ideologicamente moralizantes, autorizado a arbitrariedades e vinganças. Do cálculo de custos e benefícios do PMDB serão ou não alimentadas a direção e a força das arremetidas tucanas. Partido singular, do qual todos os governantes dependem e de que todos buscam aparentar distância. Os puristas resistem a aceitar a dinâmica política brasileira em sua carne viva e agem como se não existissem alguns dos principais agentes desse processo. Poucos se dão conta do especial papel que o acaso institucional lhe reservou: sem o PMDB o PSDB golpista não é nada. Por isso a tentativa de se aproximar dele está sendo o lance mais inteligente do golpismo tucano, à margem da histeria dos líderes de panelaços. Há um PMDB, ainda minoritário, que o aguarda de braços abertos, eis o potencial explosivo de curto prazo.
Dizem que o mandato de Dilma Rousseff pode sucumbir por petardos do Tribunal de Contas, da Policia Federal ou do Tribunal Superior Eleitoral. Muito duvidoso, sem a adesão, outra vez, do PMDB. Mas a democracia brasileira não estará segura ainda que Dilma Rousseff supere as pesquisas altamente desfavoráveis do momento. Para mim, a esfinge é uma dúvida: o Supremo Tribunal Federal engolirá outra vitória petista em 2018?
Wanderley Guilherme alerta para golpe iminente | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”