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sábado, 10 de janeiro de 2015

ADVOGANDO A USURPAÇÃO DO DIREITO E DA JUSTIÇA





O ministro Joaquim Barbosa, relator da AP 470, e Antônio Fernando de Souza, ex-procurador-geral da República, faltaram com a verdade? Fotos: ABr

por Conceição Lemes

Na quarta-feira 14, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu continuidade ao julgamento da Ação Penal 470 (AP 470), o chamado mensalão.

Na segunda passada, o Viomundo encaminhou, via assessoria de imprensa, quatro perguntas ao ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF e relator da AP 470. Todas sobre o misterioso inquérito 2474, mantido em segredo absoluto de justiça há seis anos e cinco meses:

1. O inquérito 2474 foi aberto em março de 2007 e desde então está em segredo de Justiça. Por quê?

2. Há dias, saiu na imprensa, que o senhor teria dito que nenhum inquérito ficaria em segredo de justiça no STF. Por que mesmo assim o 2474 continua em segredo de justiça?

3. Um dos condenados [na verdade, são dois] na AP 470 solicitou acesso ao inquérito 2474, o ministro negou, alegando que não tinha nada a ver com o mensalão. Só que o laudo 2828/2006, do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (PF), foi para o inquérito 2474 e não para o 2245, que deu origem à AP 470. Isso não é indício de que o inquérito 2474 tem a ver também com o chamado mensalão?

4. Por que o 2828/2006 foi parar depois na AP 470 sem ter passado pelo inquérito 2245?

No dia 7, a solicitação foi reiterada. No dia 9, fiz várias ligações para a chefe da assessoria de imprensa, que estava “em reunião”, depois “em curso”. Nessa segunda-feira 12, voltei a insistir. Até hohttp://www.viomundo.com.br/denuncias/joaquim-barbosa-e-antonio-fernando-de-souza-faltaram-com-a-verdade.htmlje, 15 de agosto, nem ministro nem a assessoria de imprensa deram qualquer resposta ao Viomundo.

COMO NASCEU O INQUÉRITO 2474, O “GAVETÃO” PARALELO DO 2245

O inquérito 2474 existe. Basta consultar o site do STF  e, na coluna Jurisprudência, buscar Inq2474.

Mas muito pouco se sabe sobre ele (aqui e aqui). O ministro Joaquim Barbosa, seu relator até julho de 2013, decretou segredo de justiça tão logo o criou, em março de 2007.  O ministro Luiz Roberto Barroso assumiu a sua relatoria em 1º de agosto.



Consequentemente, há várias especulações sobre o que motivou realmente Barbosa a manter o inquérito 2474 em sigilo:

* Conteria documentos que mostrariam que a DNA propaganda, de Marcos Valério, teria pago à empresa Tom Brasil, com recursos da Visanet,  R$ 2,5 milhões. Em 2010, a Tom Brasil contratou Felipe Barbosa, filho de Joaquim Barbosa, para assessor de imprensa da casa de shows Vivo, no Rio de Janeiro, revelaram a Rede Brasil Atual  e  O Cafezinho, de Miguel do Rosário. Mais recentemente Felipe foi contratadopara trabalhar no programa de Luciano Huck, na Globo.

* Lá também estaria o documento que demonstraria que o Banco Rural, cujos ex-diretores foram condenados por fazer empréstimos ao Partido dos Trabalhadores (PT), teria feito empréstimo semelhante à Globo.

* Abrigaria o laudo 2828/2006 da Polícia Federal que contradiz a denúncia apresentada ao STF pelo então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, e aceita por Barbosa, contra alguns dos 40 denunciados no mensalão.

* Novas provas produzidas pela PF e anexadas ao inquérito 2474 refutariam a denúncia contra os “40 mensaleiros” sobre fatos que constariam da AP 470.

* O banqueiro Daniel Dantas, do Oportunity, seria um dos investigados  no inquérito 2474.

Não é à toa que o 2474 ganhou o apelido de “gavetão”. Mais precisamente o “gavetão” paralelo do inquérito 2245, que deu origem à Ação Penal 470.

Explico:

* Em julho de 2005, o Congresso instalou a CPI dos Correios, para apurar denúncias de recebimento de propina por funcionário dos Correios, ligado ao então deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ). A partir da entrevista- denúncia de Roberto Jefferson à Folha de S. Paulo, em 6 de junho de 2005, a CPI dos Correios acabou desembocando no mensalão.

* Já nessa época a Polícia Federal começou a investigar o caso.

*Ainda em julho de 2005, o STF abriu o inquérito 2245, o do mensalão. O ministro Joaquim Barbosa foi  sorteado como relator.

* A CPI dos Correios teve dois relatórios. O preliminar, divulgado em 20 de março de 2006, que indicou o indiciamento de 126 pessoas. O final, publicado em 6 de abril de 2006.

Estranhamente o procurador-geral não esperou que ficassem prontos o relatório final da CPI, assim como investigações da  Polícia Federal que estavam em andamento e eram mais amplas, pois envolviam muitas outras pessoas e empresas.

Em 30 de março, ele concluiu que 40 indiciados eram culpados – número provavelmente escolhido para associar o “mensalão” à  fábula de Ali Babá — , e denunciou-os ao STF.

* Em 9 outubro de 2006, Antônio Fernando pede a  Barbosa que “o procedimento [material de investigação da PF] que contém atos probatórios posteriores à denúncia [feita por ele em 30 de março de 2006 ao STF] seja autuado em separado e receba nova numeração”.

Antônio Fernando alega que colocar no mesmo inquérito, o 2245, documentos que embasaram a denúncia e aqueles resultantes da investigação que prosseguia, “a par de gerar confusão, pode motivar eventual questionamento quanto à validade dos atos investigatórios posteriores à denúncia”.



* No dia seguinte, 10 de outubro de 2006, Barbosa aceitou o pedido de Antônio Fernando.



Em português claro: o procurador pleiteou e o ministro-relator aceitou que as provas sobre o mensalão, produzidas após a denúncia ao STF, não deveriam ir para o inquérito 2245, mas para um novo.

Nascia aí o misterioso inquérito 2474. Em 6 de março de 2007, foi distribuído a Joaquim Barbosa, que passou a ser o seu relator e o inquérito até hoje permanece sob segredo de Justiça.

LAUDO DA PF REVELA QUE O GESTOR DO VISANET NÃO ERA PIZZOLATO

Até 31 de outubro de 2012, o inquérito 2474 era desconhecido até dos advogados dos acusados no mensalão.

Ele só veio a público em 31 de outubro de 2012, a partir de matéria dos repórteres Matheus Leitão e Flávio Ferreira, da Folha de S. Paulo, sobre o caso de Cláudio de Castro Vasconcelos, que foi gerente-executivo de Propaganda e Marketing do Banco do Brasil até 2005.

Cláudio, relembramos, é um dos quatro executivos do Banco do Brasil, que tiveram indicação de indiciamento solicitado pela CPI dos Correios.

O procurador-geral mandou o processo contra Cláudio para a primeira instância. O inquérito foi aberto em agosto de 2006, na 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília, por iniciativa de Antônio Fernando. O procurador que atua no caso, segredo de justiça, é José Robalinho Cavalcanti.

Outros dois executivos do Banco do Brasil indicados pela CPI para indiciamento foram: Fernando Barbosa de Oliveira, diretor de Varejo, que  fazia parte do Conselho de Administração da Visanet; e Douglas Macedo, gerente-executivo da Diretoria de Varejo, que também integrava o Conselho da Visanet.  Não se tem notícia de qualquer procedimento tomado pelo procurador-geral  a respeito de ambos.

O quarto executivo do BB que teve indiciamento pedido pela CPI é  Henrique Pizzolato, diretor de marketing de 17 de fevereiro de 2003 a julho de 2005.

O procurador-geral denunciou-o ao STF, que o condenou.

Detalhe 1: A Polícia Federal, como dissemos um pouco atrás, começou a investigar o mensalão em julho de 2005. Em dezembro, a PF deu início às diligências na Visanet, que se negava a fornecer informações. Diante disso, o procurador-geral da República, em 14 de junho de 2006, solicitou a Joaquim Barbosa um mandado de busca e apreensão na empresa. O ministro deferiu o mandado.

Entre outras  medidas, os peritos da PF realizaram uma avaliação das relações comerciais e procedimentos contábeis envolvendo a DNA, o Fundo de Incentivos Visanet e o Banco do Brasil. E, aí, responderam dez perguntas do ministro-relator.

O laudo, feito pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal e concluído em 20 de dezembro de 2006, recebeu o número 2828/2006. Ele tem 43 páginas e avalia de 2001 a 2005.

 Detalhe 2: Nas últimas páginas do laudo, os peritos responderam os dez quesitos de Joaquim Barbosa. O segundo era este:   A quem competia fazer o gerenciamento do Fundo de IncentivoVisanet, repassado à DNA?

Resposta dos peritos. De 1 de junho de 2001 a 19 de agosto de 2002, o gestor era Leandro José Machado. E de 19 de agosto de 2002 a 19 de abril de 2005, Léo Batista dos Santos, que era também funcionário da diretoria de Varejo do BB. Foi nomeado pelo diretor de Varejo do BB à época, Fernando Barbosa, para ser o gestor. Léo Batista sequer foi indiciado no relatório final da CPI dos Correios.



Ou seja, ao contrário do que diz a denúncia do procurador-geral da República ao MPF, Pizzolato, comprovadamente, nunca foi gestor do Fundo de Incentivo Visanet (Fundo de marketing).

Essa e outras provas colhidas após 30 de março de 2006, quando foi feita a denúncia ao STF, foram colocadas por Antônio Fernando e Joaquim Barbosa no inquérito paralelo, o 2474, revelou a jornalista Maria Inês Nassif, em reportagem publicada no GGN e em Carta Maior e que reproduzimos. “Pelo menos uma delas, o laudo de número 2828, do Instituto de Criminalística da Polícia Federal, teria o poder de inocentar Pizzolato”, observa Maria Inês.

– Se o laudo 2828 poderia absolver Pizzolato, o que aconteceu?

Na prática, Barbosa e Joaquim esconderam-no no secreto 2474, ao qual ninguém tinha acesso.

A cronologia dos fatos levanta indícios de que a operação-esconde pode ter sido proposital. Acompanhe:

* Em 20 de dezembro de 2006, como dissemos há pouco, a PF concluiu o laudo 2828/2006.

* Entre 22 e 28 de agosto de 2007, o STF julgou a aceitação da denúncia contra os 40 acusados.

* Em 9 de novembro de 2007, o acórdão foi publicado no  Diário Oficial da União.

* Em 12 de novembro de 2007, o inquérito 2245 foi convertido na Ação Penal 470.

* Em 14 de novembro 2007, curiosamente,  o laudo 2828/2006 foi juntado na AP 470, encaminhado por Antônio Fernando.

Ou seja:

1. O laudo 2828, que poderia provar a inocência de alguns réus, só apareceu dois dias após o acórdão do inquérito 2245 ter sido publicado e virado a Ação Penal 470. Aí, Inês era morta.

2.Se o laudo 2828 tivesse ido para o inquérito 2245, todos os advogados teriam acesso,  inclusive o de Pizzolato, para fazer a defesa com base em dados reais, e não em achismos. Na prática, acabou cerceando o direito de defesa de alguns condenados no julgamento da AP 470.

– Mas, afinal, onde esteve o laudo 2828 entre 20 de dezembro de 2006 e 12 de novembro de 2007?

No inquérito 2474, até hoje sob segredo de Justiça!!!

“Nós só descobrimos o paradeiro do laudo 2828 quando tivemos acesso ao processo de Cláudio Vasconcelos na 12ª Vara da Justiça Federal, em Brasília”, revela Marthius Sávio Lobato, advogado de Pizzolato. “Isso aconteceu apenas em 25 de abril de 2013!!!”

O delegado da Polícia Federal Eduardo de Melo Gama, que investigava Cláudio, solicitou ao procurador-geral da República o laudo sobre investigação do Fundo Visanet.

Em 10 de maio de 2007, Antônio Fernando requisitou-o a Joaquim Barbosa. Também pediu que o ministro encaminhasse uma cópia do laudo 2828 ao delegado da PF.



Em 15 de junho de 2007, o ministro deferiu as duas demandas.



Atente bem aos dois documentos acima. Eles dizem respeito ao sigiloso inquérito 2474 e demonstram que:

1. O mesmo laudo 2828/2006 foi usado tanto no processo de Cláudio Vasconcelos quanto na Ação Penal 470.

2. A solicitação do procurador-geral e a concordância do ministro-relator ocorreram antes da aceitação pelo STF da denúncia “dos 40 mensaleiros”, em agosto de 2007.

3.  Barbosa e Antônio Fernando já tinham conhecimento do laudo 2828/2006 antes de agosto de 2007.

4. O procurador-geral e o ministro-relator violaram o direito de ampla defesa dos réus relacionados com a Visanet.

Especificamente, no caso de Pizzolato, o laudo 2828 derrubava a acusação de que ele era responsável pelo gerenciamento do Fundo Visanet.



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ANTÔNIO FERNANDO E JOAQUIM BARBOSA FALTARAM COM A VERDADE?

Aliás, Henrique Pizzolato e Luiz Gushiken, que era secretário de Comunicação Social do 1º governo Lula, não são mencionados em nenhum momento no laudo 2828. Também não existe nenhum documento assinado enviado ou recebido por Pizzolato à Visanet.

Só que no apenso 142 da Ação Penal 470, Antônio Fernando, em documento a Joaquim Barbosa, diz o que o laudo 2828 não diz: que ele confirmava a denúncia de que Pizzolato e Gushiken beneficiaram a DNA. Gushiken acabou absolvido.



Em 2011, Breno Fischberg e Enivaldo Quadrado, também condenados na Ação Penal 470, pediram vistas ao inquérito 2474.

Joaquim Barbosa negou, alegando: “os dados constantes do presente inquérito (2474) não serão utilizados na análise dos fatos objeto da AP 470,… não havendo, portanto, qualquer cerceamento do direito de defesa nos autos daquela ação penal (470)”



Ao julgar essa demanda, o ministro Joaquim Barbosa deve ter sofrido “amnésia” transitória.  A prova cabal de que o inquérito 2474 tem a ver com a Ação Penal 470 é o laudo 2828/2006, da Polícia Federal.

Barbosa menciona-o no 2474, usa-o no julgamento da Ação Penal para condenar, por exemplo, Pizzolato e depois diz  na sua decisão que os fatos apurados são diversos daqueles narrados na AP 470?

Por que o procurador-geral, contrariando o laudo da Polícia Federal,  que não apontava nenhum relacionamento de Pizzolato com a Visanet, “escolheu-o” para acusar?

Por que o procurador-geral, assim como Joaquim Barbosa e outros ministros do STF, citaram trechos do laudo 2828, imputando a Pizzolato atos e procedimentos referentes ao período anterior ao dele como diretor de Marketing do Banco do Brasil?

A propósito, reitero mais uma vez ao ministro Joaquim Barbosa que responda ao Viomundo:

1. Por que o inquérito 2474 está desde março de 2007 em segredo de Justiça?

2. Por que mesmo o o senhor tendo dito na imprensa que nenhum inquérito ficaria em segredo de justiça no STF o 2474 continua em segredo de justiça?

3. O senhor negou a dois réus da AP 470 o acesso ao inquérito 2474, alegando que não tinha nada a ver com o mensalão. O laudo 2828/2006, da PF) ter ido para o inquérito 2474 e não para o 2245,  não é indício de que ele tem a ver também como o chamado mensalão?

4. Por que o 2828/2006 foi parar depois na AP 470 sem ter passado pelo inquérito 2245?

Considerando-se que o inquérito 2474 é tão cercado de mistérios, uma quinta pergunta me veio à cabeça agora.

Como não se tem notícia de qualquer procedimento tomado pelo procurador-geral da República  a respeito de Fernando Barbosa e Douglas Macedo, será que estariam sendo investigados no 2474?

Na época, além de serem, respectivamente, diretor e gerente-executivo da diretoria  de Varejo do Banco do Brasil, eram conselheiros do Fundo Visanet, assinaram as notas técnicas que condenaram Pizzolato. Fernando nomeou o gestor do Banco do Brasil no Fundo Visanet, Léo Batista dos Santos, que era subordinado a ele.  Douglas também assinava documentos de solicitação de pagamento da Visanet  para a DNA. Isso sem falar que o laudo 2828/2006, da Polícia Federal, menciona ambos.

Tudo isso o então procurador-geral da República não “viu”. Aliás, Antônio Fernando de Souza não “enxergou” os funcionários do BB mencionados no laudo 2828. Mas conseguiu “ver” duas pessoas que NÃO foram citadas no laudo 2828/2006: Pizzolato e Gushiken. Por quê?



 Leia também:

Paulo Moreira Leite: Os ministros do STF vão se render ao medo?



138 Comentários para “Memória: Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474”

  1. sáb, 22/03/2014 - 8:22
    Júlio César Ferreira Barbosa
    Nessa disputa insana pelo poder, sempre pagaremos alto preço para manter essa gente lá nos governando. Corruptos jugando corruptos, onde vamos para. A quem escutar. Triste fim…
  2. qui, 27/02/2014 - 23:37
    Ernê Cavalcante
    Estou, simplesmente, horrorizada, pois vejo nas atitudes do Ministro e do Procurador-Geral a clara disposição de fazer um julgamento político. Será que esse povo se acha um ser eterno nestes seus cargos? Eu acredito numa Justiça supra-humana. Não vai restar pedra sobre pedra. Preparem-se os tiranos para o julgamento e o sofrimento.
  3. [...] Memória: Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474 [...]
  4. qui, 23/01/2014 - 23:00
    Heitor
    Fls. 81: Visanet é uma empresa privada.
  5. qui, 23/01/2014 - 22:50
    Abelardo
    Se não quiseres que ninguém saiba, não o faças. Então, quem o fez irá experimentar a desgraceira provocada pela sensação de saber que está com a moral enterrada na lama.
  6. qui, 23/01/2014 - 21:41
    alexandre de melo martins
    por que um senador do pt não intima o barbosa a prestar esclarecimentos a cerca desta ação 2474,pois o senado tem o poder de interpelar o supremo e de até rever senrenças promulgadas pelo mesmo, falta ao pt coragem. mas nada se poderia esperar de um partido vendido.
    • dom, 04/01/2015 - 13:20
      cesario paixao ribeiro
      Porque ele tem ampla proteção ,midia profissional , supostos intelectuais, a mesma rede que protege os crimes do PSDB
  7. qui, 23/01/2014 - 19:46
    .
    .
    Com o conteúdo que o livro Operação Banqueiro trouxe a público,
    as últimas peças do quebra-cabeças começam a se encaixar.
    Uma das maiores Organizações Criminosas de todo o Planeta
    sequëstrou a República do Brasil, pegou o dinheiro do resgate,
    mas não devolveu a seqüestrada. E a chantagem continua…
    .
    .
  8. ter, 03/12/2013 - 11:10
    Marcelo Gaúcho
    Objetivo de JB é prender petista pra ganhar apartamento em Miami. Constituição Brasileira que se lixe.
    • ter, 03/12/2013 - 15:59
      antonio
      Disse tudo garoto.
  9. [...] da AP 470, indico como esclarecedor a leitura da postagem do blog VIOMUNDO, conforme link a seguirhttp://www.viomundo.com.br/denuncias/joaquim-barbosa-e-antonio-fernando-de-souza-faltaram-com-a-verd…Sou proprietário do blog Megacidadania e tenho acesso a uma rede de diversos outros blog’s [...]
  10. [...] 2. Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474 [...]
  11. [...] Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474 [...]
  12. qui, 14/11/2013 - 23:01
    isto que esta aconteçendo, o stf deixou a nossa justiça desmorslizada, pobre do povo brasileiro.
    • qui, 23/01/2014 - 19:19
      Apavorado com a cara-de-pau humana.
      Uma coisa é o Supremo, uma corte impessoal, outra é uma atitude de um juiz.
      Não é todo o tribunal de Minas que está comprometido com a prisão arbitrária do jornalista, mas a Maria Izabel Flek.
  13. sáb, 14/09/2013 - 15:04
    Eraldo
    Joaquim Barbosa tem coisa muito mais importante para fazer. Ajudar colocar esta quadrilha do mensalão na cadeia, que é o lugar que Zé Dirceu, José Genoino e seu bando devem estar. Inclusive Lula tem que ser indiciado. Como ele não sabia de nada?
    • qui, 23/01/2014 - 19:54
      Luís Carlos
      Barbosa está fazendo “coisa mais importante”, compras na Europa com diárias pagas pelo,povo em período de férias. Lambe botas e defensor de déspota.
  14. qui, 05/09/2013 - 22:38
    Azuir Ferreira Tavares Filho
    NÃO TEVE PROVAS PRA CONDENAR, ELAS FAZEM É DEFENDER.
    Todas Provas estão ai, guardadas em um gavetão.
    Só provas fazem decidir, pro julgar não ser Mentirão.
    Provas são o legalizar, para a decisão poder Haver.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    Estava a Tudo contestando, e a um nada permitindo.
    A Mídia o resultado contando, tão mentirosa mentindo.
    Virou tirano a ameaçar, pra Pré-condenação estabelecer
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    Ao Dinheiro uma conotação, a de pra perdição permitir
    Público pra ter acusação, pra cada condenação atingir
    Pra cada vida arrasar, e pra sem nenhuma chance ter.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    Gente que no erro ousa, que tem o dom da acusação.
    Barbosa, Gurgel e Sousa, cada um com tudo na mão.
    E a TV fazia insinuar, pra cada um voto o PT perder.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    O Banqueiro é que sabia. teve autorização pra ver.
    Não teve vez a Cidadania, o pobre acusado ia perder.
    Qualquer chance de amenizar, fazia o jogo interromper.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    Todas provas guardadas, agora vão ao sol reluzir.
    As sortes estão lançadas, toda a falsa moral a ruir
    Toda a Luz para clarear, com Lewandowski pra fazer.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    Surgiu a Luz Divinal, Justiça e Direito na Trajetória
    Vai ser um mudar geral, vai marcar toda a História
    Tudo baseava em insinuar, em evidências que dizia ter.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    .
    O Brasil já estava sabendo, tudo estava delineado.
    Mídia e Judiciário vendendo, a vil alma ao Diabo.
    Não se podia verdade acessar, anular agora é o dever.
    Não Teve Provas Pra Condenar, Elas Fazem É Defender.
    Azuir Filho e Turmas de Amigos: do Social da Unicamp, Campinas, SP, Amigos de Rocha Miranda, Rio de Janeiro, RJ e Amigos de Mosqueiro, Belém do Pará.
  15. [...] Entre 5 e 14 de agosto solicitamos ao ministro, via chefia da assessoria de imprensa do STF, informações sobre o inquérito. Ele, que é atualmente presidente do STF, não nos respondeu. [...]
  16. [...] Entre 5 e 14 de agosto solicitamos ao ministro, via chefia da assessoria de imprensa do STF, informações sobre o inquérito. Ele, que é atualmente presidente do STF, não nos respondeu. [...]
  17. dom, 25/08/2013 - 9:14
    Marcus Vinicius
    Conheço isso. Quem tem a faca e queijo não responde.
    Covardia e autoritarismo.
    Pode ser que, o regime democrático-presidencia nos ajude a “ter resposta”. Fora desta esfera, difícil. A própria lei sugere ficar calado.
  18. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  19. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  20. ter, 20/08/2013 - 10:50
    Joaquim Barbosa e Daniel Dantas: tudo a ver.
  21. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  22. seg, 19/08/2013 - 22:50
    .
    .
    PERÍCIA PROVA: VISANET NÃO É DINHEIRO PÚBLICO !
    CartaCapital, via Conversa Afiada
    Reportagem de Sergio Lírio desmonta um dos pilares
    do julgamento do mensalão (o do PT):

  23. seg, 19/08/2013 - 21:48
    Messias Franca de Macedo
    O PERIGO RESIDE NOS DETALHES… DA TRAMA!
    Durante um julgamento convencional, todos os jurados permanecem absolutamente incomunicáveis… Portanto, como aceitar que os *jurados da Ação Penal 470 fiquem assim expostos aos zumbidos do PIG?!… Ademais, numa suposta democracia, é legítimo que a mídia reivindique a intercessão ‘das vozes das ruas’ enquanto instrumento de pressão sobre os jurados de uma Corte dita suprema?! Qual é o notório saber jurídico das ‘vozes das ruas’ a justificar tal demanda?!…
    *os ministros do STF
    … O perigo reside nos detalhes: seja em termos de criação e/ou de omissão!… E, ao que parece, o PIG tem total ‘domínio desse fato’! Tênue!(?)…
    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo
  24. seg, 19/08/2013 - 20:47
    Francisco
    “Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474″…
    Ora, Barbosa não responde nem pelos seus atos…
  25. seg, 19/08/2013 - 19:40
    Messias Franca de Macedo
    [JOAQUIM] BARBOSA 2014.
    JÚLIO CESAR SABE …
    19/08/2013
    Se o Cerra não for, o Aécio também não será. E quem seria ?
    LÁ VEM O MATUTO COM ‘O DIÁRIO DO MENSALÃO &$ DE OUTRAS MENTIRAS’ NAS MÃOS ‘SUJAS’!
    … De um eleitor extasiado em prol da candidatura ‘Joaquim Coitado do Ruy Barbosa’!: ‘Joaquim, o caçador de mensaleiros – Lula nunca mais!’ Sugestão para slogan da campanha “vitoriosa”!… O povão vai adorar!…
    E que país é esse, sô?! “É o ‘brazil’ radicalmente mudado por um menino paupérrimo – e humilde – chamado Joaquim!”
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo
  26. seg, 19/08/2013 - 19:25
    Mariano
    Joaquim nos braços do Povo: o plano.
    No Blog do PHA
    O JB vai tomar uma sova com o julgamento dos infringentes e aí ele faz uma cena, diz que não pactua com a falta de ética e com criminosos, critica todo mundo, xinga seus pares, os advogados, os padres, os bispos, o poder legislativo, com algumas exceções, o executivo, os partidos políticos, com algumas exceções, e em seguida renuncia para descer as escadarias do STF nos braços do povo, é isso ????
    Esta é uma das possibilidades.
  27. seg, 19/08/2013 - 19:15
    Julio Silveira
    Enquanto aqueles em quem votamos, com base em teóricas afinidades e por que acreditamos no que dizem, (quando dizem nos representar politicamente) não assumirem sinceramente essa posição, ficaremos a mercê das estruturas de poder montadas para favorecer a elite exclusivista que temos, e acusando golpes no fígado. Já faz tempo é conhecido pela cidadania a falta de sinceridade dos grupos dominantes, esses que vem usando secularmente o estado como instrumento para salvaguardar interesses particulares, inclusive hereditários, em detrimento dos interesses da maioria da cidadania. Vemos muitos discursos de solidariedade e até de revolta, mas o que recebemos é um deserto de respostas em ações. A maioria da cidadania vem sendo culturalmente instruída a ser ver como o problema na história do país, que sem ela o Brasil seria uma maravilha com sua elite, como um país do primeiro mundo. Está na hora de entendermos como nos conduzem e saber que são eles que nos conduzem e que não somos eles, e quase sempre não nos representam, como eles dizem fazer.
  28. seg, 19/08/2013 - 18:44
    Messias Franca de Macedo
    CARTA CAPITAL. PERÍCIA PROVA:
    VISANET NÃO É $ PÚBLICO !
    Reportagem de Sergio Lírio desmonta um dos pilares do julgamento do mensalão (o do PT).
    Publicado em 19/08/2013
  29. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  30. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  31. seg, 19/08/2013 - 11:40
    Messias Franca de Macedo
    FORA DO EIXO
    Por RICARDO NOBLAT
    O GLOBO – 19/08
    “Você me acusa de fazer chicana? Peço que se retrate imediatamente.”
    Ricardo Lewandowski, do STF, para Joaquim Barbosa
    Quem o ministro Joaquim Barbosa pensa que é? Que poderes acredita dispor só por estar sentado na cadeira de presidente do Supremo Tribunal Federal? Imagina que o país lhe será grato para sempre pelo modo como procedeu no caso do mensalão? Ora, se foi honesto e agiu orientado unicamente por sua consciência, nada mais fez do que deveria . A maioria dos brasileiros o admira por isso . Mas é só , ministro.
    EM GERAL, admiração costuma ser um sentimento de vida curta. Apaga-se com a passagem do tempo. Mas, enquanto sobrevive, não autoriza ninguém a tratar mal seus semelhantes, a debochar deles, a humilhá-los, a agir como se a efêmera superioridade que o cargo lhe confere não fosse de fato efêmera. E não decorresse tão somente do cargo que se ocupa por obra e graça do sistema de revezamento.
    JOAQUIM PRESIDE amais alta Corte de justiça do país porque chegara sua hora de presidi-la. Porque antes dele outros dos atuais ministros a presidiram. E porque depois dele outros tantos a presidirão. O mandato é de dois anos. No momento em que uma estrela do mundo jurídico é nomeada ministro de tribunal superior , passa a ter suas virtudes e conhecimentos exaltados para muito além da conta. Ou do razoável.
    COMPREENSÍVEL, pois não. Quem podendo se aproximar de um juiz e conquistar-lhe a simpatia, prefere se distanciar dele? Por mais inocente que seja, quem não receia ser alvo um dia de uma falsa acusação? Ao fim e ao cabo, quem não teme o que emana da autoridade da toga? Joaquim faz questão de exercê-la na fronteira do autoritarismo. E, por causa disso, vez por outra derrapa e ultrapassa a fronteira, provocando barulho.
    NÃO É UMA questão de maus modos. Ou da educação que o berço lhe negou – longe disso. No caso dele, tem a ver com o entendimento jurássico de que, para fazer justiça, não se pode fazer qualquer concessão à afabilidade. Para entender melhor Joaquim acrescente-se a cor – sua cor . Há negros que padecem do complexo de inferioridade. Outros assumem uma postura radicalmente oposta para reagir à discriminação.
    JOAQUIM É ASSIM se lhe parece. Sua promoção a ministro do STF em nada serviu para suavizar-lhe a soberba. Pelo contrário. Joaquim foi descoberto por um caça talentos de Lula, incumbido de caçar um jurista talentoso e… negro. “Jurista é pessoa versada nas ciências jurídicas, com grande conhecimento de assuntos de Direito”, segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.
    FALTA A JOAQUIM “grande conhecimento de assuntos de Direito”, atesta a opinião quase unânime de juristas de primeira linha que preferem não se identificar . Mas ele é negro. Havia poucos negros que atendessem às exigências requeridas para vestir a toga de maior prestígio. E entre eles, disparado, Joaquim era o que tinha o melhor currículo. Não entrou no STF enganado. E não se incomodou por ter entrado como entrou.
    QUANDO LULA bateu o martelo em torno do nome dele , falou meio de brincadeira, meio a sério: ” Não vá sair por aí dizendo que deve sua promoção aos seus vastos conhecimentos . Você deve à sua cor”. Joaquim não se sentiu ofendido. Orgulha-se de sua cor . E sentia- se apto a cumprir a nova função. Não faz um tipo ao se destacar por sua independência . É um ministro independente . Ninguém ousa cabalar-lhe o voto .
    QUE NÃO PERCA a vida por excesso de elegância (Esse perigo ele não corre). Mas que também não ponha a perder tudo o que conseguiu até aqui. Julgue e deixe os outros julgarem.
    • seg, 19/08/2013 - 21:17
      Bonifa
      “Ora, se foi honesto e agiu orientado unicamente por sua consciência, nada mais fez do que deveria . A maioria dos brasileiros o admira por isso . Mas é só…”. O Noblat está cada vez mais prodigioso. Consegue contrabandear esta pérola dentro de um suposto artigo de indignação com as atitudes nervosas de Joaquim Barbosa. Ora pois, se está exatamente em não haver tanta honestidade nem consciência no escandaloso julgamento, a razão pela qual se contorce o Ministro. É como se ele estivesse a tentar dirigir sem farol nem freio, na escuridão. Conseguirá chegar ao destino, ou seja, na exposição à mídia da prisão de Genoino e Dirceu, para dar por completa a grande obra de sua vida?
  32. seg, 19/08/2013 - 11:36
    Rodrigo Feitosa
    Uma informação na página 12 do laudo me chamou a atenção.
    No ano de 2002, último ano de FHC no poder, a DNA Propaganda de Marcos Valério recebeu 13% dos valores do Fundo de Incentivo Visanet gerenciados pelo Banco do Brasil (havia recebido 46% em 2001), enquanto a empresa Lowe Ltda recebeu 62% dos valores.
    No ano seguinte, 2003, o primeiro ano do PT no poder, a DNA Propaganda recebeu 83% dos valores, enquanto a parcela recebida pela Lowe Ltda caiu para ZERO.
    Em 2002, a Lowe Ltda recebeu 20 milhões de reais do Fundo de Incentivo Visanet, e em 2003 a Lowe Ltda não recebeu NADA, zero, nenhum centavo.
    Isso deve ter irritado bastante os donos da Lowe Ltda.
    Mas quem são os donos dessa Lowe?
    A Wikipedia em inglês ajuda:
    The Interpublic Group of Companies, Inc. (IPG) (NYSE: IPG) is one of the big four global advertising holding companies (the others being Omnicom, WPP and Publicis). It is headquartered in New York City and is the parent company of advertising and marketing services agencies around the world.
    The company consists of three major networks: McCann Worldgroup, Lowe and Partners and Draftfcb.
    Ou seja, essa Lowe Ltda era a subsidiária brasileira da Lowe internacional, que é uma das três “marcas fantasias” utilizadas no mercado publicitário pelo grupo Interpublic, com sede em Nova York, um dos “quatro grandes” do mercado publicitário mundial.
    Essa poderosa multinacional deve ter se sentido contrariada ao perder 20 milhões de reais do Fundo Visanet sob responsabilidade do BB, com a mudança de governo de 2002 para 2003.
    Onde será que essa linha de investigação pode nos levar?
  33. seg, 19/08/2013 - 11:21
    Mariano
    A hipótese do Jornalista Paulo Moreira Leite, o homem que escreveu O livro outro lado do mensalão, é de que o Barbosa vai renunciar ao cargo de Supremo do Supremo, ao vivo e a cores, porque ele não aguentaria tanta demora “numa decisão tão lógica”. Leiam a excelente matéria do Paulo Moreira em
  34. seg, 19/08/2013 - 11:01
    Sr.Indignado
    Que fase essa do STF!! É a era da uruca. “Tem alguma uruca no reino do STF”
    Sugiro ao Sr. Ministro que se declare impedido, alías que se demita, e que alguém o convide para a A”B”L, junto com o Merval e o FHC.
    Eleições diretas para o STF JÁ!!
    • seg, 19/08/2013 - 16:30
      Cego
      Eleições para o STF JÁ, porque para a ABL a coisa tá perdida.
  35. seg, 19/08/2013 - 10:55
    João de Deus
    Conceição Lemes, eu lhe peço que você dê uma lida nesta matéria do Jornalista Paulo Moreira Leite, o homem que escreveu o livro O outro lado do mensalão. E, se você achar que vale a pena, publique-a no Vi o Mundo. Um abraço.
  36. seg, 19/08/2013 - 10:39
    Messias Franca de Macedo
    O PERIGO RESIDE NOS DETALHES… DA TRAMA!
    Durante um julgamento convencional, todos os jurados permanecem absolutamente incomunicáveis… Portanto, como aceitar que os *jurados da Ação Penal 470 fiquem assim expostos aos zumbidos do PIG?!… Ademais, numa suposta democracia, é legítimo que a mídia reivindique a intercessão ‘das vozes das ruas’ enquanto instrumento de pressão sobre os jurados de uma Corte dita suprema?! Qual é o notório saber jurídico das ‘vozes das ruas’ a justificar tal demanda?!…
    *os ministros do STF
    … O perigo reside nos detalhes: seja em termos de criação e/ou de omissão!… E, ao que parece, o PIG tem total ‘domínio desse fato’! Tênue!(?)…
    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo
  37. seg, 19/08/2013 - 10:32
    Joselito
    Pergunta política:
    Porque o partido do governo federal dos ultimos anos não colocou um chefe do MP tão “técnico” quanto o ministro Gilmar Mendes?
  38. seg, 19/08/2013 - 9:52
    Messias Franca de Macedo
    IMPERADOR *ATAULFO
    AMEDRONTA ROSA E CARMEN
    Tijolaço descobre que o Ataulfo (*) tem um Supremo Polegar.
    Publicado em 18/08/2013
    *Merval Pereira “das organizações(!) globo”!…
    LÁ VEM O MATUTO COM ‘O DIÁRIO DO MENTIRÃO &$ DE OUTRAS MENTIRAS’ NAS MÃOS ‘SUJAS’!
    POR FAVOR, mandem um recado para as ministras Carmen Lúcia e Rosa Weber: não deem ouvidos ao ‘Ataulfo’! Mesmo porque, dentre outras frases “célebres”, ele é autor da seguinte: “Quem tem a prerrogativa de, eventualmente, cassar parlamentares é o STF, e não o Parlamento!” Frase dita de maneira professoral (sic), compatível com ‘um jornalista pós-douto em Jornalismo Penal’ (idem sic)…
    POR FAVOR, protejam as duas ministras – e a nossa subdemocracia de bananas!…
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo
  39. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  40. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  41. dom, 18/08/2013 - 17:05
    Mailson
    O DEVER DA PALAVRA
    Também em alemão para que JB possa ler em sua língua predileta:
    Zuerst holten sie die Kommunisten;
    ich schwieg, denn ich war kein Kommunist.
    Dann holten sie die Juden;
    ich schwieg, denn ich war kein Jude.
    Dann holten sie die Gewerkschaftsmitglieder unter den Arbeitern;
    ich schwieg, denn ich war kein Gewerkschafter.
    Danach holten sie die Katholiken;
    ich schwieg, denn ich war Protestant.
    Schließlich holten sie mich,
    und da war keiner mehr, der für mich hätte sprechen können.
    Martin Niemöller (1892-1984)
    Primeiro vieram buscar os comunistas;
    eu fiquei calado, pois eu não era comunista.
    Depois vieram buscar os judeus;
    eu fiquei calado, pois eu não era judeu.
    Depois vieram buscar os sindicalistas;
    eu fiquei calado, pois eu não era sindicalista.
    Vieram então buscar os católicos;
    eu fiquei calado, pois eu era protestante.
    Finalmente vieram buscar-me a mim,
    e já não havia ninguém que pudesse falar por mim.
    Martin Niemöller (1892-1984)
  42. dom, 18/08/2013 - 14:38
    Ercilia Rodrigues de Brito
    É preocupante que um dos três poderes esteja. Esteja em mãos de uma pessoa ,capaz de usar a justiça para castigar adversários poliíticos , embora sabendo-se , visivelmente que faltam provas e verdades , para sequer acusar estas pessoas ! O que falta ele fazer ? ! BRASIL ,cuidado é poder demasiado nas mãos de um homem desses !
  43. dom, 18/08/2013 - 13:29
    Urbano
    Se a salvação de tarados e fraudadores fosse uma equipe de futebol, o gilmar dantas iria esquentar banco por muitas temporadas.
  44. dom, 18/08/2013 - 12:43
    Luís Carlos
    Conçeição
    Somente agora li essa matéria (estou colocando em dia a leitura do Viomundo nesse final de semana). Muito boa! Didática e esclarecedora demais.
    Ministro Barbosa está absolutamente obrigado, a bem da verdade, de responder suas perguntas. Deixará margem a entendimentos muito ruins sobre o posicionamento dele se não responder. Mas lamentavelmente creio que ele não responderá. Percebe-se porque de tanto “destempero” do Ministro Barbosa, pis ao que parece, tem muito a esconder, em conluio com outras pessoas.
  45. dom, 18/08/2013 - 9:42
    Jose Mario HRP
    Do portal UOL:
    “Iniciado diante das câmeras da TV Justiça, o arranca-rabo entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski prosseguiu após o encerramento da sessão do STF, na última quinta-feira. O segundo round ocorreu na área reservada, contígua ao plenário. Apurado pelo repórter Robson Bonin, o destampatório foi veiculado por Veja. A troca de ofensas vai reproduzida abaixo:
    — Vossa Excelência não vai esculhambar a minha presidência! — increpou Barbosa.
    — O senhor quer as manchetes? Quer aparecer? Vá para as ruas! — devolveu Lewandowski.
    — O senhor não vai ficar lendo textos de jornal em plenário para atrasar o julgamento!
    — Está para nascer homem que mande no que devo fazer. O senhor acha que tenho voto de moleque?
    — Acho sim, senhor.
    Lewandowski insinuou que, noutro ambiente, reagiria com os punhos:
    — Se não fosse o respeito que tenho por esta Casa, eu tomaria agora outra atitude.
    Antes da intervenção da turma-do-deixa-disso, Barbosa ainda sapecou:
    — O senhor envergonha esta Casa. O senhor não se dá ao respeito!
    Em privado, Lewandowski disse aos colegas que seu retorno ao julgamento depende de uma retratação de Barbosa. Durante a sessão de quinta, depois de acusar Lewandowski de fazer “chicanas” protelatórias, Barbosa dissera: “Não vou me retratar, ministro.” O terceiro round está marcado para quarta-feira (21).”
    Comentário meu:
    Esse sujeito é louco?
    Como pode ser aceito pelo Senado?
    Se eu fosse o Lewandowiski dava um soco na fuça dele!
    • seg, 19/08/2013 - 21:30
      Bonifa
      Não resta dúvida. Barbosa não é um tonto. Ele quer melar por qualquer meio aquilo que ele não pode evitar civilizadamente, como por exemplo a revisão da data errada que foi adotada para punição de alguns réus. Ele crivar o Ministro Lewandowski com frases incabíveis mostra bem isso. Por ele, o ministro realmente não voltaria ao colegiado neste julgamento, mas isso não será possível de acontecer. O próximo passo seu vai ser uma decisão arbitrária muito forte, completamente ilegal e fora de qualquer princípio ou regra de estatuto. Aí então será examinada a impossibilidade de cumprimento desta decisão e a própria permanência de Barbosa na presidência. Ainda veremos uma crise interna terrível no Supremo sob o comando do ministro Barbosa, disso não temos a menor dúvida.
  46. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão&#822… [...]
  47. dom, 18/08/2013 - 6:03
    Jose Mario HRP
    Lanço aqui a ideia de levar ao Senado abaixo assinado exigindo abertura de investigação ou incidente de sanidade mental quanto a Joaquim Barbosa!
    Não é possivel que um sujeito fazer o que faz e ser normal!
  48. dom, 18/08/2013 - 1:19
    Eurico
    Dilma acaba de indicar o Janot para ocupar a vaga do Gurgel. Venceu o corporativismo ou é fogo amigo mesmo? Já houve quem aventasse que o Mensalão é muito mais do que barbosa, pgr e stf. É ajuste de contas internas no PT. Era preciso afastar o Dirceu e isto foi feito. Será que o mensalão é parecido com os processos de moscou, usados por stalin para afastar toda a cúpula revolucionária da época de Lênin?
    • dom, 18/08/2013 - 11:14
      Adma
      Se isso fosse verdade, Dilma seria um gênio do maquiavelismo, coisa que ela está muito longe de ser.
  49. sáb, 17/08/2013 - 23:50
    Izilda
    Gente, rasgou-se a constituição e onde estão MPF e a OAB dentro do gavetão?
  50. sáb, 17/08/2013 - 23:47
    Izilda
    Gente,rasga-se a constituição é a OAB e MPF onde estão dentro do gavetão?
  51. sáb, 17/08/2013 - 21:42
    Luiz
    Aqui tem mais informações sobre este processo:

    Está nas páginas de 77 a 83 do relatório da Polícia Federal do inquérito 2474-1/140, sobre o inquérito policial 002/2007-FINIDCORIDOF, conduzido pelo delegado PF Zampronha, solicitado pelo ministro Joaquim Barbosa.

    Pagamento suspeito a testemunha-chave ‘deveria’ causar reviravolta no mensalão
    http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2012/11/pagamento-suspeito-a-testemunha-chave-pode-causar-reviravolta-no-mensalao
    • dom, 18/08/2013 - 1:38
      Kleber
      Pois é… Poderiam perguntar para Roberto Messias sobre Danevita… Ele inclusive foi que demitiu-a. Será que Roberto Messias também está dentro deste inquérito “gavetão”?????
  52. sáb, 17/08/2013 - 16:35
    Maria Libia
    Conceição, obrigado pela matéria, porém condenar um inocente, sabendo de antemão, que é INOCENTE, me vira o estômago. Pelo andar da carruagem ele vai ser condenado. Imagino como devem estar sofrendo a sua família e ele mesmo, sabendo-se inocente e na expectativa de ser condenado. Não é possível que não se possa fazer nada contra essa ignominia. Ficaremos, como sempre, na geral, sem influir no resultado, como diria Plínio Marcos?
  53. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”  [...]
  54. sáb, 17/08/2013 - 9:11
    Jose Mario HRP
    Um país sendo envergonhado pelo ridículo de um mané!
  55. sáb, 17/08/2013 - 0:02
    .
    .
    Em um País Democrático,
    esta ação seria anulada
    em instância revisora.
    .
    .
    • qui, 05/09/2013 - 22:44
      Azuir Ferreira Tavares Filho
      DEMÓSTENES E CACHOEIRA
      ASSIM FIZERAM O MENSALÃO.
      .
      Contra Dirceu uma vingança, e nisso puseram-se a agir.
      Tremenda lambança, e Ministério da Justiça conseguir.
      Uma Mina Verdadeira, dali conseguiriam a imensidão.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      Demóstenes do DEM sairia, para bom cargo conseguir
      Para o PMDB ele entraria, na Justiça é melhor pra agir.
      Oportunista de Primeira, grande mestre na enganação.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      Foi uma crise criada, e foi Policarpo quem publicou.
      Na Veja infâmia danada, que ao PT tanto prejudicou.
      Uma Quadrilha tranqueira, da calúnia e da insinuação.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      Querem é faturamento, sem nenhuma responsabilidade.
      Ignoram espaço e tempo, perdem o tino na maldade.
      Ficam sem eira nem beira, e trocam o pé pela mão.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      Contam que ninguém esta vendo, só pensam no lucrar.
      Mais o Povo esta aprendendo, sem a fome faz estudar.
      Realidade é coisa verdadeira, não é revista ou televisão.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      O Brasil vive uma beleza, o mundo esta reconhecendo
      As cartas estão na mesa, e o povo esta tudo sabendo.
      Chegada a Hora derradeira, será mostrada na eleição.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      Tem perna curta a mentira, e vai em frente a História.
      A Vida na verdade se inspira, o povo tem sua memória.
      Enganar é fazer besteira, sempre vem a hora da razão.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      .
      Não vai reescrever o passado, nem nosso Futuro mudar.
      O fato imundo desmoralizado, faz a essa Mídia condenar.
      Coisa de gente traiçoeira, à ocultar nossa transformação.
      Demóstenes E Cachoeira, Assim Fizeram O Mensalão.
      Azuir e Turmas: do Social da Unicamp, Campinas, SP, Amigos de Rocha Miranda,
      Rio de Janeiro, RJ e de Amigos de Mosqueiro, Belém , PA.
  56. sex, 16/08/2013 - 23:55
    Luís CPPrudente
    Se o Barbosa liberar o inquérito 2474, ele estará se auto-incriminando.
    Mas o Barbosa não vai poder dizer que, se ele responder as perguntas feitas estará produzindo provas contra sim mesmo!!!!!
    O Barbosa deve, então ele esconde.
  57. sex, 16/08/2013 - 22:47
    Terezinha
    Covardia ou compromisso com grupos?
  58. sex, 16/08/2013 - 22:42
    Marcos AC Lopes
    A pergunta que não quer calar: e essa gente não vai ser condenada, depois de tanta manipulação e de acusar pessoas inocentes? Nós vamos ter que engolir tamanha falta de vergonha desses juízes e do MP?
  59. sex, 16/08/2013 - 20:51
    Bonifa
    Isso confirma que o ministro tem mentalidade infantil, Piaget explica isso. Pessoas existem que se colocam em uma situação insustentável de pedir empréstimos e mais empréstimos, a tapar buracos sucessivamente para ficar a dever cada vez mais, sabendo, mas não completamente a ponto de gerar consciência e atitude, que a cada empréstimo se complica mais ainda. Sua família de nada sabe, pensa que tudo com suas finanças está indo em normalidade e prossegue endeusando-o como exemplar pai de família. Depois que tudo explode e ele vem abaixo, levando consigo a família, pessoas mais sensatas se ficam a perguntar como pôde um homem que parecia tão inteligente pensar que a verdade um breve dia não viesse à tona. Estas pessoas sofrem de um imediatismo que substitui o senso de previsão. Assim é o Joaquim Barbosa.
  60. sex, 16/08/2013 - 16:43
    RONALD
    AZENHA.
    Gostaria de sugerir que essas perguntas também fossem enviadas aos demais ministros do STF e que eles respondam o que acham dessas denuncias.
  61. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão” [...]
  62. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão” [...]
  63. sex, 16/08/2013 - 13:47
    RicardãoCarioca
    A presidência do JB no STF ficará marcada, além da truculência, pela primeira produção de presos políticos da história daquele tribunal.
  64. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão” [...]
  65. sex, 16/08/2013 - 12:20
    Denise
    É tudo tão nojento que me causa asco!
  66. sex, 16/08/2013 - 12:19
    Denise
    São esses atos nesse jogo de cartas marcadas que me fazem descrer no SFT!
    Ainda bem que ainda existe juízes de verdade, que não se dobram ao poder oposicionista chamado mídia, nem se dobram ao partidarismo claro de ministro que por seus atos envergonham o STF.
    Que se julguem e se condenem baseados em provas reais e não por partidarismo e para os holofotes da mídia .
    Pra que todo aquele teatro do relator se ele como suprassumo já havia decidido condenar sem provas ?
  67. [...] foi pago aos veículos de comunicação, a ocultação de um inquérito crucial – esta mostrada ontem por Conceição Lemes, no Viomundo e a troca de datas induzida pelo hoje presidente do STF, exposta num vídeo [...]
  68. sex, 16/08/2013 - 10:56
    Fábio
    Azenha,
    Desde ontem tento efetuar minha assinatura (via cartão de crédito) e não consigo. A mensagem é sempre a mesma e mais ou menos assim: ‘meio de pagto indisponível no momento. Tente mais tarde.’
    No blog “o cafezinho” problemas similares tbm impediram minha adesão até o momento.
    Queremos apoiar, mas o site tem que facilitar…
    O que está acontencendo?
    Abs
    Fábio
    • sex, 16/08/2013 - 11:58
      Conceição Lemes
      Fábio, obrigada. Vamos tentar saber qual o problema. abs
      • sex, 16/08/2013 - 23:43
        Euler
        Conceição e Azenha, há previsão de quando poderemos contribuir através de boleto bancário ou débito em conta corrente (principalmente através do Banco do Brasil)? Não tenho cartão de crédito e gostaria de contribuir modestamente com o site.
      • sáb, 17/08/2013 - 0:05
        Conceição Lemes
        Euler, ainda não. Esperamos que em breve. abs
  69. sex, 16/08/2013 - 10:03
    Julio Cesar Montenegro
    família encaixada na cultura
    da classe dominante
    pra CHEGAR LÁ
    e se enturmar na cúpula
    é necessário arrumar pra família
    dinheiro sonante
  70. sex, 16/08/2013 - 9:23
    Mardones
    Infelizmente vai manchar ainda mais a imagem dos negros.
  71. sex, 16/08/2013 - 9:07
    assuerum marcaccini
    Olha gente, sou branquelo, fui criado no meio dos negros, minha esposa é negra(mulatinha linda!), meus melhores amigos na infância e na juventude eram negros e me emocionei quando o Lula indicou o Joaquim Barbosa para ministro do STF. Aquilo foi um tampa na cara das elites brancas e judiciário racistas que temos. Mas diante das denuncias contra ele e de suas posturas sem ética(tô sendo bonzinho) no exercício de uma das mais nobres atividades do ser humano, confesso: estou decepcionado! E, mais, cheguei à conclusão de que para ser malandro ou picareta, ser brasileiro e estar em um dos 3 poderes da República é “prato cheio”. A cor da cútis não quer dizer nada.
    Lamentável o fato do primeiro negro da suprema corte fazer o jogo dos branquelos de olhos azuis que mandam e desmandam aqui na terra tupiniquim.
    • sáb, 17/08/2013 - 16:05
      Edgar Rocha
      Faço coro à sua decepção, colega. Logo no início, quando o Barbosa assumiu, desconfiava da postura daqueles que o criticavam. De fato, achava prematura qualquer vinculação do JB com setores conservadores. Até porque, quem o indicou foi o Lula e eu julgava que “O Cara” não ia dar um tiro no pé só pra fazer média com a comunidade negra. E não é que deu? Não há mais dúvidas quanto aos vícios e vinculações deste juiz que o levariam ao suicídio, caso ele fosse japonês. ao contrário, aqui ele vai pra Miami esfriar a cabeça quando a coisa esquenta pro lado dele.
  72. sex, 16/08/2013 - 8:32
    Nilson
    Se pedir para Joaquim Barbosa nos informar não adianta, porque não mandar e-mails para todos os ministros da corte, para que eles não aleguem falta de informação na hora da decisão, aí saberemos onde mora a justiça nesse país, ou seja como votam os Juízes.
  73. sex, 16/08/2013 - 8:12
    Djijo
    Quem sabe vem mais um livro sobre o tema?
  74. sex, 16/08/2013 - 3:20
    H.92
    O capitão do mato era na origem um empregado público da última categoria encarregado de reprimir os pequenos delitos ocorridos no campo. Na sociedade escravocrata do Brasil, a tarefa principal ficou a de capturar os escravos fugitivos.
    O termo capitão do mato passou a incluir aqueles que, moradores da cidade ou dos interiores das províncias, capturavam fugitivos para depois entrega-los aos seus amos mediante prêmio.
    Os capitães do mato gozavam de pouquíssimo prestígio social, seja entre os cativos que tinham neles os seu inimigos naturais, seja na sociedade escravocrata, que os considerava inferiores até aos praças de polícia, e os suspeitava de sequestrar escravos apanhados ao acaso, esperando vê-los declarados em fuga para depois devolvê-los contra recompensa.
    O artista alemão Rugendas, viajando no Brasil em 1822-1825, retratou um capitão do mato negro, montado a cavalo e puxando um cativo (também negro) com uma corda.
    O autor Martins Pena, ao adaptar a figura ridícula de Pantaleone do teatro italiano para o cenário do Brasil, o colocou naquela profissão (“O Capitão do Mato”, 1855).
    Nos últimos dias do regime da escravidão, em 1887-88, quando os escravos fugiam em massa das fazendas da Província de São Paulo, os chefes do Exército, ainda gozando do prestígio de combatantes da guerra do Paraguai, recusaram-se a assumir a desprezada função.
  75. sex, 16/08/2013 - 0:43
    Euler
    Mais uma excelente reportagem, entre as muitas da dupla Conceição – Azenha. São conteúdos que não veremos na grande mídia. Uma outra pergunta que deveria ser respondida pelo STF: e o mensalão dos tucanos de Minas? Até quando o esquemão Mídia-Justiça – serviçal dos tucanos e das elites dominantes – vai abafar o caso?
    Já não seria a hora de se enviar todo este material para um organismo internacional? Infelizmente, os 10 anos de governo federal do PT não conseguiram – nem houve tentativa, diga-se – eliminar com dois dos maiores problemas brasileiros: o mafioso monopólio da mídia e os privilégios imperiais da “justiça” brasileira.
  76. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão” [...]
  77. qui, 15/08/2013 - 23:04
    ricardo silveira
    A sujeira esmiuçada, acima, acrescenta mais malfeitos a tudo o que já se viu nesse julgamento. Como indica a análise, é de uma gravidade tal que a única coisa que salva os juízes e, em particular o relator, é provar que o que foi dito é mentira e que o que fizeram foi justiça, o que, ao que parece não é difícil, pois, além do total apoio da mídia golpista os juízes têm total domínio do fato.
  78. qui, 15/08/2013 - 22:38
    O DOUTRINADOR
    Com toda certeza quem anda fazendo “CHICANA” nas Dependências do STF é e foi justamente o (quebra pedra) do J.B. Mais uma vez aparece as Maracutaias Jurídicas do Ministro: 1 – O Uso do Imóvel FUNCIONAL como endereço da Empresa. 2 – Exercer cargo de Gerenciamento em empresa PRIVADA.
    3 – Ele só falou que os Recursos usados para comprar o Apartamento eram de Economias, MAS NÃO APRESENTOU PROVAS. 4 – Colocou o Proc. 2474 em Segredo de Justiça pq envolvendo o Filho dele, ele teria que se considerar SUSPEITO, não deveria nem VOTAR, qto mais RELATAR.5- Usar recursos públicos estando de licença. 6 – Viajar com recursos públicos para assistir jogo. E o mesmo continua sendo DESTEMPERADO e não tem o MENOR RESPEITO com SEUS PARES. O MESMO Não tem ESTRUTURA Emocional e nem o Caráter Digno que o CARGO REQUER. Mas par uma Casa que já teve um Gilmar como Presidente, o que é um Barbosa.
    • sex, 16/08/2013 - 7:28
      RicardãoCarioca
      É mais ou menos assim: Defenda os interesses da Goebbels/PiG/demotucanos e ganhe um apartamento nos EUA.
  79. qui, 15/08/2013 - 22:33
    Lafaiete de Souza Spínola
    “De tanto ver triunfar as nulidades;
    de tanto ver prosperar a desonra,
    de tanto ver crescer a injustiça.
    De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
    o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
    “A palavra é o instrumento irresistível da conquista da liberdade.”
    Rui Barbosa
  80. qui, 15/08/2013 - 22:19
    Florival
    Sei não, mas esse Barbosa estáprecisando tirar uma licença médica para tratar da sáude MENTAL.
  81. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de “gavetão” [...]
  82. qui, 15/08/2013 - 22:03
    Jose Mario HRP
    Ladrões de MIAMI comemoram a chegada do JB!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    LADRÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  83. qui, 15/08/2013 - 22:01
    Jose Mario HRP
    O FuXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
    recebendo , sem trabalhar, como o JB, Sem trabalhar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  84. qui, 15/08/2013 - 21:57
    E. S. Fernandes
    Esse ministro é desqualificado. Estou a duvidar de sua capacidade emocional para estar no stf. Hoje (vi no pig-news) teve outro chilique. Parece uma criança mimada quando você deliga seu desenho animado. Qualquer um que não vote com ele torna-se seu inimigo: a criança chora; ele solta o adjetivo desqualificador de seu interlocutor. Pensa que o mundo gira em torno do seu umbigo. O Lula deve ter se arrependido amargamente. É a sua herança maldita. Será que o Supremo não teria um plano de saúde com cobertura para tratamento psicológico?
  85. qui, 15/08/2013 - 21:07
    Mário Malerba
    Parabéns Conceição por mais um belíssimo trabalho, a não ser vocês nesse trabalho de formiguinha nos blogs progressistas, não sei quem poderá fazer justiça nesse caso, espero mesmo que os réus recorram a organismos internacionais e lutem para provar ainda em vida a tremenda injustiça que está sendo feita.
  86. qui, 15/08/2013 - 21:04
    IZA
    Não há nada melhor do que o tempo!
    Acho que ainda irei viver mais uns 20 anos se Deus quiser, só para ver a VERDADE do MENTIRÃO 470 ser desmascarada.
    A Bastilha do povo brasileiro nunca foi o Congresso, muito menos o Executivo.
    A Bastilha está do outro lado da Praça dos Três Poderes.
    Está e sempre esteve no poder mais corrupto, mais canalha, mais bandido!
    A Bastilha do povo brasileiro é a Suprema PIADA.
    Já passou da hora do impeachment de Joaquim Barbosa.
  87. qui, 15/08/2013 - 20:31
    Fabio Passos
    Inacreditável.
    Lewandowski demonstrou que o stf cometeu um erro… e joaquim plim-plim perdeu completamente a compostura.
    Diante de um fato que não consegue refutar… joaquim plim-plim dá piti.
  88. qui, 15/08/2013 - 19:44
    Fabio Passos
    Fala joaquim barbosa!
    Por que você escondeu o inquérito 2474?
    Quem não deve… não teme. rsrs
  89. qui, 15/08/2013 - 19:35
    O JUIZ
    Com tudo isso aí, denunciado, ainda há Segredo de Justiça?
    Ninguém vai jogar esse pacote na mesa do Barbosa?
    Então voltamos ao tempo da inquisição.
  90. qui, 15/08/2013 - 19:24
    oylas pereira
    O sentimento do povo está sendo alimentado por muita injustiça, que em breve se transformará em ódio indomável.
    A queda desta “BASTILHA”(ninho das elites)não demora…quem viver verá…
  91. qui, 15/08/2013 - 19:11
    Vieira- Recife
    O Joaquim Barbosa, não passa de um mau caráter, simplesmente digno de pena.
  92. qui, 15/08/2013 - 19:06
    francisco pereira neto
    Em síntese, o material é farto, a indignação, isso sim senhor Barbosa, é chicana, de personalidades isentas que denunciam esse circo montado pela Globo, para vocês ministros atuarem como palhaços para divertir a direita sem voto. Exceção feita ao ministro Lewandowski.
    Acabei de assistir a cena grotesca. O ingresso não vale um tostão furado.
  93. qui, 15/08/2013 - 18:59
    Karl
    Sr. Quinzinho das Organizações, deixa de tentar agredir O Ricardinho, menino bom, e seu “amigo” de trabalho.
    Sr. Quinzinho das Organizações, não tente ganhar tudo no grito. Violência não leva a nada. Só a mais violência.
    Sr. Quinzinho das Organizações, abandone o ódio e RESPONDA ESSA PENDENGA da matéria. RÁPIDO. O POVO QUER SABER!
    • qui, 15/08/2013 - 19:50
      Fabio Passos
      joaquim plim-plim barbosa não dá esclarecimentos a blogueiro sujo fazendo “politicagem” rsrs
      joaquim plim-plim só presta contas e obedece o patrão:
  94. qui, 15/08/2013 - 18:39
    Messias Franca de Macedo
    … Esse ‘Joaquim Coitado do Ruy Barbosa’ “aposta as costas largas no PIG”! Esse senhor é um afronta à democracia e ao Estado de Direito!…
    República de ‘Nois’ Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo
  95. qui, 15/08/2013 - 18:34
    lulipe
    Hoje, o ministro Barbosa deu mais uma “traulitada” no Lewandowski, acusou-o de fazer chicana.O advogado de defesa, ops, ministro Lewandowski, desde o começo do julgamento tenta tumultuar e protelar o julgamento, imagino quando ele for o presidente do STF…Deus nos proteja!!!!
    • qui, 15/08/2013 - 19:08
      Altemar
      A ficha ainda não caiu né?
    • qui, 15/08/2013 - 19:10
      francisco pereira neto
      Deus te ouça. Quem sabe a tempo de julgar o Propinoduto tucano, lista de Furnas, Castelo de areia, Privataria Tucana, escândalos das ambulâncias…
  96. qui, 15/08/2013 - 18:26
    JoãoP
    Hum…que tal mandar uma cópia dessa belíssima reportagem para cada ministro do STF?
    Parabéns, Conceição. Estou muito feliz com o dinheirinho que eu enviei para o Viomundo!
    • qui, 15/08/2013 - 19:07
      Conceição Lemes
      Muito obrigada, JoãoP, por nos apoiar. abs
      • qui, 15/08/2013 - 19:22
        renato
        Obrigado Você.
  97. qui, 15/08/2013 - 18:12
    João Vargas
    Cada vez me convenço mais que o verdadeiro alvo do ‘mensalão” era o Lula. A direita golpista queria mesmo era a derrubada do governo, só não conseguiu porque o Lula foi mais esperto e não se deixou apanhar. Porém, o prejuízo da esquerda depois deste episódio foi enorme, principalmente com a queda do Dirceu.
    • qui, 15/08/2013 - 20:51
      Josef K.
      Não há necessidade de “se convencer mais”, o alvo do “mensalão” ERA o Lula. A direita golpista queria mesmo a derrubada do governo.
      Ainda bem que Lula é “esperto”… Safou o governo e “não se deixou apanhar”.
      Sobrou mesmo foi para os “companheiros”. Glórias para os comandantes, túmulos para os soldados! Ou, como dizem correligionários: “o fim justifica os meios”.
      O prejuízo da esquerda depois deste “episódio” (se é que se pode chamar um julgamento sumário que destrói a vida de pessoas de “episódio”), não será só com a “queda de Dirceu”.
      Este julgamento é emblemático… A direita e PIG “fizeram a festa”; o STF, “com a faca no pescoço”, abdicou da justiça; o PT, por sua vez, que deveria – ideologicamente – defender de fato e de direito a justiça, deixou os companheiros arderem na fogueira.
      O PT não lutou pela justiça! O PT não lutou pela verdade!
      O prejuízo para a esquerda, independe de números (nas urnas). O prejuízo, mesmo, é ter perdido o caráter de esquerda.
  98. qui, 15/08/2013 - 17:53
    Liz Almeida
    Esse José Robalinho Cavalcanti, responsável pelo caso do Cláudio Vasconcelos, é o mesmo que está tentando aprontar pra cima do Amaury Ribeiro Jr.?
    Olha só as coisas se encaixando…
    Imagino o que o Amaury não deve ter contra esse procurador.
    • qui, 15/08/2013 - 18:57
      Conceição Lemes
      Sim, Liz. abs
  99. qui, 15/08/2013 - 17:23
    Urbano
    Nem dá para dizer o que a salvação de tarados e fraudadores, com tantos segredos e mistérios, me lembra… E nem é de pobre, é de rico.
  100. qui, 15/08/2013 - 16:45
    renato
    Nossa, como eu sei pouco das coisas.
    Eu preciso de me formar na faculdade.
  101. qui, 15/08/2013 - 16:44
    Hélio Pereira
    Barbosa jogou este Processo no “Gavetão” e talvez não o tenha retirado porque em cima deste existem vários outros,envolvendo Bicudos de várias linhagens.
    Barbosa o Juiz do Gavetão,perseque INOCENTES e encobre envolvidos em CORRUPÇÃO…
  102. qui, 15/08/2013 - 16:43
    Ester Nolasco
    E nem vai responder, nunca!
  103. qui, 15/08/2013 - 16:29
    G.A Almeida
    droga, agora ele desceu ao nivel de Genuinos e Dirceus
    • qui, 15/08/2013 - 18:36
      Saulo
      Errou !!! Desceu ao nível dos demotucanos !!!
    • qui, 15/08/2013 - 21:29
      wagner paulista de souza
      Errou duplamente: para se chegar ao nível de um Genoíno ou de um Dirceu, há que se ter um histórico de lutas em prol do povo brasileiro. Só para ficar numa comparação bastante eloquente: O Quinzão Barbosa trocaria seu apartamento em Miami pelo BNH do Genoíno ?
  104. [...] Joaquim Barbosa não responde a perguntas sobre o inquérito 2474, apelidado de "gavetão"…. Share this:Like this:Like Loading… Comments RSS feed [...]
  105. qui, 15/08/2013 - 15:48
    Luiz
    Ótimas perguntas para o menino pobre que, após mudar o Brasil, abriu empresa nos Estados Unidos contendo endereço em apartamento funcional de Brasilia DF.
    Eu e milhões de brasileiros decentes e honestos gostaríamos de saber as respostas.
  106. qui, 15/08/2013 - 15:39
    A expressão correta é,vaticinavam!
  107. qui, 15/08/2013 - 15:27
    José Neto
    Chocante!!!! Conceição minha angústia é enorme, e sei que a sua deve ser maior ainda, pois está investigando os desmandos de pessoas com poder de decidir sobre a vida de outrem. Me lembrei daqueles casos, onde após 20 anos de prisão aparece uma prova por exame de DNA inocentando o réu, e porque não lembrar do emblemático caso do Irmãos Naves, um erro jurídico gravíssimo. Fico a me perguntar para ver se acho uma saída neste caso, será que algum dos juízes sabe disso? se sabem, terão coragem de enfrentar este absurdo? caso isso não ocorra, a quem poderá recorrer Pizzolato e os outros réus? Obrigado por trazer luz às trevas, e as perguntas que fez ao ministro, certamente jamais serão respondidas por ele, mas já estão registradas na história e será uma nódoa a acompanhá-lo pela eternidade. Parabéns!!!!
    • sex, 16/08/2013 - 14:47
      Félix Gomes da Silva
      Gostei da sua eloquência Sr. José Neto. Português fino e clareza nas idéias. É isso aí irmão.
  108. qui, 15/08/2013 - 15:27
    Rasec
    Xiiiiiii! Mais uma vez a Conceição dando um banho! Não tem pra onde fugir! Ele não te responde, Conceição, porque aí cairia por terra a “tese do mensalão”!
  109. qui, 15/08/2013 - 15:22
    ricleo gutzeit borgmann
    Onde esteve Jesus dos 12 aos 30 anos?
    Barbosa,a Globo vai te deixar na mão, acredite.
    • qui, 15/08/2013 - 16:51
      killimanjaro
      Africa Mamãe.
      Mas Barbosão num é filho de Deus não.
  110. qui, 15/08/2013 - 15:15
    João Antunes
    Acusado da chacina de Unaí, o ex-prefeito Antério Mânica irá se filiar ao PMDB de Unaí e será candidato a Deputado Estadual com dobradinha com o Deputado Federal Antônio Andrade, atual Ministro da Agricultura. O Aval para filiação de Antério foi dada ao PMDB de Unaí pelo então Ministro Antônio Andrade. Antônio Andrade fará dobradinha com Antério no Noroeste de Minas como candidatos. A filiação de Antério ocorrerá ainda esta semana em Unaí.
    Absurso o Ministro Antônio Andrade se associar a um cara acusado de Chacina de Unaí cujo Crime já completa 10 anos mas será Julgado ainda este mês conforme matéria do Jornal Estado de Minas de hoje (15/08) link abaixo:
    Absurdo isso. Temos que divulgar para ver se o povo cai na real

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ATENTADO E PROVOCAÇÃO


Não vejo muito sentido em algumas reações ao atentado que vitimou os chargistas do Charlie Hebdo, um jornal de nome muito estranho. Alguns deles  inclusive  são verdadeiras celebridades no universo dos  caricaturistas.
Franceses protestam,  americanos protestam e o mundo inteiro protesta. Contra quem ou o que!?  Com certo sentido, contra o Estado francês, relapso na proteção  dos jornalistas que já haviam sido ameaçados por diversas vezes.  A sede do jornal já fora alvo de um atentado a bomba.  O pasquim francês costumava fazer críticas ácidas a diversos seguimentos sociais da França e internacionais;  desde alguns anos  resolveram cutucar os fanáticos extremistas muçulmanos.
Protestam contra  o terrorismo?  É parecido com “chover no molhado”. Contra o que dizem ser, um atentado contra a liberdade de imprensa e à liberdade em geral? Afora o comportamento idiota de um grupo, ou sabe se lá o que seja, em que isso pode significar riscos à liberdade dos franceses? 
Liberdade por liberdade, a França protagonizou um verdadeiro atentado contra a liberdade de seus cidadãos muçulmanos, cerca de 10% da população, ao proibir o uso da burca e de véus que acobertassem o rosto das mulheres daquela religião. Seria justa se a lei protegesse a mulher que se visse obrigada pelo  marido, família e comunidade a usa-las.  Não foi o caso, apesar de se utilizarem argumentos dessa natureza.
Os muçulmanos são hoje o alvo preferencial dos setores da direita radical em ascensão na Europa.  A islamofobia tem se propagado de forma endêmica por toda a Europa e, no caso francês, assume proporções dramáticas por contar com o maior contingente de maometanos entre os países da Europa Ocidental.
O atentado ocorreu concomitantemente ao lançamento de uma nova edição da em que satirizava se o chefe do Califado Islâmico, o ISIS, grupo ou ajuntamento de grupos fundamentalistas islâmicos em expansão no Oriente Médio. Sobre ele paira a suspeita de ser patrocinado  pela direita norte americana, Arábia Saudita e até por Israel. Esses setores têm tradição em ferir na carne para gerar revolta entre seus cidadãos e assim angariar apoios da população para suas campanhas de ocasião. Sem falar que o ISIS tem sido capaz de arregimentar um número elevado de jovens islâmicos europeus em suas fileiras.
Portanto, é possível que o Hebdo tenha caído bem no meio de uma teia de interesses que confluem no sentido de fazer girar os ânimos europeus para a direita que já sente nas narinas ofegantes a fragrância do poder. .



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OS PARALELOS NA HISTÓRIA

MÃOS LIMPAS À LIMPO | Paulo Moreira Leite

Syriza exige corte da dívida insustentável, Merkel ameaça Grécia com expulsão do euro - Carta Maior

Não creio que os gregos estejam preocupados com essa ameaça. Ruim por ruim, não fica assim.



Syriza exige corte da dívida insustentável, Merkel ameaça Grécia com expulsão do euro - Carta Maior

Feliz Ano Novo! O Brasil não é feito só de ladrões - Carta Maior



Um Brasil que a mídia entreguista não mostra. O país que está numa escalada positiva, mas que é mostrado ao povo como se mergulhado numa crise de dimensão igual àquela que aflige a União Europeia e  EUA. Estamos muito longe disso ainda e esperamos não chegar lá. Por isso apoiamos o projeto político que tem sido bem sucedido em nos manter distantes deste quadro tenebroso pelo qual já passamos;. sob a condução e a batuta do PSDB e do seu príncipe da privataria.





Feliz Ano Novo! O Brasil não é feito só de ladrões - Carta Maior



Inaugura-se, nesta quinta-feira, novo ano no Calendário Gregoriano, o de número 2015 após o nascimento de Jesus Cristo, 515, depois do Descobrimento, 193, da Independência, e 125, da Proclamação da República.
Tais referências cronológicas ajudam a lembrar que nem o mundo, nem o Brasil, foram feitos em um dia, e que estamos aqui como parte de longo processo histórico que flui em velocidade e forma muitíssimo diferentes daquelas que podem ser apreendidas e entendidas, no plano individual, pela maioria dos cidadãos brasileiros.
Ao longo de todo esse tempo, e mesmo antes do nascimento de Cristo, já existíamos, lutávamos, travávamos batalhas, construíamos barcos e pirâmides, cidades e templos, nações e impérios, observávamos as estrelas, o cair da chuva, o movimento do Sol e da Lua sobre nossas cabeças, e o crescimento das plantas e dos animais.
Em que ponto estamos de nossa História?
Nesta passagem de ano, somos 200 milhões de brasileiros, que, em sua imensa maioria, trabalham, estudam, plantam,  criam, empreendem, realizam, todos os dias.
Nos últimos anos, voltamos a construir navios, hidrelétricas, refinarias, aeroportos, ferrovias, portos, rodovias, hidrovias, e a fazer coisas que nunca fizemos antes, como submarinos - até mesmo atômicos - ou trens de levitação magnética.
Desde 2002, a safra agrícola duplicou - vai bater novo recorde este ano -  e a produção de automóveis, triplicou.
Há 12 anos, com 500 bilhões de dólares de PIB, devíamos 40 bilhões de dólares ao FMI, tínhamos uma dívida líquida de mais de 50%, e éramos a décima-quarta economia do mundo.
Hoje, com 2 trilhões e 300 bilhões de dólares de PIB, e 370 bilhões de dólares em reservas monetárias,  somos a sétima maior economia do mundo. Com menos de 6% de desemprego, temos uma dívida líquida de 33%, e um salário mínimo, em dólares, mais de três vezes superior ao que tínhamos naquele momento.
De onde vieram essas conquistas?
Do suor, da persistência, do talento e da criatividade de milhões de brasileiros. E, sobretudo, da confiança que temos em nós mesmos, no nosso trabalho e determinação, e no nosso país.
Não podemos nos iludir.
Não estamos sozinhos neste mundo. Competimos com outras grandes nações, que conosco dividem as 10 primeiras posições da economia mundial, por recursos, mercados, influência política e econômica, em escala global.
Não são poucos os países e lideranças externas, que torcem para que nossa nação sucumba, esmoreça, perca o rumo e a confiança, e se entregue, totalmente, a países e regiões do mundo que sempre nos exploraram no passado - e ainda continuam a fazê-lo -  e que adorariam ver diminuída a projeção do Brasil sobre áreas em que temos forte influência geopolítica, como a África e a América Latina.  
Nosso espaço neste planeta, nosso lugar na História, foi conquistado com suor e sangue, por antepassados conhecidos e anônimos, entre outras muitas batalhas, nas lutas coloniais contra portugueses, holandeses, espanhóis e franceses; na Inconfidência Mineira, e nas revoltas que a precederam como a dos Beckman e a de Filipe dos Santos; nas Conjurações Baiana e Carioca, na Revolução Pernambucana; na Revolta dos Malês e no Quilombo de Palmares; na Guerra de Independência até a expulsão das tropas lusitanas; nas Entradas e Bandeiras, com a Conquista do Oeste, da qual tomaram parte também Rondon, Getúlio e Juscelino Kubitscheck; na luta pela Liberdade e a Democracia nos campos de batalha da Europa, na Segunda Guerra Mundial.
As passagens de um ano para outro, deveriam servir para isso: refletir sobre o que somos, e reverenciar patriotas do passado e do presente.
Brasileiros como os que estão trabalhando, neste momento, na selva amazônica, construindo algumas das maiores hidrelétricas do mundo, como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio; como os que vão passar o réveillon em clareiras no meio da floresta, longe de suas famílias, instalando torres de linhas de alta tensão de transmissão de eletricidade de centenas de quilômetros de extensão; ou os que estão trabalhando, a dezenas de metros de altura, em nossas praias e montanhas, montando ou dando manutenção em geradores eólicos; ou os que estão construindo gigantescas plataformas de  petróleo com capacidade de exploração de 120.000 barris por dia, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul, como as 9 que foram instaladas este ano; ou os que estão construindo novas refinarias e complexos petroquímicos, como a RENEST e o COMPERJ, em Pernambuco e no Rio de Janeiro; ou os que estão trabalhando na ampliação e reforma de portos, como os de Fortaleza, Natal, Salvador, Santos, Recife, ou no término da construção do Superporto do Açu, no Rio de Janeiro; ou os técnicos, oficiais e engenheiros da iniciativa privada e da Marinha que trabalham em estaleiros, siderúrgicas e fundições, para construir nossos novos submarinos convencionais e atômicos, em Itaguaí; os técnicos da AEB - Agência Espacial Brasileira, e do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que acabam de lançar, com colegas chineses, o satélite CBERS-4, com 50% de conteúdo totalmente nacional; os que trabalham nas bases de lançamento espacial de Alcântara e Barreira do Inferno; os oficiais e técnicos da Aeronáutica e da Embraer, que se empenham para que o primeiro teste de voo do cargueiro militar KC-390, o maior avião já construído no Brasil, se dê com sucesso e dentro dos prazos, até o início de 2015; os operários da linha de montagem dos novos blindados do Exército, da família  Guarani, em Sete Lagoas, Minas Gerais, e os engenheiros do exército que os desenvolveram; os que trabalham na linha de montagem dos novos helicópteros das Forças Armadas, na Helibras, e os oficiais, técnicos e operários da IMBEL, que estão montando nossos novos fuzis de assalto, da família IA-2, em Itajubá; os que produzem novos cultivares de cana, feijão, soja e outros alimentos, nos diferentes laboratórios da EMBRAPA; os que estão produzindo navios com o comprimento de mais de dois campos de futebol, e a altura da Torre de Pisa, como o João Candido, o Dragão do Mar, o Celso Furtado, o Henrique Dias, o Quilombo de Palmares, o José Alencar, em Pernambuco e no Rio de Janeiro; os que estão construindo navios-patrulha para a Marinha do Brasil e para marinhas estrangeiras como a da Namíbia, no Ceará; os engenheiros que desenvolvem mísseis de cruzeiro e o Sistema Astros 2020 na AVIBRAS; os que estão na Suécia, trabalhando, junto à Força Aérea daquele país e da SAAB, no desenvolvimento do futuro caça supersônico da FAB, o Gripen NG BR, e na África do Sul, nas instalações da DENEL, e também no Brasil, na Avibras, na Mectron, e na Opto Eletrônica, no projeto do míssil ar-ar A-Darter, que irá equipá-los; os nossos soldados, marinheiros e aviadores, que estão na selva, na caatinga, no mar territorial, ou voando sobre nossas fronteiras, cumprindo o seu papel de defender o país, que precisam dessas novas armas;  os pesquisadores brasileiros das nossas universidades, institutos tecnológicos e empresas privadas, como os que trabalham ITA e no IME, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, ou no projeto de construção e instalação do nosso novo Acelerador Nacional de Partículas, no Projeto Sirius, em São Paulo;   os técnicos e engenheiros da COPPE, que trabalham com a construção do ônibus brasileiro a hidrogênio, com tubinas projetadas para aproveitar as ondas do mar na geração de energia, com a construção da primeira linha nacional de trem a levitação magnética, com o MAGLEV COBRA; nossos estudantes e professores da área de robótica, do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, várias vezes campeões da Robogames, nos Estados Unidos.   
Neste momento, é preciso homenagear  esses milhões de compatriotas, afirmando,  mostrando e lembrando - e eles sabem e sentem profundamente isso - que o Brasil é muito, mas muito, muitíssimo maior que a corrupção.
É esse sentimento, que eles têm e dividem entre si e suas famílias, que  faz com que saíam para trabalhar, com garra e determinação, todos os dias, cheios de  orgulho pelo que fazem e pelo nosso país.
E é por causa dessa certeza, que esses brasileiros estão se unindo e vão se mobilizar, ainda mais, em 2015, para proteger e defender as obras, os projetos e programas em que estão trabalhando, lutando, no Congresso, na Justiça, e junto à opinião pública, para que eles não sejam descontinuados,  destruídos, interrompidos, colocando em risco seus empregos, sua carreira, e a sobrevivência de suas famílias.
Eles não têm tempo para ficar teclando na internet, mas sabem que não são bandidos, que não cometeram nenhum crime e que não merecem ser punidos, direta ou indiretamente, por atos  dos quais não participaram, assim como a Nação não pode ser punida pelos mesmos motivos.
Eles têm a mais absoluta certeza de que a verdadeira face do Brasil pode ser vista nesses projetos e empresas - e no trabalho de cada um deles - e não na corrupção, que se perpetua há anos, praticada por uma ínfima e sedenta minoria. E intuem que, às vezes, na História, a Pátria consegue estabelecer seus próprios objetivos, e estes conseguem se sobrepor aos interesses de grupos e segmentos daquele momento, estejam estes na oposição ou no governo.












O fim da televisão como a conhecemos - Ignacio Ramonet | Folha Diferenciada



                                                   









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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A CLAUSULA DE BARREIRA QUESTIONADA NO SISTEMA ELEITORAL ALEMÃO

A República de Weimar padeceu do grave problema da pulverização partidária. À época isso contribiu para o enfraquecimento do sistema político favorecendo a ascensão nazista. Interessante observar que o atual sistema eleitoral brasileiro vive o mesmo drama, impossibilitando uma governança estável. Por outro lado, adotando se a cláusula, milhões de eleitores podem ver seus votos inutilizados pelo fato de seus partidos não conseguirem colocar seus candidatos nos parlamentos. Considerados individualmente esses partidos não contam com representatividade suficiente para isso, mas pode acontecer do somatório de seus votos implicar de por a margem um número considerável de eleitores. Dilemas para uma reforma política.





Após 15% dos votos irem para o lixo, alemães questionam sistema eleitoral | Ausländer

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O currículo da pátria educadora - Carta Maior

Conhecemos políticos que incorporaram aos seus mandatos a marca da educação. Às vezes, mais marca e marketing do que real e efetivo esforço pela educação que diz priorizar. Mas do que falamos é de um mandato presidencial. Colocar a educação como lema e ideal de uma gestão é fato inédito na história do Brasil.

A mídia por sua vez continua em sua marcha acelerada para o fim, dando demonstração de degradação e mau gosto. Cada vez mais se depreciam e se diminuem em sua oposição sistemática ao país e ao povo.



 O currículo da pátria educadora - Carta Maior




O currículo da pátria educadora

A formação virtuosa da infância, a sorte do desenvolvimento, o futuro da sociedade e da civilização há muito deixaram de interessar à elite brasileira.

por: Saul Leblon 

Ricardo Stuckert/Instituto Lula

A mídia derrotada em 26 de outubro fez da posse da Presidenta Dilma Rousseff um manifesto fotográfico de revanchismo e ressentimento.

Seria só a doença infantil do conservadorismo não fosse o sinal eloquente dos dias que virão.

Acovardada diante da solenidade democrática, momentaneamente impedida de expor as garras em textos explícitos, a cobertura conservadora dedicou-se a selecionar e recortar imagens oferecendo uma angulação desairosa da cerimônia, da presidenta reeleita e, por indução, do seu legado e do seu futuro.

Nisso a Folha comprovou, mais uma vez, o  virtuosismo no ramo.

A exemplo do que fez com a ficha falsa da Dilma, o diário da família que manteve relações simbióticas com o aparato da ditadura, estampou na primeira página um recorte da posse em que a chefe da nação parece em litígio com a faixa presidencial.

‘Ilegítima’ -- não foi esse o mote lançado semanas antes por FHC?

O conjunto lembra as goelas pantagruélicas urrando sua evocação a  Dilma e ao Brasil, no jogo inaugural da Copa do Mundo, no Itaquerão.

Não nos enganemos.

Estamos diante de manifestações mórbidas de interesses descomunais em baldeação para um confronto aberto pelo controle do passo seguinte do desenvolvimento brasileiro.

A nomeação de um centurião do mercado para comandar a Fazenda, como previsto,  não cessou a dança a guerra.

A emissão que nunca desafina em palavras ou imagens não cessa de martelar o preço da pax com os mercados.

Rendição incondicional na forma de uma carta branca a Joaquim Levy, exigem colunistas sexagenárias a serviço das boas causas do ramo.

O que se pretende é acoplar o país  à grande cloaca mundial de um capitalismo sem peias; legitimar o descolamento radical entre a riqueza privada e o interesse coletivo e, de uma vez por todas, engatar a sétima economia do planeta à marcha batida da restauração neoliberal.

O passaporte para o  ‘novo normal’ sistêmico requer a desqualificação de tudo aquilo que Dilma simboliza. De preferência, dito pela boca da própria, que descartou a eutanásia no discurso de posse.

Não apenas isso: contrapôs à rendição incondicional  um intrigante programa cívico de ‘pátria educadora’.

Mau sinal, diz a pátria rentista, cujo projeto dispensa causas cívicas e republicanas.

Ao contrário.

O desmanche do Estado é o biodigestor do seu programa.

A decomposição de direitos sociais, o  adubo  no qual florescerá, ainda mais viçosa,  a alta finança desregulada.

Embora bem posicionados, os endinheirados brasileiros querem mais.

A elite da sétima economia do mundo é responsável pela quarta maior fortuna do planeta evadida em paraísos fiscais.

Estudos da  The Price of Offshore Revisited,  coordenados pelo insuspeito  ex-economista-chefe da McKinsey, James Henry, revelam que os brasileiros muito ricos – que se envergonham do governo corrupto--  possuíam, em 2010, cerca de US$ 520 bilhões  abrigados em santuários do dinheiro frio.

Ofende a esse fluxo patriótico a tentativa de se construir por aqui um Estado social, que eventualmente considere a riqueza privada tributável em benefício do bem comum.

A questão agora é  saber em que medida o discernimento social, condicionado por uma esférica máquina de difusão dos interesses vips, conseguirá desvencilhar o futuro da sociedade desse destino histórico pretendido pelas suas elites.

É nesse ambiente de armas desensarilhadas que incide a radicalidade implícita ao lema do segundo mandato: ‘Brasil, pátria educadora’.

A formação virtuosa da infância, o compromisso com a civilização, a sorte do desenvolvimento e do investimento, enfim, o presente e o futuro da sociedade há muito deixaram de interessar à elite brasileira.

Esse descompromisso dramático explica e colide com a abrangência daquilo que Dilma se impôs como trilho do seu segundo mandato.

‘Estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades, mas também que devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e sentimento republicano”, enfatizou a presidenta.

Nessa pátria educadora, que ocupa o vazio de uma elite que renunciou à nação, não cabem retrocessos.

Ajustes -previstos- terão que obedecer a compromissos sintetizados de forma solene pela reeleita no primeiro dia do seu segundo mandato:

‘Nenhum direito a menos, nenhum passo atrás’.

E isso inclui o padrão de reajuste do salário mínimo, reiterou a chefe da nação, no terceiro dia do seu segundo governo.

Moral da história: uma ‘pátria educadora’ não pode florescer com o sequestro de direitos e do poder de compra da família assalariada.

É o oposto do que pensam os endinheirados sobre o papel da escola na sociedade.

No Brasil, como em boa parte do mundo,  as elites definem  a educação  como o único canal legítimo de mobilidade  social das massas.  

Só através da escola, não  da reforma agrária, a tributária ou a urbana; tampouco através do salário mínimo ‘inflacionário’, ou da reforma política, menos ainda através da pluralidade informativa,  é que a miséria material e espiritual perderá seu reinado neste lugar.

Ao dar à escola a amplitude da pátria, a Presidenta da República estende o sentido da formação e da informação da gente brasileira para muito além dos limites tolerados pelo funil da meritocracia escolar.

A importância de se fortalecer o aparato escolar convencional não é minimizada por isso.

Ao contrário.

Não fosse por outros motivos, o ciclo de governos do PT será lembrado como aquele que implantou a regulação soberana sobre a riqueza do pré-sal  --sob fogo cerrado dos interesses  de sempre--  assegurando assim a  transferência de múltiplos de bilhões de reais à política educacional nos próximos anos.

Trata-se de um reconhecimento de que a escola pode muito.

Mas não um endosso ao mito liberal de que ela pode  tudo.

Em 2012, os analistas do PISA –programa internacional de avaliação de sistemas educacionais em 67 países-- afirmaram que a metade do  avanço brasileiro em matemática, por exemplo, foi uma decorrência de mudanças no entorno social dos alunos.

Uma parte do noticiário conservador  interpretou o dado como um atestado de fracasso da ‘educação petista’. Outra,  omitiu-o.

Compreende-se.

Investigá-lo talvez levasse à conclusão de que as políticas demonizadas pelo dispositivo conservador – como o Bolsa Família, a valorização do salário mínimo, crédito barato, subsídio à habitação popular etc--  dilataram as fronteiras de aprendizado da criança brasileira.

Exemplo 01: estudantes do ensino médio beneficiados pelo Bolsa Família nas regiões Norte e Nordeste têm rendimento melhor do que a média nacional  (82,3% e 82,7%, contra  taxa brasileira de 75,2%).

Exemplo 02:  pesquisa feita na Universidade de Sussex, na Inglaterra, em 2012, revela que quanto maior é o tempo de  participação dos lares no Bolsa Família, maior é o aproveitamento escolar das crianças.  Segundo a pesquisa, a taxa de aprovação dos alunos do 5º ano aumenta 0,6 ponto percentual para cada R$ 1 de aumento no valor médio do benefício per capita recebido pelas famílias.

Pátria educadora é isso.

E a sua influência na escolarização não é privilégio de sociedade pobre.

Tome-se o caso dos EUA.

Entre 2009 e 2012,  país  retrocedeu cerca de 20 pontos  na classificação global do Pisa.

Em 2009  ocupava a 17ª posição; caiu para a 36ª em 2012 ; ficou abaixo da média geral em ciências e matemática.

O que mudou nos EUA entre 2009 e 2012?

A sociedade norte-americana mergulhou na sua maior crise desde a Depressão de 1929.

Uma em cada cinco crianças norte-americanas passou a viver  em ambiente de pobreza. A renda  anual média das famílias  com filhos recuou cerca de US$ 6.300 (tomando-se 2001 como base de comparação).

Um milhão de estudantes de escolas públicas viram suas famílias serem despejadas nos EUA. 

 O grau de recuperação do mercado de trabalho na presente crise é o mais lento de todas as recessões anteriores vividas pelo capitalismo norte-americano.

Isso não é uma pátria educadora.

A sobrevalorização do papel da escola na agenda conservadora padece ainda de outros flancos de coerência.

O Brasil investe três vezes menos  que a média da OCDE para educar uma criança dos 6 aos 15 anos (R$ 64 mil e R$ 200 mil, respectivamente).

Mas o jogral que atribui à educação poderes sobrenaturais suspira  por  um Brasil com salários chineses ;  produtividade alemã;  escolarização nórdica; superávit ‘cheio’ e carga fiscal equiparável a de Burkina Faso, onde o índice de alfabetização estacionou  nos 25%.

Esse Éden conservador não guarda qualquer relação de parentesco com a ‘pátria educadora‘ de Dilma.

Sugere, antes,  um deslocamento espacial e temporal do conflito distributivo, confinando-o em uma escola e em um aluno, aos quais caberá a exclusiva responsabilidade de erguer a sociedade  pelos próprios cabelos.

Essa escola barão de Munchausen não se confunde com a concepção da presidenta Dilma, que só pode ser entendida como um projeto de (re) construção social e cultural, que alfabetiza  com lápis, papel, direitos, participação democrática, pactuação de desenvolvimento  e consciência crítica.

O resto é adestramento, não educação.

Nesse sentido, vale  reler um texto  já publicado  neste espaço, mas sempre oportuno quando se discute o tema. Trata-se de  inspirador fragmento  da entrevista concedida por um professor, crítico literário e militante socialista à campanha de Lula, em 2002, sobre o assunto.

Hoje mais que  nunca, suas palavras faíscam a pertinência e, sobretudo,  os desafios da grande transformação histórica embutida no lema do quarto mandato progressista que começa agora no país.

Com a palavra, o professor Antonio Candido:

"Temos  uma crise de civilização (...) Talvez seja um mal que deriva de um bem. 
 
O esforço para tornar os níveis de ensino acessíveis a todos força diminuir o nível. Então, você fica num dilema perverso: elitizo ou democratizo e abdico de qualidade?  A saída está numa sociedade igualitária, onde todos tenham acesso à cultura e à educação de qualidade. Foi o que eu vi em Cuba. Instrução pública e gratuita em todos os níveis. E de muito boa qualidade.

A chave é a transformação da sociedade, na qual as pessoas se apresentam para a educação em pé de igualdade.

 Quem acha que um bom sistema educacional salva a pátria está redondamente enganado.

A participação nesse sistema será sempre restrita.

Por isso você tem que, primeiro, fazer mudanças estruturais; depois, terá um boa educação. Os liberais pensam: eu tendo uma população instruída, terei uma sociedade melhor.

 Errado. Tendo a sociedade melhor, terei uma população instruída. Só assim você supera essa contradição aparente entre elitização e democratização. Continuo achando que a forma republicana do ensino público e gratuito é o grande modelo 
 (...)  Numa sociedade em que as diferenças de classes ficam muito reduzidas, haverá um desaparecimento da cultura erudita e da popular. E surgirá uma nova cultura. Isso é possível.

A função do Estado é fazer um grande esforço econômico e social para que no plano cultural o hiato diminua. De tal maneira que, no fim de certo tempo, o popular se torna erudito e o erudito se torna popular’ (Antonio Candido; site da Campanha Lula Presidente; 2002)





ANUÁRIO DO FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA

Em protesto, polícia de NY faz 'rebelião silenciosa' - BBC Brasil




O prefeito de Nova York está conhecendo um fenômeno que está tornando se muito comum em alguns estados brasileiros onde lideranças policiais visando turbinar suas carreiras político eleitorais orientam os demais a agirem exatamente assim. 

Mas, com a queda da taxa de criminalidade em 2014 e as ruas aparentemente tranquilas, mesmo durante a (in)ação dos agentes, o tiro pode sair pela culatra.
"É difícil manter uma chantagem desse tipo quando as pessoas não se sentem ameaçadas. E Nova York fechou 2014 com números baixos de mortes, estupro, furto qualificado e roubo. Por mais de 20 anos, o crime caiu porque a polícia dobrou e redobrou seus esforços. Chega um momento em que a quimio é mais mortal do que o câncer ", escreveu Siegel.
Outros vão ainda mais longe, classificando o movimento da polícia de ameaça à democracia com reminiscências de golpe de Estado latino-americano.







Em protesto, polícia de NY faz 'rebelião silenciosa' - BBC Brasil

domingo, 4 de janeiro de 2015

sábado, 3 de janeiro de 2015

Union de Pueblos de Nuestra America: Tania Bruguera: el extravío de un susurro. Entrevi...



Esse escrito, extraído de um blog que foca o continentalismo latino americano, Union de Pueblos de Nuestra América, nos dá uma vaga ideia do estado de ânimo das pessoas, do compromisso revolucionário, da provocação imperialista, de seus métodos de cooptação dos jovens artistas e intelectuais e das expectativas relacionadas ao reatamento de relações com os EUA,





Union de Pueblos de Nuestra America: Tania Bruguera: el extravío de un susurro. Entrevi...: Sus principales promotores y su tribuna informativa están representados por medios y personas cuyo proyecto esencial para el futuro de Cu...

Luciana Genro fala sobre novo cenário brasileiro | Outras Palavras – blog da Redação

Talvez seja necessário sim uma oposição à esquerda ao governo petista. Mas seria de se esperar que antes de tudo, seja oposição à direita e não cerrar fileiras nem servir ao seu jogo, passando por inocente útil.


Luciana Genro fala sobre novo cenário brasileiro | Outras Palavras – blog da Redação

Sob o signo do “canhão frouxo”

Uma potência em declínio é torna se um risco potencial para todo o entorno...







Sob o signo do “canhão frouxo”