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sábado, 11 de junho de 2016

Investida da Lava Jato contra peemedebês é só pra inglês ver | Brasil 24/7

Investida da Lava Jato contra peemedebês é só pra inglês ver



Jos� Cruz/Ag�ncia Brasil: <p>Bras�lia - O Procurador-Geral da Rep�blica, Rodrigo Janot, o presidente da C�mara, Eduardo Cunha e o ministro da Justi�a, Jos� Eduardo Cardozo participam da sess�o de abertura do ano judici�rio (Jos� Cruz/Ag�ncia Brasil)</p>
Até aqui, a operação Lava Jato não passou de instrumento da corrupção. Sim, é isso mesmo. Os áudios de expoentes do PMDB que vêm sendo vazados desde que Dilma foi derrubada pela bandidagem que infecta o Congresso mostram que essa operação apenas ajudou a afastar a grande fiadora da investigação: Dilma Rousseff.
A Lava Jato jogou o país em uma crise econômica sem precedentes. Sem ela, o setor da economia que mais influi no desempenho do PIB – a construção pesada, tocada pelas empreiteiras envolvidas na investigação – não teria sido paralisado e, assim, não teria roubado naco tão grande do crescimento.
Mas não é só com a desidratação do PIB que a Lava Jato contribuiu com a corrupção. Ao focar exclusivamente no PT enquanto Dilma estava no poder, deu discurso aos bandidos que queriam afastá-la para justificar sua queda junto à população.
O áudio do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá não deixa dúvida de que a Câmara dos Deputados votou pela abertura do processo de impeachment porque Dilma se recusou a interferir na Lava Jato, o que poderia ter feito mudando o procurador-geral da República e o chefe da Polícia Federal, escolhendo títeres que paralisariam as investigações.
Não é à toa que o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, entregou que o governo Temer planeja tomar essas medidas. Fernando Henrique Cardoso, quando governou, mostrou que colocando correligionários na Polícia Federal e na Procuradoria Geral da República é possível impedir que governos sejam fiscalizados e processados.
Após a queda de Dilma, porém, as coisas começaram a tomar outro rumo.
Após expoentes da Lava Jato dizerem que a investigação iria parar – obviamente que por terem alcançado seu objetivo –, a reação foi estrondosa. Não tardou para que Sergio Moro e os cabeças da operação no MPF e na PF percebessem que, se assassem essa pizza, correriam risco de ter que pagar pelo crime de montar uma operação desse porte só para derrubar um governo.
Além disso, como o afastamento de Dilma não é definitivo e como a prisão de petistas já não tem o mesmo “charme”, se a operação continuasse parada – como estava desde que a derrubada da presidente se mostrou irreversível – haveria o risco de ela voltar, já que as patuscadas de Temer estão afundando os golpistas.
O chilique de Gilmar Mendes ante o pedido do procurador-geral da República para que José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha sejam presos mostra que Rodrigo Janot está jogando para a galera. Ele sabe muito bem que o pedido não vai ser atendido por um STF acovardado que está assistindo de camarote a Constituição ser pisoteada.
Aliás, Gilmar criticou o vazamento do pedido de Janot ao STF para prender pemedebês. Há dois anos e tanto o MPF e a PF vazam contra petistas toda semana e Gilmar nunca abriu a boca. Sim, vazamentos são ilegais e imorais. Condenam sem provas. Mas Moro até já avisou que esses vazamentos são estratégia da Lava Jato para julgar acusados pela mídia. Nem Gilmar nem ninguém do STF abriu a boca.
As intenções das personagens pemedebês supracitadas de interferirem nas investigações são claras como dia de verão e cristalinas como água da montanha. Por muito menos petistas foram presos e a chave da cela foi jogada fora. Ou alguém tem alguma gravação de João Vaccari ou José Dirceu combinando estratégias para impedir as investigações como os peemedebês em tela têm contra si?
Janot sabe que não vai ter autorização para prender gente com licença para roubar. A Lava Jato só prende graúdos inocentes e bagrinhos culpados, estes para dar um ar de seriedade à investigação. Os bandidões mesmo estão todos soltos via delação premiada. Delcídio, Paulo Roberto Costa e outros malandros que o digam.
Assim, escreva aí, leitor: se o Senado confirmar o impeachment de Dilma, a Lava Jato para logo em seguida e nunca mais você ouvirá falar em combate à corrupção no Brasil. A mídia golpista só fará denúncias contra petistas triturados. E venderá a teoria de que, agora, só tem político “honesto” no Brasil.
Se a Lava Jato continuasse até que TODOS os corruptos fossem pegos, seria unanimidade. Este Blog apoiaria incondicionalmente. Dificilmente um cidadão honesto, de esquerda, de direita, de centro, do que for seria contra. Mas é uma farsa. E esse pedido de prisão de peemedebês é só jogo de cena. Só até Dilma ser afastada de vez.




Investida da Lava Jato contra peemedebês é só pra inglês ver | Brasil 24/7

Protestos contra o GOLPE espalham-se por espetáculos no país e no exterior - Debate Progressista

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Prisão do “Japonês da Federal” ensina o óbvio: não existem heróis e vilões no Brasil - ONDDA

POIS É...O ÓBVIO!

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

A casta: associação de juízes combinou ações contra jornalistas que divulgaram salários - TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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Petroleiros fazem greve contra Temer que quer privatizar a Petrobrás

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Diário do Centro do Mundo E eis que agora a mídia atribui a crise brasileira a problemas internacionais. Por Paulo Nogueira

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Altman disseca "biografia" de Dirceu - TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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O ponto de fusão | Brasil 24/7


Os principais partidos do país - incluídos PT e PMDB - manifestaram-se, esta semana, contra os pedidos de prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros, do ex-ministro do Planejamento Romero Jucá, e do ex-presidente José Sarney, encaminhados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, com base em telefonemas gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, e “vazados” por O Globo.
Entre as razões citadas, está a alegação da possibilidade de crime de obstrução de justiça, porque os três - que são legisladores, para isso escolhidos pelo voto popular - teriam discutido a aprovação de leis para impedir que acordos de delação premiada sejam feitos com pessoas já detidas e para alterar a determinação - claramente promulgada sob pressão do clamor popular - que prevê prisão após a condenação já na segunda instância.
A verdade é que não se pode mais esconder o fato de que o que está acontecendo é um embate, claro, entre o presidencialismo de coalizão e a democracia - que, com todos os seus defeitos costumeiros, comuns a todas as nações em que ocorre, ainda é, como dizia Churchill, o melhor sistema possível, baseado na incontestável legitimidade do voto - e setores da plutocracia que pretendem se erguer sobre os três poderes da República, ignorando, ou fingindo ignorar, tanto a História quanto a proeminência lógica, constitucional, da política sobre certas carreiras de estado.
Qualquer cidadão, e, principalmente, os seus representantes, têm o direito de discutir o que quer que seja, e de propor a mudança legislativa que quiser, principalmente quando leis e outros procedimentos podem estar ameaçando o direito de opinião, a liberdade individual, ou o Estado de direito.
A reação dos partidos à atitude do procurador-geral pode e deve representar o ponto de fusão resultante da pressão exercida sobre homens públicos de todas as tendências e partidos, nos últimos meses, e levar - independente das diferenças políticas e ideológicas - a uma reação em cadeia contra o que está ocorrendo, antes que seja tarde.
Se houvesse bom senso por parte do Ministério Público, bandidos notórios, eleitos ou não, que se locupletaram comprovadamente com dinheiro público, detentores de contas no exterior, e que gastaram milhares de dólares por dia em nababescas viagens com a família, já estariam presos há meses, e conversas políticas, ainda que gravadas, seriam reduzidas ao que são: meras conversas políticas.
Tudo isso é fruto de uma situação absurda, surreal, em que não se reagiu logo no início, e na qual, no lugar de trabalhar para promover a volta da governabilidade - sabe-se lá por que razão, talvez para lançar um candidato próprio - parte da mídia tomou, conscientemente, a decisão de martelar, exaustivamente, a tese de que o país está quebrado - quando saímos da 14ª para a oitava economia do mundo em pouco mais de dez anos, temos quase US$ 377 bilhões (aproximadamente R$ 1,5 trilhão), em caixa, em reservas internacionais, e somos o quarto maior credor individual externo dos Estados Unidos.
E de provar que todo o universo político-partidário, sem exceção, é corrupto, e deve ser destituído ou preso, baseando-se em duas premissas absolutamente frágeis: delações premiadas fechadas sob pressão após a prisão dos delatores, que raras vezes se apoiam em provas claras e irrefutáveis; e uma série de gravações de áudio ou escutas telefônicas que até as pedras sabem que não se sustentam, moral ou judicialmente, como provas, porque foram preventiva, premeditada e intencionalmente feitas e manipuladas, por uma das partes, tanto do ponto de vista do tema, como da condução da conversa, com o intuito de comprometer o interlocutor e de livrar quem as gravou de ser acusado e detido, em um clima digno do terror estalinista - em que todo mundo acusa todo mundo das coisas mais estapafúrdias e rocambolescas - na tentativa de não ser massacrado no moinho permanente de um esquema galopante, arbitrário, kafkiano e inconstitucional.
Depois de sangrar umas às outras da forma mais imbecil e suicida, abrindo a Caixa de Pandora da mais rasteira e hipócrita criminalização da política, as lideranças partidárias precisam entender que as diferentes agremiações têm que se reunir em urgente aliança, em defesa da liberdade e dos sufrágios de seus eleitores, e alterar a Constituição, se necessário for, para retomar o controle do país, que está sendo usurpado, na prática, por segmentos do Estado que têm cada vez mais poder, mas - paradoxalmente - nem um voto.
É preciso exigir do Judiciário e do Ministério Público que se prove, irrefutavelmente, a enorme massa de afirmações que têm sido feitas por pseudodelatores para se livrar de prisões arbitrárias e ilegais, já há mais de dois anos.
Onde estão as dezenas de bilhões de reais que se afirma - ou melhor, se propaga, à boca pequena, há meses - que foram surrupiados da Petrobras?
Quais são os nomes das pessoas que, nas várias comissões de licitação da empresa, tornaram possíveis esses supostos desvios e sobrepreços, na fantástica escala que circula às vezes na imprensa, e quase sempre nas redes sociais?
O que elas receberam em troca da viabilização desses supostos crimes?
Por que elas não foram identificadas e processadas até agora?
Em que contas foram depositadas as “comissões” e “propinas”, e em que montante?
Que documentos - não ilações condicionais e subjetivas - comprovam esses ilícitos?
Uma coisa é o desvio feito por bandidos, que se locupletaram de dinheiro sujo, para gastar a tripa forra, em verdadeiras farras do boi, no exterior.
Outra, financiamentos empresariais, feitos para viabilizar a campanha de diferentes partidos, e registrados com todas as letras, na forma da lei, no passado, que estão sendo transformados, agora, como por passe de mágica, em propinas.
É isso - e não uma longa sucessão de "disse me disses" e vazamentos seletivos e distorcidos, seguindo as conveniências de momento de quem os facilita - que é preciso ser apresentado ao público.
É imprescindível que prevaleça, e seja reproclamada, aos quatro ventos, a ideia maior que abre a Carta Constitucional.
Todo poder precisa emanar do povo e é em seu nome que ele deve ser exercido.
Chega de boato, manipulação, hipocrisia, mentira e mistificação dos fatos, com o objetivo de desconstruir a política e a democracia aos olhos da população, para abrir caminho à alternativa fascista de sedutoras vestais, travestidas de heróis de Polichinelo e de "salvadores" da Pátria.
O processo de construção e de aprimoramento do sistema democrático - e, por extensão das instituições do Estado, que não podem ficar à margem de controle ou aprimoramento - é, pode, por natureza, ser permanente, árduo, paulatino e, até mesmo, estar longe de ser perfeito, mas deve ser conduzido por quem de direito, devidamente ungido por sagrado voto popular.
Até mesmo porque a democracia é um processo nunca acabado de constante busca do equilíbrio possível entre diferentes tendências, grupos, opiniões, corporações, dentro de uma determinada comunidade, sociedade, nação ou território.
Atalhos e soluções rápidas, populistas, arrogantes e intempestivas, formuladas de modo amador e superficial, na tentativa de reformar o mundo, mesmo que revestidas aparentemente das melhores intenções, como fez a Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo, costumam, no mundo real, levar a perigosos e quase sempre trágicos e sangrentos desvios, que conduzem ao estupro da liberdade e da dignidade humanas e a gravíssimos retrocessos históricos, políticos, econômicos e institucionais.




O ponto de fusão | Brasil 24/7

Lado Oculto Nova Ordem Mundial : Conheça a organização MUNDIAL que financia REVOLUÇÕES - Documentário

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A natureza estratégica da Frente Brasil Popular | Brasil 24/7

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PARTE DO GOLPE: Empresa americana está comprando hectares brasileiros para investir em saneamento - Debate Progressista

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Ministro interino diz que não haverá concursos públicos até 2018 - Jornal O Globo

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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Samuel Pinheiro: Houve uma conspiração no Brasil | Brasil 24/7

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Serra revela como manobrou o atraso total do trem-bala de Dilma | GGN



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Conheça a MP 727, um duríssimo golpe de Temer que passou despercebido até aqui – O Cafezinho

O PROFUNDO DO ICEBERG GOLPISTA

 

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Dilma explica a Rosa Weber que foi golpe por mais de 100 fontes | GGN

QUEM SABE ASSIM A MINISTRA ROSA WEBER AGORA LEIA UMA BOA LITERATURA JURÍDICA.

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Economia - FMI diz que políticas neoliberais aumentaram desigualdade

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quarta-feira, 8 de junho de 2016

CNT: reprovação do governo Temer é de 28%; 11% aprovam e 30% consideram regular | Agência Brasil



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No Prouni, pistas para compreender a crise do lulismo

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Previdência: “déficit” é distorcido

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Para apagar o sorriso dos usurpadores

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Lobby de ensino privado volta a demonstrar força junto a Mendonça Filho | Brasil 24/7

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RS: Nota oficial do Comando de Greve do CPERS em repúdio as declarações de Sartori contra educadores e estudantes - CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

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Temer veta R$ 8 milhões de sites e blogs favoráveis à DIlma

O GOLPISTA ESTRANGULANDO A IMPRENSA ALTERNATIVA

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15 MIL PESSOAS CONCORRENDO A VAGA DE GARI

Sobre los principios del debate en Cuba: ¿Por qué se oponen los que se oponen? Por Carlos Luque Zayas Bazán | La pupila insomne

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Educação deve se manter mobilizada para não perder avanços já conquistados no cenário nacional – APP

APP Sindocato dos trabalhadores em educação do Paraná, fazendo o debate certo para essa conjuntura. Nota Bene, não é um sindicato identificado politicamente com o governo do estado, Beto Richa do PSDB. Muito pelo contrário, Ano passado, em 29 de Abril, o governo promoveu um massacre de professores reunidos em ato público no chamado Centro Cívico. Sem se deixar cegar pelo ódio, que poderia ter levado a categoria a mais uma escaramuças com o governo estadual, o sindicato foca muito corretamente o cenário nacional e a necessidade de uma articulação mais ampla dos sindicatos nessa esfera.

A representante da CNTE no seminário de conjuntura que seria a pessoa mais autorizada para desenvolver uma proposta nesse sentido, não disse nada que o valha, demonstrando apenas o quanto a confederação está paralisada e confusa com relação à conjuntura nacional. Não está se mostrando capaz de articular a categoria para enfrentar que estão em andamento. 

Educação deve se manter mobilizada para não perder avanços já conquistados no cenário nacional – APP

SEPE RJ

O ESTADO DA GREVE DOS PROFESSORES NO RIO DE JANEIRO (PAUTA DE NEGOCIAÇÕES)

SEPE RJ

Se Temer sabia que Pedro Parente está envolvido em desvio na Petrobrás, por que o nomeou?

É O "HOMEM CERTO", PARA O GOLPE.  PARA OCUPAR O LUGAR ERRADO,  PARA O BRASIL.

Se Temer sabia que Pedro Parente está envolvido em desvio na Petrobrás, por que o nomeou?

MEC quer tirar dinheiro de programas para ampliar repasse a estados e municípios – Inajá news

O MEC do golpe não se propõe ampliar as bases de financiamento da educação. 

A ideia é assegurar o financiamento de uma parte da educação, cortando de outras.



MEC quer tirar dinheiro de programas para ampliar repasse a estados e municípios – Inajá news

Sem previsão de aumento, professores de SP entram em 'estado de greve' - 08/04/2016 - Cotidiano - Folha de S.Paulo

SÃO PAULO: DOIS ANOS SEM REAJUSTE. DO ESTADO DE GREVE NÃO PASSOU.

Sem previsão de aumento, professores de SP entram em 'estado de greve' - 08/04/2016 - Cotidiano - Folha de S.Paulo

G1 - Professores do AP acatam ordem da Justiça e encerram greve nas escolas - notícias em Amapá

SOB A DIREÇÃO SINDICAL DO PSOL/PSTU

G1 - Professores do AP acatam ordem da Justiça e encerram greve nas escolas - notícias em Amapá

Operação Lava-Jato vira filme pornô no Brasil - Correio Braziliense - Política e Brasil

UMA HOMENAGEM À ALTURA



Operação Lava-Jato vira filme pornô no Brasil - Correio Braziliense - Política e Brasil

terça-feira, 7 de junho de 2016

À SOMBRA DOS MANGUEIRAIS EM FLOR DO CAMBEBA

A oposição não tem muito o que mostrar como resultado da"ousada"ocupação da Seduc no centro administrativo do Cambeba.
Acabou como um rolezinho com pic nic em meio ao bucólico mangueiral que sobrevive nos limites da antiga fazenda.
Muitas imagens circularam pelas redes sociais em forma de fotos e vídeos mostrando passagens de atividades artísticas e culturais, refeições coletivas, passeios em trilhas improvisadas entre as mangueiras com depoimentos de ocupantes, entremeados com farta falação política de notórios militantes da oposição.
Felizmente nenhum ato de vandalismo, assim como não constou denúncia de abuso e assédio moral pelo poder público. Nada das cenas fortes de violência perpetradas pelas polícias paulista e carioca contra os estudantes em situação de ocupação de espaços públicos, como é o caso. .
Apenas em seu início a presença de pessoas mascaradas despertou receio de que algo pudesse sair do controle...Mas por bem,  tudo transcorreu na mais sublime tranquilidade.

A ocupação obedeceu a iniciativa dos segmentos políticos organizados na oposição e decidida por fora das instâncias da categoria e da greve. Pegando carona no ato deliberado na última assembleia, aproveitaram se do instante do seu encerramento para declarar a Seduc como território ocupado.
Não é a primeira vez nesta greve que atropelam a instância que insistem em cobrar obstinadamente do sindicato realizar a toda hora.
Quem vê e for do tipo que facilmente se impressiona com o livro pela capa, pensa que são devotos da democracia que respeitam e fazem respeitar os espaços de deliberação da categoria. Mas quem já conhece o comportamento nas assembleias, não compra a "obra".
Dias antes da ocupação promoveram um ato na mesma seduc. Não houve consenso no comando sobre sua realização e não esperaram a assembleia para apresentarem a proposta.
Foi um verdadeiro fiasco!
Como única consequência, a transferência do local da negociação entre o sindicato e o governo marcada e publicizada para aquela hora.
Mas ao menos levantaram a ideia no comando de greve.
Desta vez, nem isso.

Acontece que não entraram em seus cálculos os efeitos danosos que poderiam causar à categoria com aquela aventura juvenil. O #OcupaSeduc estava em vias de comprometer a folha de pagamento e transtornar a vida de muitos professores e servidores que contam com processos em andamento na secretaria. Ao fim e ao cabo, conseguiriam realizar a proeza de punir aos colegas e a si mesmos, sem que o governo o fizesse.
É ruim hein!

Diante dessa possibilidade, despertaram do estado de delírio antes que o sonho se tornasse um pesadelo. Recorreram então aos "titios" da Apeoc, solicitando do presidente que corresse em seu auxílio atuando como mediador de um acordo entre os "ocupadores" e a Seduc.
Feito isso, decidiu se pelo #DesocupaSeduc.

De "concreto" mesmo, "conquistaram"  a garantia da "reabertura" das negociações, se é que estavam interrompidas desde antes da ocupação.
Além disso "arrancaram" a promessa de que os "ocupadores" não sofreriam qualquer tipo de retaliação, prevenindo-se de uma repressão que de fato, não aconteceu.
Sem gás, spray de pimenta e bala de borracha, o espetáculo perdeu o brilho previsto e o que talvez fosse a sua possível salvação.

O "acordo histórico"  foi rascunhado em um pedaço de papel oficioso, denotando a informalidade própria de quem não tinha a real pretensão de chegar a lugar algum.


Desocupação em São Paulo
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/05/tropa-de-choque-invade-centro-paula-souza-e-retira-estudantes.html
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/05/pm-desocupa-etec-e-alunos-sao-levados-delegacias.html

Desocupação no Rio de Janeiro
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/05/pm-desocupa-forca-sede-da-secretaria-de-educacao-no-rio.html

Desocupação no Ceará


Desocupação no RS
http://www.radioguaiba.com.br/noticia/abaixo-assinado-repudia-prisao-de-jornalistas-em-meio-a-acao-da-bm-para-desocupar-a-sede-da-fazenda-na-capital/

domingo, 5 de junho de 2016

Dívida dos estados deve dominar reunião de Renan com governadores na quarta

Dívida dos estados deve dominar reunião de Renan com governadores na quarta

Ética da Convicção versus Ética da Responsabilidade: Purismo versus Pragmatismo – Cidadania & Cultura



Étic

Ética da Convicção versus Ética da Responsabilidade: Purismo versus Pragmatismo

Após uma discussão
É uma nova experiência política, para a esquerda brasileira, ser destituída do Poder Executivo de forma pseudo-legal, através de um “golpe branco”. Este foi dado por uma maioria parlamentar que se uniu em defesa da interrupção das investigações sobre o financiamento corrupto de eleições, realizado costumeiramente por todos os políticos profissionais.
Seria democrático se a destituição fosse através de uma derrota eleitoral. Porém, os militantes em favor do igualitarismo social tem de processar racionalmente tudo que se passou, desde 2003, em um momento que a emoção ainda está “a flor da pele”.
Um personagem que existiu no passado — o ex-comunista que fazia uma autocrítica e girava 180 graus no espectro político-ideológico, p.ex., como o Carlos Lacerda — voltou a estar em voga: o ex-petista rancoroso em termos pessoais com ex-companheiros.
Na verdade, tornou-se um tipo comum o ex-petista que se apresenta como sendo uma pessoa de esquerda, mas acha que os inimigos/adversários políticos têm razão em tudo! Tudo que o PT fez entre 2003-2016 teria sido errado, inclusive, aceitam que “o golpe não é golpe”! O “arrependido” (ou dissidente), muitas vezes, de maneira oportunista, “cospe no prato que comeu”!
Ora, esse problema de conversão ideológica já aconteceu antes com ex-comunistas estalinistas que viraram direitistas. Então, parece ser um problema religioso: “ver a luz”, ficar subitamente iluminado pelo sobrenatural, no caso, assumindo o discurso adversário, cujas teses sempre combateu. Infelizmente, foi o erro da Dilma ao retornar à “velha matriz neoliberal” em 2015.
Mas é necessário aprender com os erros, para não repeti-los, ou então para adquirir o direito de cometer novos erros…
Para isso, como base de uma discussão entre os petistas e os demais militantes da esquerda, é necessário reconhecer a diferença entre o pragmatismo do que enfrenta a real politik o purismo do observador crítico. Aquele tinha que governar, enquanto este apenas criticava sem apresentar nenhuma alternativa viável politicamente, ou seja, não fazia uma crítica construtiva.
Perguntas-chave que a esquerda brasileira terá de responder:
  1. teria sido (e será) possível governar por 13 anos um País predominantemente conservador — em ideologia e costumes — sem aliança com a direita, quando a esquerda se reduz a 99 deputados na Câmara?
  2. teria sido (e será) possível ser eleito sem o financiamento corporativo que não se dá “a fundo perdido”?
  3. o partido político é um instrumento para se alcançar o Poder ou apenas para fazer “denúncia do capitalismo”?!
Na realidade, é muito mais fácil “ser estilingue do que vidraça”… Fazer oposição sem a ética da responsabilidade e apenas com a ética da convicção foi cômodo para nossos “amigos pequeno-burgueses” a la antiga… :)
“O critério da ética da convicção é geralmente usado parajulgar as ações individuais, enquanto o critério da ética da responsabilidade se usa ordinariamente para julgar ações de grupo, ou praticadas por um indivíduo, mas em nome e por conta do próprio grupo, seja ele o povo, a nação, a Igreja, a classe, o partido, etc. Poder-se-á também dizer, por outras palavras, que, à diferença entre moral e política, ou entre ética da convicção e ética da responsabilidade, corresponde também à diferença entre ética individual e ética de grupo” (Norberto Bobbio, Política como ética de grupo, in Dicionário de Política)
“O partidário da ética da responsabilidade […] contará comas fraquezas comuns dos homens (pois não temos o direito de pressupor a bondade e a perfeição do homem) e entenderá que não pode lançar a ombros alheios as conseqüências previsíveis de suas próprias ações. Dirá, portanto, “essas conseqüências são imputáveis à minha própria ação”. (Max Weber, Ética da convicção e ética da responsabilidade)
“Não é possível conciliar a ética da convicção e a ética da responsabilidade, assim como não é possível, se jamais se fizer qualquer concessão ao princípio segundo o qual os fins justificam os meios, decretar, em nome da moral, qual o fim que justifica um meio determinado […] Com efeito, todos esses objetivos que não se conseguem atingir a não ser através da atividade política – onde necessariamente se faz apelo a meios violentos e se acolhem os caminhos da ética da responsabilidade – colocam em perigo a “salvação da alma” (Max Weber, idem).
Na ética da convicção, as pessoas seguem valores ou princípios absolutos tais como não matar, não roubar, não mentir. Neste caso, a intenção é sempre mais importante do que o resultado concreto das nossas ações. É a ética da moralidade do indivíduo.
Mas a ética da responsabilidade, estabelecida por Maquiavel e aprimorada por Max Weber, leva em consideração as conseqüências dos atos dos agentes, geralmente políticos. É por isso que, em política, as boas intenções não justificam o fracasso.
Se a crítica ao purismo é que “de boas intenções, o inferno está cheio”, a subjetividade pouco importa, mas sim a aparência externa dos atos.“Não basta a mulher de César ser honesta; é preciso parecer honesta”. Não há, nessa ética, desculpa parao fracasso político, ou seja, não ser reeleito ou não fazer o sucessor.
Quem não entende a ética da responsabilidade não pode entender a ação coletiva em busca de certos interesses, que é a definição da Política. Partidos na oposição frequentemente fingem que ignoram essa realidade e fazem uso de um discurso calcado em uma ética de convicção ou de valoresUma vez no poder, são obrigados a se adequar à realidade e a abandonar o discurso da convicção.
Para a ética da responsabilidade, maquiavélica ou weberiana, serão morais as ações que forem úteis à comunidade, e imorais aquelas que a prejudicam, visando apenas interesses particulares.
Segundo Gustavo Muller, seguindo a linha de raciocínio de Maquiavel, que atribui à esfera política uma ética particular, o sociólogo alemão Max Weber, estabeleceu em princípios do século XX, a distinção entre Ética da Convicção e Ética da Responsabilidade.
Para Weber, quanto maior o grau de inserção de determinado político na arena política, maior é o afastamento de suas convicções pessoais e a adoção de comportamentos orientados pelas circunstâncias. Este afastamento das crenças e suposições pessoais e a adoção de medidas, muitas vezes contraditórias, é determinado pelo afastamento da ética da convicção e pela adoção da ética da responsabilidade.
ética da convicção é, para Weber, o conjunto de normas e valores que orientam o comportamento do político na sua esfera privada. Já a ética da responsabilidade representa o conjunto de normas e valores que orientam a decisão do político a partir de sua posição como governante ou legislador.
Por exemplo, há o caso de um governante neoliberal que tenha a convicção pessoal de que é necessária a redução de impostos. Essa governante pode ter realizado uma campanha eleitoral focada na redução da carga tributária, conforme suas crenças particulares. Porém, uma vez no governo, se depara com a escassez de recursos financeiros para atender serviços básicos como segurança, saúde e educação.
Diante desse dilema, ele precisa tomar a seguinte medida:
  1. ou segue sua norma particular (ética da convicção), e reduz os impostos sabendo que vai faltar dinheiro para o Estado cumpra suas obrigações elementares,
  2. ou adota uma medida orientada a partir de sua posição de governante (ética da responsabilidade) e mantém ou eleva as alíquotas de impostos viabilizando os recursos necessários para a ação estatal.
A distinção proposta por Weber entre convicção eresponsabilidade traduz um dilema que certamente aparecerá na carreira de qualquer político quando chegar ao Poder Executivo. Tal distinção permite também aos eleitores e analistas uma compreensão mais elevada dos meandros do mundo político.
Porém, é muito importante ter em mente que a distinção entre uma ética da convicção e uma ética da responsabilidade não significa uma “carta branca” para que políticos traiam suas promessas, ela apenas reconhece a necessidade de adaptação às circunstâncias.
a da Convicção versus Ética da Responsabilidade: Purismo versus Pragmatismo – Cidadania & Cultura

(2) La renuncia de Almagro. Por Leandro Guille ‹ Leitor — WordPress.com

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Dilma deverá dar guinada à esquerda com derrota do golpe de Temer | Brasil 24/7

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NOTA PÚBLICA | Observatório de Políticas Públicas

NOTA PÚBLICA

O MIEIB – Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil é constituído por 26 Fóruns Estaduais de Educação Infantil e 01 Fórum de Educação Infantil no Distrito Federal. Suas principais bandeiras de luta são: A efetivação dos direitos fundamentais das crianças de 0 a 6 anos (Constituição Federal, ECA, LDB, DCNEI, dentre outras); O entendimento de que a educação infantil tem especificidade própria e cumpre duas funções indispensáveis e indissociáveis: educar e cuidar; A compreensão da educação infantil enquanto campo de conhecimento e de política pública intersetorial, interdisciplinar, multidimensional e em permanente evolução.
Dito isto, o MIEIB defende que a Educação Infantil vem a público dizer que:
– Reconhecemos o cenário atual de crise econômica e política, no entanto, defendemos e acreditamos que o enfrentamento ao momento histórico pelo qual passa o Estado brasileiro precisa ser feito sem ceder às tendências conservadoras em curso.
– Reafirmamos o compromisso com a promoção e garantia dos direitos humanos, arduamente conquistados pelas lutas sociais e que têm importância fundamental no desenvolvimento e fortalecimento do processo democrático brasileiro.
-Discordamos das ações atuais do MEC com a exoneração de técnicos no MEC, extinção da SASE e desmantelamento da SECADI.
– Defendemos que a BNCC deve continuar a ser construída no diálogo com os movimentos sociais e pesquisadores da educação.
– Defendemos as conquistas no âmbito das políticas públicas e da legislação vigente que se pronuncia em favor de todas as crianças brasileiras.
-Destacamos o envolvimento de diversas entidades que representam a amplitude da diversidade que caracteriza nosso país, de setores responsáveis por viabilizar a execução das políticas, de instituições comprometidas pela constituição de modos construídos coletivamente e democraticamente a partir da pluralidade e da abrangência de diferentes perspectivas, desde a visão dos gestores aos profissionais que atuam diretamente com as crianças.
-Reiteramos os direitos promulgados na Constituição Cidadã, ECA, LDB (Alterada pela Lei 12.796/2013) e as DCNEI (Resolução CNE/CEB Nº 5/2009), bem como, o que vem sendo discutido democraticamente pela Base Nacional Comum Curricular resultado de um esforço coletivo da área.
Entendemos que a população infantil brasileira necessita ser tratada com dignidade para que possa se constituir em um contingente de pessoas contempladas pela equidade.
– Reafirmamos nosso posicionamento e nossos anseios.
– Defendemos que se respeite as tramitações e os prazos do Plano Nacional de Educação e do Conselho Nacional de Educação.
– Queremos que a legislação seja cumprida e, ao mesmo tempo, que mais crianças tenham acesso a uma Educação Infantil de qualidade, de tal modo que sejam evitados retrocessos nessa etapa da Educação Básica.
Por isso, não aceitamos propostas de políticas educacionais que desrespeitem os preceitos.
São signatários da Nota pública, os 26 fóruns estaduais e o fórum distrital, membros do Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil – MIEIB, movimentos sociais, sociedade civil e entidades educacionais :
1. Fórum de Educação Infantil do Acre
2. Fórum Alagoano de Educação Infantil.
3. Fórum Amapaense de Educação Infantil.
4. Fórum Amazonense de Educação Infantil.
5. Fórum Baiano de Educação Infantil.
6. Fórum de Educação Infantil do Ceará.
7. Fórum Permanente de Educação Infantil do Espírito Santo.
8. Fórum Goiano de Educação Infantil.
9. Fórum de Educação Infantil do Maranhão.
10. Fórum Matogrossense de Educação Infantil.
11. Fórum Permanente de Educação Infantil do Mato Grosso do Sul.
12. Fórum Mineiro de Educação Infantil.
13. Fórum de Educação Infantil do Pará.
14. Fórum de Educação Infantil da Paraíba.
15. Fórum de Educação Infantil do Paraná.
16. Fórum de Educação Infantil de Pernambuco.
17. Fórum de Educação Infantil do Piauí.
18. Fórum de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro.
19. Fórum de Educação Infantil do Rio Grande do Norte.
20. Fórum Gaúcho de Educação Infantil.
21. Fórum de Educação Infantil de Rondônia
22. Fórum de Educação Infantil de Roraima.
23. Fórum Catarinense de Educação Infantil
24. Fórum Paulista de Educação Infantil.
25. Fórum de Educação Infantil de Sergipe.
26. Fórum de Educação Infantil de Tocantins
27. Fórum de Educação Infantil do Distrito Federal
NOTA PÚBLICA | Observatório de Políticas Públicas

La Argentina de Macri y la involución democrática - Radio La Primerísima

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'Efeito manada' que levou ao impeachment acabou, diz cientista político - Brasileiros

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