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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Racismo na Globo revolta alunos e professores | Brasil 24/7


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Especialista: Brasil depende menos do capital estrangeiro - Patria Latina

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Jornal do Brasil - Economia - Queda nos preços de petróleo leva a corte de custos de US$ 380 bilhões

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Deputado quer provar que morte de Campos não foi acidente | bloglimpinhoecheiroso

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MEC não distribuiu nas escolas livro de educação sexual citado em vídeo na internet — Portal Brasil

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Empresa brasileira transforma garrafas PET em bicicletas | Catraca Livre

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Bolsonaro vira pivô de briga entre Olavo, Reinaldo, Constantino e Kataguiri

DEU BRIGA MO ARMÁRIO

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A Maçã de Bruxa do Psol:

Dilma vetou e vetou mesmo. O PT é historicamente favorável à proposta.  mas já dá para desconfiar quando uma proposta dessa natureza é aprovada por uma câmara federal financiada em sua maior parte por banqueiros cujos interesses, em tese,  vão de encontro aos objetivos de uma auditoria da dívida.

Não passava de uma provocação visando empurrar o governo para um confronto suicida com a banca...É claro, sem lhe conceder nenhum apoio e respaldo, ficariam a se divertir assistindo o PT, Dilma, Lula fritarem no mega alto forno financeiro até virarem cinzas dispersadas pelos ventos da história.

Para um governo que vive uma  conjuntura particularmente difícil, seria penoso sustentar essa frente de batalha. O PSOL sabe disso, mas se engana quem pensa que os anti petistas querem a efetiva auditoria da dívida. Na verdade seu propósito é bem mais mesquinho e destituído de fins mais elevados. Apenas semear a dúvida e preencher a agenda golpista que apresenta lacunas cada vez maiores. Seu triunfo é o mesmo do PSDB, de Cunha, DEM. etc. que no mesmo pacote, verteram lágrimas de crocodilo pelos beneficiários  do bolsa família, vitimados pela maldade da presidente que vetou a fórmula de reajuste do programa. e que mais adiante, em breve, iria inviabiliza-lo.

O governo e o PT precisariam estar muito fortalecidos para enfrentar essa guerra, contando  com amplo apoio político de sua base social e para além dela...Coisa de que não dispõe nesse momento. E não dá para crer que o PSOL cederia esse apoio. Sabemos que não.
Por mais que seja correta a proposta e que ela se enquadre nos preceitos programáticos do PT, nesse contexto converte se numa atroz armadilha. Seria mais uma pauta para travar o país e impedir a governabilidade. Ou seja, deixar o pais desgovernado.
Por mais que tente melhorar, o que prometem é fazer de tudo para que nada melhore..
Expondo o gov e o PT a vexame, saia justa e confusão, querem emplacar mais um sete a um  no Brasil


Psol: Dilma veta auditoria da dívida pública com participação da sociedade civil - Viomundo - O que você não vê na mídia

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Piso salarial dos professores terá 11,36% de reajuste e passará a valer R$ 2.135,64 - MEC


EDUCAÇÃO BÁSICA

Piso salarial dos professores terá 11,36% de reajuste e passará a valer R$ 2.135,64

    • Quinta-feira, 14 de janeiro de 2016, 19h05
    O ministro Aloizio Mercadante lembrou que, entre os pisos salariais do país, o dos professores foi um dos que mais cresceram (Foto: Mariana Leal/MEC)O piso salarial do magistério será reajustado em 11,36%, conforme determina o artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O novo valor será de R$ 2.135,64 e passa a valer a partir deste mês. O novo valor está sendo divulgado a estados e municípios pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira, 14, por meio de aviso ministerial.
    “A lei tem permitido um crescimento significativo do valor do piso salarial dos professores”, destacou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista. De 2009 a 2015, o crescimento real do piso salarial do magistério foi de 46,05%, um percentual acima da inflação. “Seguramente foi um dos melhores crescimentos salariais entre os pisos de profissionais”, afirmou.
    O piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica é o valor abaixo do qual a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios não poderão fixar o vencimento inicial das carreiras do magistério público da educação básica para a formação em nível médio, na modalidade Normal, com jornada de, no máximo, quarenta horas semanais. A atualização considerou a variação do valor anual mínimo nacional por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente na Lei no 11.494, de 20 de junho de 2007. A metodologia para o cálculo considera os dois exercícios imediatamente anteriores ao ano em que a atualização deve ocorrer.
    Para discutir o alinhamento do investimento salarial para os professores com a receita dos entes federados, em novembro último, foi instalado o Fórum Permanente para o Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica. O fórum acompanha uma das estratégias da meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que trata do piso.
    O fórum tem a participação de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Ministério da Educação.
    O piso salarial do magistério foi criado em cumprimento ao que estabelece a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea e, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias:
    Art. 60. Até o 14º (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta emenda constitucional, os estados, o Distrito Federal e os municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do art. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação, respeitadas as seguintes disposições:
     (...)
    III — observadas as garantias estabelecidas nos incisos I, II, III e IV do caput do art. 208 da Constituição Federal e as metas de universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional de Educação, a lei disporá sobre:
    (...)
    e) prazo para fixar, em lei específica, piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica; (...).
    Esse dispositivo constitucional foi regulamentado pela Lei nº 11.738/2008. Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
    Assessoria de Comunicação Social

    Piso salarial dos professores terá 11,36% de reajuste e passará a valer R$ 2.135,64 - MEC