Total de visualizações de página

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A FERRARI E O CARRO DE BOI

Tudo no impeachment tem de ser rápido, corrido, definido e inadiável. 
O processo contra Cunha, não só anda lentamente como ainda se permite dar saltos para trás. O PIG se reduz a "lamentar", por dentro sorrindo, que seja assim mesmo.

INTUINDO

INTUINDO 
Agora todos são contra Cunha...O Brasil se une contra Cunha... É o Armagedom que se abateu sobre o país. Mas Cunha não sai...O ilusionismo semiológico forja-lhe força e poder que em última instância de fato não teria se não fosse garantido por outros que podiam há muito ter lhe cortado as asas . Desgasta a república e a democracia. se a governabilidade. Em breve no subconsciente coletivo brotará o desejo de que tudo isso passe logo, que a vida volte ao normal. Quem sabe se não valerá a pena encerrar essa novela cassando a Cunha e fazendo o impeachment de uma só vez e sumariamente?
No mesmo passo cresce a inflação, o desemprego, a violência, o desrespeito aos direitos, o discurso alarmista da mídia. A expectativa desesperante do caos e da desordem generalizada distorce a percepção, dando lugar à angustia e ao medo de que tudo piore. Passam a desejar uma saída rápida. Nem que se tenha de apelar para a suspensão "temporária" dos direitos mediante a intervenção de quem possa restabelecer a ordem e evite a iminente "conflagração".
Os espectros rondam...

‘A lesão moral que o bloqueio dos meus bens me causou é extremamente grave’, diz Tarso « Sul21

Não se trata de nenhum equívoco. Principalmente quando os "equívocos" se repetem sistematicamente contra todos que tocam o PT. A estrela petista tornou-se o equivalente contemporâneo da estrela de Davi pintada na porta do judeu alemão.

‘A lesão moral que o bloqueio dos meus bens me causou é extremamente grave’, diz Tarso « Sul21


O chafurdo e as agressões no conselho de ética da câmara federal sobre a cassação de Cunha, não é gratuito...Depois de todos os abusos e arbitrariedades cometidas desavergonhadamente por Cunha & Cia, com a conivência da mídia e dos poderes instituídos, as agressões no parlamento tornam-se o centro das atenções. Onde achariam uma imagem melhor para fazer indignar a população e achincalhar as instituições?
O golpismo não tem nada a perder com a baixaria...Pelo contrário!

O ESTADO OLIGÁRQUICO DE DIREITO

*Artigo do filósofo e professor da USP Vladimir Safatle, publicado originalmente na edição desta sexta-feira (11/12) da Folha de São Paulo.
Neste exato momento, a população brasileira vê, atônita, a preparação de um golpe de estado tosco, primário e farsesco. Alguém poderia contar a história da seguinte forma: em uma república da América Latina, o vice-presidente, uma figura acostumada às sombras dos bastidores, conspira abertamente para tomar o cargo da presidente a fim de montar um novo governo com próceres da oposição que há mais de uma década não conseguem ganhar uma eleição. Como tais luminares oposicionistas da administração pública se veem como dotados de um direito divino e eterno de governar as terras da nossa república, para eles, “ganhar eleições” é um expediente desnecessário e supérfluo.
O vice tem como seu maior aliado o presidente da Câmara: um chantagista barato acostumado, quando pego em suas mentiras e casos de corrupção, a contar histórias grotescas de fortunas feitas com vendas de carne para a África e contas na Suíça com dinheiro depositado sem que se saiba a origem. Ele comanda uma Câmara que funciona como sala de reunião de oligarcas eleitos em eleições eivadas de dinheiro de grandes empresas e tem ainda o beneplácito de setores importantes da imprensa que costumam contar a história do comunismo a espreita e do bolivarianismo rompante para distrair parte da população e alimentá-la com uma cota semanal de paranoia. O nome de sua empresa diz tudo a respeito do personagem: “Jesus.com”.
O golpe ganha um ritmo irreversível enquanto a presidenta afunda em suas manobras palacianas estéreis e nos incontáveis casos de corrupção de seu governo. Ela havia dado os anéis para conservar os dedos; depois deu os dedos para guardar os braços. Mais a frente, lá foram os braços para preservar o corpo, o corpo para guardar a alma e, por fim, descobriu-se que não havia mais alma alguma. Reduzida à condição de um holograma de si mesma e incapaz de mobilizar o povo que um dia acreditou em suas promessas, sua queda era, na verdade, uma segunda queda. Ela já tinha sido objeto de um golpe que tomou seu governo e a reduziu à peça decorativa. Agora, nem a decoração restou.
Bem, este romance histórico ruim e eternamente repetido parece ser a história do fim da Nova República brasileira. Que ela termine com um golpe de estado primário, fruto de um pedido de impeachment feito em cima da denúncia de “manobras fiscais” em um país no qual o orçamento é uma ficção assumida por todos, isto diz muito a respeito do que a Nova República realmente foi. Incapaz de criar uma democracia real por meio do aprofundamento da participação popular nos processos decisórios do Estado e equilibrando-se na gestão do atraso e do fisiologismo, ela acabou por ser engolida por aquilo que tentou gerir. Para justificar o impeachment, alguns são mais honestos e afirmam que um governo inepto deveria ser afastado. É verdade, só me pergunto por que então conservar Alckmin, Richa, Pezão e cia.
O fato é que, no lugar da Nova República, o Brasil depois do golpe assumirá, de vez, sua feição de Estado Oligárquico de Direito. Um estado governado por uma oligarquia que, como na República velha, transformou as eleições em uma pantomima vazia. Uma oligarquia que já mostrou seu projeto: uma política de austeridade que não temerá privatizar escolas (como já está sendo feita em Goiás), retirar o caráter público dos serviços de saúde, destruir o que resta dos direitos trabalhistas por meio da ampliação da terceirização e organizar a economia segundo os interesses não mais da elite cafeeira, mas da elite financeira.
Mas como a população brasileira descobriu o caminho das ruas (haja vista as ocupações dos estudantes paulistas), engana-se aqueles que acreditam poder impor ao país os princípios de uma “unidade de pacificação”. Contem com um aumento exponencial das revoltas contra as políticas de um governo que será, para boa parte da população, ilegítimo e ilegal. Mas como já estamos dotados de leis antiterroristas e novas peças de aparato repressivo, preparem-se para um Estado policial, feito em cima de leis aprovadas, vejam só vocês, por um “governo de esquerda”. Faz parte do comportamento oligarca este recurso constante à violência policial e ao arbítrio para impor sua vontade. Ele será a tônica na era que parece se iniciar agora. Contra ela, podemos nos preparar para a guerra ou agir de forma a parar de vez com este romance ruim.

Causa Operária - Luciana Genro agora quer que Dilma renuncie

Causa Operária - Luciana Genro agora quer que Dilma renuncie

Aécio agora quer golpe sem direito de defesa a Dilma | Brasil 24/7

A MORDAÇA

Aécio agora quer golpe sem direito de defesa a Dilma | Brasil 24/7

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Em três dias, manifesto dos juristas contra o golpe recebe 4,1 mil assinaturas | #NãoVaiTerGolpe

Em três dias, manifesto dos juristas contra o golpe recebe 4,1 mil assinaturas | #NãoVaiTerGolpe

Como a Katia, acerte o vinho no Cerra — Conversa Afiada

Como a Katia, acerte o vinho no Cerra — Conversa Afiada

Fotógrafo registra os últimos sobreviventes do nascimento do blues no Mississipi | Catraca Livre

Fotógrafo registra os últimos sobreviventes do nascimento do blues no Mississipi | Catraca Livre

PT divulga circular de mobilização contra o golpe

PT divulga circular de mobilização contra o golpe

Frente contra o golpe não deve ser em defesa de Dilma | Brasil 24/7

Tempos difíceis esses em que precisa se defender o óbvio. O "Dilma Fica" não significa a defesa de seu mandato apenas, mas que por se tratar da presidente eleita, tirá-la por força de um impeachment injustificado é romper com a legalidade. Em 64 não foi só o trabalhismo perdendo um mandato. Além do mais, os críticos que são anti golpistas não precisam ficar amarrados ao Fica Dilma. O importante é salvar a democracia, apesar de todos os seus defeitos.
Like · Reply · 
Frente contra o golpe não deve ser em defesa de Dilma | Brasil 24/7

Centrais e Movimentos conclamam população a ir às ruas dia 16 - CUT - Central Única dos Trabalhadores

Centrais e Movimentos conclamam população a ir às ruas dia 16 - CUT - Central Única dos Trabalhadores

Ministro confirma manutenção do reajuste do piso - CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

Ministro confirma manutenção do reajuste do piso - CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

CLAUDICANDO: Para entender o chavismo que amanhã pode morrer

CLAUDICANDO: Para entender o chavismo que amanhã pode morrer: ÓDIO :  Fernão Lara Mesquita, dono do jornal “ O Estado de S. Paulo ” Por Milly Lacombe, em seu blog Se o assunto é Venezuela a opin...

Cunha espera se livrar da cassação num governo Temer | Brasil 24/7

Quem poderia se dizer surpreso com isso? O próprio fato de Temer chegar a ocupar a cadeira de Dilma já seria fruto de um crime contra a norma constitucional. Mas não tem somente uma famiglia na jogatina. Existem interesses da Camorra que ferem os da Cosa Nostra

Cassada Dilma, que importância teria Cunha? Além do mais, tornou-se um fardo pesado demais pra carregar.

Cunha espera se livrar da cassação num governo Temer | Brasil 24/7

Cunha espera se livrar da cassação num governo Temer | Brasil 24/7

Quem poderia se dizer surpreso com isso? O próprio fato de Temer chegar a ocupar a cadeira de Dilma já seria fruto de um crime contra a norma constitucional. Mas não tem somente uma famiglia na jogatina. Existem interesses da Camorra que ferem os da Cosa Nostra

Cassada Dilma, que importância teria Cunha? Além do mais, tornou-se um fardo pesado demais pra carregar.

Cunha espera se livrar da cassação num governo Temer | Brasil 24/7

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Argentina: da unidade latino americana ao alinhamento com os Estados Unidos - Carta Maior

Argentina: da unidade latino americana ao alinhamento com os Estados Unidos - Carta Maior

“Cunha ia mandar me matar, fiquei com medo” relator destituído desabafa | Pensa Brasil

UM BANDIDO PERIGOSO NA CÚPULA DO ESTADO

“Cunha ia mandar me matar, fiquei com medo” relator destituído desabafa | Pensa Brasil

O 18 Brumário de Luís Bonaparte “da Cunha” | Brasil 24/7

O 18 Brumário de Luís Bonaparte “da Cunha” | Brasil 24/7

Katarina Peixoto e o golpe: Devemos olhar para o Chile, não para o Paraguai - Viomundo - O que você não vê na mídia

Katarina Peixoto e o golpe: Devemos olhar para o Chile, não para o Paraguai - Viomundo - O que você não vê na mídia

A freada de arrumação do STF no processo de impeachment | GGN

A freada de arrumação do STF no processo de impeachment | GGN

YO TE NOMBRO LIBERTAD

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Curitiba sedia fundação de partido inspirado no fascismo e integralismo | Blog Política em debate

Será coincidência a cidade escolhida para sediar a fundação dessa organização político criminosa?

Curitiba sedia fundação de partido inspirado no fascismo e integralismo | Blog Política em debate

Dívida pública: a verdadeira pedalada fiscal não aparece nos jornais - Carta Maior

15/07/2015 - Copyleft
Dívida pública: a verdadeira pedalada fiscal não aparece nos jornais
Essas 'pedaladas' de R$300 BILHÕES não são discutidas porque não interessa ao sistema financeiro, financiador das campanhas políticas e da grande mídia.

219
Najla Passos
Senado Federal / Flickr
Enquanto a oposição golpista se utiliza dos questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a suposta pedalada fiscal do governo para reforçar a tese da necessidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, a coordenadora da Auditoria Cidadã, Maria Lúcia Fattorelli, afirma que a maior maquiagem contábil já feita nas contas da União ocorre sistematicamente todo ano, desde o lançamento do Plano Real, no governo Itamar Franco (1994), e serve a um único propósito: garantir ao sistema financeiro o pagamento dos juros da dívida pública brasileira, avaliada hoje em R$ 3,3 trilhões.

Em termos contábeis, pedaladas fiscais são maquiagens que adiam despesas de um período para o outro, de forma que os balanços imediatos pareçam mais positivos do que realmente o são. Por isso, o TCU quer explicações de o porquê do governo Dilma manter as contas no azul às custas do atraso nos repasses devidos aos bancos públicos, calculados pelo órgão em cerca de R$ 40 bilhões. E isso justamente em 2014, ano eleitoral. O assunto inunda o discurso da oposição e as manchetes da grande mídia. E dá sustentação a tese do impeachment.

Entretanto, a auditora fiscal aposentada da Receita Federal que hoje trabalha na auditoria da dívida Grega denuncia que as pedaladas de Dilma não são nada perto da maquiagem elaborada por orientação do sistema financeiro para garantir o exorbitante pagamento da dívida pública, há 20 anos. E essas pedaladas não entram na agenda de discussão pública porque não interesse ao sistema financeiro, financiador das campanhas políticas e da grande mídia. “A verdadeira pedalada fiscal não sai nos jornais”, afirma Fattorelli.

Segundo ela, o sistema ilegal que infla o bolo dos juros da dívida foi descoberto entre 2009 e 2010, durante a CPI da Dívida, realizada pela Câmara dos Deputados. A manobra fiscal foi denunciada ao Ministério Público da União (MPU), em relatório encaminhado pela Auditoria Cidadã da Dívida e consta também no voto em separado apresentado pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP). As investigações sobre o tema, entretanto, estão engavetadas.

Consiste basicamente em driblar a chamada “regra de ouro” prevista no Artigo 167 da Constituição, que proíbe “a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital, ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa, aprovados pelo poder legislativo por maioria absoluta”.

Na prática, o que essa determinação constitucional diz é que o Estado não pode contrair novas dívidas para pagar despesas correntes. A finalidade é evitar o endividamento descontrolado do Estado, bem como a utilização da dívida pública para o pagamento de despesas correntes ou despesas de custeio. “É por causa desta regra de ouro que o governo não pode emitir títulos de dívida e dobrar os salários dos servidores públicos em greve, por exemplo”, esclarece a auditora.

É também por causa desta regra que a presidenta Dilma está sendo convocada pelo TCU a explicar porque usou os R$ 40 bilhões que deveria repassar aos bancos. No entendimento do Tribunal, usar recursos bancários configura empréstimo, o que é proibido pela Constituição. Em audiência pública na Câmara, nesta terça (14), o advogado-geral da União, Luiz Adams, defendeu as contas do governo: foram contratos de prestação de serviços e não operações de crédito.

Mas o que causa espanto, segundo Fattorelli, é que esta mesma regra é quebrada para garantir os juros polpudos destinados ao sistema financeiro. E, neste caso, ninguém contesta. Pelas normas contábeis, os juros da dívida fazem parte do grupo de despesas correntes, mas as despesas com amortizações dessa mesma dívida já são classificadas como despesas de capital. Como a Constituição impede que o governo faça dívida para pagar despesas correntes, a dívida geral é inflada para que as despesas criadas para pagamento dos juros possam ser contabilizadas como amortizações.

Isso, segundo Fattorelli, causa distorções imensas no valor final do montante da dívida que é divulgado para a população. Em 2012, por exemplo, a Auditoria Cidadã calculou em cerca de R$ 286 bilhões os juros nominais estimados. O valor informado pelo governo, porém, foi de R$ 134 bilhões, valor muito inferior ao que a organização considera plausível. Hoje, com a dívida em mais de R$ 3,3 trilhões, a pedalada da dívida é estimada em cerca de 300 bilhões por ano, segundo a auditora.

“Não se pode emitir dívida para pagar despesa corrente. Mas os juros são o que? São despesas correntes. É por isso que estão fazendo atualização monetária paralela, inflando a dívida e, esta parte que cresce com a atualização, eles deduzem dos juros para poder pagá-los como se fossem amortização e fugir do artigo 167. É uma maquiagem. É a verdadeira pedalada fiscal, que não é da Dilma, não é do Lula, é uma pedalada instruída pelos bancos, pelo sistema financeiro e que não aparece nos jornais”, alerta ela.



Créditos da foto: Senado Federal / Flickr

Dívida pública: a verdadeira pedalada fiscal não aparece nos jornais - Carta Maior

Fortaleza: Entidades realizam ato conjunto em defesa da Democracia - Portal Vermelho

Fortaleza: Entidades realizam ato conjunto em defesa da Democracia - Portal Vermelho

CLAUDICANDO: Poeta Ashraf Fayad condenado a morte por apostasia na Arábia Saudita

A MONARQUIA SAUDITA É UM TUMOR MEDIEVAL CRESCENDO NO SEIO DO SÉCULO XXI. 

CLAUDICANDO: Poeta Ashraf Fayad condenado a morte por apostasia na Arábia Saudita

Diário do Centro do Mundo » A lição de democracia de Maduro para Aécio e FHC. Por Paulo Nogueira

A ESQUERDA LATINO AMERICANA, MESMO NA DERROTA, DÁ AULA DE DEMOCRACIA E CIVILIDADE...VIVA A PÁTRIA GRANDE, VIVA BOLÍVAR, VIVA CHÁVEZ, VIVA MADURO, VIVA O POVO DESSE RICO E SOFRIDO CONTINENTE. 

Diário do Centro do Mundo » A lição de democracia de Maduro para Aécio e FHC. Por Paulo Nogueira

O que São Ataques de Falsa Bandeira? - Blog A Nova Ordem Mundial

Podem pensar que se trata de mais uma teoria da conspiração. No entanto, sem fato evidente que também comprove as versões oficiais, por que não cogitar delas serem outras tantas teorias da conspiração? Será que não se trata de práticas conspiratórias que, como toda ação prática se antecipa à teoria?


O que São Ataques de Falsa Bandeira? - Blog A Nova Ordem Mundial

Por que o chavismo perdeu? - Breno Altman

Por que o chavismo perdeu? - Breno Altman

CUT, FUP e MST lideram articulação pró-Dilma com movimentos sociais

CUT, FUP e MST lideram articulação pró-Dilma com movimentos sociais

Instabilidade venezuelana e golpe paraguaio - Carta Maior

Instabilidade venezuelana e golpe paraguaio - Carta Maior

Diário do Centro do Mundo » A estreia do documentário do DCM sobre Alckmin, a Sabesp e a falta d’água em São Paulo

Diário do Centro do Mundo » A estreia do documentário do DCM sobre Alckmin, a Sabesp e a falta d’água em São Paulo

O boquete e a "democracia de verdade" do homem-bomba do PMDB - Viomundo - O que você não vê na mídia

O boquete e a "democracia de verdade" do homem-bomba do PMDB - Viomundo - O que você não vê na mídia

Requião: Plano do PMDB atropela Constituição de 88, garante banqueiros e entrega pré-sal; será o programa mínimo de Temer com o PSDB? - Viomundo - O que você não vê na mídia

Requião: Plano do PMDB atropela Constituição de 88, garante banqueiros e entrega pré-sal; será o programa mínimo de Temer com o PSDB? - Viomundo - O que você não vê na mídia

domingo, 6 de dezembro de 2015

247 convida todos os seus leitores a curtirem a página Golpe Nunca Mais | Brasil 24/7

247 convida todos os seus leitores a curtirem a página Golpe Nunca Mais | Brasil 24/7

Laura Capriglione: uma jornalista livre, num Brasil em transe - Carta Maior

Laura Capriglione: uma jornalista livre, num Brasil em transe - Carta Maior

Causa Operária - PSTU assume a defesa do golpe e do fora Dilma

Causa Operária - PSTU assume a defesa do golpe e do fora Dilma

As duas táticas da direita venezuelana - Carta Maior

As duas táticas da direita venezuelana - Carta Maior

A violência policial e a necessidade de mudar as instituições de segurança pública | Mudamos

A violência policial e a necessidade de mudar as instituições de segurança pública | Mudamos

'Ninguém pode ficar nas mãos de um chantagista' - Carta Maior

O sistema eleitoral brasileiro foi montado de modo a facilitar esse tipo de situação, caso um governo que não atenda às expectativas das elites dominantes se alce à direção do executivo. O chamado presidencialismo de coalizão é uma máquina de triturar programas partidários, privilegiando a chantagem como instrumento de barganha política. 

'Ninguém pode ficar nas mãos de um chantagista' - Carta Maior

Conheça a nova resolução da Executiva Nacional do PT

Conheça a nova resolução da Executiva Nacional do PT

OS RENEGADOS DA LIT-QI E DO PSTU: COLABORANDO COM A DIREITA EM TODO O MUNDO

Canalhas da LIT-QI e seus prepostos brasileiros do PSTU; que não passa de um braço esquerdo do PSDB, usam de dois pesos e duas medidas para endossar a farsa da AP 470, que condenou José Dirceu e Genoíno do Partido dos Trabalhadores, mesmo com ausência de provas e ao mesmo tempo repudiar o julgamento e condenação do golpista Leopoldo López na Venezuela. São a corja mais abominável que já existiu no seio do movimento socialista internacional. VERMES, TRAIDORES...

http://www.pstu.org.br/conteudo/stf-condena-jos%C3%A9-dirceu

http://litci.org/pt/mundo/america-latina/venezuela/diante-da-condenacao-de-leopoldo-lopez-e-dos-tres-estudantes/

sábado, 5 de dezembro de 2015

Entenda como o método passo a passo do "golpe suave", de Gene Sharp, foi aplicado na Tailândia | GGN

Entenda como o método passo a passo do "golpe suave", de Gene Sharp, foi aplicado na Tailândia | GGN

Quando o impeachment é golpe

Quando o impeachment é golpe
04 Dez 2015 Escrito por Administrator Publicado em Notícias
Quando o impeachment é golpe
A retaliação

Na quarta feira, dia 2 de dezembro, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A solicitação foi apresentada pelos juristas Miguel Reale Junior e Helio Bicudo. Mas já faz alguns meses que Cunha está com esse pedido "na gaveta", ameaçando o Governo Federal.

O pedido de impeachment é baseado nas chamadas "pedaladas fiscais", que segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), foram cometidas no mandato passado de Dilma. "Pedaladas fiscais" são atrasos no repasse de verbas para a Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, para fazer caixa. É uma medida tomada em diversos governos, sejam do PT, PSDB ou PMDB, estaduais e municipais. Esses recursos voltam para os bancos tão logo contabilizados no caixa.

Além disso, o presidente da república não pode ser julgado por qualquer falha, falta ou desvio cometidos no mandato anterior. Portanto, a base para o pedido de impeachment é ilegal. O que pretende Eduardo Cunha, PSDB e o DEM tem outro nome: golpe. O presidente da Câmara está envolvido numa série de denúncias de corrupção. Ele tem usado seu poder para chantagear o Governo Federal. Eduardo Cunha condicionou a não abertura do processo de impeachment aos votos do PT para livrá-lo da cassação. Mas a bancada do PT na Comissão de Ética decidiu que vai votar pela sua cassação. A chantagem não deu certo. Eduardo Cunha partiu para a retaliação e aceitou o pedido impeachment.

A sociedade brasileira não pode aceitar este golpe. Lutamos muito para termos uma democracia e vamos mantê-la a qualquer custo. Não permitiremos que chantagistas e corruptos, como Eduardo Cunha, destruam o que o povo construiu com dificuldade e luta. Está em jogo não é só o mandato da presidenta Dilma Rousseff, mas todas as nossas conquistas desde o fim da Ditadura Militar.

E os petroleiros com isso?

Alguns petroleiros devem estar se perguntando: o que temos com isso? Ou o que o sindicato tem com isso? O sindicato "não tem que se envolver em política". O sindicato "quer defender o PT". E por aí vai as críticas que ouvimos dentro de nossa categoria. Afinal, o Sindipetro/MG deve deixar a política nacional de lado? Ela não nos afeta enquanto petroleiros e brasileiros? Este golpe que estão tentando contra a presidenta Dilma não nos atinge? Devemos nos omitir? A diretoria do Sindipetro/MG entende que não deve se omitir, pois seremos duramente afetados se esse golpe se concretizar. Além, é claro, de acabar com todo avanço social que tivemos nos últimos 12 anos.

As opções colocadas para o lugar de Dilma são todas de direita. Isto significa, entre outras coisas, que todas as alternativas colocadas para ocupar o posto de presidente da república são favoráveis ao fim da Petrobrás e a entrega do pré-sal. Tanto o PMDB de Temer, quanto o PSDB de Aécio e Serra, já deixaram escrito em seus programas a retomada das "privatizações". A Petrobrás será a "bola da vez". Junto com a liquidação da Petrobrás, vão "detonar" nossas conquistas. Isso não é terrorismo. Está escrito em programas partidários e é falado claramente em entrevistas dos "caciques" desses partidos de direita. São propostas anti-povo e anti-trabalhadores. Visam entregar nossas riquezas às grandes empresas nacionais e multinacionais, principalmente, na área petrolífera.

O PSDB já mostrou no governo FHC o que ele faz com as estatais. A Vale é apenas um exemplo. O PMDB fez uma convenção em São Paulo, em que aprovou um documento propondo a retirada do pré-sal da Petrobrás e mais privatizações. Os partidos menores são na maioria aliados dos partidos de direita. Este é um pequeno quadro do que poderemos ter numa "era pós-Dilma". Manter a ordem democrática é manter a Petrobrás, o pré-sal e garantir que permaneçam as conquistas do povo brasileiro nos último. Esta é nossa luta.

Sindipetro/MG


Quando o impeachment é golpe

Quando o impeachment é golpe

Quando o impeachment é golpe
04 Dez 2015 Escrito por Administrator Publicado em Notícias
Quando o impeachment é golpe
A retaliação

Na quarta feira, dia 2 de dezembro, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A solicitação foi apresentada pelos juristas Miguel Reale Junior e Helio Bicudo. Mas já faz alguns meses que Cunha está com esse pedido "na gaveta", ameaçando o Governo Federal.

O pedido de impeachment é baseado nas chamadas "pedaladas fiscais", que segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), foram cometidas no mandato passado de Dilma. "Pedaladas fiscais" são atrasos no repasse de verbas para a Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, para fazer caixa. É uma medida tomada em diversos governos, sejam do PT, PSDB ou PMDB, estaduais e municipais. Esses recursos voltam para os bancos tão logo contabilizados no caixa.

Além disso, o presidente da república não pode ser julgado por qualquer falha, falta ou desvio cometidos no mandato anterior. Portanto, a base para o pedido de impeachment é ilegal. O que pretende Eduardo Cunha, PSDB e o DEM tem outro nome: golpe. O presidente da Câmara está envolvido numa série de denúncias de corrupção. Ele tem usado seu poder para chantagear o Governo Federal. Eduardo Cunha condicionou a não abertura do processo de impeachment aos votos do PT para livrá-lo da cassação. Mas a bancada do PT na Comissão de Ética decidiu que vai votar pela sua cassação. A chantagem não deu certo. Eduardo Cunha partiu para a retaliação e aceitou o pedido impeachment.

A sociedade brasileira não pode aceitar este golpe. Lutamos muito para termos uma democracia e vamos mantê-la a qualquer custo. Não permitiremos que chantagistas e corruptos, como Eduardo Cunha, destruam o que o povo construiu com dificuldade e luta. Está em jogo não é só o mandato da presidenta Dilma Rousseff, mas todas as nossas conquistas desde o fim da Ditadura Militar.

E os petroleiros com isso?

Alguns petroleiros devem estar se perguntando: o que temos com isso? Ou o que o sindicato tem com isso? O sindicato "não tem que se envolver em política". O sindicato "quer defender o PT". E por aí vai as críticas que ouvimos dentro de nossa categoria. Afinal, o Sindipetro/MG deve deixar a política nacional de lado? Ela não nos afeta enquanto petroleiros e brasileiros? Este golpe que estão tentando contra a presidenta Dilma não nos atinge? Devemos nos omitir? A diretoria do Sindipetro/MG entende que não deve se omitir, pois seremos duramente afetados se esse golpe se concretizar. Além, é claro, de acabar com todo avanço social que tivemos nos últimos 12 anos.

As opções colocadas para o lugar de Dilma são todas de direita. Isto significa, entre outras coisas, que todas as alternativas colocadas para ocupar o posto de presidente da república são favoráveis ao fim da Petrobrás e a entrega do pré-sal. Tanto o PMDB de Temer, quanto o PSDB de Aécio e Serra, já deixaram escrito em seus programas a retomada das "privatizações". A Petrobrás será a "bola da vez". Junto com a liquidação da Petrobrás, vão "detonar" nossas conquistas. Isso não é terrorismo. Está escrito em programas partidários e é falado claramente em entrevistas dos "caciques" desses partidos de direita. São propostas anti-povo e anti-trabalhadores. Visam entregar nossas riquezas às grandes empresas nacionais e multinacionais, principalmente, na área petrolífera.

O PSDB já mostrou no governo FHC o que ele faz com as estatais. A Vale é apenas um exemplo. O PMDB fez uma convenção em São Paulo, em que aprovou um documento propondo a retirada do pré-sal da Petrobrás e mais privatizações. Os partidos menores são na maioria aliados dos partidos de direita. Este é um pequeno quadro do que poderemos ter numa "era pós-Dilma". Manter a ordem democrática é manter a Petrobrás, o pré-sal e garantir que permaneçam as conquistas do povo brasileiro nos último. Esta é nossa luta.

Sindipetro/MG


Quando o impeachment é golpe

- Portal Vermelho

4 de maio de 2015 - 9h40 

Cortella: Tucanos Richa e Alckmin cometem atentado contra o futuro

O Doutor em Educação, professor e filósofo Mário Sérgio Cortella, constantemente destacado pela grande mídia, lamentou pelo Twitter a violência protagonizada pela Polícia Militar do Paraná e orquestrada pelo governador tucano Beto Richa, contra os professores da rede estadual na última quarta-feira (29) e criticou também o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin pelo mesmo tratamento dado aos professores paulistas.


Professor Mário Sérgio CortellaProfessor Mário Sérgio Cortella
Para ele, "um governo estadual (como o do #Paraná) que trata os seus professores com cassetete, balas e bombas, comete um atentado contra o futuro".

Ele também compartilhou uma charge publicada pelo jornal Brasil de Fato com a seguinte mensagem: "Em protesto que pede intervenção militar, você é tratado com educação. Em protesto que pede educação, você é tratado com intervenção militar".

Mário Sérgio Cortella foi cotado pelo governo Dilma Rousseff para ocupar o Ministério da Educação na vacância deixada por Cid Gomes. Nascido em Londrina, interior do Paraná, Cortella concluiu seu mestrado em Educação pela PUC-SP, sob a orientação de ninguém menos que o Prof. Dr. Paulo Freire. Ao longo de sua carreira, o professor Mário Sérgio coleciona várias obras publicadas no campo da Filosofia e da Educação.

Cortella também ocupou o cargo de secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992), durante a administração da, então petista, Luiza Erundina.

Por todas essas qualidades, o professor é constantemente consultado pela imprensa por temas diversos. Formador de opinião, Cortella tem ainda, sutilmente, conseguido lançar suas ideias na grande mídia hegemônica.

Abaixo as mensagens publicadas pelo professor na rede social:






















 

- Portal Vermelho

(REPRISE +) LOSURDO, AS EMOÇÕES E UM NOVO ESTÁGIO DO CONTROLE DA CLASSE DOMINANTE

(REPRISE +) LOSURDO, AS EMOÇÕES E UM NOVO ESTÁGIO DO CONTROLE DA CLASSE DOMINANTE

Doença pulmonar crônica obstrutiva. Muitos sofrem de DPCO sem sabê-lo | Saúde 247

Doença pulmonar crônica obstrutiva. Muitos sofrem de DPCO sem sabê-lo | Saúde 247

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Em meio ao impeachment, Dilma terá que se defender em ação no TSE - 04/12/2015 - Poder - Folha de S.Paulo

Fustigam pelo outro flanco. Acrescentando mais nervosismo, dispêndio de tempo e energia, se não derrubam, também não deixam governar. 

Em meio ao impeachment, Dilma terá que se defender em ação no TSE - 04/12/2015 - Poder - Folha de S.Paulo

Procuradores deverão ser responsabilizados por ações que causem prejuízos, defende comissão de juristas | O Cafezinho

Procuradores deverão ser responsabilizados por ações que causem prejuízos, defende comissão de juristas | O Cafezinho
O PT EM SUA HORA

Foi dada ao PT uma rara oportunidade de se reabilitar com a sua história e com sua base social. O recuo de Alckimin em São Paulo diante do ímpeto da resistência estudantil e o crescente esvaziamento do golpismo, não podem ser creditados ao partido. Não sendo portanto, CulpaDoPT. Mas foi fruto da mobilização popular e da ação dos movimentos sociais, que são campo de cultura a partir do qual o partido foi gerado e só nele poderá se reanimar. O povo se voltou contra os seus principais inimigos nesse instante, e que nos últimos anos vêm insuflando movimentos proto fascistas que visavam o derrubamento e destruição do partido dos trabalhadores. 

Diário do Centro do Mundo » Fátima Bernardes tenta se virar com os gritos de “o povo não é bobo, abaixo a rede Globo” em reportagem com os estudantes

A saia ficou justinha!

Diário do Centro do Mundo » Fátima Bernardes tenta se virar com os gritos de “o povo não é bobo, abaixo a rede Globo” em reportagem com os estudantes

Sociedade tenta conter o golpe de Cunha e Aécio | Brasil 24/7

A argumentação jurídica é fundamental e ilustrativa da infâmia legal que representa o pedido de impeachment pelo famigerado Cunha.  Mas terá pouco peso na esfera das instituições que até agora deram demonstração de envolvimento numa conspiração conspícua que visa alijar o PT do executivo federal.

O enfrentamento vital vai se desenrolar mais especificamente no plano da política de massa, na forma da ação direta nos espaços públicos. Será elevado o risco de tumultos e confrontos.

Os
Sociedade tenta conter o golpe de Cunha e Aécio | Brasil 24/7

Cunha cometeu crime ao acolher impeachment de Dilma para se proteger | Blog da Cidadania

Cunha cometeu crime ao acolher impeachment de Dilma para se proteger | Blog da Cidadania

Investigação aponta participação de pelo menos 35 policiais em chacina | O POVO

Investigação aponta participação de pelo menos 35 policiais em chacina | O POVO

CUT vai às ruas para impedir o golpe e o retrocesso - CUT - Central Única dos Trabalhadores

CUT vai às ruas para impedir o golpe e o retrocesso - CUT - Central Única dos Trabalhadores

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Direito de Resposta: como funciona a nova lei

Direito de Resposta: como funciona a nova lei

Em qual campo na batalha? | Brasil de Fato

É um momento limite que exige posição clara e definida e sem meios termos. A suposta terceira via é somente uma linha auxiliar do golpismo.

Em qual campo na batalha? | Brasil de Fato

Como identificar um influenciador digital — youPIX | content & creators — Medium

Como identificar um influenciador digital — youPIX | content & creators — Medium

Ocupações revelam: governo depreda escolas…

Qual governo? Quem é o chefe do executivo no caso em questão?  Se fosse o PT essas informações estariam salientadas a cada parágrafo. Mas refere-se ao PSDB e  Alckimin que só aparecem na condição de tags para efeito de consulta na página.  Com uma esquerda dessa,  quem precisa de direita?

Ocupações revelam: governo depreda escolas…

Os juízes torraram a grana da eleição municipal | Gazeta do Povo

A QUINTESSÊNCIA DO PATRIMONIALISMO 

Os juízes torraram a grana da eleição municipal | Gazeta do Povo

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Truculência é o verdadeiro ‘diálogo’ da PM de Alckmin

Truculência é o verdadeiro ‘diálogo’ da PM de Alckmin

O vídeo que sumiu da TV Folha depois da visita de Alckmin - Viomundo - O que você não vê na mídia

O vídeo que sumiu da TV Folha depois da visita de Alckmin - Viomundo - O que você não vê na mídia

Mortalidade infantil cai e atinge menor patamar da história no Brasil

RESULTADOS DE UM PAÍS EM CRISE?



Mortalidade infantil cai e atinge menor patamar da história no Brasil

Petistas saem em defesa de Dilma e garantem luta contra o golpe

Petistas saem em defesa de Dilma e garantem luta contra o golpe

Alckmin sofre segunda derrota no TJ-SP contra ocupações de escolas — Rede Brasil Atual

Alckmin sofre segunda derrota no TJ-SP contra ocupações de escolas — Rede Brasil Atual

Democracia & Política: BANESTADO: O ABAFADO MAIOR ROUBO DE DINHEIRO PÚBLI...

Democracia & Política: BANESTADO: O ABAFADO MAIOR ROUBO DE DINHEIRO PÚBLI...: Iriny Lopes: " Depois do caso Banestado, que envolveu R$ 150 bilhões, Youssef ficou livre para continuar sua vida criminal " O...

Democracia & Política: RECOLHERAM DELCÍDIO ANTES QUE INCRIMINASSE OUTROS

QUEM NÃO SE VIU ASSALTADO POR ESSA SUSPEITA?



Democracia & Política: RECOLHERAM DELCÍDIO ANTES QUE INCRIMINASSE OUTROS: A estranha reação do STF Por  GUILHERME SCALZILLI , historiador e escritor "O debate sobre as flagrantes inconstitucionalidades ...

Sakamoto: E se morrer um estudante? | Brasil 24/7

Sakamoto: E se morrer um estudante? | Brasil 24/7

Contra a guerra de Alckmin, quem não reagir está morto | Blog do Rovai

Contra a guerra de Alckmin, quem não reagir está morto | Blog do Rovai

DELCÍDIO E CUNHA: GOLPISMO OU DEMOCRACIA? – Alejandro Acosta

DELCÍDIO E CUNHA: GOLPISMO OU DEMOCRACIA? – Alejandro Acosta

Sobre a BNCC e os historiadores | conversa de historiadoras


Sobre a BNCC e os historiadores

(por Hebe Mattos)
É com preocupação que tenho acompanhado a reação indignada, predominante em alguns círculos historiográficos, à divulgação, para consulta pública, do texto de história da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), em elaboração no MEC. Como todos os outros textos da base, trata-se de um texto preliminar, aberto à discussão, construído por uma equipe de pesquisadores da área de ensino da disciplina em questão. Este caráter técnico do recrutamento do grupo de trabalho, efetuado a partir da expertise no campo do ensino da disciplina, tornou possível que o próprio ex-ministro da educação, professor de filosofia e ética da USP, Renato Janine Ribeiro, fosse o primeiro a fazer ressalvas públicas ao texto base de história, em sua conta pessoal no facebook.  Um comentário postado por ele teve grande repercussão na imprensa.
“O documento entregue, porém, na sua primeira versão ignorava quase por completo o que não fosse Brasil e África. Pedi que o revissem. (…) Mas o grupo que elaborava a base não entendia assim. Não havia sequência histórica. (…) Queriam partir do presente para ver o passado. No caso do Brasil, por exemplo, propunham a certa altura estudar revoluções com participação de escravos ou índios. E deixavam de lado a Inconfidência Mineira!”, escreveu o ministro.
Li este pequeno comentário, publicado na imprensa, antes de conhecer o texto completo publicado por Renato Janine. Imediatamente me lembrei da minha principal experiência com o ensino da história. Há quinze anos atrás, deixei a meio caminho a coordenação da equipe de história do Telecurso 2000, da Fundação Roberto Marinho, por desentendimentos com a direção da Fundação, que passavam pelo lugar da Inconfidência Mineira nas aulas de história e por um suposto ‘excesso’ do tema da escravidão nas aulas propostas para a história do Brasil. A crítica me soou como um convite para que eu lesse com atenção o que “o grupo que elaborava a base” estava propondo. Pareceu-me que eles podiam estar disputando os repertórios que ainda hoje compõem as narrativas canônicas da história brasileira. Construídos quase todos, como sabemos bem, a partir de uma perspectiva racista e eurocêntrica, no século 19 ou na primeira metade do século 20. Ganhavam minha simpatia.
Eu ainda estava lendo o documento com a atenção que merece, para formar minha opinião sobre ele, quando tive acesso a uma segunda crítica, que se pretendia devastadora. A atual diretoria da ANPUH-Rio de Janeiro convocou uma jornada de estudos para discutir o texto. Já na convocação, me chamou a atenção que o GT História Indígena e o GT Emancipações e Pós-Abolição, que reúnem inúmeros historiadores do Rio de Janeiro, muitos com destacado reconhecimento internacional, não tivessem sido formalmente convidados. E mesmo o GT Ensino de História, presente à reunião, foi desconsiderado na redação do documento final, divulgado no site da Associação. A carta acabou por gerar um pequeno abaixo assinado daqueles que não se sentiam representados pelo texto, encabeçado pelos representantes do GT de ensino de história na reunião e pela minha colega Martha Abreu.
Pessoalmente, me senti profundamente incomodada com o tom dos primeiros parágrafos da carta crítica, que vaticinava que a proposta em discussão estava em flagrante “descompasso com as pesquisas historiográficas de ponta”. Concedia ao texto, apenas, “a boa intenção” de romper com uma perspectiva eurocêntrica e quadripartite do tempo histórico. Ainda que sem sucesso, pois, para os autores, “o tempo histórico é o tempo humano, o tempo da espécie humana em seu fazer-se, o Homem se reconhecendo em suas relações sociais”. Quase parei a leitura após esta frase. Pelo menos na minha área de estudos, o ser humano universalizado no masculino e com agá maiúsculo não se faz presente em qualquer pesquisa de ponta. Há muitos anos.
Voltei à leitura do documento proposto para discussão, com redobrada boa vontade. Não sei se precisamos de uma base curricular comum. Se precisamos, ela sem dúvida deve ser amplamente discutida com a comunidade de educadores, de historiadores e com a sociedade, antes de ser aprovada. Mas fico feliz que tenhamos largado para discussão a partir de um documento tão radical no seu esforço de romper com o eurocentrismo que informa a concepção de história até agora predominante no ensino de história do país. Inclusive nas nossas universidades.
Por onde recortar para apresentar aos estudantes uma história global não eurocêntrica? Do neolítico à internet, como escolher o que estudar? A entrada pela história do Brasil, espaço de inserção política do estudante, faz todo sentido no contexto de um base curricular mínima nacional. E pode ser amplamente cosmopolita, se conseguir articular de forma consistente o local, o global e o nacional.  A ênfase nas representações do passado no tempo presente também me pareceu chave interessante para propor recortes em sala de aula, capazes de ajudar o professor a problematizar as noções de tempo e de historicidade, matérias primas da disciplina da história. Os usos do passado no presente são também ferramenta eficaz para elencar conteúdos programáticos anteriores à colonização portuguesa no Brasil, problematizando legados filosóficos, artísticos ou religiosos fortemente presentes na contemporaneidade. No conjunto, porém, parece-me necessário precisar mais quais contextos, em cada uma das fases do aprendizado, permitirão refletir sobre a dimensão temporal da história humana, bem como sobre a alteridade entre épocas e culturas.
De fato, concordo com algumas das críticas elencadas pelo ex-ministro Janine ou pela carta da ANPUH-Rio, apenas me parece que elas devem ser dirigidas aos especialistas que vem trabalhando o documento, para que a proposta seja aperfeiçoada. No texto apresentado, em especial na proposta de ensino médio, o esforço de se libertar da organização eurocêntrica da história resultou, em grande medida, em uma dificuldade de abordar historicamente a centralidade da expansão europeia para a própria construção de uma “História do Brasil”. A incorporação da noção de história Atlântica, articulando América, Europa e África, a partir da expansão marítima e comercial europeia, pode ser uma chave de leitura eficaz para superar o problema. Algum investimento na interdisciplinaridade com a filosofia e a sociologia me parece também fundamental.
A ideia de fazer uma base nacional curricular mínima é em si bastante problemática. Pessoalmente, não gosto da ideia. Currículos mínimos pressupõem consensos mínimos sobre o que deve ser ensinado e isso não é fácil. E também não é estritamente técnico. Em nenhuma área. Nas ciências humanas mais do que nas outras.
Por outro lado, o grupo que elabora a base foi recrutado entre os especialistas em ensino de história, campo que teve importante desenvolvimento nos últimos anos. É uma área que vem pensando há anos como ensinar a história, para quem estamos ensinando história e para que serve a história ensinada. Seus especialistas estão fortemente embasados no que de melhor tem acontecido nas salas de aula do ensino básico e das universidades na matéria. O MEC mostra-se consciente do caráter preliminar da proposta apresentada – e da delicadeza política da missão, o que é bastante auspicioso. A base está aberta para críticas e comentários em um site específico, e diversos historiadores, nacionalmente reconhecidos e com interface com o campo do ensino da história, de diversas áreas, foram convidados a atuar como leitores críticos, conforme adiantou o ex-ministro Renato Janine e relatou Martha, em carta divulgada em sua conta pessoal no facebook. Outros historiadores e nossas associações serão todos ouvidos. Pessoalmente, redigi uma pequena contribuição sobre o texto, que pode ser acessada aqui.
Com as tensões teóricas e políticas inevitáveis à decisão de construir um currículo mínimo nacional, e tendo em vista a obrigatoriedade legal de abordar a história indígena, da África e da cultura afro-brasileira, o trabalho me parece estar muito bem encaminhado.
Rio de Janeiro, 3 de dezembro de 2015
Hebe Mattos
Captura de Tela 2015-12-02 às 01.50.46

Sobre a BNCC e os historiadores | conversa de historiadoras

O dilema humano diante da verdade | blog do ozaí

O dilema humano diante da verdade | blog do ozaí

Jovens trabalham mais e estudam menos, mostra relatório da OCDE | O POVO

Jovens trabalham mais e estudam menos, mostra relatório da OCDE | O POVO

Sem diálogo com estudantes, Alckmin investe na PM para lidar com #ocupaescola e cortar orçamento; FEUSP denuncia Privataria Tucana - Viomundo - O que você não vê na mídia

Sem diálogo com estudantes, Alckmin investe na PM para lidar com #ocupaescola e cortar orçamento; FEUSP denuncia Privataria Tucana - Viomundo - O que você não vê na mídia