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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Gilberto: 'quem vai lavar a honra dos meus filhos?' | Brasil 24/7

Gilberto: 'quem vai lavar a honra dos meus filhos?' | Brasil 24/7

Altamiro Borges: A nova armação contra Lula

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A nova armação contra Lula

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Essa nova armação contra o filho de Lula e, logo, contra Lula é uma das mais grotescas que eu já vi nos últimos tempos.

E olha que a concorrência é braba.

(Na verdade, a armação contra Gilberto Carvalho é pior ainda. Tentam pegar ele porque acharam um papelzinho, onde um empresário anota a tentativa de tomar um café com Gilberto. E um dos empresários diz para levar "duas bonecas" para Carvalho - as bonecas eram mesmo para as duas filhas de Gilberto. Não era linguagem cifrada.)

Pegaram a Zelotes, enterraram toda a investigação original - centrada no Carf e jogadas para reduzir dívidas fiscais - numa gaveta e recomeçaram do zero, com uma coisa que não tem nada a ver, apenas para enfiar o Lulinha na história.

Razão? A empresa de Lulinha recebeu um dinheiro de uma das empresas pescadas na investigação da Lava Jato.

A empresa do Lulinha prestou um serviço, apresentou nota fiscal, ponto.

A mídia fica tentando enganar o povo em relação a valores, sobretudo a classe média udenista, que é miserável na alma, invejosa, problemática, truculenta, preconceituosa.

O filho do FHC ganha mais de R$ 15 milhões do governo federal para fazer uma feirinha na Alemanha, e a mídia vai pra cima de Lulinha, que ganhou quatro vezes menos isso por um serviço prestado para uma empresa privada.

É assim. Tucano pode ganhar milhões de dinheiro público, roubar à vontade, comprar voto.

Petista não pode trabalhar no setor público, nem no privado. Tem de perecer miserável no gueto de Varsóvia.

É muito preconceito!

As acusações - ridículas - contra Lulinha não tem nada a ver com sonegação fiscal ou Carf. A empresa do Lulinha pagou impostos pelos serviços que prestou, muito diferente do que fez Bradesco, RBS, Gerdau, Santander, etc.

Estão tentando vincular - acusação surreal - o recebimento do dinheiro pela empresa do Lulinha a uma medida provisória de Lula concedendo benefício fiscal para montadoras se instalarem em alguns estados.

Pelo menos, agora não mais poderão me acusar de paranoico, quando eu denuncio essas conspirações midiatico-judiciais. Elas mesmo estão se tornando tão contraditórias, que se autodenunciam.

A medida provisória de Lula foi iniciativa política de todos os partidos. Antônio Carlos Magalhães articulava isso desde 1999. Os tucanos foram os principais entusiastas da medida porque ela beneficiava estados governados pelo PSDB, sobretudo Goiás.

Quando foi votada no Congresso, a MP foi relatada por tucanos e demos, que se destacaram pela disciplina com que defenderam a aprovação da medida.

Lobistas tentaram vender um terreno no céu para as montadoras? Não sei, provavelmente sim, eles fazem isso o tempo inteiro, em todos os assuntos. E aí temos que ver o que é crime ou que é apenas o velho e inevitável lobby, que não é necessariamente corrupção - tanto que nos Estados Unidos é legalizado.

O que não podemos permitir é que juízes golpistas e partidários saiam emitindo ordens judiciais de sequestro de bens contra qualquer um, sem nenhuma base. Isso é uma profunda agressão à democracia, às liberdades individuais.

O princípio da nossa Constituição é a liberdade e a democracia, e não o arbítrio de juízes golpistas, reacionários e autoritários!

Eu fico pasmo com a hipocrisia dos nossos liberais. Quando o Estado se torna mais autoritário, quebrando sigilo até de advogados - coisa que nem a ditadura militar ousou - então a gente sente falta de um bom liberal para defender às liberdades civis em nosso país.

E onde os liberais estão?

Estão defendendo o golpe junto com os autoritários, ou seja, explorando o discurso hipócrita e fariseu da luta contra a corrupção, aliam-se aos inimigos da liberdade e da democracia.

Liberais ao lado de defensores da ditadura, eis o retrato patético da direita brasileira, provavelmente a mais provinciana, entreguista e ignorante do mundo.
Altamiro Borges: A nova armação contra Lula: Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho : Essa nova armação contra o filho de Lula e, logo, contra Lula é uma das mais grotescas que eu ...

Carlos Lessa: Serra e a gosma que nos devora - Carta Maior

28/10/2015 - Copyleft

Carlos Lessa: Serra e a gosma que nos devora

'Se existe um déficit você tem que equacioná-lo buscando recursos onde há superávit. Quem tem sobra, as famílias assalariadas ou os bancos e rentistas?'


Saul Leblon

Geraldo Magela/Agência Senado
O que faz um intelectual apaixonado pelo Brasil que aos 80 anos, financeiramente resolvidos, convence-se de que seu caso de amor mergulhou em ‘uma gosma’, como ele classifica a situação atual do país?  
 
Talvez jogasse a toalha para desfrutar o conforto privado e merecido. 
 
Talvez, se o seu nome não fosse Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de Lessa, ou Carlos Lessa, como é conhecido e respeitado o economista em quem, mesmo adversários de ideias, reconhecem uma das inteligências mais provocantes do país, ademais de um frasista demolidor.
 
Lessa está angustiado, aflito com o Brasil. ’Eu e as torcidas de todos os brasões da nação’, começa.
 
Signatário de um manifesto encampado por alguns dos principais intelectuais brasileiroscontrários ao projeto do senador José Serra, de engessamento fiscal do Estado, Lessa, a exemplo de Maria da Conceição Tavares, foi tratado com desdém pelo tucano. 
 
Entre outros vitupérios, o ex-governador de São Paulo, classificou seus críticos de ‘desinformados e pseudo-marxistas’. 
 
‘Mas foram seus professores’, protestou inutilmente o senador petista Lindberg Farias, no dia 20/10, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado  --que voltará a examinar o assunto dia 3 de novembro, em sessão decisiva e ainda mais tensa.
 
‘Serra não precisava se diminuir tanto’, fuzila o professor emérito da UFRJ e ex-presidente do BNDES. 
 
’Ofender pessoas com as quais ele teve reconhecida proximidade intelectual no passado, é ofender a si próprio. Lamento que tenha chegado a isso’.
 
No exílio chileno, nos anos 70, Serra conviveu intimamente com a família Lessa. A residência do economista, agora fustigado por ele, era um espaço da rotina do tucano, que então atribuía ao dono da casa seu aprendizado em economia.
 
‘Elogio em boca própria é vitupério’, desconversa o autor de ‘Quinze anos de política econômica’ (a industrialização do pós-guerra aos anos 60)’, obra apontada como uma continuação proposital de outro clássico –‘Formação Econômica do Brasil’, de Celso Furtado.
 
‘Mas desmerecer Conceição?’, indigna-se Lessa.
 
Uma das principais referências dos economistas heterodoxos, ‘Conceição’ deu a Serra, inclusive  --lembra Lessa-- a parceria em um texto famoso. ‘Além da estagnação’, obra de 1972, tornou-se um clássico, ao decifrar a perversidade intrínseca à acumulação capitalista no Brasil, harmoniosamente integrada à concentração de renda, contratada em 1964 à ditadura militar pelas elites golpistas de então.
 
‘Desfazer de Conceição?’, escande Lessa, como se dissesse: ‘quanta indignidade’.
 
‘Ver o destino do país jogado nessa goma da qual o projeto de Serra é um espessante, me aflige’, diz a voz grave.
 
O denominador comum da ‘gosma’, na visão do economista, é a panaceia do ‘corte’. 
 
‘Cortar é tudo o que o discurso pantanoso tem a dizer sobre o nosso futuro, que assim deixa de existir’, desacorçoa.
 
Serra propõe 15 anos de retalhamentos. 
 
‘O mais risível’, detona, ‘é que a esperteza quer sempre cortar do outro, nunca de si mesmo. Chegamos a essa situação pegajosa, na qual a nação chafurda e pode se perder’.
 
Cortar o quê, de quem, como e para quê?  
 
Carlos Lessa cobra coerência nas respostas que não enxerga em nenhuma das tesouras mobilizadas para esquartejar e salgar as chances do desenvolvimento brasileiro. 
 
‘Claro que eu também quero equilíbrio fiscal’, fustiga em direção a Serra. ‘Ninguém quer ver o Brasil caminhar para o encilhamento. Mas o que falta a Serra, e outros, é coragem para admitir o óbvio’, observa agora de forma pausada e pedagógica.
 
‘Se existe um déficit você terá que equacioná-lo buscando recursos onde há superávit. Estou certo?’, pede ajuda antes de uma pausa para respirar.
 
Em seguida metralha sem piedade: ‘Quem, afinal,  é superavitário hoje no Brasil; quem?’, esgrime a pergunta com repetidas estocadas. ‘Diga-me quem?’
 
Por certo não é a família assalariada, responde o economista agora de forma compassiva. ‘Tampouco o investimento, que há anos sequer resvala a mínima necessária ao crescimento sustentável, uma taxa da ordem de 20% do PIB, pelo menos’. 
 
Depois de descartar o arrocho sobre a dívida pública – ‘uma ferramenta necessária, mas que no Brasil só cresce para pagar juro, ‘não para investir’, Lessa chega ao ponto do qual acusa Serra e outros de se afastarem covardemente.
 
‘Quem é superavitário nesta sociedade hoje, e há muito, são os bancos e os rentistas. Essa gente precisa ter brio e admitir um pacto, na forma de uma taxa,  para ajustar as contas fiscais, sem esmagar o emprego, o investimento público e os direitos sociais. Ou então afundaremos na gosma’, arremata o conferencista experiente, cujas frases hipnotizaram centenas de plateias acadêmicas e não acadêmicas por todo o Brasil.
 
Nascido em uma família da elite carioca, mas num tempo em que o futebol de rua conectava o berço rico à infância pobre da favela, Carlos Lessa não se dispensa do que cobra dos endinheirados institucionais.
 
‘Eu também acho que devo ter meus investimentos cortados para que se possa baixar a despesa do Estado com juros; hoje elas só servem para engordar a minoria e esmagar a capacidade fiscal do país’, sentencia sem concessão à hipocrisia.
 
O professor emérito da UFRJ, porém, não é ingênuo. 
 
Lessa sabe que a repactuação política para a retomada do desenvolvimento não virá da generosidade dos detentores da riqueza financeira.
 
‘Falta bom senso para o Brasil sair da gosma. A legião do ajuste, na verdade, não se interessa pelo Brasil’, desfere para em seguida adotar um tom grave: ‘Dilma sabe onde está o problema. Já demonstrou isso. O que lhe falta é coragem. Um presidente precisa saber tomar paulada e persistir: existem condições para cortar os juros. Mas é forçoso ir além da esfera técnica’, observa agora em um tom de confidência: ’Um presidente precisa abraçar a discussão política do problema, e assim abrir espaço ao protagonismo da sociedade’. 
 
O professor Carlos Lessa discorda dos que enxergam no mercado mundial uma atalho para o Brasil voltar a crescer, à margem dos seus interditos e impasses domésticos.
 
‘A globalização jaz em estado pantanoso’, avalia. Disputas e pendências históricas, no seu entender, estão sendo acirradas pela crise mundial. As tensões geopolíticas se avolumam. ‘O que vejo é a antessala de acirramentos bélicos, em uma palavra: guerra’, pontua com palpável angústia na voz.
 
O economista enxerga dois blocos em rota conflitiva: de um lado, os EUA e seus acordos transpacífico e transatlântico; de outro a China e sua diáspora de desembarques estratégicos em diferentes pontos do planeta. ‘A recuperação norte-americana fraqueja e a Europa definha’, acrescenta Lessa agregando peças ao seu painel de formações em marcha conflitiva pelo globo. ‘A Rússia está viva e quer ser o elo entre a eurásia e a Europa. Há um cheiro de pólvora no ar. Imigrantes são cerceados nas fronteiras; a extrema direita acaba de vencer na Polônia, a sexta economia da Europa... O Brasil pode se dar ao luxo de desperdiçar o mercado interno para se ancorar nessa areia movediça traiçoeira e carregada de minas?’, argui com gravidade.
 
A voz grave evidencia cansaço; a conversa precisa acabar. Não, porém, antes que esse brasileiro apaixonado pelo seu país, possa sinalizar linhas de passagem que, no seu entender, ainda resgatariam a economia da gosma espessada por ideias como as de Serra. ‘Nosso padrão de consumo melhorou inequivocamente’, pondera, ‘mas a qualidade de vida se deteriora. O país tem condições de escapar da gosma sufocante erguendo casas dignas para milhões de famílias, civilizando uma urbanização que concentrou 50% da população em 11 regiões metropolitanas conflagradas, erradicando de vez a fome na vida de nossa gente’, lista com realismo para fincar a estaca de esperança no meio da pasta disforme que desfigura seu sonho de Brasil: ‘Nada disso pressiona as contas externas. Estou falando de melhorar a qualidade de vida, gerar empregos e renda, mobilizando a única indústria realmente nacional que restou: a da construção. É isso ou a gosma; eu prefiro apostar nas possibilidades nacionais’, conclui e se despede agradecido, como se tivesse cumprido um dever: ’Obrigado’.



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O mais impressionante na pesquisa Ibope que circulou hoje, embora no noticiárioas chamadas se voltem para os 55% que não votariam em Lula “de jeito nenhum” é que o mesmo conceito, em percentual semelhante, com diferença insignificante, se aplica a José Serra ( 54%), Geraldo Alckmin (52%), Ciro Gomes (52%), Marina Silva ( 50%) e Aécio Neves (47%).



É obvio que a rejeição a Lula, se é que é esta, é resultado de uma campanha de insultos, acusações e ataques que já completou até aniversário, sem falhar um dia sequer. Mas, margem de erro para cá, para lá ou “ajudinhas”, o fato é que metade da população foi levada a rejeitar todos os políticos de maior expressão do país.

E não é por razões ideológicas, o que explicaria rejeições consideradas altas, na faixa do 30-35%, normais em qualquer época.

Duas instituições têm papel importante nesta nesta generalização da política: a imprensa e o Ministério Público.

Semearam e regaram, diariamente, o “ninguém presta”.

O MP, esmerando-se em fuçar à procurar de irregularidades, seja das grandes, seja das miudezas, sempre com a preocupação em rebrilhar como “a esperança da Nação”, ungidos em semideuses porque passaram em um concurso público e, meritocratas, são melhores que qualquer um.

Sob o aplauso da mídia a que alimentam com a violação dos seus deveres funcionais de prudência e sigilo, transformaram ladrões delatores em oráculos da verdade e quem é citado por eles é que tem de provar inocência, isso quando adianta prová-la.

Não é apenas em grandes casos, rumorosos, nem com a ajuda do juiz Sérgio Moro e seu siderado desejo de ser o “Mãos Limpas” tupiniquim.

Chegamos ao cúmulo de verem ser movidas ações, até, contra eleitores que doaram quantias irrisórias ( 15, 30, 50, 100 reais) a candidatos, algo que só poderia ser saudado como legítimo e cívico e é apontado como crime.

Como escreveu hoje Nilson Lage, no Facebook, é efeito do “denuncismo, promoção do ódio, jornalismo de calúnia e imprensa de merda” que está nos levando ao paroxismo:

– Estamos perto do que se vayan todos, que tomou conta da Argentina depois da queda de (Fernando) De la Rúa e da semana em que o país teve três presidentes da República e nenhuma moeda.

Essa é a obra dos fanáticos, que se iniciou – sob a tolerância geral, aliás – há pouco mais de dois anos, quando se saudou a marcha dos “sem partido, sem bandeira”, de um padrão Fifa (que logo se mostraria, ironicamente, campeão em corrupção) e de uma folclórica carnavalização das manifestações políticas.

Hoje, os arreganhos fascistas que assistimos, com grupelhos provocando e agredindo atos, debates e até velórios, não são, evidente, apenas fruto disso, mas de interesses de muita gente engravatada e de bons modos.

Mas o método, este sim, é filhote do “pode tudo” que se começou a entender como legítimo quando se tratava de falar de “os políticos”, todos num saco só.

Pensando assim, não só eles ficam todos mais parecidos na mediocridade, pois se desacredita do voto, como ficamos mais perto de uma ditadura, pois se desacredita da política.

TIJOLAÇO
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