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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Apocalipse grego: Versalhes ou Brest Litovsk? - Carta Maior

O DILEMA GREGO E OS DILEMAS DO SIRYZA. NÃO ESTÁ FÁCIL PARA A ESQUERDA



21/08/2015 - Copyleft

Apocalipse grego: Versalhes ou Brest-Litovsk?

Existe um risco de que a humilhação do Syriza termine levando o partido a ficar sozinho em sua luta, sem conseguir avançar em seu projeto.


Slavoj Zizek

Andrea Bonetti
Quando o breve ensaio“A coragem da desesperança”, sobre a Grécia pós referendo, foi reproduzido pelo In These Times, mudaram o título para “Como Alexis Tsipras e o Syriza ganharam a partida contra Angela Merkel e os eurocratas”. Embora eu efetivamente acredite que a aceitação das condições da União Europeia (UE) não foi uma simples derrota, estou longe de uma visão tão otimista. Abdicar do NÃO no referendo para dar um SIM às exigências de Bruxelas representou uma comoção verdadeiramente devastadora, uma dolorosa e frustrante catástrofe. Para ser mais preciso, foi um apocalipse nos dois sentidos da palavra, a habitual (catástrofe) e a original literal (descobrimento, revelação): o antagonismo básico da situação, o beco sem saída ficou claramente exposto.
 
Muitos comentaristas de esquerda se equivocaram ao ler o conflito entre a UE e a Grécia como o conflito entre a tecnocracia e a política: o tratamento da UE à Grécia não é tecnocracia, e sim política, em seu estado mais puro, uma política que age contra os interesses econômicos – como ficou estabelecido claramente pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), um autêntico representante da fria racionalidade econômica, que declarou o plano de resgate inviável). Em todo caso, foi a Grécia que representou a racionalidade econômica e a UE a que representou a paixão político-ideológica. Depois que reabriram os bancos e a bolsa do país, se produziu uma tremenda fuga de capitais e uma queda das reservas, que não foram simplesmente um sinal de desconfiança com o governo do Syriza, e sim de desconfiança com as medidas impostas pela UE, uma mensagem descarnadamente clara de que (tal como estamos acostumados a dizer) o próprio capital não acredita no plano de resgate da UE – e, aliás, a maior parte do dinheiro emprestado à Grécia irá aos bancos privados ocidentais, o que significa que a Alemanha e outras potências da UE estão gastando o dinheiro dos contribuintes para salvar a seus próprios bancos, que cometeram o erro de conceder empréstimos impossíveis de cobrar, para não falar do fato de que a Alemanha se beneficiou bastante da fuga de capital grego da Grécia à Alemanha.
 
Quando Varoufakis justificou seu voto contra as medidas impostas por Bruxelas, comparou o acordo com o Tratado de Versalhes, que era injusto e que levava em seu seio uma nova guerra. Embora o paralelo seja correto, eu preferiria fazê-lo com o Tratado de Brest-Litovsk, entre a Rússia soviética e a Alemanha, nos princípios de 1918, no qual, para consternação de muitos de seus partidários, o governo bolchevique cedeu às exorbitantes demandas da Alemanha. Certo, se retiraram, mas isso lhes deu um respiro para fortalecer seu poder e esperar. O mesmo acontece com a Grécia hoje em dia: não estamos no final, a retirada grega não é a última palavra, pela simples razão de que a crise vai voltar, em dois anos mais, ou antes, e não só na Grécia. A missão do governo do Syriza é se preparar para esse momento, para ocupar posições e planejar as opções pacientemente. Manter o poder político nessas condições impossíveis, porém, oferece um espaço mínimo para preparar o terreno para a ação futura, e para a educação política.
 
Aí está o paradoxo da situação: se, por um lado, o plano de resgate não vai a funcionar, não há porque perder os nervos e sair correndo, mas sim segui-lo até a próxima explosão. Por que? Por causa da evidente falta de preparação da Grécia para o grexit (uma saída da Zona Euro). Não há um plano B para esta dificílima e complexa operação. Até agora, o governo do Syriza funcionou sem controlar realmente o aparato do Estado, com seus dois milhões de funcionários: a polícia e o poder judiciário pertencem, em sua maioria, à direita política, a administração é parte integrante da corrompida máquina clientelista, etc. E terá que depender precisamente dessa vasta máquina estatal no caso de ter que enfrentar o enorme desafio do grexit (definamos que o grexit era o plano do inimigo, inclusive há rumores de que Schäuble (ministro da Fazenda alemão) ofereceu cinquenta bilhões de euros à Grécia para abandonar a Zona Euro). O que torna esse governo tão irritante é o fato de ser de um país da Zona Euro: “a veemência com a que se opõem se deve precisamente à presença da Grécia no euro. Realmente, a quem lhe importaria se chegasse ao poder num pequeno país, com o dracma como divisa?”.
 
Que espaço de manobra o Syriza tem, se aceita se reduzir a promulgar a política do seu inimigo? Deveria se demitir e convocar novas eleições, em vez de promulgar a política que se opõe diretamente ao seu programa? Uma decisão assim é muito fácil e, em última instância, é uma nova versão do que Hegel chamava de “a beleza do espírito”. Como explica Étienne Balibar, antes de tudo, o Syriza necessita ganhar tempo, e as potências da UE estão fazendo todo o possível para privar o Syriza de tempo, tratando de colocar o partido contra as cordas, de forçá-lo a uma decisão rápida: ou a rendição total (sua demissão) ou o grexit. Tempo, para que? Não só para se preparar para a próxima crise. Devemos lembrar sempre que a meta básica do governo do Syriza não é nem o euro nem a exigência de saldar suas contas com a UE, mas sim, sobretudo, a reorganização radical das instituições sociais e políticas corruptas da Grécia a longo prazo: “O mais complicado problema do Syriza, que não foi enfrentado por nenhum outro partido político no governo, é o de modificar as estruturas institucionais internas, em condições de assalto institucional externo” (como fez a Alemanha, no começo do Século XIX, sob a ocupação francesa).
 
O problema que a Grécia está enfrentando agora é o da “governabilidade da esquerda”: a dura realidade do que significa para a esquerda radical governar no mundo do capitalismo global. Que opções terá o governo? As alternativas óbvias (a simples social democratização, o socialismo de Estado, a retirada do Estado e a dependência dos movimentos sociais) não são suficientes, evidentemente. A verdadeira novidade do governo do Syriza é que supõe um acontecimento de governo: é a primeira vez que uma esquerda radical ocidental (não o velho estilo comunista) chega ao poder do Estado.
 
Toda essa retórica de atuar distanciando-se do Estado, tão querida pela nova esquerda, não pode se impor sobre um elemento central: é preciso assumir heroicamente toda a responsabilidade pelo bem-estar de toda a população e deixar para trás a atitude crítica básica da esquerda, de encontrar uma perversa satisfação em proporcionar explicações sofisticadas sobre porque as coisas tiveram que tomar um rumo equivocado.
 
O dilema ao que o governo grego se enfrenta é uma difícil escolha, que deve ser abordada em termos pragmáticos, não é uma questão de princípios entre a ação real (de governo) e a traição oportunista. As acusações de “traição” dirigidas ao governo do Syriza se formulam para evitar a pergunta realmente importante: como enfrentar o capital em sua forma atual? Como governar, como fazer um Estado funcionar “com gente”? É muito fácil dizer que o Syriza não é simplesmente um partido de governo, mas sim tem suas raízes na mobilização popular e nos movimentos sociais: o Syriza “é uma coalizão pouco rígida, contraditória em si mesma e internamente antagônica, de pensamento e prática esquerdistas, enormemente dependente da capacidade dos movimentos sociais de todos os tipos, totalmente descentralizada e impulsada pelo ativismo de redes de solidariedade num amplo campo de ação, através de linhas de conflito de classe, de ativismo de gênero e de sexualidade, de questões de imigração, de movimentos antiglobalização, de defesa dos direitos civis e humanos, etc”. Entretanto, a pergunta continua de pé: como essa dependência da auto-organização popular afeta, ou como deveria afetar, a direção de um governo?
 
Sobre a Grécia traída, Tariq Ali escreveu: “no começo do mês de julho, estavam celebrando o voto pelo NÃO. Estavam dispostos a fazer mais sacrifícios, a se arriscar a viver fora da Zona Euro. O Syriza lhes deu as costas. A data, 12 de julho de 2015, quando Tsipras aceitou as condições que a UE impôs, chegará a ser tão infame como o 21 de abril de 1967. Os tanques foram substituídos pelos bancos, como expressou Varoufakis, depois de ser nomeado ministro da Fazenda”. Considero convincente esse paralelo entre 2015 e 1967 mas, ao mesmo tempo, profundamente enganoso. É verdade, tanques rimam com bancos em alguns idiomas (em inglês, tanks rima efetivamente com banks), o que significa que a Grécia agora está de fato sob ocupação financeira, com a soberania fortemente restringida, todas as propostas do governo têm que ser aprovadas pela troica antes de se submeter ao Parlamento, não só as decisões financeiras mas inclusive de dados que estão sob controle estrangeiro (Varoufakis não tinha acesso aos dados de seu próprio ministério, e foi acusado de traição por tentar obtê-los) e, o cúmulo dos males, na medida em que o governo democraticamente eleito obedece essas regras, proporciona voluntariamente uma máscara democrática a essa ditadura financeira (enquanto as acusações recentes contra Varoufakis, por traição, são uma mostra de obscenidade em seu estado mais puro: nas últimas décadas, desapareceriam bilhões e o Estado manipulava informes financeiros falsificados, o único acusado foi o jornalista que tornou públicos os nomes dos titulares das contas ilegais nos bancos estrangeiros, contudo, agora Varoufakis é acusado, a partir de um pretexto ridículo. Se houve um herói de verdade em toda a história da crise grega, esse herói é Varoufakis).
 
Deve se assumir então o risco de um grexit? Nos enfrentamos aqui a uma tentation événementielle, ou seja, à tentação de seguir o curso dos acontecimentos: a tentação, numa situação difícil, de cometer uma loucura, de fazer o impossível, de assumir o risco e sair correndo, quaisquer que sejam os custos, sob a lógica subjacente de que “as coisas não podem estar pior do que estão agora”. O problema é que, com toda a certeza, as coisas podem ir ficar muito pior, até mesmo explodir, numa crise social e humanitária total. A pergunta principal é: houve realmente alguma possibilidade objetiva de um ato autenticamente emancipador que extraísse todas as consequências políticas e econômicas do NÃO no referendo? Quando (o filósofo Alain) Badiou fala de um acontecimento emancipador, sempre enfatiza num fato que não é um ato em si mesmo: só se converte em tal com o carácter retroativo, mediante esforçada e paciente obra de amor de quem luta por ele, que professa fidelidade a ele. A questão da oposição entre o curso normal das cosas e o estado de exceção caracterizado pela fidelidade a um acontecimento que interrompe o curso normal das coisas deveria, portanto, ser abandonada (desconstruída, inclusive). No curso normal das coisas, a vida simplesmente continua por sua própria inércia, estamos absortos em nossas preocupações e rituais diários. Então, algo sucede, um despertar causado por algum acontecimento, uma versão secular de um milagre (uma explosão social emancipadora, um encontro amoroso traumático…), se optamos pela fidelidade a esse acontecimento, toda nossa vida muda, nos dedicamos à obra do amor e nos esforçamos por inscrever o acontecimento em nossa realidade, e depois, em algum momento, a sequência do acontecimento se esgota e voltamos ao fluxo normal das coisas…
 
E se o verdadeiro poder de um acontecimento deveria se medir precisamente por sua desaparição, quando o acontecimento fica desconectado do seu resultado, da mudança da vida normal? Vejamos um acontecimento sociopolítico: o que fica de suas consequências quando sua energia estática está esgotada e as coisas voltam à normalidade? Até que ponto essa normalidade é diferente da prévia do acontecimento?
 
Voltando à Grécia, é fácil contar com o gesto heroico de prometer sangue, suor e lágrimas, de repetir el mantra de que a política autêntica significa que não se deve aceitar os limites do possível, e sim se arriscar ao impossível, mas o que seria isso no caso do grexit? Em primeiro lugar, não esqueçamos que o referendo não era nem sobre o euro (75% dos gregos preferem seguir com o euro) nem sobre a permanência ou não na UE. A pergunta era: “Quer que esta situação continue ou não?”, o que significa que o resultado tampouco pode ser lido como um sinal de que o povo grego está disposto a suportar sacrifícios e mais sofrimento para afirmar sua soberania. O NÃO foi um NÃO à sua situação sem saída, que era a situação da austeridade, pobreza, etc. Foi uma demanda de uma vida melhor, não uma disposição a mais sofrimento e sacrifício (em geral, os motivos de uma disposição a um sofrimento exagerado são extremamente problemáticos). Em segundo lugar, no caso do grexit, o Estado grego não se veria obrigado a adotar uma série de medidas (nacionalização dos bancos, impostos mais altos, etc.) que são simplesmente uma reedição da velha política econômica socialista-estatal-nacional-soberana? Não há nada contra este tipo de política, mas teria sucesso na Grécia de hoje, nas condiciones específicas que o país enfrenta, com seu aparato estatal ineficaz e dentro de uma economia global? Aqui estão os três pontos principais do plano antiausteridade da Plataforma de Esquerda, enumerando medidas “perfeitamente realizáveis”:
 
“1– A reorganização radical do sistema bancário, sua nacionalização sob controle social e sua reorientação voltada ao crescimento.
 
2 – A rejeição total da austeridade fiscal (superavits primários e orçamentos equilibrados), para enfrentar a crise humanitária de forma eficaz, cobrindo as necessidades sociais, reconstruir o Estado social e tirar a economia do círculo vicioso da recessão.
 
3 – A aplicação de procedimentos preliminares que levem a saída do euro e ao cancelamento da maior parte da dívida. Há opções perfeitamente realizáveis que podem conduzir a um novo modelo econômico orientado à produção, ao crescimento e à mudança no equilíbrio social de forças em benefício da classe trabalhadora e da população”.
 
Além disso, duas especificações adicionais:
 
“A elaboração de um plano de desenvolvimento baseado no investimento público, permitindo também o investimento privado em paralelo. A Grécia necessita uma relação nova e produtiva entre os setores público e privado, para entrar numa via de desenvolvimento sustentável. A realização desse projeto será possível uma vez que se restabeleça a liquidez, combinada com a capacidade do país economizar.
 
Retomar o controle do mercado interno, diante da disputa com os produtos importados, revitalizará e reforçará o papel das pequenas e médias empresas, que seguem sendo a coluna vertebral da economia grega. Ao mesmo tempo, as exportações serão estimuladas pela introdução de uma moeda nacional”.
 
É difícil de ver nisso tudo algo mais que o conjunto habitual de medidas intervencionistas do Estado: retorno à moeda nacional, impressão de dinheiro, financiamento de grandes obras públicas, apoio à indústria nacional… Medidas como essas, adequadamente calibradas, podem funcionar, mas funcionariam na Grécia de hoje, com um enorme endividamento externo de indivíduos e empresas privadas (que não podem ser pagos), com uma economia plenamente integrada à Europa Ocidental e dependente dela, por exemplo, para importar alimentos e produtos industriais e médicos? Em outras palavras, onde, em que outro lugar, a Grécia veria a si mesma? Em que outro lugar da Bielorrússia e de Cuba? Como Paul Krugman escreveu recentemente que é preciso admitir que ninguém sabe realmente quais seriam as consequências do grexit. É um território inexplorado.
 
Uma coisa está clara: “O grexit significa uma política de independência nacional”, por isso não é de se estranhar que alguns partidários da Plataforma de Esquerda prefiram inclusive à extremamente problemática e (para mim) totalmente inaceitável definição dessa como “populismo nacional” (por certo, deve-se rejeitar ambos os mitos otimistas, o mito da Plataforma de Esquerda, de que há um claro procedimento racional de empreender um grexit que traga uma nova prosperidade e sua contrapartida – defendida por Jeffrey Frankel, entre outros – de que, ao executar fielmente o plano de resgate, Tsipras pode chegar a se tornar um novo Lula).
 
Portanto, a eleição já não é simplesmente entre um grexit, a saída da Zona Euro, ou capitulação: o governo do Syriza se encontra numa situação única, obrigado a fazer aquilo ao que se opõe. Persistir numa situação tão difícil e não jogar a toalha é autêntico valor. Neste momento, o inimigo do governo do Syriza não é, em primeiro lugar, a plataforma de esquerda, e sim os que aceitam sinceramente a derrota, e o que na verdade querem é jogar o jogo da UE. Esse perigo parece evidente quando temos em conta o efeito da rendição do Syriza: pelo que Varoufakis m confessou numa conversa privada, “moderou as posições daqueles que ficaram nos ministérios, que ou são incapazes de realizar o projeto original ou não têm nenhum desejo (para não incomodar a troica) de planificar a próxima ruptura. É mais, a troica os usa como cobaias numa roda, fazendo-os correr cada vez mais rápido, para pôr em prática as medidas tóxicas. Foram cooptados em poucos dias, se tornaram incapazes de planejar algo próximo àquilo que foi proposto. Para finalizar esse processo, o movimento decisivo da troica é o de forçar, inteligentemente, que a normativa governamental inclua mais, e consolide alguns feudos próprios dentro do Estado. Assim, por exemplo, as unidades de luta contra a fraude fiscal acabaram sendo absorvidas pela Secretaria Geral de Ingressos Públicos (cuja dependência da troica já foi denunciada), de forma que o governo não conta com instrumentos ao seu alcance para combater a evasão fiscal da oligarquia. O mesmo ocorre com as privatizações. A troica está estabelecendo novos órgãos que controlam totalmente”.
 
Fica, então, algum resquício de esperança? O verdadeiro milagre da situação, e uma das poucas fontes de moderada esperança, é que, apesar de Bruxelas ter imposto suas exigências, parece que cerca de 70% dos votantes gregos ainda apoiam o governo do Syriza. A explicação é que a maioria percebe que o Syriza está fazendo o que tem que fazer numa situação impossível.
 
Existe um risco de que a humilhação do Syriza termine levando o partido a ficar sozinho em sua luta, sem conseguir avançar em seu projeto, o que permitirá a reintegração plena de Grécia na UE como um humilde membro em quebra, da mesma forma que há um risco de que um grexit se transforme numa catástrofe em grande escala. Sobre esse ponto não há uma resposta clara a priori, qualquer decisão só se justificará com carácter retroativo, em função de suas consequências. O que há que temer é não só a perspectiva de um maior sofrimento do povo grego, mas também a perspectiva de outro fiasco que desacredite a esquerda para os anos vindouros, enquanto os esquerdistas sobreviventes argumentarão que sua derrota demonstra uma vez mais a perfídia do sistema capitalista…
 
* Filósofo e crítico cultural esloveno, é professor da European Graduate School, diretor internacional do Birkbeck Institute for the Humanities (Universidade de Londres) e investigador senior no Instituto de Sociologia da Universidade de Liubliana.
 
Tradução: Victor Farinelli
 
Link: http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/A-coragem-da-desesperanca/6/34142

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Moro e PF “prendem o preso” mas não acham o dinheiro?TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Moro e PF “prendem o preso” mas não acham o dinheiro?

elefante
Informa a Folha que o bloqueio de bens de José Dirceu reteve apenas R$ 104 mil, quase tudo de uma conta em que ele recebeu doações para que se pagasse a multa a ele imposta do caso do chamado mensalão.
De seu irmão e ex-assessores, bloquearam-se valores irrisórios.
A empresa de consultoria do ex-ministro, segundo a Folha, “chegou a faturar R$ 39,1 milhões, mas está desativada e não tinha nada no banco, ainda de acordo com relatório do Banco Central enviado nesta quarta (19) à Justiça federal do Paraná”.
O que isso prova?
Nada, a não ser que a ação policial-judicial é tosca e inepta.
Ou não se rastreou devidamente a movimentação de recursos milionários que se lhe imputa, ou inexiste a maior parte dos milhões em propina que ele recebia, segundo alegam seus acusadores, inclusive – como diz o Sérgio Moro, para justificar a “prisão do preso” – depois de condenado.
O mais provável é que as duas hipóteses sejam verdadeiras.
É inacreditável que não se tenha rastreado as movimentações financeiras de todos e visto para onde o dinheiro que, se existia efetivamente, foi parar.
Será que o Dr. Moro, capaz de mandar “prender o preso”, não determinou antes a quebra do sigilo bancário? Se o fez, porque mandaria “bloquear R$ 20 milhões” de contas que não tinham sequer a sombra disso.
Diz a reportagem que “não há histórico das movimentações”.
Ora, isso é ridículo.
A esta altura, os extratos de Dirceu e de sua empresa, para se justificar a prisão, deveriam estar detalhados e esquadrinhados, à procura de quanto entrou, e de quem, e de quanto saiu, e para quem.
Não se movimenta recursos neste montante de contas empresariais sem registro bancário.
Não se guardam R$ 20 milhões na gaveta, no cantinho do guarda-roupas, não se embarca em um aeroporto com eles na cueca. Muito menos para o exterior, quando, mesmo em jatinhos, é preciso passar pela aduana.
A falta de dinheiro na conta de Dirceu e dos demais presos com ele está longe de “provar a honestidade” (esta estranha figura agora em vigor na Justiça brasileira) dos acusados.
Prova, apenas, a incompetência com que se conduziu este caso, onde o apetite político deixou de lado o dever técnico de, em primeiro lugar, detectar e apreender qualquer quantia desviada de dinheiro público.
Ou será que isso “não vem ao caso”?
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olhar diferente: Enfrentar (e superar) a mídia tradicional

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Atos não são 'governistas', mas são de esquerda | Brasil 24/7

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Venezuela Proibida: "Ditadura" ou Democracia em Construção? (Legendado)





VÊ SE APRENDE PT

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

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Globo e Veja pregam o ódio e perseguem Lula, com vazamentos da República do Paraná | Brasil 24/7

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QUESTÃO DE ORDEM | Martônio Mont'Alverne e Emerson Castelo Branco





UMA GRÃ AULA DE DIREITO COM DOUTOR MARTONIO MONT'ALVERNE

Segurança: Marco regulatório deve orientar perfuração de poços no setor offshore - petroleoenergia.com.br - O Portal da Revista Petróleo e Energia

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Bob Fernandes / Símbolo distinto para a direita e a esquerda, Lula é o a...

O que está em jogo no Brasil? | Plebiscito Constituinte

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Brasil: velha mídia mergulha em nova crise

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Pré-sal do Brasil contém 176 bilhões de barris de petróleo e gás, diz estudo | Água e energia não são mercadorias!

Pré-sal do Brasil contém 176 bilhões de barris de petróleo e gás, diz estudo

Retirado do site da FUP e publicado originalmente na Agência Reuters 
O polígono do pré-sal do Brasil, uma área marítima que já resultou em algumas das maiores descobertas recentes de petróleo, pode conter ainda óleo e gás não descobertos suficientes para suprir as atuais necessidades do mundo por mais de cinco anos, disseram pesquisadores.
O polígono, que cobre a maior parte das bacias marítimas sedimentares de Campos e Santos, contém ao menos 176 bilhões de barris de recursos não descobertos e recuperáveis de petróleo e gás natural (barris de óleo equivalente), de acordo com um estudo publicado semana passada por Cleveland Jones e Hernane Chaves, do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
Isso é quatro vezes mais do que os 30 bilhões a 40 bilhões de barris que já foram descobertos na área.
"Essa é uma estimativa conservadora, com uma alta probabilidade de se tornar verdade, 90%, na verdade. Em tese, o total que ainda não foi descoberto de recursos recuperáveis no polígono do pré-sal pode ser tão grande quanto 273 bilhões de barris, mas o número mais alto só tem uma certeza estatística de dez por cento," disse Jones.
A estimativa do INOG é a única grande avaliação do potencial do polígono do pré-sal.
A estimativa de 2015 é 54% maior que a de 2010, feita pelo INOG, que variava de 114 a 288 barris de óleo equivalente.
A pesquisa coloca a probabilidade de uma estimativa mais baixa, de 90%, e a previsão mais alta, de 10%. Ao contrário de outros países democráticos produtores de petróleo como os Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha e Noruega, a agência reguladora de petróleo do governo (ANP) não publica estimativas de potenciais recursos marítimos do Brasil.
"O Brasil tem sido descuidado por não tornar esses números públicos", disse John Forman, um ex-diretor da ANP. Ele adicionou que a estimativa do INOG é a única estimativa pública confiável que está disponível e que usa métodos aceitáveis pela indústria.
Pré-sal do Brasil contém 176 bilhões de barris de petróleo e gás, diz estudo | Água e energia não são mercadorias!

O discurso de Vagner Freitas | Brasil 24/7

O discurso de Vagner Freitas

Roberto Stuckert Filho: Brasília-DF, 05/02/2013. Presidenta Dilma Rousseff recebe Vagner Freitas Presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.
Na última quinta-feira, 13 de agosto, em solenidade no Palácio do Planalto, Vagner Freitas conclama a sociedade brasileira a tornar-se construtora da democracia. Em seu discurso, rejeita a onda de intolerância e de preconceito, assim como defende a unidade nacional e um projeto de desenvolvimento econômico e social.
No entanto, na ocasião causou polêmica a frase em que conclama a sociedade brasileira a “ir para as ruas, entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a Presidenta Dilma Rousseff”.
Para não cometer equívocos interpretativos, é preciso analisar o contexto em que é proferido tal discurso.
Em primeiro lugar, não se trata de um discurso em comício, com público amplo e variado. Ao contrário! Seu discurso dirige-se a uma audiência especializada e homogênea, no caso, os convidados para o evento “Diálogo com os Movimentos Sociais”. Em segundo lugar, em discursos políticos é usual o emprego de figuras de linguagem. Em audiências não especializadas em termos científicos o foco é o convite ao engajamento político, o chamamento e o convencimento dos ouvintes. Portanto, o discurso de Vagner Freitas é um discurso político para um público restrito e homogêneo, não se confundindo com discurso científico em que palavras costumam ter significados mais precisos.
Com essa advertência como pano de fundo, passemos a analisar o sentido da expressão “ir para a rua, entrincheirados, com armas na mão, se tentarem derrubar a Presidenta Dilma Rousseff”.
Essa análise terá como linha condutora a empreendida pelo que os especialistas em linguagem chamam de “análise do discurso”, mais especificamente pela análise dialógica do discurso, em que são considerados seu contexto, sua interatividade, sua polifonia e sua interdiscursividade.
No que diz respeito ao contexto em que é prolatado o discurso do presidente da CUT, é preciso contemplar duas nuanças: (1) é proferido ante uma platéia formada por pessoas engajadas em causas políticas semelhantes às da CUT, isto é, por militantes de partidos e de organizações não governamentais de esquerda, que têm na luta por igualdade e por inclusão social o objetivo dessa militância. (2) O discurso do presidente da CUT é um dos pontos altos do evento, vez que se trata da fala do líder da maior central sindical do Brasil e ponto de referência para as tomadas de decisão das demais lideranças e das organizações congêneres à CUT.
A interatividade discursiva das palavras proferidas por Vagner Freitas diz respeito à coerência entre o que é dito e o modo que é percebido pelos ouvintes. Trata-se da adequação das palavras e do tom empregado ao público a quem o discurso se destina. Desse modo, a fim de ter sucesso como orador, a pessoa adapta sua performance às expectativas da audiência. Essa interatividade é tanto maior quanto mais houver simbiose entre orador e ouvintes. Por isso, a importância do emprego de palavras de ordem e a utilização de chavões para facilitar a marcação discursiva e, com isso, alcançar-se o ponto máximo de aprovação tanto ao discurso quanto ao orador.
A polifonia discursiva refere-se aos pontos de contato da fala prolatada com outras vozes, com as quais concorda ou discorda. Assim, o discurso do presidente da CUT se contrapõe explicitamente às vozes que pregam o impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Por isso, referido discurso classifica-se como reativo e, como tal, vale-se de termos e de expressões próprias à resistência política e as emprega para mobilizar sua base, (“ir para ruas”), para que essas se defendam de ataques, (“trincheiras”), com vistas ao objetivo político de conservar o mandato presidencial de Dilma Rousseff.
Não por acaso a interdiscursividade coincide com o apogeu da oração de Vagner Freitas. Essa interdiscursividade diz respeito à interação desse com os demais discursos. Nesse caso, a interdiscursividade consiste na oposição política dessa oração ao movimento político que pretende tolher o mandato presidencial. Assim, a polêmica que se segue ao discurso do presidente da CUT revela o quão satisfatório ele foi.
Por conseguinte, representações penais contra seu discurso são apenas tentativas de criminalizar um discurso político, sem a mínima chance de ser recebido como representação criminal pelo Ministério Público ou de eventual denúncia ser acatada pelo Judiciário, pois violaria a mais mínima noção de racionalidade presente no sistema jurídico brasileiro.  
Vagner Freitas move suas palavras com clara disposição de enfrentamento político. Ele se sabe líder político e, como tal, modela o alcance e o objetivo de suas palavras. Define com precisão um objeto, estabelece uma performance, mobiliza atores, tudo em prol de uma causa política.
Por outro lado, o engajamento político defendido por Vagner Freitas diz respeito à superação da dicotomia entre autonomia privada e autonomia pública. Como a democracia é uma conquista recente no Brasil, era comum que o destino político da classe trabalhadora fosse entendido como assunto de poucos. Na medida em que vê os cidadãos como autores e como destinatários das normas jurídicas e responsáveis pela elaboração de seu próprio destino, o presidente da CUT avoca para a sociedade civil o protagonismo na definição de seu futuro.
Com isso, como protagonista político, Vagner Freitas supera uma das grandes armadilhas da modernidade, que consiste em reduzir os cidadãos a sujeitos parciais. O presidente da CUT almeja mais: pretende que os cidadãos se tornem livres e iguais, isto é, que assumam para si o ideal de Píndaro, “torna-te o que és!”
O discurso de Vagner Freitas | Brasil 24/7

Servidores constroem unidade inédita e iniciam greve geral; Sartori anuncia corte do ponto - Sul 21

Servidores constroem unidade inédita e iniciam greve geral; Sartori anuncia corte do ponto - Sul 21

Servidores constroem unidade inédita e iniciam greve geral; Sartori anuncia corte do ponto - Sul 21

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Projeto de Serra inviabiliza 10% do PIB para educação | Água e energia não são mercadorias!

Projeto de Serra inviabiliza 10% do PIB para educação

Mais de trinta organizações sindicais e populares se reúnem em São Paulo para debater a importância do petróleo para o desenvolvimento da educação e indústria no Brasil
Uma das maiores conquistas populares dos últimos anos foi a aprovação da Lei 12.858, no final de 2013. Após uma série de mobilizações, uma ampla frente composta de setores populares asseguraram a destinação de 50% do montante do Fundo Soberano e a totalidade dos royalties do pré-sal para a saúde e educação.
No ano seguinte, em mais uma extensa disputa dos movimentos sociais e sindicais contra a iniciativa privada, o Congresso Nacional aprovou o Plano Nacional de Educação, que regulamenta a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para a educação nos próximos anos, além de uma série de outras medidas.
Entretanto, o PLS 131, de autoria do senador José Serra (PSDB), pode impossibilitar o financiamento do Plano, avaliado como insuficiente pela categoria de professores. O projeto pretende acabar com a obrigatoriedade de participação da Petrobrás como operadora única no pré-sal.
Durante sua exposição no Seminário Nacional da Energia, Petróleo e Indústria no Brasil, na tarde desta terça-feira (18), o presidente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, afirmou que a realização do PNE só será garantido com a manutenção da Lei de Partilha, que garante à Petrobrás a exclusividade nas pesquisas e o mínimo de 30% na produção de jazidas de petróleo e gás natural do pré-sal.
“A gente só viabiliza o Plano Nacional da Educação explorando o pré-sal pela Petrobrás. Um dos seus pilares fundamentais é o financiamento, que está alicerçado no pré-sal. Por isso precisamos unir forças para combater o projeto de José Serra”, afirmou.
Para Rangel, os professores têm um papel central no combate ao projeto do senador tucano. “Vocês são fundamentais nesse debate da regulamentação da lei, para acabar com o projeto do Serra. Todos nós somos importantes, mas vocês podem articular um estudante, um professor e um funcionário administrativo em cada canto desse país. A educação pode ser a água que vai mover esse moinho para acabar com essa tentativa de mudar a lei do petróleo no nosso país”, opinou.
A secretária de assuntos municipais da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), Selene Michielin, também concorda com Rangel. Recentemente, a confederação lançou a campanha Defender a Petrobrás é Defender a Educação, como resposta aos ataques sofridos pela estatal. “Para que esse Plano se viabilize é necessário garantir os 10% do PIB para a educação, que ainda é pouco. Quando se fala nos 10% já se supõe o dinheiro dos royalties do pré-sal”, elucidou.
Caso se confirme a estimativa de 176 bilhões de barris de petróleo no pré-sal, levantada pelo Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o Fundo Soberano poderá destinar R$ 8,8 trilhões à saúde e educação, caso mantido o valor atual do barril do petróleo.
Por isso, o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM), Paulo Cayres, acredita que está em jogo a soberania nacional no PLS 131. “Aumento de salário e desemprego são pautas, mas a Petrobrás é projeto e interesse não apenas para os metalúrgicos, como para todas as categorias de trabalhadores brasileiros. Os tucanos querem privatizar a Petrobrás e o que está em jogo é a nossa soberania”, alertou.
No final da tarde de amanhã (18), serão apresentados os encaminhamentos unitários das mais de trinta organizações sociais de dezoito estados presentes no Seminário Nacional da Energia.
Confira o vídeo produzido pelo Coletivo de Comunicação do MAB:
Projeto de Serra inviabiliza 10% do PIB para educação | Água e energia não são mercadorias!

Protesto em SP: 3 em cada 4 são contra dinheiro de empresas em campanhas, diz pesquisa - BBC Brasil

Protesto em SP: 3 em cada 4 são contra dinheiro de empresas em campanhas, diz pesquisa - BBC Brasil

Dilma inaugura a obra mais importante para o Nordeste | Brasil 24/7

A MURALHA CHINESA DO BRASIL


A promessa se fez concreto e o concreto se fez água...Duvidaram, fizeram e fazem escárnio, tentaram detê-la de toda maneira... Mas não conseguiram impedir o governo do Partido dos Trabalhadores de introduzir o Nordeste BRASILEIRO na " modernidade líquida".
Agora recolhem-se no silêncio dos sepulcros.

Dilma inaugura a obra mais importante para o Nordeste

:
Na sexta-feira a presidente Dilma Rousseff inaugura, em Cabrobó-PE, a primeira etapa de uma das obras mais importantes da era dos governos petistas, a transposição das águas do Rio São Francisco para o semiárido nordestino. O projeto, iniciado pelo ex-presidente Lula em 2007, será a redenção hídrica de 12 milhões de pessoas que anualmente enfrentam a falta d’água na estiagem, mesmo quando não há seca grave. Com as águas correndo nos canais, Dilma pode começar a recuperar o apoio perdido entre os nordestinos. No domingo, houve protestos em capitais nordestinas, embora bem mais fracos que no eixo Rio-São Paulo-Brasília.
Quando Lula lançou o projeto enfrentou o ceticismo dos opositores afirmando que o projeto era inviável e não sairia do papel.  Agora ele começa a virar realidade. As obras sofreram atraso mas o governo promete concluí-las no ano que vem.  A transposição sangrará o São Francisco em apenas 1% do volume de água que é despejado inutilmente no mar. Serão beneficiados os estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, nos quais se concentra o polígono das secas, e um total de 390 municípios onde vivem 12 milhões de habitantes. O custo inicial previsto foi de R$ 4,5 bilhões.
A transposição das águas acontecerá através de dois grandes eixos, representados por 402 km de canais cortados em terreno acidentado, em que muitas vezes foi necessário dinamitar pedreiras e obstáculos.  O eixo norte, com 402 km, sai de Cabrobó, em Pernambuco, rumo aos estados da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. É em Cabrobó que Dilma estará na sexta-feira. O eixo leste tem 220 km de extensão e vai da usina de Itaparica (BA) até o rio Paraíba do Norte, na Paraíba. E ainda haverá um canal de 70k,  ligando Cabrobó ao Rio Ipojuca, no agreste pernambucano.
Ao longo dos canais existirão, quando a obra estiver totalmente pronta, 30 represas que guardarão água para períodos de estiagem ou para abastecerem os canais mesmo quando as estações bombeadoras estiverem desligadas, economizando energia.  Serão nove estações de bombeamento, três no eixo Norte e seis no eixo Leste, que darão impulso às águas nas regiões de maior aclive.
Apesar dos atrasos, a viabilidade da obra está provada e só os insensíveis do Sul maravilha podem ignorar o sentido que ela tem para o sofrido povo do semiárido. Sentido que pode ser captado pelos gritos de alegria dos peões nordestinos que aparecem no vídeo acima, no momento do primeiro teste em Cabrobó, na semana passada. “Vai jurrar”, grita um deles. Assim mesmo, ele diz jurrar e não jorrar, na variação nordestina da palavra. E as águas vão jorrando, quase  alcançando um grupo de peões que são instados a sair do leito do canal. Uma cena emocionante. Veja o vídeo.
Isso feito, o governo federal e os governos estaduais que tratem de revitalizar e proteger o velho Chico, agora que ele matará a sede de mais gente.
Dilma inaugura a obra mais importante para o Nordeste | Brasil 24/7

Linhas de desmontagem | Contexto Livre

REFORÇA A CONVICÇÃO QUE A SOLUÇÃO PARA OS TRABALHADORES PASSA POR FORA DO GOVERNO E DO PARLAMENTO.

Linhas de desmontagem | Contexto Livre

Contexto Livre: A mediocridade faz a festa

Contexto Livre: A mediocridade faz a festa: As consequências do processo batizado de Lava Jato não resolverão os problemas fundamentais do Brasil, nem nos livrarão dos gargalos que...

Movimentos e sindicatos querem 'saída pela esquerda' para crise política e econômica — Rede Brasil Atual

Movimentos e sindicatos querem 'saída pela esquerda' para crise política e econômica — Rede Brasil Atual

Como os fascistas chegam ao poder - Carta Maior

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Parlasur enfatiza su respaldo a los gobiernos democráticamente electos en la región | PSUV

Parlasur enfatiza su respaldo a los gobiernos democráticamente electos en la región | PSUV

Violência nos protestos: Protestos anti-PT registram agressões a quem veste camiseta vermelha | Brasil | EL PAÍS Brasil

A polarização que se estende desde as eleições do ano passado foi evidente em alguns dos protestos contra o Governo deste domingo, com cenas de agressividade que destoam do tom pacífico que os organizadores procuraram manter. Algumas cidades registraram casos isolados de violência contra pessoas que vestiam vermelho, numa cena típica das perigosas brigas de torcidas de futebol.
Em Curitiba, um casal foi agredido porque vestia camisetas vermelhas, o que provocou a ira dos manifestantes anti-Dilma, que se caracterizaram por vestir roupas verde e amarela. A camiseta do rapaz, que tinha uma imagem de Che Guevara estampada, foi arrancada do seu corpo e, depois, incendiada. O rapaz tomou socos e chutes dos presentes. Ambos ficaram feridos e tiveram de ser escoltados pela polícia.
Enquanto isso, no Rio de Janeiro, seis policiais tiveram que escoltar um senhor vestindo vermelho até um táxi, após uma multidão tentar agredi-lo, lhe desejar a morte e encurralá-lo, aos gritos de “filho da puta”, informa María Martín. Em Londrina, no Paraná, um estudante da Universidade Estadual de Londrina também teve de ser escoltado pela polícia quando tentava passar por uma calçada de camiseta vermelha.
Estabelecer uma conversa com uma multidão decidida a gritar conjuntamente por ideias polêmicas também se mostrou infrutífero para Paolo, um senhor que caminhava na avenida Paulista. Ao ouvir um grupo de manifestantes fazendo críticas a feministas, ele tentou argumentar com alguns deles que a inquisição havia matado muitas mulheres. Seu comentário foi logo rebatido com gritos e provocações. “Mamadeira do PT”, gritava um manifestante, enquanto Paolo falava. “Viva a direita! Os conservadores vão dominar o Brasil!” e “Viva Bolsonaro” repetiam outros. O embate se transformou num princípio de tumulto, aos gritos de “Vai pra Cuba” e “fora comunista”, que chamou a atenção dos jornalistas presentes, que começaram a filmar a cena. “Enfia a câmera no cu”, gritou um rapaz mais exaltado para o grupo da imprensa.
Jovens são agredidos durante a manifestação de Curitiba. / IRENE ROIKO
A reportagem do EL PAÍS questionou a ordem eimediatamente começou a ser hostilizada. “Onde você pensa que está?”, gritou um homem à repórter. “Eu sei o que vocês escrevem. Vocês distorcem os fatos”, dizia outro manifestante com uma camiseta escrito "fora Dilma". Ao se distanciar da reportagem, gritou “sua feminazi”, uma junção de feminista com nazista.
Violência nos protestos: Protestos anti-PT registram agressões a quem veste camiseta vermelha | Brasil | EL PAÍS Brasil

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

PSUV Mérida celebra aceptación de la OLP por la mayoría del pueblo venezolano | PSUV

A VENEZUELA RESPONDE À VIOLÊNCIA ORGANIZADA



NOTICIAS / REGIONES

Foto: PSUV Mérida
Prensa / PSUV Mérida.- El Gobierno Nacional ha implementado lo que ha denominado Operación de Liberación del Pueblo (OLP), que consiste en la coordinación de los organismos de seguridad del Estado para acabar con la delincuencia y el paramilitarismo infiltrado en las bandas criminales.
Así lo manifestó, Wladimir Pineda, miembro de la dirección política municipal del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) del estado Mérida, quien celebró el gran despliegue de la Operación de Liberación y Protección del Pueblo (OLP) en todo el país, y la gran aceptación de acuerdo a las estadísticas de la encuestadora Hinterlaces.
“Recientemente hemos observado una proliferación de sujetos con un alto instinto criminal que han cometido cruentos asesinatos, con ensañamiento sin precedentes en Venezuela, como el caso reciente de crimen, violación y descuartizamiento de la ciudadana Liana Hergueta, no comulgamos con esta cultura criminal importada del paramilitarismo colombiano, y cuyos autores materiales son miembros del partido Primero Justicia que fueron entrenados para asesinar de esta forma”, dijo.
Recalcó Pineda que la presencia de paramilitares en Venezuela, se ha convertido en problema de violación de la soberanía de nuestro territorio, en cuyo caso el gobierno nacional presidido por Nicolás Maduro, se ha visto en la necesidad de implementar medidas especiales bajo el precepto de la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela en su artículo 326 y la Ley Habilitante.
“La OLP no es otra cosa que el clamor del pueblo que busca su seguridad, sin importar su condición política, económica o social, saben que la inseguridad es el principal problema que perciben los venezolanos, es por ello que toda acción que se emprenda a favor de la seguridad es bien vista por todos”, acotó.
Finalmente, Pineda subrayó que PSUV-Mérida expresa todo su apoyo el presidente Nicolás Maduro, con la participación cívico militar para liberar al país de estas bandas que pretender crear la cultura de violencia.
PSUV Mérida celebra aceptación de la OLP por la mayoría del pueblo venezolano | PSUV

PCdoB: Defender a democracia, superar a crise e retomar o crescimento - PCdoB. O Partido do socialismo.

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Paraná: Quando Moro trabalhou para o PSDB, ajudou a desviar R$500 milhões da Prefeitura de Maringá | bloglimpinhoecheiroso

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