- o suposto incidente na Venezuela envolvendo o bando de tucanos que
- foram dar apoio aos golpistas de lá... crítica de Altman me parece um
- pouco leviana
- .
- A nota não foi assim tão inofensiva. No estilo diplomático próprio de.
- um ministério diplomático, desmente a versão dos provocadores
- tucanos."Ambos os veículos ficaram retidos no caminho devido a um
- grande congestionamento, segundo informações ocasionado pela
- transferência a Caracas, no mesmo momento, de cidadão
- venezuelano extraditado pelo Governo colombiano." Como creio
- serem esses os fatos, os golpistas dupiniquim estão pegando carona
- noutro evento. Talvez uma ou outra pessoa ou um grupo, não sei,
- tenha hostilizado a comitiva, sabendo quem são e seu propósito, mas
- não eram o centro da movimentação. Essa excursão valeu se de
- farsas na ida e na volta. Um factoide financiado com dinheiro público
- para açodar os ânimos cá e lá. Talvez até gerar uma crise
- diplomática.
- E olhe lá se não tiver sido false flag. Um grupo pago pra isso.. Ao
- perceberem que iam passar anônimos e despercebidos pelo país,
- causando efeito menor do que o bater de asas de uma borboleta,
- resolveram pagar pelo espetáculo. Com dinheiro púbico, é claro.
- Apenas uma hipótese.,.
- Uma nota política de cunho panfletário denunciando de modo incisivo
- a ópera bufa tucanojenta, cabe ao PT e afins, fazerem.
- Altman prefere dar crédito aos mentirosos contumazes do PSDB e quase desconsidera a versão apresentada na nota do ministério:
- http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/40746/alvo+de+manifestacoes+na+venezuela+missao+de+senadores+volta+ao+brasil+sem+cumprir+agenda.shtml
- NOTA DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES
O Governo brasileiro lamenta os incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do Senado e prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros.
O Governo brasileiro cedeu aeronave da FAB para o transporte dos Senadores e prestou apoio à missão precursora do Senado enviada na véspera a Caracas.
Por intermédio da Embaixada do Brasil, o Governo brasileiro solicitou e recebeu do Governo venezuelano a garantia de custódia policial para a delegação durante sua estada no país, o que foi feito.
Nota
O Embaixador do Brasil na Venezuela recebeu a Comissão na sua chegada ao aeroporto de Maiquetía, onde os Senadores e demais integrantes da delegação embarcaram em veículo proporcionado pela Embaixada, enquanto o Embaixador seguiu em seu próprio automóvel de retorno à Embaixada.
Ambos os veículos ficaram retidos no caminho devido a um grande congestionamento, segundo informações ocasionado pela transferência a Caracas, no mesmo momento, de cidadão venezuelano extraditado pelo Governo colombiano.
O incidente foi seguido pelo Itamaraty por intermédio do Embaixador do Brasil, que todo o tempo se manteve em contato telefônico com os Senadores, retornou ao aeroporto e os despediu na partida de Caracas.
À luz das tradicionais relações de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro solicitará ao Governo venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos esclarecimentos sobre o ocorrido.
Sindipetro-SPGustavo Marsaioli é agarrado por seguranças do Senado
Por 42 votos contra 17, o Senado aprovou na noite desta terça-feira (16) a urgência para tramitação do PLS 131/2015 (Projeto de Lei do Senado), do senador José Serra (PSDB-SP), que altera o regime de partilha na exploração do pré-sal. O texto agora segue direto para o plenário, sem passar por comissões do Senado.
De acordo com a Lei de Partilha nº 12.351, de 2010, a Petrobrás tem que entrar com ao menos 30% dos investimentos na perfuração dos blocos e é operadora única da camada pré-sal. O projeto do tucano abre espaço para exploração da iniciativa privada sem participação da estatal.
Como já virou rotina no Congresso Nacional, mais uma vez o parlamento usou a truculência para silenciar as manifestações nas galerias. Sob comando do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a polícia legislativa foi acionada para acabar com os protestos e usou armas de choque.
“Nós nos recusamos a deixar as galerias, aceitar em silêncio a entrega do patrimônio nacional, e o que vimos foi uma polícia despreparada, agressiva e que usou uma arma de choque na minha perna”, relata Artur “Bob” Ragusa, diretor de formação do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo (Sindipetro).
Coordenador da regional de Campinas do Sindipetro, Gustavo Marsaioli, conta que quatro foram presos e permaneceram detidos na sala da polícia do Senado durante cerca de uma hora e meia.
“Exercemos nosso direito de nos negarmos a ficarmos em silêncio como queria o senhor Renan Calheiros, diante de um projeto que entrega o patrimônio do povo. Ali não estávamos apenas em nossos nomes, representávamos nossa base”, aponta.
Prejuízos da mudança
“Somente com o monopólio estatal na operação garantimos a política de conteúdo local, a preservação do modelo de exploração do pré-sal que só nós dominamos e que o Fundo Social mantido com lucros da exploração seja municiado. Porque se não estivermos no processo, como teremos controle de quanto renderá?”, questionou.
Pela lei de partilha, as empresas gerenciam e operam as instalações dos campos, mas o Estado detém a propriedade do petróleo. Ganha a concorrência, a empresa que oferecer maior lucro ao Estado.
No caso dos campos de Libra, 60% do lucro ficam com o Estado e metade disso vai para o fundo social, que destina metade do seu montante para a educação e a saúde. Por isso a necessidade de a Petrobras ser a única operadora como forma de evitar qualquer drible à arrecadação que prejudicaria esse fundo.
Marsaioli desta ainda que o modelo de conteúdo local pode ser afetado. “Pela legislação atual, em média, 60% de todas as compras que a Petrobras realiza obedece a um critério de conteúdo local, as aquisições devem ser feitas de empresas brasileiras. Se a exploração for para as mãos de empresas estrangeiras, essa articulação com outros segmentos como metalurgia e setor naval pode ser desarticulada”, alerta.