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domingo, 24 de maio de 2015

Garcia: PT perdeu elite e pode perder a base social | Brasil 24/7

PALAVRAS QUE DEVEM SER CONSIDERADAS



Garcia: PT perdeu elite e pode perder a base social | Brasil 24/7

sábado, 23 de maio de 2015

Falácias e mentiras nas relações entre o Brasil e o mundo | bloglimpinhoecheiroso

Falácias e mentiras nas relações entre o Brasil e o mundo



Franca_Sem_Tetos01
Sem-tetos dormem em prédio histórico de Paris. Pobreza extrema tem causas semelhantes em todo o mundo.
Recomenda-se cautela e informação ao se falar mal do Brasil. O “Primeiro Mundo” está longe de ser o paraíso que se pensa.
Flávio Aguiar, via RBA em 21/5/2015
Quando se pensa, no Brasil, sobre “o Brasil e o resto do mundo”, sobretudo aquele que teima-se em chamar de “primeiro”, corre muita falácia no meio das toneladas de tinta que escorrem destes pensamentos imperfeitos, marcados sempre por fortes emoções.
A mais óbvia delas é a de que no Brasil nada funciona, e no chamado “First World”, ao contrário, tudo funciona às mil maravilhas.
Muito antes pelo contrário! E a lista é longa, indo, por exemplo, do tratamento dispensado a idosos na vida cotidiana ao SUS. Mas há outras falácias, como, por exemplo, a do “custo Brasil”. Nesta onda, o Brasil seria o país mais caro em termos de impostos, e no topo desta lista vem o custo adicional da folha de pagamentos devido às contribuições previdenciárias, o imposto de renda y otras cositas más, em todos os sentidos deste “más”.
Com o debate sobre a terceirização vêm à tona os temas ligados à ideia de que as regulamentações sobre o trabalho são demasiadas, enquanto em países “adiantados” tudo corre lindo, leve e solto das amarras legais.
Veja-se o caso da Alemanha, onde resido.
No caso específico da terceirização, ela existe sim, e é objeto de uma luta tenaz por parte dos sindicatos de trabalhadores. Ocorre que o poder dos sindicatos de trabalhadores na Alemanha é enorme. Empresas grandes são obrigadas a manter representações de funcionários em seus conselhos administrativos. Por isso, recentemente, pela primeira vez na história, um destes representantes foi nomeado presidente do Conselho da Volkswagen: ele era o vice e o presidente renunciou por motivos pessoais.
O IGMetall, o Sindicato dos Metalúrgicos, e a DGB, a Central Nacional, vêm lutando – com sucesso em muitos casos – para que os acordos coletivos realizados pelos sindicatos valham também para os trabalhadores terceirizados. E propostas de terceirização devem ser apresentadas perante os conselhos das empresas. A luta mais recente é a de que os terceirizados também tenham representação nestes conselhos.
Ainda assim, a luta é árdua. No confronto, os grandes sindicatos são favorecidos, pelo poder de que desfrutam. Já os pequenos sindicatos, ou os trabalhadores menos organizados sofrem mais, particularmente os imigrantes ou os de certas profissões, como a de cabeleireiro, uma das mais mal pagas do país.
Contudo, a Alemanha investe 27,5% de seu PIB no chamado “welfare”, ou “bem-estar social”, por meio de uma rede legal de proteção previdenciária ao trabalhador, envolvendo desde tratamento de saúde a seguro-desemprego, passando por uma série de auxílios obrigatórios.
Acompanhe a tabela abaixo, embora seus dados tenham por referência distintos momentos de fixação, todos posteriores a 2011:
INSS01_Tributos
Nos anos de “austeridade” que sucederam à crise financeira de 2007/2008, diversos direitos e auxílios aos trabalhadores vêm sendo restringidos, bem como uma série de investimentos sociais, mas num nível muito menos intenso do que aquele aplicado em países como Grécia, Portugal, Espanha e Itália, ou ainda outros – sob instigação, é verdade, da própria Alemanha, acusada frequentemente do “façam o que eu digo, mas não o que eu faço”. Também diminuíram os valores das aposentadorias.
Porém, há outros aspectos igualmente interessantes.
O imposto de renda na Alemanha é, de fato, progressivo, indo da isenção a 45%. Este imposto, envolvendo as contribuições individuais, a taxação dos ganhos de capital e das empresas, etc. é o responsável por cerca de 40% da arrecadação de impostos no país. Em segundo lugar vem o chamado VAT, equivalente mais ou menos ao nosso ICMS, com cerca de 31%. Quando digo “cerca” em ambos os casos, quero dizer que o percentual pode vir a ser um pouco maior, conforme o ano. Depois vem o imposto sobre transações comerciais, com 7,5%, o imposto sobre consumo de energia, com 7,2%, e o imposto sobre o tabaco, com 2,6% do total da arrecadação.
Segundo a Heritage Foundation, um “think tank” conservador e neoliberal, com sede em Washington, a Alemanha arrecada 40% de seu PIB em taxas e impostos. A mesma fonte cita 34,4% para o Brasil, o mesmo percentual da Bulgária. Outras cifras, em percentuais: Dinamarca, 49%; Bélgica, 46,8%; França, 44,6%; Áustria, 43,4%; Itália, 42,6%; Holanda, 39,8%; Reino Unido, 39%. A média para a União Europeia é de 35,7%. A Suíça, país considerado um dos maiores paraísos fiscais do mundo devido às peculiaridades de seu sistema bancário (vide o caso HSBC) arrecada 29,4% em tributos e impostos diversos.
E não se venha com o argumento de que o Brasil é um “poço sem fundo de corrupção”, enquanto o resto do mundo – inclusive o chamado “primeiro” – é um altar de honestidade. Não é verdade. A esteira de multas aplicadas por malversações aos sistemas bancários internacionais está subindo astronomicamente.
A última, aplicada nos Estados Unidos, por acordo mediante reconhecimento de culpa, contra cinco bancos (Citigroup, JP Morgan, Chase, Barclays e o Royal Bank of Scotland), por manipulação das taxas de câmbio em compra e venda moedas em transações internacionais, ultrapassou a marca dos US$5 bilhões, ou mais do que R$15 bilhões, mais do que três vezes o que o Ministério Público está cobrando de seis empreiteiras (OAS, Camargo Correia, Sanko, Mendes Jr., Galvão Engenharia e Engemix) em função das acusações de desvios de dinheiro e propinas no caso Petrobras, cujos montantes de desvios (ainda não confirmados) chegariam a R$10 bilhões.
Por tanto, ao se falar mal do Brasil (como muito turista brasileiro gosta de fazer no estrangeiro, até ex-presidente), devagar com o andor, que os santos – todos – têm pés de barro, quando não fincados diretamente na lama.
Leia também:
● O Brasil no mundo: Um desenho para quem tem complexo de vira-lata entender
● Cuba mantém recorde e registra uma das menores taxas de mortalidade infantil do mundo● Em 2016, 1% da população terá mais dinheiro que o restante do mundo● 15,5% da população: Alemanha tem maior nível de pobreza desde a reunificação● Rico ostentação: Hotel de luxo simula favela para turistas “experimentarem” pobreza● Secretário-geral da ONU diz que vitória de Dilma mostra reconhecimento à redução da pobreza● Mundo: O abismo entre ricos e pobres cresce● EUA têm 80 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza● Reino Unido têm 13 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza● Combate à pobreza: Brasil é destaque em relatório da ONU● Os 400 mais ricos do mundo aumentaram fortuna em US$92 bilhões em 2014● O Bolsa Família está sendo copiado no mundo inteiro● Ex-jurista do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo● Noam Chomsky: Manter o público na ignorância é o nome do jogo para os EUA● O mundo sem os EUA● Mauro Santayana: Como os bancos lucram com a fome no mundo● Para Banco Mundial e ONU, o Brasil é exemplo a ser seguido pelo mundo
Falácias e mentiras nas relações entre o Brasil e o mundo | bloglimpinhoecheiroso

Democracia & Política: OCIDENTE APOIA O "ESTADO ISLÂMICO" PARA DERRUBAR GOVERNO SÍRIO

OCIDENTE APOIA O "ESTADO ISLÂMICO" PARA DERRUBAR GOVERNO SÍRIO


                       
Documento da AID-"Agência de Inteligência da Defesa" (EUA)

Ocidente facilitará ascensão do Estado Islâmico “para isolar regime sírio”

Por Brad Hoff, no "Levant Report", com o título "2012 Defense Intelligence Agency document: West will facilitate rise of Islamic State “in order to isolate the Syrian regime”". Excertos traduzidos pelo pessoal da Vila Vudu. Transcrito no "Redecastorphoto"

"Considerando que todas as correspondências no foco estratégico são doença crônica na aliança entre excepcionalistas norte-americanos + excepcionalistas sionistas + excepcionalistas wahhabistas (...), a guerra que a Síria luta hoje tem de ser interpretada como a luta de resistência mais crucialmente importante em toda a Eurásia.

Dia 18 de maio de 2015, o grupo conservador "Judicial Watch" publicou uma seleção de documentos protegidos por sigilo até aquela data, e que foram obtidos do Departamento de Defesa e do Departamento de Estado dos EUA por ordem judicial de tribunal federal.

Enquanto até agora a imprensa-empresa comercial dominante só comentou parte dos itens relacionados ao modo como a Casa Branca tratou o ataque ao consulado norte-americano em Benghazi, já se sabe que os documentos da "Agência de Inteligência da Defesa" (AID) que circularam em 2012 trazem importante admissão e confirmação num “quadro muito mais amplo”: que estavam querendo criar um “Estado Islâmico” no leste da Síria, para pôr em execução políticas ocidentais para a região.

Muito espantosamente, lê-se no relatório recentemente divulgado que:

"O OCIDENTE, PAÍSES DO GOLFO E TURQUIA [que] APOIAM A OPOSIÇÃO [síria] (...) HÁ POSSIBILIDADE DE ESTABELECER UM PRINCIPADO/MICRONAÇÃO [orig. PRINCIPALITY, entidade política não reconhecida, micronação] SALAFISTA DECLARADA OU NÃO DECLARADA, NO LESTE DA SÍRIA (HASAKA E DER ZOR), E ISSO É EXATAMENTE O QUE DESEJAM AS POTÊNCIAS QUE ESTÃO APOIANDO A OPOSIÇÃO, PARA ISOLAR O REGIME (...).

relatório da AID, antes classificado como “SECRETO//SIGILOSO PARA ESTRANGEIROS” [orig. “SECRET//NOFORN”] e datado de 12/8/2012, circulou amplamente entre várias agências do governo, entre as quais CENTCOM, a CIA, FBI, DHS,NGA, Departamento de Estado e várias outras.

O documento mostra que já em 2012 a inteligência dos EUA previra o crescimento do Estado Islâmico no Iraque e Levante/Síria (ISIL/ISIS), mas, em vez de delinear o grupo claramente como organização inimiga, o documento trata aquele grupo terrorista como "ativo estratégico dos EUA".

Por mais que há muito tempo analistas e jornalistas já tenham documentado o papel de agências da inteligência ocidental na formação e treinamento da oposição armada na Síria, essa é a confirmação “oficial” de mais alto nível interno na inteligência dos EUA, da teoria segundo a qual os governos ocidentais, sim, veem o ISIS como ferramenta a serviço deles para fazer a “mudança de regime” na Síria. O documento agora distribuído confirma com detalhes, esse cenário.

Provas judiciais, provas em vídeo, além de admissões feitas por funcionários de alto nível envolvidos nas operações (ver o que disse o ex-embaixador na Síria, Robert Ford, que tudo admitiu, aqui eaqui) já comprovaram que o apoio material que o Departamento de Estado e a CIA deram/dão aos terroristas do ISIS ativos na Síria já existia, pelo menos, em 2012 e 2013 (para exemplo claro de “prova com valor judicial”, vide o relatório de Conflict Armament Research, organização com sede na Grã-Bretanha, que traça as origens dos foguetes antitanque croatas que foram encontrados com o ISIS e os rastreia até um programa conjunto de CIA-sauditas, graças as números de série identificáveis nas armas).

O recém divulgado AID report resume como segue os pontos relacionados ao ISI (em 2012, “Islamic State in Iraq”, “Estado Islâmico no Iraque”) e ao ISIS que apareceria pouco depois:

–- Al-Qaeda comanda a oposição na Síria;
–- O ocidente identifica-se com a oposição;
–- O estabelecimento de um nascente Estado Islâmico só se tornou realidade com o surgimento da insurgência síria (nenhuma referência à retirada das tropas dos EUA, do Iraque, como catalisador do surgimento do EI [que vários autores já chamam hoje de “Estado (Nada)Islâmico (NTs)], que é o que inúmeros políticos e especialistas têm repetido; vide seção 4.D., abaixo);
–- O estabelecimento de um “principado salafista” [orig. “Salafist Principality”] no leste da Síria é “exatamente” o que querem as potências exteriores que apoiam a oposição síria (que o relatório identifica como “o Ocidente, países do Golfo e Turquia”) para enfraquecer o governo do presidente Assad;
–- Sugere-se o estabelecimento de “paraísos seguros” em áreas conquistadas por insurgentes islamistas assemelhadas ao modelo líbio (que geraram as chamadas “zonas aéreas de exclusão” como um primeiro ato da “guerra humanitária”. Vide 7.B.);
–- O Iraque é identificado à “expansão xiita” (8.C);
–- Um Estado Islâmico sunita poderia ser devastador para um “Iraque unificado” e poderia levar a “renovar a facilitação[orig.renewing facilitationà entrada, na arena iraquiana, de elementos terroristas vindos de todo o mundo árabe” (Vide a última linha não editada no documento integral em PDF).


Toyotas cedidas pelos EUA aos terroristas do ISIS

Aqui alguns excertos das sete páginas do relatório da Agência de Inteligência da Defesa agora divulgado ao público (negritos de Brad Hoff):

R 050839Z AUG 12

A SITUAÇÃO GERAL:

A. INTERNA MENTE, OS EVENTOS ESTÃO TOMANDO DIREÇÃO CLARAMENTE SECTÁRIA.
B. OS SALAFISTAS [sic], A FRATERNIDADE MUÇULMANA E A AL-QAEDA NO IRAQUE SÃO AS PRINCIPAIS FORÇAS QUE MOVEM A INSURGÊNCIA NA SÍRIA.
C. OCIDENTE, PAÍSES DO GOLFO E TURQUIA APOIAM A OPOSIÇÃO; E RÚSSIA, CHINA E IRÃ APOIAM O REGIME SÍRIO.
D. Al QAEDA – IRAQUE (AQI):… B. AQI APOIOU A OPOSIÇÃO SÍRIA DESDE O INÍCIO, IDEOLOGICAMENTE E TAMBÉM PELA IMPRENSA-EMPRESA COMERCIAL (...)
E. HOUVE UMA REGRESSÃO DA AQI NAS PROVÍNCIAS OCIDENTAIS DO IRAQUE DURANTE OS ANOS DE 2009 E 2010; MAS, DEPOIS DO SURGIMENTO E CRESCIMENTO DA INSURGÊNCIA NA SÍRIA, AS POTÊNCIAS RELIGIOSAS E TRIBAIS NA REGIÃO COMEÇARAM A SIMPATIZAR COM O LEVANTE SECTÁRIO. ESSA SIMPATIA APARECEU EM SERMÕES DAS 6as-FEIRAS, QUE CONVOCAVAM VOLUNTÁRIOS PARA APOIAR OS SUNITAS [sic] NA SÍRIA.

HIPÓTESES EM AVALIAÇÃO SOBRE O FUTURO DA CRISE:

A. O REGIME SOBREVIVE E TEM CONTROLE SOBRE O TERRITÓRIO SÍRIO.
B. OS EVENTOS CORRENTES LEVAM A GUERRA ‘POR PROCURAÇÃO’ (...): FORÇAS DA OPOSIÇÃO ESTÃO TENTANDO CONTROLAR AS ÁREAS NO LESTE (HASAKA E DER ZOR), ADJACENTES ÀS PROVÍNCIAS NO OESTE DO IRAQUE (MOSUL E ANBAR), ALÉM DAS FRONTEIRAS TURCAS VIZINHAS. PAÍSES OCIDENTAIS, OS ESTADOS DO GOLFO E A TURQUIA ESTÃO APOIANDO ESSES ESFORÇOS. ESSA É A HIPÓTESE MAIS PROVÁVEL SEGUNDO OS DADOS DE EVENTOS RECENTES, QUE AJUDARÃO A PREPARAR PARAÍSOS SEGUROS, SOB A PROTEÇÃO DA LEI INTERNACIONAL, SEMELHANTE AO QUE TRANSPIROU NA LÍBIA, QUANDO BENGHAZI FOI ESCOLHIDA COMO CENTRO DE COMANDO DO GOVERNO TEMPORÁRIO.
C. SE A SITUAÇÃO SE DESDOBRAR, HÁ POSSIBILIDADE DE ESTABELECER UM PRINCIPADO SALAFISTA DECLARADO OU NÃO DECLARADO NO LESTE DA SÍRIA (HASAKA E DER ZOR), E ISSO É EXATAMENTE O QUE DESEJAM AS POTÊNCIAS QUE ESTÃO APOIANDO A OPOSIÇÃO, PARA ISOLAR O REGIME, VISTA COMO A PROFUNDIDADE ESTRATÉGICA DA EXPANSÃO XIITA (IRAQUE E IRÃ).
D. O ESTADO ISLÂMICO NO IRAQUE PODE TAMBÉM DECLARAR UM ESTADO ISLÂMICO MEDIANTE A UNIÃO DO ISI COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS NO IRAQUE E SÍRIA, O QUE CRIARÁ GRAVE PERIGO EM RELAÇÃO À UNIFICAÇÃO DO IRAQUE E PROTEÇÃO DE SEU TERRITÓRIO."

FONTE: escrito por Brad Hoff, no "Levant Report", com o título "2012 Defense Intelligence Agency document: West will facilitate rise of Islamic State “in order to isolate the Syrian regime”". Excertos traduzidos pelo pessoal da Vila Vudu. Transcrito por Castor Filho no "Redecastorphoto" (http://redecastorphoto.blogspot.com.br/). [Título e pequenas modificações de forma inseridos por este blog 'democracia&política'].
O autor, Brad Hoff, é Diretor Editorial do "Relatório Levant". É ex-fuzileiro naval e foi professor de história antiga e moderna em várias escolas no Texas - tanto nos níveis universitários e do ensino médio. Brad viveu e viajou extensivamente por todo o Oriente Médio, passando a maior parte de seu tempo na Síria antes da insurreição de 2011.
Democracia & Política: OCIDENTE APOIA O "ESTADO ISLÂMICO" PARA DERRUBAR GOVERNO SÍRIO