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quinta-feira, 14 de maio de 2015

FHC fala mal do Brasil e espanta investidores que Alckmin queria atrair — Rede Brasil Atual

FHC fala mal do Brasil e espanta investidores que Alckmin queria atrair

Cúpula tucana participa de encontro de empresários em Nova York e desperdiça novas chances de mostrar real interesse pelo país, em vez de apenas proselitismo negativo
por Helena Sthephanowitz, para a Rede Brasil Atual publicado 14/05/2015 13:00, última modificação 14/05/2015 16:06
MIGUEL ANGEL ALVAREZ / GOVERNO DE SP / DIVULGAÇÃO
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Alckmin conseguiu empréstimos do BID e do Bird, mas desempenho da missão poderia ter sido mais positivo
Em meio a greve dos professores, e sem nenhuma proposta apresentada aos trabalhadores, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deixou a capital paulista e foi para Nova York, bancado por uma associação de empresários, onde participou de um encontro cujo propósito oficial seria atrair investimentos para o estado. Mas pelo jeito quem se deu bem foi só o promotor do evento, João Dória Jr. – mentor e organizador do Lide Business Meeting, realizado na Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.
Pausa para falar do promotor. Ultimamente, quando João Dória Jr. não está organizando eventos tipo "fora Dilma" por aí, está junto com a seleção brasileira de futebol. Isso porque ele foi nomeado pela insuspeita CBF para chefiar a delegação brasileira que vai disputar a Copa América, no Chile, a partir de 12 de junho. A decisão tem causado muita polêmica, pelo simples fato de que Dória Jr. nunca trabalhou com futebol.
Ele foi secretário de Turismo no governo de Mário Covas em São Paulo e presidente da Embratur na gestão do presidente José Sarney, além de ser o fundador e presidente do Lide - Grupo de Líderes Empresariais
Voltando ao encontro empresarial, foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que abriu o evento, antes da apresentação do governador Alckmin, na quarta-feira (13). Porém, na véspera, quando esteve no hotel Waldorf Astoria, para receber o prêmio "Pessoa do Ano" (alguém que possa dizer o que ele fez de realmente relevante no ano passado?), concedido pela mesma Câmara de Comércio, FHC proferiu mais um de seus discursos falando mal do Brasil, e criticando Dilma e Lula.
Como todo mundo sabe, fazer proselitismo negativo de um produto "não vende". Ou seja, não atrai investidores – e esse era o objetivo do evento. Não era o local nem a hora para fazer um discurso de oposição apropriado para convenções partidárias do PSDB ou do DEM.
O ex-presidente tucano criticou a política econômica adotada após a crise mundial de 2008, apesar de o Brasil ter sido um dos países que melhor se saíram no mundo, o que é reconhecido até pelos americanos. O êxito na geração de empregos e sustentação da economia por pelo menos cinco anos de crise mundial profunda é incontestável.
Só recentemente as respostas aos estímulos econômicos deixaram de surtir o mesmo efeito de antes e daí a necessidade de ajustes para retomar o crescimento. Porém são ajustes bem mais suaves do que aquelas crises provocadas pelo governo do tucano que levaram o Brasil a quebrar e precisar ser socorrido pelo FMI.
Hoje o Brasil continua sendo grau de investimento, coisa que o governo FHC nunca conseguiu chegar perto. É esta visão realista, sem perder a oportunidade de realçar os aspectos positivos, que um ex-presidente que quisesse ajudar um governador de seu partido deveria passar.
Em vez disso, FHC recorreu aos velhos chavões neoliberais e ao pensamento pequeno e colonizado, defendendo o Estado mínimo: "Paulatinamente fomos voltando à expansão sem freios do setor estatal, ao descaso com as contas públicas, aos projetos megalômanos que já haviam caracterizado e inviabilizado o êxito de alguns governos do passado", disse.
Também fez proselitismo populista sobre corrupção, como se estivesse fazendo um comício em uma convenção tucana. Ajudaria mais Alckmin se FHC dissesse que o Brasil tem avançado institucionalmente no combate à corrupção, com antigas práticas sendo investigadas e punidas em vez de engavetadas. Deveria dizer que o ambiente para negócios está ficando mais íntegro no Brasil com o fim da impunidade.
O discurso foi tão fraco e desastrado sobre a economia e a política brasileira, que o único momento em que a plateia de empresários brasileiros e estrangeiros aplaudiu com entusiasmo foi quando FHC criticou a política externa do Brasil por ficar em silêncio diante do "autoritarismo" na Venezuela e do terrorismo do Estado Islâmico, segundo o tucano.
Em seguida, Fernando Henrique disse que, os malfeitos vêm do governo Lula. O jornalista Paulo Francis (1930-1997) deve ter se revirado no túmulo ao ouvir tal frase. Francis foi quem denunciou a corrupção na Petrobras em 1997 (!!!!), em pleno governo FHC, o que lhe custou um processo de Us$ 100 milhões. Aliás, dizem até que esse foi o motivo de o jornalista ter enfartado... Quanto ao ex-presidente FHC é com certeza o político mais blindado da história do Brasil
Presente ao encontro, o ex-presidente estadunidense Bill Clinton também foi homenageado pela Câmara de Comércio. Desta vez, ele saudou a "amizade" com FHC sobre disse ter feito um governo "extraordinário". Bem diferente do que afirmou em 1999, quando, numa conferência em Florença, Clinton fez uma avaliação bastante negativa do desempenho do governo FHC, chegando a dar um sermão desconcertante – apesar de o tucano ter governado o Brasil seguindo a cartilha do chamado Consenso de Washington, obedecendo as diretrizes traçadas pelo governo dos Estados Unidos.

Caronas

Quem aproveitou o passeio organizado por Dória Jr. para passear em Nova York foram os senadores tucanos Aécio Neves, José Serra e Tasso Jereissati deixando de comparecer ao trabalho no Senado em uma semana política que teve debates importantes. Também marcou presença o governador de Goiás, Marconi Perillo que, segundo o jornal Diário da Manhã, levou uma "comitiva goiana".
FHC fala mal do Brasil e espanta investidores que Alckmin queria atrair — Rede Brasil Atual

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Dilma e Rebouças dão uma bofetada no Moro “A parte do leão do pré-sal pertence ao povo brasileiro !”

Lula e ela reconstruíram em Suape o que FHC sucateou estaleiros
A Presidenta Dilma Rousseff esteve no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), nessa quinta-feira (14) para participar da cerimônia de viagem inaugural do petroleiro André Rebouças, da Petrobras, e do batismo do petroleiro Marcílio Dias. Cada um dos navios terá capacidade de transportar 1 milhão de barris de petróleo.

As embarcações são o quinto e o sexto navios de uma série de 10 idênticos, do tipo Suezmax, encomendados ao Estaleiro Atlântico Sul no marco da 1ª fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

Ambos destinam-se à navegação de longo curso e carregam óleo cru, com dimensões máximas que permitem a passagem pelo Canal de Suez. Eles têm 274 m de comprimento (o equivalente a 2,5 vezes o comprimento de um campo de futebol, 48 m de largura e 51,7 m de altura).

O petroleiro André Rebouças teve investimento de R$ 392 milhões, sendo que R$ 326 milhões foram financiados pelo BNDES/Fundo da Marinha Mercante e outros vêm da Transpetro: R$ 66 milhões.

A embarcação tem 72% de conteúdo nacional, gerou mais de 2 mil empregos, e é a nona a entrar em operação das 49 encomendadas a estaleiros nacionais pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

Já o Marcílio Dias, batizado hoje, foi construído com investimento de R$ 380 milhões. Destes, R$339 milhões vieram de financiamento BNDES/Fundo da Marinha Mercante. A Transpetro arcou com R$ 40,6 milhões. O conteúdo nacional do navio fica em 67,0% e criou 1,7 mil novos postos de trabalho.



João de Andrade Neto, editor do Conversa Afiada


A cerimônia se realizou num momento político nublado, num tom cinza de Golpe.
O Golpe se reveste das seguintes características:
- transformar a Operação Lava Jato na gazua que destruiria a Petrobras, a Transpetro e as indústrias naval e de engenharia pesada do Brasil, para entregar ao capital estrangeiro, sob a liderança de Fernando Henrique Cardoso, que voa no jatinho de produtor de vácuo;
- usar o Juiz Moro de Guantánamo, o homem da Justiça com o próprio mouse, para quebrar a cadeia produtiva que fornece à Petrobras, como, por exemplo, a Camargo Correa, uma das sócias do Estaleiro Atlântico Sul;
- esse trabalho sórdido, que a política de comunicação do Governo – se é que existe – não consegue enfrentar, se cristaliza numa campanha incansável, 24 horas por dia, 30 dias no mês, 365 dias por ano pela Rede Globo de Televisão, uma concessão pública, como se sabe;
- sub-produtos do Golpe morinho, seriam rasgar a política de conteúdo local e o regime de partilha;
Dentro do próprio Governo, o Ministro (?) das Minas, Eduardo Braga, foi capaz de ir a Houston, capital do petróleo americano, para entregar a rapadura
- Dilma soube ressaltar o papel do militante, do lutador, do visionário André Rebouças.
E do herói Marcílio Dias, o bravo da Batalha de Riachuelo.
E, na superior companhia desses dois grandes brasileiros, deu uma sonora bofetada no Moro e nos que se beneficiariam de seu frustrado Golpe.
Dilma não podia ser mais clara:
- “No meu Governo as política de conteúdo local e o regime de partilha serão mantidos!”
- “Porque a parte do leão do pré-sal é do povo brasileiro!”
Ouviu, Braga?
Ouviu, Urubóloga?
Ouviu, Moro?
Ouviu, FHC?
Não adianta falar em inglês para a plateia de brasileiros no Waldorf!
Ouviu Padim Pade Cerra, que saiu na frente para entregar o pré-sal à Chevron, e ao voltar ao Senado, foi a primeira coisa que tentou fazer!
Tem que derrubar a Dilma, Cerra!
- A Dilma contou que recebeu do presidente Lula a tarefa de remontar a indústria naval brasileira, que o Fernando Henrique tinha “sucateado”, disse ela.
FHC tinha “desmantelado” a indústria que chegou a ser a segundo do mundo!
Ela contou que viu como o FHC tinha deixado os estaleiros – com grama no chão, porque ninguém pisava ali!
(Em tempo: em nenhum momento, ela citou o Man of the Year pelo nome. Deu a entender…)
- “Produzir no Brasil o que pode ser produzido no Brasil”, contou ela, foi o lema da reconstrução!
- “E pouca gente que se acha muita gente dizia que o Brasil não tinha competência para fazer casco de navio!”
Lula e ela tomaram a decisão estratégica de levar a indústria da construção naval para o Brasil afora – não deixar só no Sudeste, onde sempre esteve (até que o FHC tentasse destruí-la).
Por isso, hoje há estaleiros em Pernambuco, Rio Grande do Sul, na Bahia, no Espírito Santo!
E, como os petroleiros brasileiros já carregam, como o André Rebouças a partir de hoje, uma parte significativa da produção do pré-sal, que, na semana passada, atingiu o volume espantoso de 800 mil barris/dia, a indústria naval tem uma importância estratégica: garantir o fornecimento de petróleo aos brasileiros, em caso de guerra.
Esse discurso de Ipojuca há de ter sido um dos mais inspirados de Dilma Rousseff como Presidenta.
A naturalidade, a clareza e a necessária intensidade devem refletir a confiança de quem dobrou o Cabo das Tormentas.
Ela começa a ver a luz depois do ajuste.
A Dilma gerente, chefe de obras, a mãe do PAC, o JK de Saias.
Semana que vem tem o novo plano de obras de infra-estrutura e a chegada da grana dos chineses.
A cada momento, os moros da vida readquirem o tamanho natural.
Peças subalternas do enredo Golpista.
Vão ficar quatro anos batendo panela, a mostrar o bum-bum e a Dilma a inaugurar obras!

Paulo Henrique Amorim
Rebouças foi um militante que amou o Brasil, disse ela
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Produção do pré-sal deve crescerá 70% neste ano | Os Amigos do Presidente Lula

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Produção do pré-sal deve crescerá 70% neste ano



Petrobras bate recorde na produção do pré-sal com 880 mil barris por dia


 A produção do pré-sal deve crescer 70% neste ano, disse nesta quinta-feira (14) o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, durante cerimônia de entrega de navio petroleiro à Transpetro pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE).

O executivo destacou, durante discurso no evento, que contava com a presença da presidente Dilma Rousseff, que a produção nas áreas do pré-sal, nas bacias de Santos e Campos, atingiu recentemente a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando um novo recorde (o volume inclui óleo de parceiros).

Bendine não estimou um volume médio para a produção do pré-sal em 2015.

A produção de petróleo no pré-sal tem contribuído de forma expressiva com o crescimento da produção no país, neste ano, em relação ao ano passado. Os volumes têm ajudado também a compensar o forte declínio de alguns campos maduros do país.

Em dezembro do ano passado, o pré-sal produziu média de 667 mil bpd, enquanto em janeiro de 2014 a produção média foi de 358,8 bpd, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Durante o evento, Bendine destacou ainda em seu discurso que a Petrobras sairá mais forte do momento que está enfrentando agora.

Petrobras bate recorde na produção do pré-sal com 880 mil barris por dia

A Petrobras divulgou que a produção de petróleo nos campos do pré-sal nas bacias de Santos e Campos chegou à marca de 800 mil barris de petróleo por dia, em 11 de abril. Esse número representa um recorde diário de produção.

Segundo a companhia, cerca de 74% da produção correspondem à parcela da Petrobras, e o resto é de empresas parceiras.

"A produção de 800 mil barris por dia foi alcançada apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, tempo inferior ao que foi necessário para se chegar ao mesmo patamar em outras áreas de produção marítima", diz trecho da nota da Petrobras.

A Petrobras apontou que contribuiu, para chegar a essa marca,  o início de um sistema de produção instalado em Búzios em março, com o navio-plataforma Dynamic Producer, e início da produção da plataforma P-20, na camada pré-sal, no campo de Marlim na Bacia de Campos
Produção do pré-sal deve crescerá 70% neste ano | Os Amigos do Presidente Lula

5 filmes sobre a Segunda Guerra Mundial que merecem ser vistos

5 filmes sobre a Segunda Guerra Mundial que merecem ser vistos

Lula defende descriminalização da maconha e manutenção da maioridade penal



Redação Pragmatismo
LULA13/MAY/2015 ÀS 16:37
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Lula defende descriminalização da maconha e manutenção da maioridade penal


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“Sou contra a criminalização da maconha e do usuário. Não tem sentido a polícia pegar um usuário e tratar como se fosse criminoso”, afirmou Lula. Quanto a outro tema polêmico, a redução da maioridade penal, o ex-presidente se posicionou contra a medida

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um debate com 300 jovens no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, na noite desta terça-feira (12). A conversa durou mais de duas horas e entre os temas tratados estiveram a política de drogas, a taxação das grandes fortunas, regulação dos meios de comunicação e a redução da maioridade penal.
Sobre a política contra drogas, 0 ex-presidente afirmou ser contra o tratamento dado aos usuários. “O que eu defendo claramente é que sou contra a criminalização da maconha e do usuário. Não tem sentido a polícia pegar um usuário e tratar como se fosse criminoso. No entanto, este é um assunto que tem de ser tratado com muita seriedade”, declarou.
Lula revelou que, em conversas recentes com a presidenta Dilma Roussef, ela teria se comprometido a enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional para taxar grandes fortunas. “Dilma disse que vai mandar o projeto de lei para taxar as grandes fortunas no Brasil. Eu não acredito que com aquele Congresso isso vai passar; mas, de qualquer maneira, é bom ela mandar, porque podemos perder o projeto, mas não podemos perder a causa o debate”, avaliou.
Quanto a outro tema polêmico, a maioridade penal, o ex-presidente foi taxativo: “Eu sou contra a redução da maioridade penal”. Em relação à responsabilidade pela segurança pública, defendeu uma revisão do pacto federativo. “A responsabilidade não pode ser só dos estados”, afirmou, destacando que a questão da segurança não pode se resumir a uma política de “polícia na rua”, sendo necessário também dar oportunidade e estrutura às pessoas.
Na palestra, Lula também fez uma avaliação do atual cenário da comunicação e dar regulação econômica dos meios. “Ela [a mídia] pode influenciar mais ou menos, dependendo da mídia que o jovem utiliza. Hoje, por exemplo, a internet tem mais influência que a televisão. Jornal, então, virou coisa do passado. E é por isso que nós apresentamos uma proposta de regulação democrática dos meios de comunicação porque a que existe hoje é de 1962. O que está faltando no Brasil ainda é maior acesso à internet”, disse. “Falta também informação correta e justa para ser divulgada na televisão. Nós demoramos 24 anos para conseguir um canal de televisão, a TVT. E, mesmo assim, nós não queremos ouvir notícias que falem bem da gente, e sim que diga a verdade, informe e deixe o telespectador, ouvinte ou internauta fazer juízo de valores. Por isso que a regulação nos meios de comunicação é uma das lutas que devemos fazer em caráter de urgência”, finalizou.
Lula defende descriminalização da maconha e manutenção da maioridade penal

O relato de uma estudante de Medicina vítima de manipulação da Globo



Redação Pragmatismo
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REDE GLOBO13/MAY/2015 ÀS 17:41
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O relato de uma estudante de Medicina vítima de manipulação da Globo


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Aluna do Ciência Sem Fronteiras critica matéria da Globo: “Tudo mentira”. Entrevistada pela emissora em reportagem sobre o programa, a estudante de Medicina Amanda Oliveira se disse indignada com o que foi ao ar: “As informações foram deturpadas. A Globo, além de sensacionalista, ainda não é capaz de pesquisar as coisas direito antes de falar”

amanda oliviera medicina globo ciência fronteiras
A estudante de Medicina, Amanda Oliveira, aluna do Ciência Sem Fronteiras, denunciou distorções em reportagem da Rede Globo

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A estudante de Medicina Amanda Oliveira usou a sua página pessoal no Facebook para desmentir uma reportagem exibida pela TV Globo sobre o programa Ciência Sem Fronteiras. A matéria do ‘Bom Dia Brasil’ tratou do problema no repasse de dinheiro para alunos que estão nos Estados Unidos.
Entrevistada pela equipe da Rede Globo assim que desembarcou no aeroporto de Palmas-TO, Amanda – que passou nove meses nos Estados Unidos custeada pelo programa [Ciência Sem Fronteiras] – foi apresentada pela emissora como um dos alunos que decidiram voltar ao Brasil por problemas na liberação de verbas do governo.
Ao assistir a matéria na TV, a jovem ficou indignada com as distorções dos fatos apresentadas e resolveu se manifestar. Segundo a estudante de Medicina, o enquadramento da reportagem deu a entender que ela tinha voltado do Ciência sem Fronteiras pela insegurança gerada a partir da ausência do dinheiro, o que ela garante que não aconteceu.
“Gostaria de dizer que tudo o que foi dito a meu respeito naquela reportagem é MENTIRA! Primeiramente, eu NÃO voltei para o Brasil pela insegurança gerada pela falta do dinheiro. Até porque essa foi a ÚNICA parcela da bolsa que não caiu durante todo o meu intercâmbio. Eu voltei pelo simples motivo que minhas aulas na UFT começariam agora. Mas a Globo achou mais interessante omitir isso e inventar um motivo mais atraente”, explicou.
Amanda, que criticou o “sensacionalismo” da Globo, também rebateu em seu relato a fala da repórter que dizia que a jovem retornou antes do prazo permitido.
“A repórter da Globo fez o favor de enfatizar que voltar antes do prazo era quebra de contrato e que nesses casos todo o dinheiro deveria ser devolvido pela Capes. Eu não voltei antes do prazo. Eu tinha a opção de retornar em maio e a opção de retornar em agosto. Eu optei pela primeira”, escreveu.
Leia a íntegra do relato de Amanda Oliveira:
Na manhã de ontem passou na globo uma reportagem sobre o Ciência sem Fronteiras onde eu apareço. Gostaria de dizer que tudo o que foi dito a meu respeito naquela reportagem é MENTIRA!
Primeiramente, eu NÃO voltei para o Brasil pela insegurança gerada pela falta do dinheiro. Até porque essa foi a ÚNICA parcela da bolsa que não caiu durante todo o meu intercâmbio. Eu voltei pelo simples motivo que minhas aulas na UFT começariam agora e eu julguei não valer a pena perder outro semestre ( e isso foi dito INÚMERAS VEZES na minha entrevista. Mas a Globo achou mais interessante omitir isso e inventar um motivo mais atraente).
Segundo, eu NÃO abandonei o programa. A repórter da Globo fez o favor de enfatizar que voltar antes do prazo era quebra de contrato e que nesses casos todo o dinheiro deveria ser devolvido pela capes. Mas a Globo além de sensacionalista ainda não é capaz de pesquisar as coisas direito antes de falar. Eu não voltei antes do prazo. Eu tinha a opção de retornar em maio e a opção de retornar em agosto. Eu optei pela primeira.
Por favor, se vc viu a reportagem ou tem algum parente que viu e comentou com você mostre pra ela esse post.
A minha experiência com o Ciência sem fronteiras não poderia ter sido melhor. Teve esse pequeno problema no final, claro, mas nada que justifique o programa ser mal falado dessa maneira.
O relato de uma estudante de Medicina vítima de manipulação da Globo

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Dinheiro do petróleo vai pouco para a Educação - Índice - Educação na mídia - Todos Pela Educação

Dinheiro do petróleo vai pouco para a Educação

09 de abril de 2015
Os gastos custeados pelo fundo representaram em torno de 1% das despesas totais pagas pelo MEC no ano passado


Fonte: Valor Econômico (SP)




Mesmo com a Petrobras tendo aumentado a sua produção no pré-sal para mais de 700 mil barris/dia, a área federal de Educação vem recebendo poucos recursos dos royalties e das participações especiais decorrentes dessa atividade. No ano passado, a Educação recebeu dinheiro do petróleo, basicamente, do Fundo Social. Mesmo assim, apenas R$ 1 bilhão do dinheiro deste fundo foi utilizado para pagar despesas da área, segundo dados do SIAFI, o sistema eletrônico que registra todas as receitas e despesas da União.
Os gastos custeados pelo fundo representaram em torno de 1% das despesas totais pagas pelo Ministério da Educação no ano passado, de acordo com a assessoria de imprensa do órgão. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informa que, em 2014, transferiu R$ 2,942 bilhões ao Fundo Social por conta dos royalties do petróleo e da participação especial. A lei 12.858/2013 determina que 50% dos recursos recebidos por este Fundo serão aplicados em Educação básica.
A lei 12.858 determina também que serão destinadas à Educação e à saúde, nos termos do regulamento, as receitas da administração direta da União provenientes dos royalties e da participação especial decorrentes de áreas cuja declaração de comercialidade tenha ocorrido a partir de 3 de dezembro de 2012, relativas a contratos celebrados sob os regimes de concessão, de cessão onerosa e de partilha de produção, quando a lavra ocorrer na plataforma continental, no mar territorial ou na zona econômica exclusiva. Mas essa transferência de recursos não está ocorrendo.
Liminar de Cármen Lúcia, do STF, reduz os recursos para a área
De acordo com dados da ANP, apenas R$ 33,7 milhões foram repassados para a Educação e a saúde no ano passado. A razão disso é que uma liminar expedida pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), em março de 2013, suspendeu a distribuição de recursos dos royalties e participações especiais do pré-sal nos termos definidos na lei 12.858. A liminar atendeu a um pedido do governador do Rio de Janeiro, que ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 4917) contra a lei 12.858, pois considerou que ela prejudica seu Estado.
A distribuição voltou a ser feita na forma da legislação anterior e os recursos que deveriam ir para a Educação e saúde estão sendo direcionados a outros órgãos da administração federal, entre eles o Comando da Marinha e o Ministério da Ciência e Tecnologia. A liminar afetou também os recursos destinados ao Fundo Social, que ficou apenas com a parcela dos royalties que exceder a cinco por cento da produção, com a lavra ocorrendo em terra.
Não há previsão para que a liminar concedida por Cármen Lúcia seja apreciada pelo plenário do STF ou que os ministros julguem o mérito da ADI 4917. Enquanto a liminar for mantida, o aumento da produção da Petrobras no pré-sal não vai significar mais dinheiro para a Educação.
O mais interessante é que o planejamento orçamentário de cada ano, feito pelo governo federal, parte do pressuposto de que a liminar será derrubada. Em 2014, a proposta orçamentária encaminhada ao Congresso Nacional previa que todos os recursos que caberiam à União (R$ 12,1 bilhões) seriam divididos igualmente entre o Fundo Social (R$ 6,03 bilhões) e a Educação (R$ 6,03 bilhões). Mas menos de R$ 3 bilhões foram repassados ao Fundo Social no ano passado e R$ 33,7 milhões para a Educação e saúde.
Em 2014, o Fundo Social custeou a concessão de bolsas de apoio à Educação básica, a implantação de Escolas para a Educação infantil e a implantação e adequação de estruturas esportivas Escolares, entre outros gastos, de acordo com levantamento no SIAFI feito para o Valor pela ONG Contas Abertas (veja tabela abaixo).
O mesmo procedimento foi adotado na elaboração da proposta orçamentária de 2015, que prevê R$ 17,5 bilhões de recursos do petróleo para a União, sendo este total dividido igualmente entre o Fundo Social (R$ 8,75 bilhões) e as despesas com Educação e saúde (R$ 8,75 bilhões). Os parlamentares acabaram reduzindo os valores, quando discutiram e aprovaram a lei orçamentária. O Fundo Social ficou com R$ 6,99 bilhões e outros R$ 6,99 bilhões foram previstos para Educação e saúde.
Nos dois primeiros meses deste ano, a ANP já repassou R$ 765,2 milhões (royalties e participação especial) para o Fundo Social e apenas R$ 12,2 milhões para a Educação e a saúde. Se a liminar não for derrubada, o Ministério da Educação terá que refazer a sua programação orçamentária de 2015. Mas haverá uma diferença em relação ao ano passado, que foi de eleições gerais, quando os gastos federais com Educação não foram reduzidos, mesmo com a frustração da receita proveniente do petróleo. O governo central terminou registrando um déficit primário em 2014 de R$ 20,4 bilhões.
Neste ano, o objetivo é registrar um superávit primário do governo central de R$ 55,3 bilhões. Assim, por causa do ajuste fiscal, o Ministério da Educação terá que cortar despesas, caso ocorra uma frustração da receita com o petróleo prevista no Orçamento.


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Democracia & Política: NOVO RECORDE DA PETROBRAS NO PRÉ-SAL EM ABRIL

quarta-feira, 13 de maio de 2015

NOVO RECORDE DA PETROBRAS NO PRÉ-SAL EM ABRIL




Produção que operamos no pré-sal bate novo recorde e ultrapassa o patamar de 800 mil barris de petróleo por dia

Do blog "Fatos e Dados", da Petrobras


"A produção de petróleo nos campos que operamos na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu, no dia 11 de abril de 2015, a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando novo recorde de produção diária. Desse volume, cerca de 74% (590 mil bpd) correspondem à nossa parcela e o restante à das empresas parceiras nas diversas áreas de produção da camada pré-sal.

A produção de 800 mil barris por dia foi alcançada apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, tempo inferior ao que foi necessário para se chegar ao mesmo patamar em outras áreas de produção marítima. Para que alcançassemos, no Brasil, a produção de petróleo de 800 mil barris por dia foram necessários 40 anos, com a contribuição de 6.374 poços. Na Bacia de Campos, esse mesmo volume de produção foi alcançado em 24 anos, com 423 poços.

A marca de 800 mil bpd foi obtida agora, no pré-sal, através de 39 poços produtores. Desses poços, 20 estão localizados na Bacia de Santos, que responde por 64% da produção (511 mil barris por dia). Os demais 19 poços estão localizados na Bacia de Campos e respondem por 36% da produção (291 mil barris por dia).

No dia do recorde, 11 sistemas de produção definitivos e um sistema de produção antecipado estavam em operação na camada pré-sal. Sete desses sistemas produziam exclusivamente petróleo proveniente dessa camada geológica.

Contribuiu para o alcance desse recorde o início da operação do sistema de produção antecipada instalado no campo de Búzios em março deste ano, por meio do navio-plataforma Dynamic Producer, que constituiu a primeira produção de petróleo e gás de longa duração na área da chamada Cessão Onerosa. Além desse sistema, contribuiu, também, para esse resultado o início da produção da plataforma P-20, na camada pré-sal, no campo de Marlim na Bacia de Campos, que será importante para futuros incrementos da produção na área."


FONTE: do blog "Fatos e Dados", da Petrobras   (http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/producao-que-operamos-no-pre-sal-bate-novo-recorde-e-ultrapassa-o-patamar-de-800-mil-barris-de-petroleo-por-dia.htm).
Democracia & Política: NOVO RECORDE DA PETROBRAS NO PRÉ-SAL EM ABRIL

MAR DA MORTE

A ÁFRICA QUE A EUROPA CRIOU



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