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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Proposta estende a servidores aposentadoria compulsória aos 75 anos — Senado Federal - Portal de Notícias

ACOMPANHANDO A PEC DA BENGALA, OS SERVIDORES PÚBLICOS PAGAM PELAS MANOBRAS CONTRA DILMA



Proposta estende a servidores aposentadoria compulsória aos 75 anos

11/05/2015, 10h38 - ATUALIZADO EM 11/05/2015, 11h16  




Servidores públicos poderão ter a aposentadoria compulsória prorrogada de 70 para 75 anos de idade se for aprovado o PLS 274/2015, do senador José Serra (PSDB-SP). A proposta, apresentada depois de promulgada a emenda constitucional que instituiu essa regra para ministros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU), estende o novo limite etário para todos os servidores públicos federais, estaduais e municipais. Na Justificativa da matéria, José Serra argumenta que muitos servidores estão se aposentando aos 70 anos sem receber o benefício integral. Segundo o senador, a medida é positiva tanto para os servidores quanto para os cofres públicos. Ouça a reportagem Toncá Burity, no Projeto de Destaque, da Rádio Senado.


 
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Proposta estende a servidores aposentadoria compulsória aos 75 anos — Senado Federal - Portal de Notícias

ACOMPANHANDO A PEC DA BENGALA, OS SERVIDORES PÚBLICOS PAGAM PELAS MANOBRAS CONTRA DILMA



Proposta estende a servidores aposentadoria compulsória aos 75 anos

11/05/2015, 10h38 - ATUALIZADO EM 11/05/2015, 11h16  




Servidores públicos poderão ter a aposentadoria compulsória prorrogada de 70 para 75 anos de idade se for aprovado o PLS 274/2015, do senador José Serra (PSDB-SP). A proposta, apresentada depois de promulgada a emenda constitucional que instituiu essa regra para ministros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU), estende o novo limite etário para todos os servidores públicos federais, estaduais e municipais. Na Justificativa da matéria, José Serra argumenta que muitos servidores estão se aposentando aos 70 anos sem receber o benefício integral. Segundo o senador, a medida é positiva tanto para os servidores quanto para os cofres públicos. Ouça a reportagem Toncá Burity, no Projeto de Destaque, da Rádio Senado.


 
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O CORREIO DA ELITE: Meritocracia e a neodireita

O CORREIO DA ELITE: Meritocracia e a neodireita: Pablo Villaça A "meritocracia" é uma autoilusão de grandeza para quem acha que atingiu um patamar invejável. E é uma autoil...

Educação na paulada — CartaCapital

Educação na paulada

por René Ruschel e Rodrigo Martins — publicado 11/05/2015 05h19
Em vez de ouvidos, professores em greve são agredidos e intimidados
Félix R./Futura Press/Estadão Conteúdo
Protesto no Paraná
Ato contra a violência policial reuniu mais de 20 mil manifestantes em Curitiba
Há seis anos, Marcio de Almeida Ramos deixou o Rio de Janeiro para viver em Colombo, região metropolitana de Curitiba. Como lembrança das origens, tatuou no braço direito a figura do Cristo Redentor. Por causa desse desenho, sua família o reconheceu entre as mais de 200 vítimas da Polícia Militar do Paraná ao vê-lo, pelas redes sociais, ser transportado numa maca pelos corredores da prefeitura de Curitiba, convertida em Pronto Socorro improvisado. Ramos é professor de Geografia e no dia 29 de abril participava das manifestações contra o governador tucano Beto Richa. Uma bomba atingiu uma perna e marcas dos estilhaços ainda são visíveis em seu rosto. Do incidente lembra-se apenas dos efeitos do gás lacrimogêneo. “Só após ser atendido comecei a entender o que ocorreu”.

Na terça-feira 5, o professor era mais um entre os cerca de 20 mil servidores que marcharam pelas ruas da capital paranaense para depositar flores nas grades da Assembleia Legislativa. “Tenho 73 anos e fiz questão de vir hoje aqui”, diz a aposentada Catarina Araújo, que assistiu da janela de casa as cenas de truculência da semana anterior. Desta vez, os policiais se mantiveram afastados. Não houve tumulto. Horas depois, em assembleia realizada no estádio de Vila Capanema, 8 mil docentes da rede estadual decidiram manter a paralisação iniciada em 25 de abril. Os grevistas aguardam uma nova rodada de negociações com o governo para discutir a data-base. Pedem um reajuste de 8,4%, baseado no IPCA dos últimos 12 meses. O estado oferece 5,4%.

Para Walkíria Olegário Mazeto, secretária educacional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, o conflito foi apenas o desfecho de um longo processo de sucateamento da educação pública estadual. A começar pela escolha do secretário, o engenheiro Fernando Xavier Ferreira. “Ele não tem a menor experiência e conhecimento do que seja educação pública. Seu raciocínio é linear, financeiro e os resultados se resumem ao custo-benefício” avalia. Executivo com passagens por diversas empresas de telefonia, ele ajudou a formatar a privatização das teles a convite de Sergio Motta, ex-ministro das Comunicações de Fernando Henrique Cardoso.

Entre as medidas adotadas pelo então secretário está o encerramento de 2,2 mil turmas, notadamente nas áreas rurais, o que superlotou as salas de aula. Ferreira decretou ainda o fim dos projetos de contraturno escolar e de atividades curriculares complementares para manter os alunos mais tempo na escola, além de dispensar cerca de 33 mil servidores temporários, entre professores, pedagogos, auxiliares de serviços e técnicos administrativos. “Foi um caos. Simplesmente não havia funcionários suficientes para cuidar do dia a dia nas escolas”, diz Mazeto.

Todo esse quadro já sinalizava que, em algum momento, os educadores seriam obrigados a entrar em greve para forçar uma negociação. Esse momento chegou em fevereiro, quando Richa encaminhou um pacote de maldades à Assembleia Legislativa, com a subtração de uma série de direitos inclusos no plano de cargos e salários dos professores, a exemplo do “quinquênio”, adicional incorporado a cada cinco anos de trabalho. No mesmo pacote, propôs a transferência de cerca de 8,5 bilhões de reais da Previdência estadual para o caixa do governo. Manifestantes ocuparam a Assembleia por quase uma semana. Diante da pressão, o tucano retirou os projetos e anunciou a recontratação de 20 mil temporários. Mas, em abril, voltou a insistir nas mudanças do sistema previdenciário. Ao som das bombas da PM, os deputados aprovaram o projeto por 31 votos a 21.

Em solidariedade, professores da rede pública de 16 estados cruzaram os braços em 30 de abril, às vésperas do Dia do Trabalhador. “Não se pode bater em quem educa nossos filhos”, criticou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. Até mesmo o presidente do PSDB no Paraná, Valdir Rossoni, usou as redes sociais para condenar os excessos da ação policial.  Segundo ele, Richa deveria tomar medidas para restabelecer “a tranquilidade do povo paranaense. A começar pelos responsáveis pelas atitudes desmedidas, pelos desmandos, pelos exageros. Que sejam exonerados ou que peçam para sair”.

Alvo do fogo amigo, Francischini, conhecido como “Batman do Paraná” e presença frequente em telejornais vespertinos de arma na cintura, tentou transferir a responsabilidade para a PM. Na terça-feira 5, em entrevista coletiva, disse não ter conhecimento sobre o que ocorreria na praça Nossa Senhora da Salette, palco das lamentáveis cenas de truculência. “O controle de uma operação de campo é da polícia. A secretaria é responsável por fazer a gestão da pasta”, afirmou na ocasião.

A reação não tardou. Na quarta-feira 6, em carta assinada por 16 dos 19 coronéis da PM, Cesar Vinícius Kogut, comandante-geral da tropa, disse que o secretário foi alertado “inúmeras vezes” sobre os possíveis desdobramentos da ação. No dia seguinte, o coronel pediu exoneraçãopor "dificuldades intransponíveis" com o comando da Segurança no Estado. Na sexta-feira 8, seria a vez de Francischini entregar sua carta de demissão, repetindo o gesto feito dias antes pelo secretário de Educação.

Parados desde 13 de março, os professores não receberam propostas do governo de São PauloAlém do Paraná, as greves persistem nas redes estaduais de ensino de São Paulo, Santa Catarina e Pará. Em Pernambuco, acuados por pesadas multas impostas pela Justiça, os educadores suspenderam temporariamente a paralisação após 24 dias. A pausa servirá para retomar as negociações. Uma nova assembleia para decidir os rumos do movimento está agendada para o próximo 21 de abril. “Vários governos só ofereceram reajustes para quem está no início da carreira, uma forma deturpada de cumprir a Lei do Piso”, observa Marta Vanelli, secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Instituído por lei federal, o piso nacional para uma jornada de 40 horas foi reajustado neste ano para 1.917 reais, alta de 13,01%. Pernambuco concordou em oferecer esse porcentual apenas para os docentes com ensino médio, cerca de 10% de um total de 49 mil professores da rede. Profissionais com licenciatura plena e 10 anos de serviço teriam direito a 0,89%. Os demais não receberam qualquer oferta. “Destruíram a nossa carreira. Logo mais, todos os professores, independentemente do tempo de casa, estarão nivelados piso”, queixa-se Marinalva Lourenço, secretária-geral do sindicato estadual.

Em Santa Catarina, os professores também reivindicam um reajuste de 13,01% para toda a categoria, e não apenas para quem está abaixo do piso nacional. “Da forma como está, um recém-contratado e um professor com 9 anos de experiência recebe o mesmo salário-base”, lamenta Luiz Carlos Vieira, presidente do sindicato estadual dos educadores.

O secretário de Educação, Eduardo Deschamps, alega ser impossível estender o reajuste de dois dígitos sem comprometer as finanças catarinenses. “O valor do piso cresceu 76% nos últimos quatro anos, muito acima da inflação ou da valorização do salário mínimo. Nesse mesmo período, os recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) aumentaram apenas 36%”, diz Deschamps, que também preside o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed). “Na realidade, o critério usado para o reajuste do piso é insustentável a longo prazo. Ou mudamos a forma de calculá-lo ou precisaremos criar novas formas de financiamento, talvez com alguma ajuda da União.”

Segundo o Plano Nacional de Educação, o Brasil tem até 2020 para equipar os rendimentos dos professores com a média dos demais profissionais com ensino superior. A meta parece, porém, um sonho distante. “A Lei do Piso melhorou os salários iniciais, mas identificamos uma tendência de achatamento ao longo da carreira”, lamenta Maria Dilnéia Espíndola Fernandes, professora da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e coordenadora de uma pesquisa nacional sobre a remuneração docente, cujos resultados serão apresentados em 2016.

Pioneira, a Apeoesp, sindicato dos professores paulistas, passou a cobrar do governo a equiparação dos salários dos docentes com a média dos servidores de São Paulo com ensino superior. Pelos cálculos da entidade, seria necessário um aumento real de 75% nos próximos cinco anos para alcançar a meta. “É evidente que não esperamos receber isso de uma só vez. Mas exigimos que o governo apresente um plano”, diz a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha.

O debate permanece, porém, interditado. Parados desde 13 de março, os grevistas só foram recebidos em duas audiências. Não ouviram propostas. O governador Geraldo Alckmin, do PSDB, esquiva-se da discussão com o argumento da crise, que ameaça a arrecadação no estado. Na tentativa de sufocar o movimento, o governo cortou o ponto dos grevistas. Eles também estão proibidos de entrar nas escolas para conversar com os colegas que não aderiram à paralisação, denuncia Noronha. “Tentam nos asfixiar de todas as formas possíveis, não é só o gás lacrimogêneo que usam contra nós.”

Ranking da OCDENos rankings internacionais, o professor brasileiro figura entre os menos valorizados. Segundo o relatório Education at a Glance 2014, da Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico, o Brasil paga 10.375 dólares por ano a um docente em início de carreira nas escolas públicas de ensino fundamental. É um terço do valor médio nas nações desenvolvidas da OCDE. Até mesmo países latino-americanos, como Chile e México, pagam bem mais: 17.770 e 15.556 dólares por ano, respectivamente.

A desvalorização dificulta a atração de profissionais qualificados para a carreira docente. Segundo o Censo Escolar de 2013, um quarto dos mais de 2 milhões de professores da educação básica não possui diploma de ensino superior. Nos anos finais do ensino fundamental, apenas 32,8% têm licenciatura na área em que atuam. No ensino médio, o porcentual é de 48,3%. “Hoje, temos um enorme déficit de professores de matemática e física, por exemplo. Os egressos das universidades preferem exercer outras atividades na iniciativa privada ou mesmo no setor público”, diz Fernandes. “Diante de tanto desprestígio, não é uma escolha difícil de entender.”
Educação na paulada — CartaCapital

Yousseff é cúmplice do PSDB que a direita resolveu sacrificar para extinguir o PT

Por Davis Sena Filho — Palavra Livre


“(…) O frisson do momento é a delação premiada de Alberto Youssef. Mas quem é Youssef? Um mergulho num passado não tão distante mostra que ele foi um dos doleiros usados pelo então operador do caixa do PSDB, Ricardo Sérgio, para “externalizar”, num linguajar ao gosto da legenda, propinas da privatização selvagem dos anos 1990”.

“Youssef é velho de guerra tanto em delitos como em delação premiada. Já fez uma em 2004, na época da CPI do Banestado, quando se comprometeu a nunca mais sair da linha. O tamanho de sua confiabilidade aparece em sua situação atual. Está preso de novo. Quem diz é o Ministério Público: “Mesmo tendo feito termo de colaboração com a Justiça (…), voltou a delinquir, indicando que transformou o crime em verdadeiro meio de vida”. É num sujeito com tal reputação que oposicionistas apostam suas fichas (…)”.

{Trecho do artigo “Vazamento Premiado e o fator Yousseff”, de Ricardo Melo, na Folha de S. Paulo.}

Todos os seres vivos e mortos deste pequeno planeta sabem e compreendem, até mesmo os coxinhas paneleiros analfabetos políticos, quanto mais as pessoas sensatas, e, por serem assim, são realistas e sábias, que a direita partidária, sob a liderança do PSDB, certos setores do MP, do Judiciário e principalmente a imprensa de negócios privados “rifaram” para o alto o doleiro Alberto Yousseff. Porém, retiraram o colchão de ar que o impediria de se machucar na queda, bem como o traíram, porque, seguramente, tal cidadão é cúmplice e foi o arrecadador de dinheiro para as campanhas eleitorais passadas dos tucanos.

Entretanto, dentre os muitos operadores das campanhas do PSDB, duas pessoas se destacaram para arrecadar valores monetários: Alberto Yousseff e Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, operador notório das campanhas do senador José Serra e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, responsável maior pela selvagem Privataria Tucana, que visou, sobretudo, desmantelar o Estado nacional e entregar, de bandeja, o patrimônio público brasileiro construído, no decorrer de décadas, por sucessivas gerações, que jamais se recusaram a pensar o Brasil para desenvolvê-lo e, por sua vez, conquistar sua independência.

 Quem conhece e é íntimo do doleiro Yousseff são os políticos do PSDB e do DEM, apesar de que na política todo mundo sabe quem é quem, o que fez e o que deixou de fazer, mesmo quando se tenta esconder, porque nos altos escalões da República tudo se vaza, por mais que haja cuidado para que informações de Estado, segredos de Justiça e crimes cobertos por uma fina camada de verniz sejam escondidos da imprensa de mercado e manipulados quando se trata de informar o grande público — a sociedade.

Os tucanos e seus principais aliados, a “grande imprensa livre” — como gostam de enfatizar certos coxinhas paneleiros, que desconhecem os bastidores da imprensa empresarial e dos partidos políticos —, o MP e o Judiciário, perceberam, e há muito tempo, que é necessário imolar alguns aliados incômodos, como o Yousseff, do que ficar também no olho do furacão, como se encontra o PT, que desde que venceu as eleições de 2014, anda não pôde respirar e muito menos ter algum momento de tranquilidade para governar e colocar em prática seu programa de governo, tão diversificado e criterioso, que levou o Partido dos Trabalhadores a governar o Brasil pela quarta vez consecutiva.

Contudo, a esquerda brasileira, progressista e desenvolvimentista, que ousou, inclusive, efetivar uma diplomacia independente e não alinhada aos Estados Unidos, apesar de saber que a direita brasileira é uma das mais poderosas e perversas do mundo, jamais pensou que, após estar no poder há 12 anos, ficaria imprensada contra o muro  no dia seguinte às eleições de outubro de 2014, sem ter tempo ao menos para administrar o País e mostrar ao povo brasileiro o que está a ser feito e realizado.

Apesar de reações tímidas e setoriais por parte dos parlamentares e governantes do PT, a avalanche empresarial e direitista, com o apoio financeiro e propagandístico do governo dos Estados Unidos, transforma o Brasil, o País latino-americano mais poderoso, em um alvo de uma propaganda política virulenta, somente similar ao que houve na Argentina e na Venezuela, quando o casal presidencial, Néstor e Cristina Kirchner, e a dupla bolivariana, Hugo Chávez e Nicolás Maduro, tornaram-se alvos de uma conspiração internacional, à frente as burguesias apátridas desses dois países, que até hoje sofrem com uma forte campanha negativa orquestrada pelas mídias conservadoras e pelos segmentos mais ricos da sociedade, que até hoje conspiram contra a democracia e a emancipação desses povos.

Alberto Yousseff foi escolhido pela direita brasileira para ir à forca. Todavia, ele tem boca, língua e um cérebro que grava suas memórias. Ele “entrega” o PT, em Curitiba, a capital brasileira onde a reação à vitória eleitoral de Dilma Rousseff é mais virulenta e que tem o apoio logístico e de pessoal do próprio Estado, que a presidenta Dilma Rousseff administra e comanda. Ou se esqueceram dos delegados federais aecistas, que fizeram campanha contra o PT e atacaram, desrespeitosamente, o ex-presidente Lula? Ou do juiz Sérgio Moro, com suas decisões de primeira instância, cujo principal propósito é fazer do PT um partido proscrito, porque implicar o caixa de campanha do PT e de seus principais dirigentes à operação Lava Jato viabiliza a criminalização do partido por meio da partidarização e da ideologização da PF e da Justiça Federal do Paraná.

Porém, era só o que faltava acontecer no Brasil. Depois da truculência, da seletividade e da partidarização de juízes de direita do STF, que se basearam na armadilha jurídica conhecida por “domínio do fato”, para prender, sem prova de culpabilidade, lideranças petistas históricas e de grandeza nacional, a exemplo de José Genoíno e José Dirceu, agora querem extinguir o maior e mais importante partido brasileiro de todos os tempos, organicamente inserido na sociedade em quase todos seus matizes. Um partido que não revolucionou, mas modificou, profundamente, as relações sociais e econômicas até então impostas ao povo brasileiro, que se livrou da fome, da miséria absoluta e teve acesso, sem sombra de dúvida, ao mercado de consumo, à educação e ao emprego.

De repente, o MP e a Justiça do Paraná, onde atuam políticos de oposição, que agem de forma feroz, não se preocupam com a realidade dos fatos e nem observam os limites do jogo democrático, a exemplo de Álvaro Dias, Beto Richa e Fernando Francischini, resolvem “pisar na jaca” para influenciar a política nacional, porque estão a serviço, indubitavelmente, dos interesses do establishment e das candidaturas a presidente do PSDB.  Um estado que politicamente nunca liderou a política nacional e que ora se faz presente por intermédio de caprichos de funcionários públicos togados, que resolveram fazer política partidária, porque optaram pelos interesses de uma direita que não se conforma de não ter mais o controle total do status quo.

Aos estúpidos que não enxergam a um palmo do nariz, vos direi: o que está em jogo neste momento é a criminalização e o indiciamento do PT e de seus principais dirigentes, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que, coincidentemente, venceram quatro eleições. Ambos políticos socialistas e trabalhistas, que enfrentam uma frente conservadora tão violenta, que faz com que setores importantes da sociedade vislumbrem suas quedas como políticos e mandatários e comemorem uma possível extinção do PT. Fatos estes que não ocorrerão, porque, no Brasil, viceja o regime democrático, cujo alicerce é a Constituição e o Estado de Direito. Existem instâncias judiciais mais elevadas que a do senhor juiz Moro, realidade esta que, sem dúvida, inviabilizará os desejos atávicos de vingança e de ilegalidade constitucional da direita brasileira, legítima herdeira da escravidão.

Por isto, a atenção das mídias, dos magnatas bilionários de imprensa e de seus empregados de confiança a mais um depoimento do doleiro Alberto Yousseff, em Curitiba. A imprensa burguesa espera por delações que atinjam a presidenta Dilma Rousseff para se iniciar seu processo de impedimento, bem como desconstruir a imagem de Lula, pois este político pode ser candidato a presidente, em 2018, com muitas possibilidades de vitória.

Acontece que o juiz Sérgio Moro vai ter de comer muito feijão para poder extinguir o maior partido trabalhista e de esquerda do País, sem, entretanto, ser legalmente e duramente questionado. Dizem que decisão judicial não se discute. Por sua vez, decisão político-partidária se discute. Quando um juiz resolve ser um andarilho dessas veredas tortuosas, é sinal de que ele resolveu sair de sua confortável redoma judiciária para encarar as agruras e os obstáculos da política.

Mais do que Dilma, o alvo é Lula. Temos uma burguesia que insiste em tratá-lo como “peão” de fábrica e não como um ex-presidente reconhecido internacionalmente e que saiu do poder com 92% de aprovação. Arrogante, a Casa Grande se reporta ao político trabalhista como se ele, um dos maiores presidentes que governaram a República Federativa do Brasil, fosse medrar ou simplesmente baixar a cabeça. Ledo engano. Lula tem seus defeitos, mas, seguramente, a covardia não é um deles. A verdade é que a direita que está a fazer o papel de juíza no Paraná está com muita dificuldade para provar o envolvimento dos mandatários petistas com corrupção e por isto está a rasgar a Constituição e o Código Penal.

É como se a direita, de forma uníssona, se transformasse no ex-governador do Pará e ex-ministro da ditadura militar, Jarbas Passarinho, que, de acordo com os historiadores, afirmou ao presidente, marechal Costa e Silva, quando da assinatura do Ato Institucional nº 5: "Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”. E é exatamente assim que o PSDB e seus aliados da Justiça e do MP agem e se comportam. Às favas a legalidade constitucional e a estabilidade institucional. O que vale é derrubar o PT do poder mesmo com as eleições encerradas.

Às favas os mais de 54 milhões de votos concedidos à Dilma Rousseff pelo povo brasileiro. Às favas a autoridade dos tribunais superiores, a exemplo do STF e do STJ. Às favas as decisões do STF e da PGR contra o impeachment de Dilma e o indiciamento de Lula sobre supostos crimes que os mandatários trabalhistas cometeram. Às favas o direito de defesa de quem é acusado por um doleiro criminoso, que foi preso em 2004, fez deleções à Justiça e incorreu em novos crimes, até ser preso novamente, sendo que a intenção dos togados do Paraná é incriminar o PT, derrubar a presidenta Dilma e inviabilizar a candidatura de Lula, em 2018. Só não enxerga quem não quer. Ou enxerga, mas, hipócrita, aposta no golpe e na ilegalidade.


Yousseff é dos tucanos. Sempre o foi. Doleiro velho conhecido deles. E o PSDB, os jornalistas dos magnatas bilionários e seus togados vestidos de preto fingem que não sabem dessa história. Todos a dar uma de joão sem braço. Engessar o Governo popular de Dilma é de enorme necessidade política para a oposição. Por seu turno, mais do que engessá-lo é imperativo destruí-lo para depois fazer do PT um partido extinto em pleno regime democrático e de direito. O doleiro é cúmplice do PSDB, que a imprensa de mercado e a direita partidária resolveram sacrificar. Yousseff é cria do PSDB. É isso aí
Yousseff é cúmplice do PSDB que a direita resolveu sacrificar para extinguir o PT

Centrais se rearticulam contra projeto da terceirização no Senado | Portal Fórum

Depois de divergências, entidades tentam se unir em torno de pontos comuns para atuar no Congresso e organizar paralisação no dia 29
Por Vitor Nuzzi, na RBA 
Depois de divergências em relação ao projeto da terceirização, agora no Senado, as centrais sindicais tentam se unir em torno de pontos comuns para atuar conjuntamente no Senado e também participar, sem exceções, do dia nacional de paralisações e protestos, na última sexta-feira deste mês (29). Para isso, se reuniram hoje (11), na sede da UGT, em São Paulo. A Força Sindical, que trabalhou pela aprovação do Projeto de Lei (PL) 4.330 na Câmara, aceita participar das atividades no Senado contra o agora PLC 30, mas não abre mão de regulamentar a terceirização.
O encontro desta manhã – que reuniu CGTB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força, Intersindical, Nova Central e UGT – não foi conclusivo. Essas entidades voltarão a se encontrar na próxima segunda-feira (18), no mesmo local, com a presença do Dieese, para uma análise mais detalhada do PLC 30. A partir daí, devem definir estratégias de atuação no Senado. A participação de todas as centrais no dia 29 também ainda é uma questão em aberto. Algumas já preparam o ato. O presidente da UGT, Ricardo Patah, que enfatizou a necessidade de unidade dos dirigentes em um momento de crise, disse que “a princípio” participa. A Força fará uma reunião interna na próxima sexta para discutir sua presença no dia de protestos, mas já adiantou que quer uma pauta mais abrangente, com críticas à política econômica.
Os principais dirigentes se reuniram em separado para depois descer e conversar com os representantes de vários sindicatos. Ao abrir o encontro, Patah lembrou que foi a união entre as centrais que resultou na derrubada da Emenda 3 (sobre vínculo empregatício) e na criação da política de valorização do salário mínimo. Defendeu uma “unidade de compreensão”, acrescentando que, desse modo, a Medida Provisória 665 (que dificulta o acesso ao seguro-desemprego) poderia ter sido derrotada ainda na Câmara.
“Não queremos a terceirização na atividade-fim”, disse Patah. “Queremos a regulamentação, não a precarização. Do jeito que passou, tudo foi rasgado.” Ele enfatizou a importância da reunião de hoje, “depois de uma série de ações que de certa forma distanciaram as centrais”.

Pressão

O presidente da Força, Miguel Torres, que participou apenas da primeira fase do encontro, disse que a central irá trabalhar junto com as demais “para melhorar no intuito de regulamentar”. “O que não vamos admitir é que tudo que conseguimos avançar em direitos seja derrubado no Senado”, acrescentou. “Vamos fazer toda a pressão para melhorar (o projeto).” A atividade-fim, ponto central do debate, voltará a entrar nessa discussão. Mas Miguel lembrou que essa prática já existe, como na Petrobras, e por isso é preciso discutir a regulamentação. “Tem muita controvérsia. O que nós falamos hoje é que a Força nunca foi e nunca vai ser a favor da terceirização na atividade-fim.”
“A esta altura é impossível extinguir a terceirização”, reforçou o presidente da Nova Central, José Calixto, para quem, no entanto, “a terceirização está sendo feita por baixo”. O secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, propôs uma nova conceituação: “A terceirização não pode ser admitida nas atividades permanentemente necessárias para as empresas e para o poder público”.
Na Força, que teve alguma divergência interna, a avaliação é de que o projeto incluiu emendas com cláusulas de proteção ao trabalhador terceirizado. “Na Câmara dos Deputados, conseguimos chegar onde foi possível. Devemos insistir no Senado contra a questão da atividade-fim”, comentou o secretário-geral da central, João Carlos Gonçalves, o Juruna. “Estamos definindo o 4.330 como um jogo de 180 minutos.”
Segundo o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, a discussão vai além desse projeto. “Temos uma preocupação enorme com os rumos da economia. Nosso problema é maior que o 4.330″, afirmou, citando demissões que já vêm ocorrendo em alguns setores e a crise na atividade industrial. “As restrições estão chegando e paralisando a economia.”
Ele também defendeu a importância de união neste momento. “Temos de superar as nossas diferenças. Temos que aceitar que a terceirização na atividade-fim é um desastre. Agora, o que temos a fazer é a batalha no Congresso”, disse Nobre. A CUT já está se organizando em Brasília contra a MP 665 e o PLC 30 (ex-PL 4.330) no Senado. Na quinta (14), às 9h, está prevista uma audiência pública para discutir o projeto da terceirização. Havia atividades programadas para amanhã, mas a Casa decretou luto até quarta-feira em razão da morte do senador Luiz Henrique (PMDB-SC).
O secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, destacou os pontos que considera comuns entre os sindicalistas: o ato do dia 29 e o combate à terceirização na atividade-fim, às MPs 664 e 665 e ao ajuste fiscal. “Isso é o que unifica todas as centrais”, afirmou. “Esta plenária (de hoje) é um reforço na nossa mobilização para o dia 29. Cada setor vai fazer uma atividade contra a terceirização e as MPs 664 e 665. A partir de agora é fundamental a mobilização das centrais estaduais e dos sindicatos para fazermos um grande ato rumo à greve geral”, disse o dirigente. A central programou uma plenária para a tarde de hoje.
A proposta de greve geral, no caso da necessidade de reivindicar um veto da presidenta Dilma Rousseff a propostas que restringem ou eliminam direitos sociais, ainda é tratada com cautela. A defesa mais enfática foi feita por Atenágoras Lopes, da executiva da CSP-Conlutas. “O Brasil carece de uma greve geral”, afirmou. “No dia 29, se todas as centrais estiverem de acordo para uma parada geral, aí vamos estar incluídos”, disse Calixto.
Foto: Jornalistas Livres 

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Centrais se rearticulam contra projeto da terceirização no Senado | Portal Fórum

Policiais Civis do RJ se declaram contra a redução da maioridade penal | Portal Fórum

Agentes das mais diversas patentes gravaram um vídeo em que explicam os motivos para se posicionarem contra a PEC 171/93; um deles é o presidente da Coligação de Policiais Civis do Rio de Janeiro, Walter Heil: “A questão não é a redução da maioridade, mas sim discutirmos o motivo de inúmeras famílias estarem sendo destruídas a ponto de abandonarem seus filhos”; assista
Por Redação
Um grupo de policiais civis resolveu trazer o debate da redução da maioridade penal para dentro das instituições policiais e gravou um vídeo em que se posiciona contra a proposta. Agentes das mais diversas patentes, idades e com diferentes trajetórias explicam os motivos pelos quais são contra a ideia de reduzir a idade penal de 18 para 16 anos.
Uma das pessoas que participa do vídeo é o presidente da Coligação de Policiais Civis do Rio de Janeiro, Walter Heil.  “A questão não é a redução da maioridade, mas sim discutirmos o motivo de inúmeras famílias estarem sendo destruídas a ponto de abandonarem seus filhos”, afirmou.
“Falar que os menores de 18 anos não são presos é fruto do politicamente correto”, defendeu o inspetor e professor de Direito Penal Francisco Chao.
Confira abaixo a íntegra do vídeo:
Foto: Policiais Civis de Ouro Preto (MG) que também se posicionam contra a redução da maioridade penal/ Reprodução

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Policiais Civis do RJ se declaram contra a redução da maioridade penal | Portal Fórum

Abujamra não merece isso, Jabor é cotado para substitui-lo na TV Cultura | Blog do Rovai

DESOMENAGEM PARA ABUJAMRA



O buxixo de que Arnaldo Jabor vai ganhar de presente um espaço para fazer um talk show na TV Cultura, no horário que foi ocupado por anos por Antônio Abujamra, ganha força.
Os tucanos costumam falar em aparelhamento de Estado, mas eles são craques nisso.
A TV Cultura que já foi um espaço de excelência no espectro televisivo é hoje quase tão somente um poleiro de aves bicudas.
E a TV cada vez mais se afunda em audiências medíocres, o que é uma demonstração clara de que esse povo não é só ruim de governo.
É ruim de muita coisa.
A Cultura, por exemplo. teve dias muito melhores e audiências bem maiores.
O Roda Viva que já foi um programa importante, hoje é apenas uma sucursal da Veja. E não dá nem traço.
O Jornal da Cultura com gente do nível e da finesse do Marco Antônio Villa, não dá nem hífen.
Abujamra deve estar se revirando  na tumba.
Abujamra não merece isso, Jabor é cotado para substitui-lo na TV Cultura | Blog do Rovai

PSDB contrata 9 mil “militantes” virtuais para elogiar Aécio e detonar Dilma | bloglimpinhoecheiroso

PSDB contrata 9 mil “militantes” virtuais para elogiar Aécio e detonar Dilma

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Lido no Jornal GGN
Da série: só é escândalo se for obra do PT.
Segundo o “Painel” da Folha, o PSDB estaria contratando 9 mil militantes virtuais para elogiar Aécio e falar mal de Dilma e PT. A informação da contratação da militância virtual está escondidinha na própria Folha, numa entrevista (clique aqui) com César Maia (DEM/RJ), que chamou tal iniciativa de “antirrede social”; de “guerrilha” que poderá ser um “fracasso completo”.
Segue abaixo o texto de Leonardo Simões, publicado no Brasil Diário.
Cerca de 9 mil pessoas foram contratadas para falar bem de Aécio Neves na internet.
Leonardo Simões
Dispostos a vitaminar a candidatura de Aécio Neves, o PSDB contratou nove mil militantes virtuais. O objetivo é que a tropa atue nas redes sociais em favor do mineiro. Até o fim de maio, eles passarão por 300 sessões de treinamentos.
Os tucanos vão bancar os equipamentos e custos. A ordem para os militantes é espalhar notícias favoráveis ao mineiro, e todo tipo de crítica negativa ao governo Dilma.
Segundo um dirigente tucano, muitos são voluntários. Mas, reservadamente, admitiu que o partido dá uma ajuda de custo para incentivar a adesão.
Essa não é a primeira vez que Aécio contrata pessoas para falar bem dele. A ideia de manter um QG é antiga, e recentemente ele acionou a Justiça para retirar do ar links que tivessem matérias ruins relacionadas ao seu nome. A Justiça negou o pedido.
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