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terça-feira, 5 de maio de 2015

Tecnologia inovadora conecta comunidades sem acesso à internet por meio de celulares simples - COMUNICA TUDO

O sistema VOJO permite postagem em blogs e redes sociais por meio de celular básicos ou até mesmo de telefones públicos. O projeto vai  formar líderes comunitários em cinco capitais do país e Salvador vai sediar a primeira oficina.
Alimentar um blog ou site sem precisar de computador, tablet ou smartphone. Este é um dos objetivos do VOJO Brasil promovido pelo Instituto de Mídia Étnica (IME), com apoio da Fundação Ford, que será lançado nesta terça, 28 de abril, às 19 horas, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia. Além de Salvador, líderes comunitários de outras quatro capitais brasileiras (São Luís, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo) terão oportunidade de aprender a utilizar o sistema que permite postagem de conteúdo utilizando aparelhos celulares simples mesmo sem acesso à Internet.
A tecnologia, que está sendo utilizada de maneira inédita no Brasil,  foi criada por pesquisadores vinculados ao Media Lab do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), prestigiada universidade dos Estados Unidos,  e vem possibilitando que pessoas de áreas rurais e periféricas se conectarem à rede mundial até mesmo de um telefone público. Essa é a primeira experiência na América do Sul.
Para Sasha Costanza-Chock, professor do MIT e consultor do projeto,  a presença do VOJO no Brasil vai amplificar e empoderar as vozes periféricas, mudando a história de quem vive à margem. “Nosso sonho é fortalecer a participação popular na mídia e constatar que essas pessoas serão ouvidas e respeitadas, especialmente no que diz respeito aos Direitos Humanos”, destacou. Com duração de três dias, as oficinas gratuitas abordarão o tema da tecnologia móvel, comunicação comunitária e questões envolvendo temas étnicos e raciais. A ideia é que eles se tornem aptos se tornarem repórteres cidadãos atentos ao que acontece em sua região denunciando o descaso do poder público, fazendo mobilização social e divulgando eventos promovidos pelas comunidades.
Para o diretor executivo do Instituto Mídia Étnica, Paulo Rogério Nunes,  responsável pela adaptação da plataforma ao contexto brasileiro, oVOJO é umas das principais ferramentas para democratizar a comunicação  do mundo pois é direcionada a quem vive em áreas onde não há sinal de Internet ou que não possui recursos para comprar celulares mais sofisticados. “Com esse projeto estamos desenvolvendo uma solução para minimizar o problema da exclusão digital. Queremos que todos os brasileiros possam denunciar problemas de suas comunidades e contar suas histórias de maneira autônoma mesmo utilizando celulares que são considerados ultrapassados”, afirma. Para Luciane Neves, uma das coordenadoras do projeto, a expectativa é das melhores. “Por meio dessa formação inicial em cinco cidades acreditamos que podemos ter multiplicadores desse sistema e buscar formas de popularizar essa tecnologia em todo o país”, pontuou.
Oficina piloto
A primeira oficina-piloto do VOJO aconteceu no final de 2013 na Ilha de Maré, distrito de Salvador, localizada na Bahia de Todos-os-Santos. Jovens, marisqueiros e líderes quilombolas da região tiveram contato com a tecnologia e produziram as primeiras matérias denunciando, inclusive, ameaças de poluição ambiental provocadas por navios petroleiros.
Para Monique Evelle, coordenadora do movimento Desabafo Social e uma das selecionadas para participar da primeira oficina em Salvador, o Vojo vai facilitar a integração de 48 jovens colaboradores do Desabafo espalhados em 13 estados brasileiros. “Independente de se ter acesso à banda larga, eles vão utilizar o Vojo em suas comunidades, deixando a rede ainda mais dinâmica. Após a minha capacitação, vamos multiplicar as oficinas sobre o Vojo”, prevê.
Depois de ser lançado em Salvador, o IME vai oferecer oficinas do VOJO em São Paulo entre 21 a 23 de maio (veja abaixo a programação) e em mais três capitais. A ideia é capacitar líderes multiplicadores e difundir o sistema da maneira mais ampla possível, ampliando a visibilidade de suas demandas.

SERVIÇO
Lançamento do Vojo Brasil
28 de abril (terça), 19h
Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Sala Kátia Mattoso 3º andar
Rua General Labatut, 27 – Barris. Salvador-BA
Entrada gratuita
Programação das oficinas:
●      Salvador: 29 e 30 de abril
●      São Paulo: 21, 22 e 23 de maio
●      Rio de Janeiro: 28, 29 e 30 de maio
●      Recife: 4, 5 e 6 de junho
●      São Luís: 16, 17 e 18 de junho


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Tecnologia inovadora conecta comunidades sem acesso à internet por meio de celulares simples - COMUNICA TUDO

o apedeuta: ANTIPETISMO AVANÇA EM INSTITUIÇÕES DE ESTADO

segunda-feira, 4 de maio de 2015

ANTIPETISMO AVANÇA EM INSTITUIÇÕES DE ESTADO

Lula João Santana
Três fatos recentes, desenrolados no coração judicial e repressivo do poder público, desnudam a natureza classista e degenerada do Estado oligárquico.
O primeiro destes eventos foi a prisão preventiva do tesoureiro petista, João Vaccari Neto, por ordem do juiz Sérgio Moro, no curso da Operação Lava Jato.
Além de desnecessária, pois o réu jamais se furtou a atender demandas do inquérito ou obstaculizou seu trâmite, revela-se discricionária. Medidas desse naipe não afetaram a nenhum dos demais tesoureiros de grandes partidos, embora tenham arrecadado doações de valores semelhantes com as mesmas empresas.
O segundo episódio é a investigação tramada pelo Ministério Público do Distrito Federal contra o ex-presidente Lula, em caso de suposto tráfico internacional de influência.
Como é de praxe, a apuração não apresenta qualquer elemento concreto, mas já está difundida por setores da imprensa como fato notório e sabido, em mais uma realização da parceria entre jornalismo de oposição e frações do sistema judicial.
O terceiro capítulo é a suspeição da Polícia Federal sobre pagamentos recebidos oficialmente pelo jornalista João Santana Filho, em contrapartida a serviços prestados na campanha presidencial em Angola.
Apesar da ampla documentação apresentada pelo investigado, profissional responsável pelo marketing na reeleição da presidente Dilma Rousseff, dissemina-se especulação de que seriam verbas de companhias brasileiras envolvidas no escândalo da Petrobrás e destinadas ao pagamento de despesas eleitorais do atual prefeito paulistano, Fernando Haddad.
Estas três situações são apenas retratos atualizados da perversão alojada no Estado.
O Ministério Público, a Polícia Federal, parte da magistratura e outros espaços estão se convertendo em bunkers contra o PT, marcados por abuso de poder e autoritarismo, atropelando leis e direitos constitucionais, a serviço de determinados objetivos políticos.
O que é pior: sob as barbas do próprio partido governante.
Os governos de Lula e  Dilma, em nome de apresentar imagem republicana e evitar críticas de aparelhamento, preveniram quase exclusivamente exageros que seu próprio campo político poderia cometer, concedendo cotas cada vez maiores de autonomia a fortalezas historicamente controladas pelas velhas classes dominantes, sem alterar suas características antidemocráticas.
Afinal, a lógica da conciliação, predominante desde 2003, alimentada por situação parlamentar desfavorável, impunha que a mudança social e econômica não fosse acompanhada pela tentativa de reforma radical das instituições e a substituição de seu comando.
Os inimigos do petismo, beneficiados por este pacto de mão única, tiveram caminho franqueado para abocanhar fatias crescentes dos aparatos de justiça e segurança, assanhadamente partidarizados e coadjuvando estratégia de desestabilização patrocinada por forças conservadoras.
O combate à corrupção, sob a presidência de Lula e Dilma, alcançou patamares jamais vistos na história brasileira, com amplo portfólio de providências legais, administrativas e orçamentárias.
Mas a facilidade de movimento dos grupos reacionários, no interior dos sistemas de coerção, acabou por permitir que se apropriassem deste avanço civilizatório para fabricar campanha permanente contra o PT e seus dirigentes, sempre tabelando com parceiros na mídia corporativa.
Ao não se libertar desta armadilha, o governo silencia diante de malfeito à democracia, agredida por terrorismo judicial nascido nas entranhas do Estado.
A impunidade de policiais federais que faziam abertamente campanha por Aécio Neves, por exemplo, ao mesmo tempo em que lideravam investigações da Operação Lava Jato, serve de estímulo a outros malversadores da função pública.
Talvez o cenário não seja propício a decisões práticas e imediatas que revertam a anomalia. O mínimo que se pode esperar, porém, é que o governo, através do ministro da Justiça, desmascare publicamente manobras que violam preceitos republicanos e ofendem a Constituição.
o apedeuta: ANTIPETISMO AVANÇA EM INSTITUIÇÕES DE ESTADO

Altamiro Borges: Os estranhos voos de Aécio Neves

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Os estranhos voos de Aécio Neves

Por Altamiro Borges

O cambaleante Aécio Neves não tem problemas apenas com os bafômetros nas badaladas noites cariocas. Ele também tem ressacas na aviação. Até hoje ele não explicou as razões para a construção, com dinheiro público, de um aeroporto na fazenda do seu titio-avô no interior de Minas Gerais. Para que serve a suspeita pista, quem a utiliza e com quais objetivos? Para piorar, agora surge uma nova denúncia. Segundo reportagem de Lucas Ferraz na Folha deste domingo (3), “o senador Aécio Neves (PSDB) utilizou aeronaves do governo de Minas Gerais em pelo menos seis ocasiões após deixar o comando do Estado, em 2010”.

O jornalista constatou que os voos, “organizados exclusivamente para ele”, foram realizados entre 2011 e 2012, quando Aécio Neves já havia assumido o mandato de senador e deixado o governo ao seu sucessor, Antonio Anastasia. “Relatórios do Gabinete Militar do Estado mostram que Aécio usou, sem a presença de autoridade estadual, helicópteros do Estado em cinco ocasiões para se deslocar em Belo Horizonte e um jato para ir a Brasília. Um dos helicópteros utilizados por Aécio foi um modelo Dauphin N/3 prefixo PP-EPO. Seu uso foi regulamentado em decreto assinado pelo próprio político, em 2005, e é considerado de transporte especial. Ele ‘destina-se ao atendimento do governador do Estado, em deslocamento de qualquer natureza, por questões de segurança’”.

“Os demais cinco voos realizados pelo senador foram em aeronaves cujos prefixos as enquadram na categoria de transporte geral, destinadas, segundo o mesmo decreto, a atender o vice-governador, secretários e autoridades em ‘missão oficial’. À Folha, Aécio justificou o uso das aeronaves em três dos seis deslocamentos, afirmando estar exatamente em ‘missões oficiais’ a pedido do então governador Anastasia”, descreve a reportagem, que fez questão de ouvir “o outro lado” – o que nem sempre ocorre na seletiva Folha tucana. Já o Jornal do Brasil, que hoje adota uma linha editorial mais crítica e independente, fez questão de tirar sua casquinha.

“Esta é a segunda denúncia envolvendo voos e Aécio Neves. Em junho de 2014, veio à tona o caso do aeroporto da cidade de Claudio, em Minas, construído pelo governo do estado em 2010 dentro de uma fazenda de um parente de Aécio. A obra, que custou R$ 14 milhões, foi feita no fim do segundo mandato do tucano como governador do Estado”. O jornal lembra que o aeroporto é administrado por familiares de Aécio. A família de Múcio Guimarães Tolentino, 88 anos, que é tio-avô do tucano e ex-prefeito do município de Cláudio, guarda as chaves do portão. “Para pousar no aeroporto, é preciso pedir autorização aos filhos de Múcio. Segundo um deles, Fernando Tolentino, a pista recebe pelo menos um voo por semana, e seu primo Aécio Neves usa o aeroporto sempre que visita a cidade... Sem funcionários, o local é considerado irregular pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)”.

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MinhaLapaMinhaVida: Deltan Dallagnol acusa Stanley Burburinho de false...

SEGUNDA-FEIRA, 4 DE MAIO DE 2015

Deltan Dallagnol acusa Stanley Burburinho de falsear fatos


A reação, na página pessoal do Facebook do procurador da Lava Jato, originou uma onda de questionamentos sobre a parcialidade do MPF

Jornal GGN - O blogueiro Stanley Burburinho iniciou uma onda de questionamentos que dominou a página pessoal do Facebook de Deltan Dallagnol, procurador da República membro da Força Tarefa criada para as investigações da Lava Jato.



Sem o cuidado com a imparcialidade pregada em resposta a Stanley, o membro do Ministério Público Federal do Paraná utiliza as redes sociais para posicionar-se favorável às prisões preventivas, já republicou notícias contra o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco e defendendo que a soltura dos empreiteiros traz a sensação de impunidade - posição manifestada em reportagem de O Globo.



A última publicação de Deltan Dallagnol, no entanto, não passou sem reações. Ao escrever "Associação dos Magistrados Brasileira defende mudança no sistema de recursos, contra a corrupção", e compartilhar matéria da Folha de S. Paulo, o blogueiro disparou uma sequência de perguntas ao procurador.



Duas horas depois, Stanley disse: "deixei 4 perguntas na página do procurador Dellagnol do MPF e da Lava Jato, mas não estou conseguindo mais ver. Será que ele apagou? Por favor, confira neste link:https://www.facebook.com/deltan.dallagnol/posts/886349061408804 e veja se você consegue ver os meus comentários. Parece que ele apagou".



Mas antes de ver seus comentários apagados, o blogueiro havia feito uma captura da imagem da tela. Compare que nas imagens, o comentário que Dallagnol não apaga é o da internauta Solange Rosa Katona, que está em ambas fotografias.

Abaixo, a transcrição das perguntas que incomodaram o procurador da República:



1) Sr. Procurador, se o PSDB, PMDB, PP e PT receberam doações das mesmas empresas investigadas na Lava Jato, na mesma eleição, por que o Sr. não pediu a prisão dos tesoureiros do PSDB, PMDB, PP, mas só pediu a prisão do tesoureito do PT?



2) Sr. Procurador, se os depoimentos da Lava Jato estão sob sigilo de Justiça, quem vaza as delações para a TV Globo? Estão investigando para punir o vazador?



3) Sr. Procurador, o doleiro Youssef da Lava Jato é o mesmo doleiro Youssef que foi o doleiro do escândalo do Banestado e o juiz Moro da Lava Jato é o mesmo juiz do inquérito do escândalo do Banestado e o Procurador do MPF da Lava Jato, Fernando Carlos Lima, é o mesmo Procurador do escândalo do Banestado que, segundo matéria da revista IstoÉ de 2003 neste link: "Raposa no galinheiro -Procurador Santos Lima, casado com ex-funcionária do Banestado, tentou barrar quebra de sigilo de contas suspeitas" acusa que o mesmo Procurador Fernando Santos Lima engavetou o inquérito do escândalo do Banestado por 4 anos e meio e a esposa dele na época trabalhava no Banestado?



4) Sr. Procurador, por que se recusam investigar a corrupção na Petrobras antes de 2003, ano que Lula tomou posse, apesar do delator premiado Barusco ter dito que já recebia propina desde 1996? Se investigar a corrupção na Petrobras antes de 2003, chegaria no escândalo do Banestado quando enviaram, ilegalmente, 124 bilhões para contas em paraísos fiscais?



O resultado da manifestação de Stanley Burburinho foi uma reação em massa de internautas, questionando a parcialidade do Ministério Público Federal do Paraná sobre as investigações, as prisões preventivas, os vazamentos seletivos de informações, e demais contradições.



Depois de apagar diversos comentários, Deltan respondeu: "Caros, esse não é um espaço de disputas partidárias. A investigação do MPF é técnica, imparcial e apartidária, doa a quem doer". O procurador ainda completou: "perguntas como as feitas, falseando fatos, não têm interesse em esclarecimentos, mas sim em tentar dar um olhar partidário para uma investigação apartidária, o que tira o foco do que é mais importante, que é combater a corrupção seja qual for o partido ou a pessoa envolvido", fazendo referência ao blogueiro.



Internautas exigiram respostas a Stanley Burburinho. Uma delas alertou que a exclusão já corria pelas redes sociais e que ficaria "feio" para o procurador se continuar apagando as "perguntas que lhe são incômodas". Acompanhe alguns comentários:








Patricia Faermann
Seg, 04/05/2015 
MinhaLapaMinhaVida: Deltan Dallagnol acusa Stanley Burburinho de false...: A reação, na página pessoal do Facebook do procurador da Lava Jato, originou uma onda de questionamentos sobre a parcialidade do MPF Jorn...

Altamiro Borges: Beto Richa ingere o veneno tucano

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Beto Richa ingere o veneno tucano

Por Altamiro Borges

Beto Richa, governador reeleito do Paraná, foi um dos tucanos de alta plumagem que embarcou na onda do impeachment de Dilma. O PSDB fez de tudo para atazanar a vida da presidenta. Pediu recontagem de votos, questionou suas contas de campanha, tentou adiar sua posse e incentivou – quem sabe com grana – os grupelhos fascistas que foram às ruas gritar “Fora Dilma” e pedir a volta dos militares. Agora, o tucaninho paranaense, tão paparicado pela mídia chapa-branca, deve estar arrependido desta empreitada golpista. Ele é quem corre o sério risco de ser enxotado do governo. Nos estádios de futebol, neste final de semana, todas as torcidas gritaram palavras-de-ordem, nem sempre singelas, contra o governador. Até no teatro Guaíra, o coro foi o do “Fora Beto Richa”.

O cambaleante Aécio Neves, o rejeitado FHC e outros caciques do PSDB devem estar preocupados com o rápido isolamento do governador do Paraná – um dos poucos eleitos pela sigla no ano passado (queda de oito para cinco governos estaduais entre 2010 e 2014). O massacre promovido contra os professores, que inclusive ganhou destaque na mídia internacional, revelou o modo tucano de governar. Retira direitos dos trabalhadores – no caso, furtando as receitas da previdência da categoria para saldar o déficit do Estado – e parte para a violência contra os que protestam. O que só confirma que o neoliberalismo não combina com a democracia. Para piorar, Beto Richa finalmente foi descoberto em casos de corrupção, como os que envolvem a Receita e seu primo fanfarão.

A própria Folha já lamenta o “isolamento” do jovem e promissor tucano, que chegou a ser cogitado como candidato do PSDB à Presidência da República. Em editorial, o jornal até criticou “os excessos de Beto Richa” e, finalmente, revelou outros graves problemas da sua gestão. “Governador tucano se reelegeu após devastar as finanças do Paraná e agora recorre à truculência policial contra a revolta de servidores”. Com base em dados da Secretaria da Fazenda do Estado, o diário lembra que o déficit fiscal antes das eleições de outubro passado já era de R$ 4,6 bilhões. “Marcou a gestão do tucano o descalabro financeiro, bem o oposto da imagem de bons gestores que líderes do PSDB usam cultivar” – e, faltou dizer, que a mídia tucana teima em esconder e blindar!

Diante do rápido isolamento, setores da mídia parecem que já descobriram um bode expiatório capaz de salvar a pele de Beto Richa e de limpar a imagem do desgastado PSDB. É o secretário estadual de Segurança Pública, o carrasco Fernando Francischini, do partido “Solidariedade” – o mesmo do oportunista Paulinho da Força. Nos últimos dias, jornalões, revistonas e emissoras de rádio e tevê centraram fogo no truculento serviçal do governador, que já havia protagonizado a patética cena dos deputados estaduais fugindo num camburão da PM quando da votação da reforma previdenciária. O esforço é para jogar fora o delegado, que se compara ao Batman, e para tentar diminuir o ímpeto da campanha pelo “Fora Beto Richa”. Será que os paranaenses vão cair novamente nesta lorota?

Independentemente da saída que será adotada pelo “jovem e promissor” governador do Paraná, o estrago já está feito. O PSDB está acuado. Como observou um dos poucos jornalistas críticos da Folha, Janio de Freitas, “em proporção aos respectivos eleitorados, o tal estelionato eleitoral de Dilma não foi maior que o de Beto Richa em sua reeleição. Se é por proximidade com corrupção, a de Dilma está em uma empresa, a Petrobras; a de Beto Richa, disse o noticiário que está em determinada parte de sua família. Já seria o suficiente para Aécio Neves e seus deputados, por decência, pedirem o impeachment do seu companheiro de PSDB. Nenhum foi capaz de emitir sequer uma palavra sobre a ferocidade criminosa do governo paranaense contra os professores e outros servidores usurpados em direitos legítimos por Beto Richa”.

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A LIBIA SOFRE AS CONSEQUENCIAS DA "DEMOCRACIA E LIBERDADE" AMERICANA





Líbia
O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos alerta para a gravidade da situação no território líbio. 

O embaixador da Rússia na ONU, Vitaly Churkin I., garantiu uma disposição era contra os Estados Unidos e as potências européias de utilizar a resolução de interferência como um pretexto para uma intervenção militar na Líbia e o assassinato de Kadafi por medo do aumento da violência no estado libio em 2011.

Em declarações à comunicação social, sexta-feira, 24 de abril de 2015, o porta-voz do organismo Rupert Colville sublinhou que os assassinatos, as torturas, os sequestros, as migrações forçadas, a crise humanitária nas prisões e a arbitrariedade com que se detêm e mantêm em cativeiro pessoas, são provas irrefutáveis do caos para que foi conduzida a Líbia depois da vitória norteamericana.


A LIBIA SOFRE AS CONSEQUENCIAS DA "DEMOCRACIA E LIBERDADE" AMERICANA

Novos financiamentos do Fies no segundo semestre são incertos, diz ministro | Agência Brasil

Novos financiamentos do Fies no segundo semestre são incertos, diz ministro

  • 04/05/2015 18h50
  • 04/05/2015 18h50
  • Brasília
Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

Ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, divulga balanço do primeiro semestre de 2015 do Fies (Wilson Dias/Agência Brasil)
Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, espera definição do orçamento para organizar o Fies do semestre que vem Wilson Dias/Agência Brasil
A abertura de novos financiamentos para cursos do ensino superior pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) dependerá da disponibilidade orçamentária. “Estamos esperando a definição do Orçamento para ver como fica o segundo semestre”, disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.
O Fies registrou 252.442 novos financiamentos neste semestre, que movimentarão R$ 2,5 bilhões. “Nós estamos na expectativa da definição do Orçamento e não posso afirmar, neste momento, se [haverá] e qual será o montante de recursos para uma segunda edição neste ano”, disse o ministro.
Os cortes no Orçamento de 2015 serão definidos pela presidenta Dilma Rousseff, que avaliará as prioridades de cada ministério para decidir os recursos contingenciados em cada área. Além de assinar os novos contratos, o MEC comprometeu-se a renovar os contratos vigentes, que somam 1,9 milhão. Para isso, serão necessários pelo menos R$ 15 bilhões este ano.
Em relação aos critérios de classificação usados nesta edição, o ministro disse que isso está sendo avaliado, mas que deverão ser mantidos. Os candidatos tiveram que alcançar pelo menos 450 pontos na média das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e tirar nota superior a 0 na redação. Além disso, os cursos mais bem avaliados pelo MEC ganharam a condição de prioritários.
"Nós vamos estudar, porque a mudança de critérios para esta edição trouxe vantagens. O número de cursos de mais alta qualidade, os cursos de nota 5, passou de 8% para 20% do total. Temos cerca de 50 mil financiados pelo Fies que estão em cursos muito bons, nota 5. Pelo critério anterior teríamos apenas 20 mil", explicou o ministro.
Em 2016, ele garante que haverá abertura para novos financiamentos, mas ainda não há previsão de recursos. O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições. 

Novos financiamentos do Fies no segundo semestre são incertos, diz ministro | Agência Brasil

domingo, 3 de maio de 2015

O PSDB e a Petrobras

POR QUE A JUSTIÇA BRASILEIRA FUSTIGA QUEM ELEVOU A PETROBRAS A PATAMARES DE PRODUTIVIDADE E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA IMPENSÁVEIS AO TEMPO DO GOVERNO TUCANO DE FHC QUE A DILAPIDOU EM BUSCA DE SUA PRIVATIZAÇÃO?



As ações do (des)governo do PSDB no afã de desacreditar a Petrobras junto à população brasileira, visando privatizá-la, resultaram no afundamento da maior plataforma de petróleo do mundo que matou 11 funcionários e deu um prejuízo de mais de 1 bilhão de dólares ao país. Um ato criminoso que nós brasileiros não devemos esquecer jamais!
Embora este vídeo tenha sido elaborado por mim em 2010, buscando resgatar um pouco da memória do que foi o governo do PSDB para o nosso patrimônio público, para o Brasil e, mais especificamente, para a Petrobras, ele continua atual como nunca!
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blo...



Procurador que vazou informações contra o ex-presidente Lula para a Época foi investigado por perseguição e acusações falsas | Blog de Francisco Castro

ONDE FOI QUE ACHARAM TANTO PROCURADOR COXINHA CHEIRANDO A LEITE? DEVE SER EFEITO DOS TRANSGÊNICOS DA NESTLÉ.



sábado, 2 de maio de 2015

Procurador que vazou informações contra o ex-presidente Lula para a Época foi investigado por perseguição e acusações falsas


O Procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes do 4º Ofício de Combate à Corrupção do Distrito Federal que estranhamente entregou uma suposta investigação para a Revista Época do conglomerado Rede Globo contra o ex-presidente Lula, foi investigado por perseguição e falta de provas nas acusações feita ao ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) de Alagoas em 2012, sobre um suposto desvio da ordem de 5 milhões de reais que deveriam ser investidos na reforma da Unidade de Emergência Dr. Armando Lages, hoje Hospital Geral do Estado (HGE).

Decisão

Diante de tal situação, submetemos o Egrégio Conselho Nacional do Ministério Público, a presente representação, contra o Sr. Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, Procurador da República e, julgando-se a mesmo procedente, seja-lhe aplicado a merecida corrigenda funcional, por ser da mais lídima Justiça.

Vazamento

A revista Época da Rede Globo que está chegando às bancas traz uma reportagem exclusiva com o título "Lula, o Operador". Subtítulo: "O Ministério Público abre investigação contra o petista por tráfico internacional de influência. Ele é suspeito de ajudar a construtora Odebrecht a GANHAR contratos na América Latina e na África com dinheiro do BNDES".

Assim como o Juiz Federal, Sérgio Fernando Moro (Lava Jato), o Procurador Cordeiro Lopes mantém uma Coluna de "fofocas" na Folha de São Paulo, acompanhe



O jovem Procurador é formado em Bacharel em Direito pela USP, Especialista em Direito Constitucional pela UNISUL, Mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Sevilha, Procurador da República, Professor de Direito da Faculdade da Amazônia Ocidental, Ex-Procurador-Chefe da República no Acre, Ex-Procurador Regional dos Direitos do Cidadão no Acre, Ex-Procurador da Fazenda Nacional, hoje ele está lotado no 4º Ofício de Combate à Corrupção do Distrito Federal.

O procurador pertence a família de advogados Cordeiro Lopes, aquela mesma empresa que foi investigada desde 1997 pelo Ministério Público Estadual por ter sido contratada pelo Detran sem licitação e por meio de contratos de emergência – a situação provocou a queda, em 2005, do então diretor do órgão, José Francisco Leigo. Em tempo o procurador seria amigo pessoal do promotor público de Campinas, assessor jurídico do PSDB, e deputado federal Carlos Sampaio.

Empresa Cordeiro Lopes, e o prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos

Em reportagem publicada em 2010, o estadão.com.br informou que Alckmin teria recebido informações apontando a manipulação de um pregão do Detran de 2006 que deu a empresa Cordeiro Lopes o controle dos serviços de emplacamento de carros no interior do Estado de São Paulo.

Segundo a reportagem, a Casa Verre estaria por trás da vitória da Cordeiro Lopes em nove dos dez lotes de lacração e emplacamento de veículos do Estado, licitados no pregão de 2006.

Segundo investigação do próprio Detran, a Cordeiro Lopes é suspeita de inflar prestações de contas dos serviços prestados ao Estado, num golpe que pode ter causado um prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos.

Nas Prestação de contas publicada no site Transparências mostra que a empresa Casa Verre do Grupo Cordeiro Lopes doou R$ 4 mil para a campanha à reeleição do então governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), em 2002. 


Fonte: Jornal I9
Procurador que vazou informações contra o ex-presidente Lula para a Época foi investigado por perseguição e acusações falsas | Blog de Francisco Castro