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segunda-feira, 6 de abril de 2015
Católicos, evangélicos, juristas e ativistas sociais juntos contra a redução da maioridade penal | Negro Belchior
Da Justiça, o que principalmente se espera é bom senso | Contexto Livre
Sérgio Moro: Algo mais do que um juiz e um pouquinho menos do que Deus. Ouvi dizer que esse, ele também tá investigando. Mas não vaza porque é segredo de justiça;
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domingo, 5 de abril de 2015
Rússia será determinante para exportações de carne brasileira em 2015 | Jornal Correio do Brasil
A mídia entreguista tenta convencer aos brasileiros que nosso destino passa pela aproximação com os EUA e a UE. Mas o que tem vindo de lá? Apenas processos contra a Petrobras, somando-se aos sicários internos que tentam estiolar a nossa maior empresa num momento em que grandes oportunidades se apresentam para ela. Os fatos demonstram no entanto, que é no Oriente que o horizonte brasileiro se alarga. Russia e China são as melhores opções para o Brasil.
Rússia será determinante para exportações de carne brasileira em 2015
5/4/2015 15:33
Por Redação, com Sputnik - de Brasília
Por Redação, com Sputnik - de Brasília
Os analistas também preveem que os preços da arroba devem permanecer firmes durante o primeiro semestre
A demanda pela carne bovina brasileira deve crescer em 2015, mas o bom desempenho das exportações depende de uma recuperação do comércio com a Rússia, segundo avaliação do Rabobank. O país, que é o segundo maior importador desse produto, reduziu suas compras durante o primeiro trimestre.
Segundo os analistas do banco em relatório trimestral sobre o mercado internacional do boi, “os desenvolvimentos da situação na Rússia serão uma questão-chave para as exportações de carne brasileira nesse ano”. As vendas externas do Brasil, no entanto, devem ser favorecidas pela desvalorização do real, uma tendência que a instituição financeira acredita que irá continuar. A depreciação torna os produtos brasileiros relativamente mais baratos para alguns mercados internacionais, o que se reflete em um ganho de competitividade.
O Rabobank também destaca os problemas macroeconômicos vividos pelo Brasil, citando projeções de queda de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB) e de inflação de 7% ao ano, acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central. O cenário pressiona a indústria dacarne bovina a manter competitivos os preços no atacado, a fim de evitar a migração dos consumidores para proteínas alternativas, como a carne de suínos e aves. O banco também afirma que as crises energéticas e hídricas no País devem limitar a capacidade de crescimento da indústria esse ano.
Os analistas também preveem que os preços da arroba devem permanecer firmes durante o primeiro semestre, devido à escassez de animais. Ao mesmo tempo, a previsão é de que o confinamento tenha expansão em 2015 com os menores custos para a alimentação do boi. No entanto, essa oferta maior não deve aliviar a pressão de alta sobre a arroba no segundo trimestre, se a expectativa de aumento nas exportações se provar correta.
A menor disponibilidade de gado é um problema global, o que deve manter a oferta apertada ao longo de 2015, caso não haja um aumento na produção no curto prazo. Até o momento, a seca na Austrália tem incentivado pecuaristas a vender mais animais, o que compensa momentaneamente a restrição na oferta em outros países. No entanto, o Rabobank estima que os abates no país não podem continuar nesse nível por muito mais tempo.
O banco também cita que a valorização do dólar em relação a uma série de moedas ajuda os países que exportam para os Estados Unidos, notadamente Canadá, México, Austrália e Nova Zelândia. Por outro lado, o rublo esboçou recuperação a partir de fevereiro, o que pode sustentar as importações da Rússia.
Na China, os preços da carne bovina no atacado permaneceram estáveis durante o início do ano. Isso sugere um enfraquecimento na demanda, já que os preços geralmente sobem nesse período devido ao festival da primavera. Dentre os fatores que contribuem para essa retração no consumo, o banco cita a desaceleração econômica do país, a campanha anticorrupção empreendida pelo governo e os preços competitivos de proteínas alternativas.
Rússia será determinante para exportações de carne brasileira em 2015 | Jornal Correio do Brasil
Censo escolar iniciará coleta de informações da educação básica - CdB | Jornal Correio do Brasil
Censo escolar iniciará coleta de informações da educação básica
4/4/2015 10:51
Por Redação, com ACS - de Brasília
Por Redação, com ACS - de Brasília
O Censo Escolar, realizado anualmente, sob a coordenação do Inep, é o principal levantamento estatístico-educacional
A primeira etapa da coleta de dados para oCenso Escolar da Educação Básica de 2015 começará em 27 de maio. A fase segue até 31 de julho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recolherá informações detalhadas sobre escolas, alunos, professores e turmas de todas as etapas e modalidades da educação básica do País.
O preenchimento caberá aos diretores e responsáveis pelas escolas por meio do Educacenso, sistema de coleta de dados via Internet no Portal do Inep. O cronograma consta em portaria do Inep publicada na quinta-feira.
Levantamento educacional
O Censo Escolar, realizado anualmente, sob a coordenação do Inep, é o principal levantamento estatístico-educacional sobre as unidades de ensino públicas e particulares do país, professores, alunos e turmas.
Os dados contêm informações detalhadas, que colaboram para subsidiar a definição de políticas públicas brasileiras de educação, bem como a distribuição de recursos da União para estados e municípios.
As informações do Censo também são usadas para o cálculo do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), indicador de referência para as metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
Educacenso
O Educacenso é uma radiografia detalhada do sistema educacional brasileiro. A ferramenta permite obter dados individualizados de cada estudante, professor, turma e escola do País, tanto das redes públicas (federal, estaduais e municipais) quanto da rede privada. Todo o levantamento é feito pela internet.
A partir dos dados do Educacenso, é calculado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e planejada a distribuição de recursos para alimentação, transporte escolar e livros didáticos, entre outros.
Censo escolar iniciará coleta de informações da educação básica - CdB | Jornal Correio do Brasil
Sobe para 47 milhões o número de beneficiários do Snap, o bolsa-família norte-americano - A Verdade » Um jornal dos trabalhadores na luta pelo socialismo
Sobe para 47 milhões o número de beneficiários do Snap, o bolsa-família norte-americano
“Capitalismo e bem-estar social”. Esse era o slogan que as potências neoliberais utilizaram antes e durante a Guerra Fria para expor ao mundo que o modelo econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção também garantiria qualidade de vida às pessoas dos países adeptos.
Para coibir uma era de grandes revoluções ao redor do mundo inspiradas nos avanços sociais soviéticos, EUA e Europa traçaram propagandas e programas milionários para atacar os países socialistas, ao mesmo tempo que exaltavam o capitalismo, mostrando que, à medida que ele se desenvolvesse, desenvolver-se-ia também a qualidade de vida das pessoas.
Contudo, em seus mais de 300 anos, o capitalismo demonstrou total fracasso em conter as crises cíclicas, que acarretam desemprego e corte de verbas destinadas às áreas sociais. Mesmo promovendo guerras, espoliando e subjugando nações inteiras e estabelecendo ditaduras nesses países (para aumentar a influência das metrópoles financeiras), o sistema capitalista não conseguiu se livrar do peso de ter uma economia desacelerada ou encolhida, que agoniza com a possibilidade de seu declínio total.
Um flagrante da sua incompetência é o fato de que a principal potência do planeta, os EUA, tem a maior concentração de pobreza entre os países ditos desenvolvidos, além de um quadro de fome, que vem se tornando um mal quase epidêmico, em que milhões de pessoas dependem de auxílios alimentares de entidades filantrópicas e do governo federal.
Só o principal programa social, o Snap (sigla em inglês para Programa de Assistência Nutricional Suplementar), que é administrado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, atende a cerca de 47 milhões de pessoas. Ele veio para substituir o Food Stamps (espécie de ticket-alimentação fornecido pelo governo desde a década de 1960), que, devido à crescente pobreza nos EUA, precisou de várias modificações, recebendo o novo nome e tendo seu valor aumentado. Seu uso é operado com um cartão eletrônico cadastrado em lojas habilitadas para o auxílio na compra de alimentos. Para o setor do “Bolsa-Família norte-americano” são destinados 78,6 bilhões de dólares. O valor do recurso pode variar de acordo com o tamanho da família, renda e despesas, sendo que, em comparação com o programa brasileiro, tem-se, em média, um valor sete vezes maior.
No entanto, pesquisas divulgadas no próprio site do governo mostram que, mesmo com o benefício, muitas famílias não conseguem se alimentar adequadamente e que o recurso frequentemente não dura até o fim do mês. Mesmo os que possuem alguma renda extra, em sua maioria, não têm condições de complementar as compras do mês com o salário, tendo em vista outras despesas como a de moradia, já que, segundo dados oficiais, 28% dos norte-americanos gastam quase 50% de seu orçamento com o aluguel.
Outro dado importante é que dois terços dos beneficiários são crianças e idosos em situação de vulnerabilidade econômica, lembrando que os EUA possuem 22% de suas crianças abaixo da linha da pobreza.
A extrema-direita norte-americana ataca o programa, chamando os beneficiários de vagabundos, ao passo que usa seus lacaios dentro do Congresso Nacional (como acontece também no Brasil) para barrar a expansão do programa e aumentar as verbas para a compra de armamentos e a promoção de guerras pelo mundo.
Isadora Alves, militante do PCR
Benjamin Steinbruch tem muito o que explicar | Contexto Livre
Benjamin Steinbruch tem muito o que explicar
Benjamin expõe a Privataria do FHC à Suíça!
O nome de Benjamin Steinbruch aparece de forma exuberante — US$ 543 milhões de dólares!!! — na reportagem de Chico Otavio, no Globo — “HSBC: fortunas nas mãos de offshores”.
“Os Steinbruch tinham 15 empresas relacionadas às suas contas… cinco tinham o endereço principal em Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas”, diz Chico Otavio.
O sócio dos Steinbruch no Grupo Vicunha, Jacks Rabinovitch tem a bagatela de US$ 230 milhões — !!! — no HSBC, sendo que quatro contas de Rabinovitch são em comum com os Steinbruch.
Que maravilha!
Pegaram a Privataria com a boca na botija!
Sim, porque o Benjamin Steinbruch, além de criar cavalos de raça e ser imperdível 'colonista' da 'Fel-lha', participou de alguns dos mais sombrios episódios da Privataria.
No Governo Itamar, ele comprou a Companhia Siderúrgica Nacional, na bacia das almas.
No Governo Fernando Henrique — o Guardião da Moral, no Estadão e no Globo — ele disputa com Daniel Dantas o papel de protagonista.
Steinbruch comprou a Vale, aquela que o 'Cerra' mandou o FHC vender a preço de banana.
(Depois, Steinbruch vendeu o que tinha na Vale para preservar a CSN.)
Segundo a revista Veja, no tempo em que se podia dizer que lia o detrito sólido de maré baixa, Steinbruch se utilizou de mecanismos heterodoxos para convencer o Ricardo Sérgio de Oliveira a entregar fundos de pensão na bandeja e facilitar a privataria.
(O Ricardo Sérgio de Oliveira foi chefe das finanças (sic) de campanhas do 'Cerra' e do FHC, e personagem central daPrivataria Tucana do Amaury)
Nada de novo.
Os tucanos no poder fizeram coisas de enrubescer os cleptocratas russos.
Porque, no Brasil, como se sabe, tucano gordo e vivo não vai em cana.
(Coitado do Anastasia, bode expiatório…)
Porém, tem mais, muito mais.
No “governo” do FHC, Benjamin Steinbruch “privatizou” 4.200 km de ferrovias da Rede Ferroviária e criou a Transnordestina Logística.
Privatizou de uma forma muito “criativa”, bem tucana.
Ficou com os 4.200 km em troca de uma acordo na Receita Federal, sem entregar ao Erário um tusta!
O Fernando Henrique merecia um capitulo da nova novela do Fernando Meirelles para a Globo, sobre idosos criativos.
Poderia ser interpretado pelo tucano Lima Duarte.
(Mas, quem sabe da vida dele é o Janio de Freitas)
Aí, o que aconteceu?
O Benjamin sentou em cima do projeto da Transnordestina, que sai do Piauí, vai a Pecem, no Ceará, e a Suape em Pernambuco.
A obra só anda depois que o Governo faz um “aditivo”.
Aditivo pra lá, aditivo pra cá, e a obra não segue no ritmo.
Por que a Dilma não “estatiza” a Transordestina?
Porque ela tem medo de perder os ratings…
E da Urubóloga — só pode ser.
Então, o Benjamin tem muito a esclarecer.
Levar ele, sentadinho, para a CPI do HSBC — que a Globo não cobre.
E perguntar: Dr Benjamin, além de criar cavalos e escrever para a 'Fel-lha', o senhor lava dinheiro?
De onde saiu o meio bilhão de dólares — !!! — que o senhor protege no HSBC?
Dos lucros da CSN?
Da venda de cavalos de raça?
Ou do jeton da 'Fel-lha'?
Benjamin Steinbruch tem muito o que explicar | Contexto Livre
Como a Ditadura Militar matou 8 mil índios na Amazônia | História do Dia
31 DE MARÇO DE 2015
Como a Ditadura Militar matou 8 mil índios na Amazônia
No dia 1º de abril de 1964, o presidente João Goulart foi deposto e o Brasil entrou em um período de 21 anos sem democracia. Estava instalado o regime militar no país, onde cinco generais do Exército se revezaram no poder, sempre eleitos sem o voto do povo. No ano passado, o golpe completou 50 anos e há um extenso material disponível na internet sobre o assunto. Nesta semana, em que o início de um dos períodos mais negros da nossa história completa aniversário, o História do Dia conta um pouco sobre como o Regime Militar matou mais de 8 mil índios nas florestas da região norte do país. Toda violência foi motivada por dinheiro, corrupção e também por simples maldade.
Segundo o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), 8.350 índios foram mortos durante os anos da Ditadura Militar. Mas os pesquisadores estão convictos de que esse número é imensamente maior, já que foi possível estudar apenas uma pequena parte dos casos. Toda essa matança foi encoberta pelo governo, que aliás, era quem promovia verdadeiras chacinas em nome do progresso.
O órgão responsável por cuidar dos indígenas era a Fundação Nacional do Índio (Funai), que por sua vez, era subordinado ao Ministério do Interior. Essa pasta era a que formulava políticas de desenvolvimento, como por exemplo, a abertura de estradas. Em 1970, o então presidente Emílio Garrastazu Médici lançou o Plano de Integração Nacional (PIN).
O governo militar, com a justificativa de que queria povoar a região norte e ligá-la as outras áreas do Brasil, lançou diversos programas de desenvolvimento. Isso incluía a construção de estradas que cortariam a Floresta, como por exemplo, a Transamazônica, que até hoje não tem asfalto. O governo também estimulou a pecuária nas terras da Amazônia e forneceu recursos para grandes latifundiários civis e militares. Mas para abrir espaço para passarem os carros, caminhões e bois, os governantes precisavam remover os índios. E aí que os problemas dessa população começaram.
O próprio Ministério do Interior mapeou que no caminho da Transamazônica estavam grupos indígenas de 29 etnias diferentes, sendo que 11 deles jamais tinham tido contado com o homem branco. O levantamento produzido pelo ministério recomendou que 30 desses grupos fossem “pacificados”. Mas na verdade eles foram dizimados.
Em 1967, o procurador da república Jader de Figueiredo Correia fez uma expedição pela Amazônia para investigar as violações aos direitos dos índios. De acordo com o Ministério Público Federal, foram percorridos mais de 16 mil quilômetros e foram visitadas mais de 130 povoados indígenas. Foi constatado que os militares assassinaram índios com metralhadoras e dinamites atiradas de aviões, inoculações propositais de varíola em povoados isolados e doações de açúcar misturado a estricnina (veneno). Esse relatório, que ficou conhecido como Figueiredo, ficou perdido por 45 anos e foi encontrado no Museu do Índio, no Rio de Janeiro, em 2013. Ele foi entregue para os pesquisadores do CNV.
No estudo do CNV, ainda foram apontados outros fatores de descompromisso com a preservação dos índios. Durante as remoções, os índios que sobreviviam eram postos próximos de aldeias inimigas, por exemplo. Ou a falta de cuidado com a aproximação com povos que não tinham contato com brancos, que se infectaram com diversas doenças. Além dos inúmeros casos de estupros aos quais as mulheres indígenas foram submetidas por operários das obras do PIN.
Todos os relatórios consultados para esse texto estão disponíveis na internet. Para acessar o da Comissão Nacional da Verdade, clique aqui. O relatório Figueiredo pode ser lido em três partes diferentes: Parte 1, Parte 2 e Parte 3.
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