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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Balanço, crédito e ação em alta: eis a nova Petrobras | Brasil 24/7

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Engavetamento de Gilmar faz aniversário: um ano | Brasil 24/7

Gilmar é um cara manero
Gilmar é um cara batuta
Gilmar da HC por dinheiro
Gilmar é um FDP

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Perícia médica poderá ser feita no Sistema Único de Saúde — Portal Brasil

ECONOMIA E EMPREGO

Perícia médica poderá ser feita no Sistema Único de Saúde

Auxílio-doença

Caberá a empresa pagar até 30 dias de afastamento ao empregado e não 15, como antes. Também houve mudança no cálculo do benefício
por Portal BrasilPublicado01/04/2015 16h53Última modificação01/04/2015 16h53
A consulta de perícia médica obrigatória para comprovar a necessidade do recebimento de auxílio-doença agora pode ser feita no Sistema Único de Saúde (SUS), informou o Ministério do Planejamento nesta quarta-feira (1º).
Além disso, caberá a empresa pagar até 30 dias de afastamento ao empregado e não 15, como era antes. Houve mudança também no cálculo do benefício que não poderá exceder a média das últimas 12 contribuições.
Essas novas regras passaram a valer no dia 27 de fevereiro, quando a Medida Provisória 664, que ajusta a legislação previdenciária, entrou em vigor.
Segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, “agora vai ficar mais fácil para o trabalhador pedir o auxílio-doença porque ele vai poder fazer a perícia não só no INSS, mas também na rede do SUS ou na sua própria empresa, se essa empresa for conveniada do INSS”, pontuou.
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APEOESP - N° 23 - Governo não apresenta propostas A GREVE CONTINUA!

APEOESP - N° 23 - Governo não apresenta propostas A GREVE CONTINUA!

Renato Janine fala em aproximar a educação do mundo da cultura — Rede Brasil Atual





Renato Janine fala em aproximar a educação do mundo da cultura

Em sua primeira entrevista depois da indicação para o MEC, Janine fala ao 'Observatório da Imprensa' sobre sua visão da educação e da ideia de aproximá-la do mundo da cultura
por Bruno Bocchini, da Agência Brasil publicado 01/04/2015 12:06, última modificação 01/04/2015 12:12
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REPRODUÇÃO/TV BRASIL
Janine
Janine diz ter sido surpreendido com a nomeação para o ministério e demonstrou empolgação
“Acredito na educação como libertação. Saber não é uma transmissão de conteúdos, não é uma padronização. Penso que um dos pontos importantes é como a gente aproxima isso do mundo da cultura”, disse em entrevista o novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, ao jornalista Alberto Dines, no programaObservatório da Imprensa, da TV Brasil, que foi ao ar ontem (31), às 20h.
“O mundo da educação é muito mais regulado, porque há cursos, currículos, nota, diploma. Estou fazendo uma esquematização muito simples. O mundo da cultura, você pode ver (o filme) Lincoln, do (diretor Steven) Spielberg, é uma aula sobre escravagismo e abolição. Aula mesmo seria diferente”, acrescentou Janine, lembrando que o aprender tem se tornado mais uma obrigação e menos um prazer.
CPFL CULTURA/FLICKRJanine2
Janine é o novo ministro da Educação
Professor titular de ética e filosofia política da Universidade de São Paulo (USP), o ministro disse estar empolgado com sua nova missão e confessou que, para ele, foi uma “enorme surpresa” a indicação da presidenta para que ele assumisse a pasta. “Estou empolgado. Foi uma surpresa. Realmente eu não esperava. Houve algumas postagens no Facebook em favor do meu nome, mas também em favor de outros nomes.”
Também fez reflexões sobre a democracia brasileira e as recentes manifestações de rua. Considerando que a democracia depende de instituições, mobilização política e cultura política, o professor avaliou que o país ainda enfrenta problemas no terceiro quesito.
“O problema é a cultura política. Política quer dizer que não existe um lado totalmente certo e outro totalmente errado. Você tem preferências. Tem de ter pelo menos dois grupos divergentes, apresentando propostas diferentes. Mas ambos dignos, ambos legítimos”, destacou.
“A tendência para escassez de cultura política é achar que a origem de todos os males está sempre na corrupção. E sempre o corrupto é o partido que nós não gostamos. É o outro. Quando vejo esse tipo de discurso, a recusa de diálogo, me parece coisa infantil”, explicou.
Sobre como analisaria o reaparecimento de movimentos fascistas, Janine informou que vê na atualidade muita liberdade, mas também insegurança. E que, ao contrário de décadas atrás, as pessoas não vivem mais dentro de um pacote de identidade, que antes trazia garantias.
“No passado, cada um de nós vivia em um pacote identitário. A gente nasceu na classe média. Tinha umas três ou quatro carreiras universitárias para fazer. Iríamos escolher uma, casar no rito religioso. Tudo está pronto e você não sai dele”, observou.
“De repente, nada mais é obrigatório. Você pode dar vazão ao que você é e ao que você quer. Ficamos em situação mais instável, mas com maior liberdade, com maior possibilidade de realização pessoal, mas, estranhamente, com maior possibilidade de frustração. Acho que esse horizonte assusta muito”.
O futuro ministro acrescentou que, após receber a indicação para assumir a pasta, recebeu muitas mensagens. Um pequeno número delas cobrando disciplina na sala de aula e até a expulsão de alunos em determinadas situações.
“Olho e penso que eles estão falando de condutas horríveis, que não podem ser toleradas. Concordo. Mas a demanda principal é saber se se colocar ordem na bagunça vai resolver. Isto não existe. Este não é um projeto pedagógico, não é um projeto de país.”
“No Brasil, há uma certa ideia muito antiga de que, com um homem providencial, autoritário, mal-humorado, despótico, tudo vai funcionar”, concluiu.
Renato Janine fala em aproximar a educação do mundo da cultura — Rede Brasil Atual

Há Judas que não esperam nem a Aleluia: Serra, fiel à Chevron, já quer tirar Petrobras do pré-sal | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Judas que não esperam nem a Aleluia: Serra, fiel à Chevron, já quer tirar Petrobras do pré-sal

20 de março de 2015 | 20:06 Autor: Fernando Brito
judas
Da Folha, em 13 de dezembro de 2010:
Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse (José)Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama (da embaixada americana no Brasil, vazado no escãndalo do Wikileaks).
Pois, avisado pelo Brasil 247, de que o senhor José Serra queria “encolher” a Petrobras, com aquela lenga-lenga de “fios têxteis”fui conferir lá no Senado e está, fresquinho, o Projeto de Lei n° 131, apresentado ontem pelo de novo Senador, que não tem nada de “fios têxteis” ou fertilizantes, como ele alegou ser necessário tirar da Petrobras.
O projeto trata só, “somente só” de entregar o pré-sal, abolindo não apenas a condição de operadora exclusiva de poços no pré-sal pela Petrobras como, até mesmo, a sua participação mínima de 30% em consórcios de exploração ali localizados.
Não é preciso mais que um parágrafo da justificativa apresentada por Serra para que se veja o que ele quer:
“Torna-se imprescindível (…) a revogação da participação obrigatória da estatal no modelo de exploração de partilha de produção, bem como da condicionante de participação mínima da estatal de, ao menos, 30% da exploração e produção de petróleo do pré-sal em cada licitação, disposições constantes da Lei n° 12.351, de 22 de dezembro de 2010. Tal revogação atende aos interesses nacionais e, portanto, deve ser adotada pelo governo. “
Atende aos interesses nacionais de quem, José Serra?
Dos norte-americanos?
A conversinha sórdida de que “a Petrobras está sobrecarregada é sua maneira finória de, em um mês e meio de mandato, cumprir as suas juras de fidelidade aos interesses das petroleiras estrangeiras, que não querem a Petrobras – e o Brasil – com o controle nem econômico nem operacional dos poços gigantes do pré-sal.
Nem os sheikes da Arábia Saudita entregam diretamente suas reservas de petróleo aos americanos, Senador.
O roubo que isso fará ao Brasil é, num dia, tudo o que um Barusco roubou, nos anos e anos em que, desde FHC, se corrompeu na Petrobras. Em uma semana, mesmo com o petróleo baratinho como está, deixa no chinelo toda a caterva dele, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef à frente.
Reconheço-lhe a coerência e a honestidade: cumpriu o que prometeu.
Apresentou-se como Judas ao Império.
Haverá o dia em que, nos bonecos que se malham aos Sábados de Aleluia, será aposto um cartaz com o seu nome.
Há Judas que não esperam nem a Aleluia: Serra, fiel à Chevron, já quer tirar Petrobras do pré-sal | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Notícia boa é só para os espertos. Para os bobos, tome desgraça | TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Notícia boa é só para os espertos. Para os bobos, tome desgraça

1 de abril de 2015 | 11:51 Autor: Fernando Brito
chinaimport
Você abre os grandes sites e, de Petrobras, só lê desgraça.
Não fica sabendo, por exemplo, que as ações da empresa sobem 5%, o que saberia se fosse uma queda de 5%.
Nem que as ações da empresa ultrapassaram, pela primeira vez desde o início do ano, a marca de R$ 10.
A ultima vez que valeram mais que isso, na Bolsa (valem, de fato, muito mais) foi no dia 15 de dezembro.
Pode ser que caia um pouco, pois vai ter muita gente que comprou a R$ 8, no fim de janeiro, vendendo para realizar um lucro nada desprezível de quase 30% em dois meses.
Tudo porque, na notícia que não se dá com destaque, o Banco de Desenvolvimento da China (uma espécie de BNDES deles) deu um empréstimo de US$ 3,5 bilhões à Petrobras, o que resolve quase um terço de seus problemas de financiamento para investimentos.
E não deu de “bonzinho”, porque chinês não é bonzinho, mas é bom de aproveitar oportunidades.
Embora os detalhes do negócio não tenham sido divulgados, ainda, é certo que é grana vinculada a contratos de exportação firme de petróleo para os chineses, que não dispõe dele em todas as suas necessidades e  não querem ficar exclusivamente presos à importação do  barril de pólvora do Oriente Médio.
De lá vem metade de suas importações de petróleo. Ou 60%, se colocarmos a Rússia no saco.
Mas qual é a diferença entre o interesse da China no petróleo e o mesmo desejo dos EUA?
Simples. Eles querem o petróleo, muito mais que a cadeira produtiva do petróleo para suas empresas.
Para as petroleiras chinesas entrarem, ainda assim timidamente, na parcela aberta da exploração de petróleo no Brasil é um custo.
Até nos 20% que duas empresas chinesas dividiram no leilão de Libra, associadas à Petrobras, tinha um chinês lá, marcando em cima o consórcio, para o caso de aparecer alguém querendo dar mais que o lance mínimo. Só sossegou quando abriram o envelope e o recheio do “pastel” era o combinado.
Não estão nem aí para especulação, estão atrás de negócios estratégicos.


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