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quarta-feira, 25 de março de 2015

Gleisi sobre doações: parte é propina e parte é patriotismo? | Brasil 24/7

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Lula desmente matéria do Estadão | Portal Fórum

Lula desmente matéria do Estadão | Portal Fórum

Documentário norte-americano diz que mídia brasileira é patrocinada pelo governo dos EUA para atacar Petrobrás

Documentário norte-americano diz que mídia brasileira é patrocinada pelo governo dos EUA para atacar Petrobrás



Documentário viral nos EUA, 'Koch Brothers Exposed' lançado em 2012 mostra como os bilionários David e Charles Koch compraram o congresso norte-americano e hoje patrocinam a grande mídia brasileira para atacar a Petrobrás

Por Antonio Carlos

David Koch se divertia dizendo que fazia parte “da maior companhia da qual você nunca ouviu falar”. Um dos poderosos irmãos Koch, donos da segunda maior empresa privada dos Estados Unidos com um ingresso anual de 115 bilhões de dólares, eles só se tornaram conhecidos por suas maldosas operações no cenário político do país.
Se esses poderosos personagens são desconhecidos nos Estados Unidos, o que se dirá no Brasil? No entanto eles estão diretamente envolvidos nas convocações para o protesto do dia 15 de março pela deposição da presidenta Dilma.
Segundo a Folha de São Paulo o “Movimento Brasil Livre”, uma organização virtual, é o principal grupo convocador do protesto. A página do movimento dá os nomes de seus colunistas e coordenadores nos Estados. Segundo o The Economist, o grupo foi “fundado no último ano para promover as respostas do livre mercado para os problemas do país”.
Entre os “colunistas” do MBL estão Luan Sperandio Teixeira, que é acadêmico do curso de Direito Universidade Federal do Espírito Santo e colaborador da rede Estudantes Pela Liberdade (EPL) do Espírito Santo [leia a ressalva feita por Luan, em mensagem a “Outras Palavras”];Fabio Ostermann, que é coordenador do mesmo movimento no Rio Grande do Sul, fiscal do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e diretor executivo do Instituto Ordem Livre, co-fundador da rede Estudantes Pela Liberdade (EPL), tendo sido o primeiro presidente de seu Conselho Consultivo, e atualmente, Diretor de Relações Institucionais do Instituto Liberal (IL). Outros participantes são Rafael Bolsoni do Partido Novo e do EPL; Juliano Torres que se define como empreendedor intelectual, do Partido Novo, do Partido Libertários, e do EPL.
Segundo o perfil de Torres no Linkedin, sua formação acadêmica foi no Atlas Leadership Academy. Outro integrante com essa formação é Fábio Osterman, que participou também do Koch Summer Fellow no Institute for Humane Studies.
A Oscip Estudantes pela Liberdade é a filial brasileira do Students for Liberty, uma organização financiada pelos irmãos Koch para convencer o mundo estudantil da justeza de suas gananciosas propostas. O presidente do Conselho Executivo é Rafael Rota Dal Molin, que além de ser da Universidade de Santa Maria, é oficial de material bélico (2º tenente QMB) na guarnição local.

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Outras das frentes dos irmãos Koch são a Atlas Economic Research Foundation, que patrocina a Leadership Academy, e o Institute for Humane Studies, às quais os integrantes do MBL estão ligados.
Entre as atividades danosas dos irmão encontra-se o roubo de 5 milhões de barris de petróleo em uma reserva indígena (que acarretou uma multa de 25 milhões de dólares do governo americano) e outra multa de 1,5 milhões de dólares pela interferência em eleições na Califórnia. O Greenpeace considera os irmãos opositores destacados da luta contra as mudanças climáticas. Os Koch foram multados em 30 milhões de dólares em 300 vazamentos de óleo.
As Koch Industries têm suas principais atividades ligadas à exploração de óleo e gás, oleodutos, refinação e produção de produtos químicos derivados e fertilizantes. Com esse leque de atividades não é difícil imaginar o seu interesse no Brasil — a Petrobras é claro. Seus apaniguados não escondem esse fato.
O MBL, que surgiu em apoio à campanha de Aécio Neves, não esconde o que pretende com a manifestação: “O principal objetivo do movimento, no momento, é derrubar o PT, a maior nêmesis da liberdade e da democracia que assombra o nosso país” disseram Kim Kataguiri e Renan Santos em um gongórico e pretensioso artigo na Folha de S.Paulo. Eles não querem ser confundidos com PSDB, que identificam com o outro movimento: “os caras do Vem Pra Rua são mais velhos, mais ricos e têm o PSDB por trás” diz Renan Santos. “Eles vão pro protesto sem pedir impeachment. É como fumar maconha sem tragar”. Kataguiri não se incomoda que seja o PMDB a ascender ao poder: “O PMDB é corrupto, mas o PT é totalitário”. Mas Pedro Mercante Souto, outro dos porta-vozes do MBL, foi candidato a deputado federal no Rio de Janeiro pelo PSDB (com apenas 0,10% dos votos não se elegeu).
Apesar do distanciamento do PSDB a manifestação do dia 15 parece ser apenas uma nova tentativa de 3º turno, mas como vimos ela esconde uma grande negociata. “Business as usual”.

Veja abaixo Koch Brothers Exposed, documentário lançado em 2012 que se tornou viral nos EUA ao mostrar como os bilionários David e Charles Koch, representando o 1%, desvirtuaram a democracia americana, comprando a Câmara e o Senado.



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Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/03/documentario-norte-americano-diz-que.html#ixzz3VQrAuQyv




Documentário norte-americano diz que mídia brasileira é patrocinada pelo governo dos EUA para atacar Petrobrás

Dilma assina MP que mantém valorização do salário mínimo até 2019 | Portal Fórum

Pode tussir a vaca,,,Mas a Presidenta mantém o que é essencial e necessário para os trabalhadores,

Dilma assina MP que mantém valorização do salário mínimo até 2019

março 25, 2015 10:04
Presidenta diz que política do mínimo foi um dos ‘sustentáculos’ da economia. Ela destacou papel das centrais sindicais e agradeceu participação do Congresso
Por RBA 
A presidenta Dilma Rousseff assinou na tarde desta terça-feira (24) medida provisória que renova até 2019 a política de valorização do salário mínimo, iniciada no primeiro mandato do governo Lula. O novo texto deve substituir projeto de lei aprovado duas semanas atrás pela Câmara.
“Creio que é um sustentáculo do desenvolvimento”, afirmou Dilma, lembrando que o aumento acumulado nos últimos anos foi “um dos motivos pelos quais conseguimos passar por esse momento de dificuldade”. Ela voltou a manifestar otimismo em relação à recuperação da economia. “Este país tem uma economia sólida, não temos nenhum desequilíbrio. O país está passando por uma dificuldade conjuntural.”
Também fez referência ao ajuste fiscal. “O governo sabe que o ajuste é fundamental para o Brasil. Isso não significa que as políticas sociais não estejam mantidas. Se a gente puder elencar as coisas que mudaram o Brasil, uma delas é a valorização do salário mínimo”, disse Dilma. “Podemos enfrentar os ciclos (econômicos) de forma a garantir que as conquistas que nós atingimos não sejam comprometidas.”
A política do salário mínimo é resultado de uma campanha iniciada em 2004 pelas centrais sindicais, que realizaram três marchas a Brasília para pressionar Executivo e Legislativo. Em 2007, foi criada uma política permanente, que tinha como critérios reajuste pela inflação do ano anterior mais aumento real conforme a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores, além de antecipação da data-base de revisão a cada ano, até chegar a janeiro, o que aconteceu em 2010. “Esta sistemática se mostrou eficiente na recuperação do valor do salário mínimo e é reconhecida como um dos fatores mais importantes no aumento da renda da população mais pobre”, afirma o Dieese.
Em janeiro deste ano, o mínimo foi fixado em R$ 788. Desde 2002, de acordo com o instituto, ganho real soma 76,54%. Em entrevista coletiva logo após a assinatura da MP, Dilma destacou o papel das centrais, que “construíram conosco a política de valorização do salário mínimo”. E também ressaltou o papel do Congresso. “É um momento especial e agradeço aos parlamentares, porque foi com a compreensão e participação (deles) que estamos dando esse passo. Sabemos que é da relação político-democrática aceitar críticas. Recebemos e aceitamos. Agora fazemos por onde atender.”

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Dilma assina MP que mantém valorização do salário mínimo até 2019 | Portal Fórum

Sebastião Salgado: “Pela 1ª vez, os que estão no governo não são os mesmos que dominam os meios de comunicação” | Portal Fórum

Sebastião Salgado: “Pela 1ª vez, os que estão no governo não são os mesmos que dominam os meios de comunicação”


março 25, 2015 09:35
Sebastião Salgado: “Pela 1ª vez, os que estão no governo não são os mesmos que dominam os meios de comunicação”

Por Redação
Pouco antes de uma palestra em Belo Horizonte no início deste mês, o fotógrafo Sebastião Salgado, de 71 anos, afirmou que os casos de corrupção que estão vindo à tona nos últimos tempos se devem ao fato de que o governo federal não é mais comandado por pessoas ligadas aos monopólios de comunicação. As informações são da CartaCapital.
“Pela primeira vez, os que estão no governo não são os mesmos que dominam os meios de comunicação e por isso há informação sobre corrupção. Pela primeira vez, os corruptores estão pagando. Antes, só alguns intermediários eram acusados de corrupção”, falou em entrevista, momentos antes de participar do projeto Sempre um Papo, que leva escritores e artistas para conversarem com o público na capital mineira. 
“O Brasil já é um grande País e está cada vez mais sério”, completou. 
No encontro, Salgado, que com sua esposa mantêm o Instituto Terra – responsável pelo plantio de mais 2 milhões de árvores em Aimorés, no interior de Minas Gerais – falou também sobre a questão ambiental no país. 
“Matamos os nossos rios e as nossas florestas, e não há partido ou político que vá resolver isso sozinho”, afirmou, explicando ainda os motivos que, na sua opinião, levaram à situação atual de falta d’água. 
“Depois do segundo governo do PT, há um acesso de 40 milhões de pessoas à classe média. Isso nunca aconteceu e é positivo, mas gera demanda de água”, analisou.
Foto: Cristine Rochol/PMPA
Sebastião Salgado: “Pela 1ª vez, os que estão no governo não são os mesmos que dominam os meios de comunicação” | Portal Fórum

CLAUDICANDO: Fernando Castilho – O Quarto Reich Tupiniquim



quarta-feira, 25 de março de 2015

Fernando Castilho – O Quarto Reich Tupiniquim

Nazismo

Por Fernando Castilho, via QTMD?

É lógico que não me preocupo aqui, neste texto, em sequer insinuar que, do jeito que as coisas vão, algo tão grotesco poderá vir a acontecer ao Brasil.

Porém, no ano passado, quando se completaram 50 anos do golpe militar, alguns colunistas de jornais flertaram com novo golpe ao publicarem comentários e até uma pesquisa de opinião, lembram-se?

As pessoas que na época se manifestaram a favor da volta do regime militar não conseguiriam lotar uma Kombi, e acabamos por rir muito.

No dia 15 de março, o número dos que querem a ditadura subiu muito, mas continuamos a rir muito, não sem motivo, dada a ausência do mínimo de sanidade.

Porém, até quando riremos?

Embora não haja como dialogar, argumentar com quem não consegue articular seu discurso com racionalidade, devemos nos lembrar que também não se discute com tsunamis.
 
Todos sabemos como se deu a ascensão de Hitler ao poder na Alemanha, de Mussolini na Itália, de Franco na Espanha (golpe militar), de Salazar em Portugal.

Embora haja diferenças entre elas, todas tem em comum o fascismo (no caso de Hitler, nazismo), o autoritarismo, censura, repressão, torturas, assassinatos, etc..

No Brasil Getúlio Vargas, através de golpe militar, comandou o país seguindo a mesma cartilha com seu Estado Novo, governando com mão de ferro de 1930 a 1945 quando foi deposto por outro golpe.

Em 1964 chegou a vez dos militares derrubarem Jango, dando início aos chamados 21 anos de chumbo, de triste memória.

Todos sabemos também, através dos livros de História e de filmes que, embora costumem retratar somente os heróis americanos comandando os aliados contra os alemães, que a subida de Hitler ao poder se deu em meio à uma enorme inflação e a uma carestia e desemprego sem tamanho, herança ainda da crise mundial de 1929.

Para que Hitler subisse ao poder, a imprensa teve um papel muito importante, destacando-o como a grande salvação da pátria.
Após ter assegurado o poder político sem ter ganho o apoio da maioria dos alemães, Hitler tratou de o conseguir, e na verdade, permaneceu fortemente popular até ao fim do seu regime. Com a sua oratória e com todos os meios de comunicação alemães sob o controle do seu chefe de propaganda, Joseph Goebbels, ele conseguiu convencer a maioria dos alemães de que era seu salvador.

Para todos aqueles que não ficaram convencidos, a SS e a Gestapo davam um jeito, colocando-os em campos de concentração.

Para isso não faltaram delatores.

Vizinhos e amigos que não compactuavam com o regime eram denunciados.
Filhos entregavam pais, irmãos entregavam irmãos.

O desfecho todo mundo sabe.

Um milhão de pessoas mortas, fora as torturadas e mutiladas. Judeus, homossexuais, ciganos, mestiços, negros e…comunistas.

Mas por que Hitler foi apoiado pela grande maioria da população, excetuando-se operários de Berlim e de outras cidades grandes, que resistiram bravamente até onde puderam?

O que fez homens, donas de casa, meninos e meninas, pessoas comuns amarem tanto o fuhrer?

Há anos atrás conheci um alemão que veio pela Ford alemã, trabalhar em sua unidade de Camaçari, Bahia.

Lá, Joseph conheceu e se casou com uma baiana, o que fez-lhe valer um diferente sotaque alemão.

Em conversa com amigos brasileiros, alguém lhe perguntou sobre o que levou o povo alemão, notadamente a classe média a apoiar tão fortemente Hitler.

Joseph fechou a cara. Nós outros pedimos para ele deixar pra lá, mas o alemão, recomposto, resolveu falar.

Disse que a geração de seus pais, filha dos que fizeram a guerra, viveu sua vida nas sombras, com um sentimento de culpa tão forte que ele não se lembra de alegria em sua casa.

Joseph não conversava com seus pais, não era levado à festas ou comemorações. Assim também era com seus amiguinhos de infância.

Sua cidade era cinzenta, triste, soturna.

Mas arrematou em seguida que ele e seus contemporâneos não tinham nada a ver com o que seus avós fizeram, portanto não carregavam esse sentimento de culpa.

Sua cidade agora era alegre, colorida e festeira com muita música, dança e cerveja.

Assegurou que aquele pesadelo não iria mais se repetir pois o repúdio da população ainda é muito forte.

O nazismo é proibido por lei na Alemanha, embora ainda existam pequenos grupos neo-nazistas.

O nazismo não pode ser comparado à ditadura militar que o Brasil viveu a partir de 1964. Ou pode?

Tiremos a matança de judeus e minorias. Substituemo-las por quem discordava do regime, inclusive os comunistas e socialistas.

Tiremos a matança de homossexuais. Substituemo-la pela pregação homofóbica que tem causado a morte de tantos jovens Brasil afora.

Hitler subiu ao poder com apoio maciço da imprensa.

Por aqui os jornais O Globo, Folha de São Paulo, Estadão, O Dia, Correio da Manhã e Jornal do Brasil apoiaram a ditadura, sendo responsáveis diretos pela mobilização em torno da derrubada de Jango.

Enquanto na Alemanha era fomentado o ódio, indispensável para chocar o ovo da serpente, por aqui não foi diferente em 1964.

Dominar o mundo também não estava nos planos dos generais brasileiros, uma vez que para eles o Brasil já tinha dono, os Estados Unidos, que fomentaram o golpe.

15 de março foi o dia em que os defensores da democracia ficaram horrorizados.

Claro que a grande maioria dos que compareceram aos protestos quer a saída de Dilma Rousseff e o fim do PT, não por motivo de corrupção, nem por crise econômica. Apenas, correndo o risco de generalizar, luta de classes.

Embora haja muita falta de informação e muitos grupos com ideias as mais diversas, há que se considerar que a discordância é elemento próprio da democracia. Isso não se discute.

Mas, ao contrário dos primeiros protestos pedindo impeachment da presidenta, já em janeiro, desta vez o número de pessoas exigindo a volta da ditadura militar, inclusive com suásticas, foi considerável.

Isso é muito preocupante.

Em comum com a Alemanha de 1933 e o Brasil de 1964, o ódio e a histeria coletiva, o firme apoio da Rede Globo e de outras mídias, e a quase ausência de negros e pobres, mesmo em Salvador, onde eles são 80¨% da população.

A diferença com a Alemanha fica por conta da situação econômica do Brasil de hoje, que não pode ser comparada à daquele país na época.

Enquanto no país europeu, passados 70 anos, ainda há repúdio ao nazismo, no Brasil, após somente 30 anos, já tem gente sentindo saudades do regime militar.

Na Alemanha o nazismo é criminalizado, enquanto um atentado à democracia. No Brasil, quem defende a ditadura sai cantando como passarinho, embora a Constituição o proíba.

Tanto os regimes da Alemanha, quanto da Espanha, Itália e Portugal presenciaram o surgimento de um líder que os levou à ascensão e à queda. No Brasil esses grupos ainda estão difusos. Vale lembrar que Jair Bolsonaro, o mais cotado, foi vaiado.

Outra diferença são as faixas em inglês.

*Fernando Castilho é arquiteto urbanista, formado pela USP. Professor e blogueiro, mora no Japão e mantém no QTMD? a coluna “Em memória de Getúlio”.
CLAUDICANDO: Fernando Castilho – O Quarto Reich Tupiniquim