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quarta-feira, 25 de março de 2015

Rui prega renovação e volta do PT às origens | Brasil 24/7

Rui prega renovação e volta do PT às origens | Brasil 24/7

"Nossa greve não existe para a Rede Globo", afirmam professores de São Paulo

"Nossa greve não existe para a Rede Globo", afirmam professores de São Paulo



Presidente do sindicato enviou carta ao diretor de Jornalismo da emissora, pedindo "coerência" na cobertura das manifestações que ocorrem no Estado

Por Redação - com informações do Jornal GGN

Durante semanas o governo do Paraná, capitaneado por Beto Richa (PSDB), enfrentou uma greve geral que pôs mais de 100 mil professores nas ruas, em protesto por melhores condições de trabalho e renda. Apesar da dimensão dos atos, a grande mídia deu pouco espaço às demandas dos educadores, e o mesmo ocorre, agora, em São Paulo, Estado governado pelo correligionário de Richa, Geraldo Alckmin. "Nossa greve não tem a devida cobertura na maior rede de televisão do país", escreveu o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (APEOESP).
O tratamento não passou em branco. Em carta a Ali Kamel, diretor de Jornalismo da maior emissora do país, a Rede Globo, Maria Izabel Azevedo Noronha, presidente da APEOESP, cobrou coerência e isonomia na cobertura das manifestações em São Paulo. "Os professores da rede de ensino público de São Paulo estão em greve desde o dia 13 de março. Para a Rede Globo, no entanto, nossa greve não existe", introduziu a dirigente.
Maria Izabel destacou que cerca de 40 mil professores marcharam na Rua da Consolação na sexta-feira (20), mas não houve menção nos telejornais da Globo. "A mesma emissora, porém, fez grandiosas reportagens ao vivo nas manifestações do dia 15 de março, na Paulista. Por que a diferença de tratamento?", questinou.
Segundo a presidente, mesmo com o protesto tendo atingido cerca de 135 mil professores, que estão parados aguardando negociação com o governo Alckmin, a Globo segue sem ouvidos para a entidade que representa a categoria. Em contrapartida, os microfones estão sempre abertos à Secretaria de Estado de Educação, em defesa da gestão tucana.
"A ética do bom jornalismo determina que todas as partes envolvidas em determinado fato sejam ouvidas e que sejam divulgadas suas posições", lembraram os professores. "Se a Rede Globo defende a liberdade de expressão, deve cumprir as regras do Estado democrático de direito. Como concessão pública, deve cumprir seu papel de informar à população sobre todos os fatos que possam interessar."
A próxima assembleia estadual acontece em 27 de março, às 14h, no MASP. A APEOESP demanda aumento salarial de 75,33% para equiparação salarial com as categorias de ensino superior. Entre outros pedidos estão o de desmembramento de salas de aula superlotadas, a conversão de bônus salarial em reajuste, garantia de direitos na contratação de professores temporários, limitação de 25 alunos por sala nos ensinos fundamental e médio, atendimento médico, infraestrutura adequada e educação integrada no lugar de escolas integrais.


Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/03/nossa-greve-nao-existe-para-rede-globo.html#ixzz3VQ0pPqks


"Nossa greve não existe para a Rede Globo", afirmam professores de São Paulo

No inicio da segunda semana, 159 mil professores já aderiram a greve em São Paulo

No inicio da segunda semana, 159 mil professores já aderiram a greve em São Paulo



Quase 60% dos professores já aderiram a greve em São Paulo, já são 159 mil docentes na luta contra o governo de Geraldo Alckmin segundo o sindicato

Por Redação - em São Paulo

O sindicato que representa os professores estaduais de São Paulo, a Apeosp, afirma que 159 mil professores estaduais estão em greve, o que representa 59% da categoria. Já a Secretaria Estadual da Educação diz apenas 2,4% aderiram à paralisação na segunda-feira (23), como mostrou o Bom Dia São Paulo.
A reportagem fez um levantamento em várias escolas e observou que muitos alunos estão com atividades interrompidas, mas há unidades que mantêm rotina normal.
Os professores querem um aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior, rumo ao piso do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística para Estudos Socioeconômicos), com jornada de 20 horas semanais de trabalho. Os professores protestam ainda contra fechamento de classes e contra salas superlotadas.
Na tarde de sexta-feira (20), a categoria decidiu manter a greve, que foi aprovada na sexta-feira (13). A categoria afirma que o governo ainda não abriu negociações salariais, apesar de quatro pedidos de audiência. Além disso, o sindicato alega que a Secretaria de Educação acenou com 10,5% de aumento para apenas 10 mil professores que se saíram bem em uma prova, ignorando outros 220 mil profissionais da rede. O governo diz que deu reajustes acumulados de 45% nos últimos quatro anos.
A Secretaria Estadual de Educação (SES) defende que houve valorização da categoria.
"Nos últimos quatro anos houve um aumento acumulativo de 45% o que elevou o piso salarial paulista ao patamar 26% maior do que o nacional. Os professores ainda podem conquistar o reajuste salarial de 10,5% por meio da valorização pelo mérito ou por prática pedagógica e de 5% por meio de qualificações adquiridas durante a carreira", aponta a secretaria.
Ainda de acordo com a pasta, "mensalmente são R$ 700 milhões empenhados nos salários dos professores, uma média de R$ 8 bilhões anualmente".



Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/03/no-inicio-da-segunda-semana-159-mil.html#ixzz3VQ0JeEbC


No inicio da segunda semana, 159 mil professores já aderiram a greve em São Paulo