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sexta-feira, 20 de março de 2015

Inep dirigirá Rede de Agências Nacionais de Acreditação — Portal Brasil

EDUCAÇÃO 2015 03 INEP DIRIGIRÁ REDE DE AGÊNCIAS NACIONAIS DE ACREDITAÇÃO
EDUCAÇÃO

Inep dirigirá Rede de Agências Nacionais de Acreditação

Educação no Mercosul

'Rana' é responsável por avaliar qualidade de cursos de graduação do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela
por Portal BrasilPublicado19/03/2015 14h35Última modificação19/03/2015 14h35
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) assume papel de destaque no processo de avaliação da qualidade de cursos de graduação no âmbito do Mercosul.
Isto porque o Inep conduzirá, por dois anos, a Secretaria da Rede de Agências Nacionais de Acreditação (Rana). O anúncio ocorreu em Brasília, na terça (17), durante reunião do Setor Educacional do Mercosul (SEM), realizada na sede da Fundação Capes.
A Rana é responsável por estabelecer critérios de acreditação de cursos de graduação do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela. A rede está ligada ao Sistema de Acreditação Regional de Cursos de Graduação do Mercosul (Arcu-Sul).
A rede avalia as graduações e verifica o nível da qualidade do ensino superior desses países e constitui um mecanismo de reconhecimento da qualidade acadêmica, com dimensões, critérios e indicadores comuns. No cenário internacional tem representatividade pela elevação da qualidade e intercâmbio nas ações de avaliação e acreditação entre os membros do Mercosul Educacional.
Acreditação
O Inep terá como missão dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos na área de acreditação. Participam desse processo os cursos de Agronomia, Arquitetura, Engenharia, Veterinária, Enfermagem, Medicina e Odontologia. O encontro no Brasil definiu a inclusão também de Economia, Geologia e Farmácia.
Por meio do ato de acreditação, estados membros e associados do Mercosul reconhecem mutuamente a qualidade acadêmica das instituições universitárias cujos cursos de graduação tenham sido acreditados conforme o Sistema Arcu-Sul, durante o prazo de seis anos.
Denominam-se agências nacionais de acreditação as entidades específicas responsáveis pelos processos de avaliação e acreditação da educação superior, designadas pelo estado parte ou associado perante à reunião de ministros da Educação.
No Brasil, os executores do Sistema Arcu-Sul são o Inep, por meio da Diretoria de Avaliação da Educação Superior (Daes), a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes) e a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres).
Arcu-Sul
O Sistema de Acreditação Regional de Cursos de Graduação do Mercosul (Arcu-Sul) é resultado de um acordo entre os ministros de Educação de Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Chile, homologado pelo Conselho do Mercado Comum do Mercosul, em 2008, por meio da Decisão CMC nº 17/08.
Fonte:
Inep 
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Inep dirigirá Rede de Agências Nacionais de Acreditação — Portal Brasil

Estados e municípios têm até junho para instituir metas dos planos de educação — Portal Brasil

EDUCAÇÃO 2015 03 ESTADOS E MUNICÍPIOS TÊM ATÉ JUNHO PARA INSTITUIR METAS DOS PLANOS DE EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO

Estados e municípios têm até junho para instituir metas dos planos de educação

Orientações do PNE

Entre 5.570 cidades, 44 cumpriram todas as fases e estão com planos sancionados. Prazo para criação e aprovação vai até 24/6
por Portal BrasilPublicado19/03/2015 10h44Última modificação19/03/2015 11h04
Divulgação/MECEntre as diretrizes que norteiam o plano estão: erradicação do analfabetismo, universalização do atendimento escolar e superação das desigualdades educacionais
Entre as diretrizes que norteiam o plano estão: erradicação do analfabetismo, universalização do atendimento escolar e superação das desigualdades educacionais
O Ministério da Educação (MEC) informa: estados e municípios devem criar e aprovar seus planos de educação até 24 de junho, conforme estabelecido no Plano Nacional de Educação (PNE). 
 “O prazo está se esgotando, mas ainda dá tempo”, afirma o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), Binho Marques. “Aqueles que ainda não começaram o processo – que vai desde o diagnóstico até a aprovação de lei municipal ou estadual – devem fazê-lo o quanto antes”, alerta.
Auxílio
Para que os entes consigam cumprir o prazo, o MEC colocou à disposição dos gestores municipais e estaduais uma estrutura de assistência técnica. As orientações estão disponíveis na página do PNE (pne.mec.gov.br), com roteiro completo, da construção à aprovação dos planos.
A Sase também tem feito reuniões com os coordenadores estaduais para tirar dúvidas e auxiliar no processo e abriu uma agenda de visitas aos secretários que estão com maior dificuldade de cumprir o prazo.
O MEC também tem uma equipe de 297 técnicos, supervisores e coordenadores que atendem todas as secretarias de educação dos estados e municípios.
Andamento
Os estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Maranhão são as unidades da Federação com planos já sancionados; Rondônia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul enviaram projetos de lei para apreciação dos legislativos; Distrito Federal e Roraima estão com os projetos elaborados; Acre, Tocantins, Rio de Janeiro e Pernambuco fizeram o documento-base; Amazonas, Pará, Amapá, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Goiás, Espírito Santo e São Paulo concluíram o diagnóstico da realidade local.
Os outros seis estados estão ainda no processo preliminar, apenas constituíram comissões coordenadoras.
Municípios
Entre os 5.570 municípios, 44 cumpriram todas as fases e estão com os planos sancionados; 17 já aprovaram as leis; 45 enviaram o projeto de lei à câmara de vereadores; 48 elaboraram o projeto de lei; 122 realizaram consultas públicas; 385 fizeram o documento-base; 1.083 concluíram o diagnóstico; e 2.906 instituíram comissão coordenadora.
Um grupo de 914 municípios ainda não iniciou o trabalho de elaboração ou adequação do plano e seis municípios não prestaram informações ao MEC.
Avanços
Em Criciúma (SC), o plano municipal está pronto, com lei aprovada desde o início de dezembro passado.
“O plano se inicia com a consciência de que para se realizar uma gestão educacional de qualidade é preciso elencar prioridades; para nós, o plano foi a prioridade número um”, afirma a secretária municipal de educação, Rose Mayr. Na visão dela, sem planejamento, não há como alocar bem os recursos para cada demanda educacional.
“Se temos uma direção a seguir, fica mais fácil se organizar e também garantir a continuidade das ações.”
Diretrizes e metas
Os planos estaduais e municipais de educação devem conter diretrizes e metas a serem alcançadas até 2024, mesma vigência do plano nacional. Vale lembrar que o apoio suplementar que o Ministério da Educação oferece aos municípios e estados levará os planos em conta.
“O MEC está ajustando programas, que devem priorizar entes federativos com metas bem definidas e com maior dificuldade técnica e financeira”, explica o secretário Binho Marques.
O Plano Nacional de Educação 2014-2024 foi instituído pela Lei 13.005/2014 e tem 20 metas que, ao todo, são amparadas por mais de 250 estratégias.
Para que o PNE se concretize como política de Estado integrada e colaborativa, os planos de educação do Distrito Federal, dos estados e dos municípios precisam estar alinhados a ele. Marques enfatiza que se os planos estiverem em consonância, os recursos serão otimizados e a nação avançará na ampliação do acesso e na qualidade da educação básica e superior.
Entre as diretrizes estão erradicação do analfabetismo, universalização do atendimento escolar, superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação, melhoria da qualidade da educação, entre outros. 
Fonte:
Portal Brasil com informações do Ministério da Educação
Estados e municípios têm até junho para instituir metas dos planos de educação — Portal Brasil

O exército de fakes nas mídias sociais - Viomundo - O que você não vê na mídia

O exército de fakes nas mídias sociais

publicado em 01 de março de 2012 às 01:43
“Inteligência tática de captação de informações” nos media sociais
Espionagem e propaganda utilizando o Facebook e o Twitter
Um novo estudo feito pelo Conselho Mediterrâneo de Estudos de Inteligência (MCIS) no Almanaque de Estudos de Inteligência de 2012 atenta para o uso dos medias sociais como “a inovação em inteligência tática de captação aberta de informações”. Joseph Fitsanakis da IntelNews.org, co-autor do estudo, declara:
Sustentamos que o Facebook, o Twitter, o YouTube e uma série de outras plataformas de redes sociais são cada vez mais consultadas por agências de inteligência como inestimáveis canais de aquisição de informações. Baseamos nossos resultados em três estudos de caso recentes, os quais, acreditamos, destacam a função da inteligência em relação às redes sociais. (Joseph Fitsanakis, Pesquisa: Cada vez mais espiões usam Facebook e Twitter para coleta de informações, intelNews.org), 13 de fevereiro de 2012. [1]
Porém, o que o estudo não menciona é o uso dos medias sociais feito por agências de inteligência para outros fins. A investigação nos leva a acreditar que os media sociais são somente um instrumento de captação de informações da inteligência, quando na verdade, um número de declarações mostrou que é utilizada para promover propaganda, inclusive para criar perfis falsos para dar suporte a operações secretas.
Estas práticas são discutidas no Exército de Fakes de Mídia Social para Promover Propaganda, Mídia Social: Força Aérea Encomenda Software para Monitorar Exército de Fakes Virtuais e Pentágono Busca Manipular Mídia Social para Fins de Propaganda [2] , publicados no Global Research em 2011. 

O estudo do MCIS se baseia parcialmente no contexto da “Primavera Árabe”, o qual supostamente instigou o governo americano a desenvolver diretrizes para inteligência de coleta de informações a partir de redes sociais” [3] .
Novamente, não se considera que o governo americano oferece “treinamento de liderança” para estrangeiros desestabilizarem seus países de origem. Esta tática está descrita em detalhes no último artigo de Tony Cartalucci, Egito: Ativistas Financiados pelos Estados Unidos sob Julgamento: “Promoção de Democracia” Americana = Sedição Internacional [4] .
A “cyber dissidência” é financiada, dentre outros, pela Freedom House, vinculada à CIA. O primeiro dos eventos da Human Freedom do Instituto Bush, co-financiado pela Freedom House, foi intitulado “Conferência sobre Cyber Dissidentes: Resultados e Desafios Globais”.
A conferência sobre cyber dissidentes destacou o trabalho, métodos, coragem e conquistas dos oito palestrantes dissidentes convidados, de sete países. Cinco desses países são regiões onde a liberdade foi extinta (todos avaliados como “não livres” pela Freedom House: China, Cuba, Irã, Síria e Rússia). Os outros dois países são regiões onde a liberdade está em perigo (ambos avaliados como “parcialmente livres” pela Freedom House) por causa de um governo autoritário que acumula mais poder, como na Venezuela, ou por causa da ameaça de grupos terroristas internos, como na Colômbia. (Conferência sobre Cyber Dissidentes: Resultados e Desafios Globais, Centro Presidencial George W. Bush) [5]
Países onde a “liberdade foi extinta” e que são aliados americanos, tais como Barém ou Arábia Saudita, não são listados acima. O único aliado americano listado é a Colômbia e considera-se que sua liberdade está ameaçada por grupos terroristas, e não por seu governo.
Vale dizer que o governo colombiano foi acusado de espionar seus jornalistas e que a Comissão Inter-Americana de Direitos Humanos (IACHR) declara que a liberdade de expressão ‘quase não existe’ na Colômbia. 

O objetivo do “treinamento de liderança” feito por ONGs americanas é o de desestabilizar os inimigos políticos da América em nome da liberdade. A “cyber dissidência” é, por sua vez, utilizada por agências de inteligência para operações secretas.
Notas 
[1] Joseph Fitsanakis, Research: Spies increasingly using Facebook, Twitter to gather data , intelNews.org, 13/fevereiro/2012.
[2] Army of Fake Social Media Friends to Promote Propaganda , Social Media: Air Force ordered software to manage army of Fake Virtual People e Pentagon Seeks to Manipulate Social Media for Propaganda Purposes.
[3] (Ibid.)
[4] Egypt: US-funded Agitators on Trial: US “Democracy Promotion” = Foreign-funded Sedition.
[5] The Conference on Cyber Dissidents: Global Successes and Challenges, The George W. Bush Presidential Center.
Tradução de Sergio Oliveira
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