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terça-feira, 10 de março de 2015

EM DEFESA DA PETROBRAS, DO PRE SAL. DOS ROYALTIES E FUNDO SOCIAL PARA A EDUCAÇÃO

SÉRGIO GABRIELLI E A VERDADE SOBRE A PETROBRAS, LEIA E NÃO DEIXE DE MANIFESTAR SEU APOIO À PETROBRAS NO DIA 13.










Gabrielli alerta: Lava Jato traz risco sistêmico | Brasil 24/7

Video: Venezuela: CNE califica de agresión las nuevas sanciones de EE.UU.

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Espaço Público entrevista João Pedro Stédile | | TV Brasil




Líder dos Trabalhadores Rurais Sem Terra relembra sua trajetória à frente do movimento
O lídero do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem TerraO lídero do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem TerraEspaço Público desta terça-feira, 10/03, entrevista o líder dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile. Ele relembra sua trajetória à frente do movimento que há 31 anos trabalha pela reforma agrária e a justiça social no Brasil e possui mais de 1 milhão e meio de integrantes.
Na conversa, Stédile fala sobre a mobilização nacional em defesa da Petrobrás prevista para acontecer em várias cidades brasileiras no dia 13 de março. O ativista é um dos signatários de um manifesto que afirma que as apurações das denúncias de corrupção na empresa desencadearam "um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia".
O encontro com o Papa Francisco, que aconteceu no ano passado, também será tema da entrevista. Nesta época, em declaração a um jornal italiano, o ativista falou sobre o diálogo dos movimentos sociais com a Igreja: “acho que Francisco teve a capacidade de se colocar corretamente diante dos grandes problemas do capitalismo atual como a guerra, a ecologia, o trabalho, a alimentação. E ele tem o mérito de ter iniciado um diálogo com os movimentos sociais. (…)
Sobre os objetivos e desafios do país, numa entrevista recente, Stédile declarou: “O Brasil precisa de um amplo debate a respeito de um projeto capaz de mobilizar os cidadãos, os movimentos, a favor das reformas estruturais necessárias, a começar pela política, mas sem deixar de lado a dos meios de comunicação e a tributária, que pune os assalariados e premia as grandes fortunas e o capital financeiro”.
Espaço Público é apresentado pelos jornalistas Paulo Moreira Leite Florestan Fernandes Júnior.
Espaço Público entrevista João Pedro Stédile | | TV Brasil

Quem se surpreendeu por o Jornal Nacional dar uma forcinha aos golpistas? | Brasil 24/7

Leia 12 mentiras sobre o PT que circulam nas redes sociais! Fique atento!

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Uma História do Mundo em Doze Mapas | Cidadania & Cultura

Uma História do Mundo em Doze Mapas | Cidadania & Cultura

CLAUDICANDO: A “Lista de Janot” é uma farsa

CLAUDICANDO: A “Lista de Janot” é uma farsa: Por Guilherme Scalzilli, em seu blog O rol de políticos indiciados pelo Ministério Público segue critérios incoerentes e partida...

CLAUDICANDO: A “Lista de Janot” é uma farsa

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SOLETRANDO A LIBERDADE!: Stedile: "a direita tem medo da democracia"

Stedile: "a direita tem medo da democracia"

Do blog Viomundo:

O jornalista Ricardo Noblat, em coluna publicada pelo jornal O Globo, escreveu que o ex-presidente Lula está se tornando “uma forte ameaça à democracia”.

Disse o preposto dos irmãos Marinho:

"Para o bem ou para o mal, este país carregará na sua história a marca indelével de um ex-retirante nordestino miserável, agora um milionário lobista de empreiteiras, que disputou cinco eleições presidenciais, ganhou duas vezes e duas vezes elegeu uma sem voto, sem carisma e sem preparo para governar."

Para justificar sua opinião, Noblat citou o discurso no qual Lula falou em convocar o “exército” do MST para defender a Petrobras nas ruas.

Como se sabe, os irmãos Marinho tem pregado à exaustão, em editoriais, a discussão sobre a privatização da Petrobras, o fim do regime de partilha e da política de conteúdo nacional.

Sintonizado com eles, o senador José Serra defendeu, em entrevista ao UOL, o fatiamento da Petrobras e a saída da empresa de áreas não ligadas diretamente à exploração do petróleo.

A direita argumenta que a Petrobras perdeu a capacidade de investir e, portanto, o encolhimento de suas atividades seria a única saída.

A possibilidade de uma reação popular convocada por Lula é, nos dias de hoje, um dos poucos temores da direita em sua campanha pelo impeachment de Dilma que, lá adiante, poderia levar à retomada dos planos para fazer da Petrobras a Petrobrax.

Uma coisa não leva necessariamente à outra, mas não faltará apoio externo à elite que pretende entregar o filé mignon do pré-sal.

Diante disso, fizemos uma única pergunta, muito simples, àquele que foi convocado por Lula para levar os Sem Terra às ruas, o coordenador-geral do MST.

Viomundo: Lula é uma ameaça à democracia por convocar o povo para ir às ruas, o que inclui o MST?

João Pedro Stédile: Lula é um líder popular, legitimado pelos movimentos populares em que se envolveu nos últimos 30 anos e pelas vitórias eleitorais de 2002 a 2014.

Pedir pro povo ir à rua, incluindo os militantes do MST, faz parte de um direito legítimo e necessário para a democracia participativa, que toda sociedade deve ter.

Quem tem medo da democracia participativa e das ruas sempre foram os reacionários, a direita, os privilegiados, que ao longo do século 20, na História do Brasil, sempre que se assustaram com avanços populares apelaram aos militares e a processos golpistas, como foi na República Velha - em 37, 54 e 64 - e em 1984, impedindo as Diretas Já.

Estamos vivendo um momento político em que a maioria da população votou na reeleição da Dilma. E votou com clara intenção de que deveriam haver mudanças estruturais no país, para melhorar as condições de vida da população.

Mudanças na política, com uma reforma política que devolva ao povo a democracia, com a convocação de uma assembleia constituinte. Por que não querem convocar um plebiscito popular sobre isso?

Uma reforma tributária, que penalize os milionários, entre eles os 8.667 que desviaram R$ 14 bilhões pro Exterior apenas via HSBC.

Uma reforma educacional que de fato garanta investimentos de 10% do PIB para acesso de todos os jovens à universidade - e não apenas os atuais 15%.

E uma reforma urbana que garanta moradia popular e transporte de qualidade aos trabalhadores.

A burguesia, as elites, a direita - eles não querem nenhuma reforma. Ao contrário, querem voltar às politicas neoliberais, como ficou claro no debate sobre a Petrobras, nas propostas dos senadores José Serra e Aloysio Nunes.

Por isso estão usando os meios de comunicação, sobre os quais tem controle total, e o Congresso para chantagear o governo e impor derrotas ao povo, pois não se conformam com o resultado eleitoral.

Por tudo isso, o povo precisa ir às ruas para lutar pelas reformas, começando pela reforma política, única maneira de combater a causa da corrupção, que envolve a maioria dos políticos.




SOLETRANDO A LIBERDADE!: Stedile: "a direita tem medo da democracia": Do blog Viomundo : O jornalista Ricardo Noblat, em coluna publicada pelo jornal O Globo, escreveu que o ex-presidente Lula está se tornand...

Reinstalação da Assembleia Estadual da APP-Sindicato (09/03/2015) AO VIVO



09/03/2015 11h12 - Atualizado em 09/03/2015 14h57

Professores e funcionários estaduais suspendem greve no Paraná

Greve teve adesão de 100 mil servidores e durou 29 dias em todo o estado. 
Se reivindicações não forem cumpridas, aulas podem parar novamente.

Do G1 PR
Após 29 dias, professores aprovam suspensão da greve no Paraná (Foto: Adriana Justi/G1)Após 29 dias, professores aprovam suspensão da greve no Paraná (Foto: Adriana Justi/G1)
Os professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná decidiram suspender a greve deflagrada no dia 9 de fevereiro, nesta segunda-feira (9). A decisão foi a escolha da maioria dos milhares profissionais que compareceram à assembleia realizada no Estádio da Vila Capanema, em Curitiba. Mais de 950 mil estudantes foram prejudicados pela paralisação e terão o calendário escolar reformulado. A previsão é de que as aulas comecem na quinta-feira (12).
Durante os 29 dias de greve, os educadores ficaram acampados em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e fizeram vários protestos. No dia 10 de fevereiro eles chegaram a invadir o Plenário da Casa. Na quarta-feira (4), após assembleia que decidiu pela continuidade da greve, cerca de 20 mil docentes marcharam rumo à Alep.

No mesmo dia, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) volta imediata dos professores e funcionários das escolas públicas estaduais ao trabalho. O sindicato foi notificado oficialmente sobre a decisão na sexta-feira (6).
Conforme aprovado na assembleia, caso as reivindicações dos professores e demais funcionários da educação estadual não sejam atendidas pelo governo estadual, a greve pode voltar na totalidade. A direção do sindicato afirmou que a categoria deve voltar ao trabalho na terça-feira (10), porém, as aulas devem começar no dia seguinte.

“Entendemos que é hora de suspender a greve e manter o estado de greve, que já tínhamos desde o ano passado, para fazer com que o governo cumpra os seus compromissos. Em não cumprindo, o estado de greve nos autoriza a chamar uma assembleia e reiniciar uma greve assim que for necessário, caso o governador passe a descumprir o que tratou”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão.
De acordo com Leão, esses dois dias antes do início efetivo das aulas são necessários para organizar a escola e fazer a limpeza dos ambientes. "E preparar um planejamento para receber de cabeça erguida nossos estudantes na próxima quinta-feira", acrescentou o presidente.
Prejuízo para os alunos
Os professores e funcionários de escolas públicas do Paraná pararam no dia 9 de fevereiro, quando mais de 950 mil estudantes deveriam ter começado o ano letivo.

Desde então, os trabalhadores estão acampados em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep-PR). Ainda nesta segunda-feira, os professores vão desmontar o acampamento.

O psicólogo especialista em educação, Marcos Meier, explicou que os alunos podem ter sido os principais prejudicados durante o período. "Toda greve vai causar algum tipo de prejuízo. Isso é verdade e não tem como escapar. O calendário escolar da rede estadual é elaborado com 200 dias de aulas. Então, se diminuirmos essa quantidade de dias fora de sala de aula, o calendário vai precisar ser refeito com, por exemplo, aulas aos sábados ou até mesmo durante o período de férias, caso a greve continue".
O pior dos prejuízos com relação aos estudantes, aponta Meier, é a desmotivação. "Muitos dos alunos que já estão em casa porque as aulas podem começar a qualquer momento poderiam ter estendido o período de férias, por exemplo. Ou seja, o aluno está em casa esperando que as aulas comecem e as aulas não começam. Isso pode, sim, deixá-los sem motivação", acrescenta.
Meier também defendeu o lado dos grevistas. "Quando a gente fala nesses prejuízos, temos que olhar o outro lado. Permanecer com professores desmotivados em sala de aula também é um prejuízo não só para os alunos, mas para a sociedade em geral. Se eles [os professores] não fizessem greve, não fizessem manifestação, estariam desmotivados e, com certeza, isso implicaria, também, no conteúdo aplicado", detalha o especialista. "Então, apesar de o remédio ser ruim ou amargo, ele é remédio".

Havana Connection 3 – Panelaço: protesto justo ou ódio de classe? - Cotidiano - Cotidiano

Havana Connection 3 – Panelaço: protesto justo ou ódio de classe? - Cotidiano - Cotidiano

segunda-feira, 9 de março de 2015

Panelaço foi panelinha | Paulo Moreira Leite

PANELADA

Protestos foram reais mas durante uma hora e meia Dilma liderou -- com folga -- apoio no twitter

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A campanha publicitária contra Dilma tenta, diariamente, dar a impressão de que o governo acabou e que os eleitores de outubro fugiram. Quem viu a cobertura do discurso da presidente, ontem a noite, pode até achar que a única reação dos brasileiros foi abrir a janela para fazer uma batucada numa frigideira e depois assumir o volante do carro para buzinar pela vizinhança. Nada mais falso.
Em sua coluna de hoje, a consultoria Bites,que tem uma boa carteira de empresas brasileiras entre seus clientes, mostra uma situação bem diferente nas redes sociais, que funcionaram como o principal instrumento das mobilizações de ontem.
Conforme o levantamento, até às 22.23hs, a expressão panelaço, usada de várias formas por internautas adversários do governo, totalizou 24.330 twitters. Já o hashtag #dilmadamulher, de aliados de Dilma, que fez um pronunciamento no Dia Internacional da Mulher, bateu num número 50% maior: 34.245.
Os dados são importantes porque se referem, justamente, ao momento do pronunciamento de Dilma e aos 80 minutos posteriores. É nesse ocasião que ocorrem os debates mais vivos dentro de casa, entre amigos, e emergem as impressões mais espontâneas.
A partir de estimativas padronizadas para medir audiência na internet, pode-se calcular o seguinte: a turma do panelaço atingiu um público potencial de 156 milhões de pessoas. Já #dilmadamulher bateu em 203 milhões — uma diferença considerável.
Houve sim um protesto contra a presidente, concentrado em bairros de alta classe média, que sempre votaram contra o PT. Mas é bom não exagerar, num esforço artificial para ampliar o coro dos descontentes.
Estes dados vão além de um simples palmômetro. Mostram uma situação de equilíbrio político, coerente com uma eleição presidencial encerrada por uma diferença de pouco mais de 3% dos votos. Dilma foi à TV e como é natural, mobilizou aliados a favor e adversários contra.
Ao longo da noite e da madrugada, o quadro mudou. Os twitters do panelaço cresceram e se igualaram ao total acumulado por Dilma, mudança que permite várias explicações.
A mais plausível é que a oposição e seus ativistas estão mais mobilizados para o combate na internet, o que se explica pela postura de Aécio Neves e demais líderes do PSDB. Ao recusar-se a reconhecer, de uma vez por todas, sem ambiguidades, a derrota nas urnas, evitando acatar a legitimidade absoluta da vitória de Dilma, eles estimulam tentações autoritárias e deixam uma porta entreaberta para iniciativas golpistas.
Ninguém irá negar a nenhum brasileiro o direito democrático de bater panela ou apertar a buzina do carro contra a presidente. É bom viver num país onde isso ocorre com naturalidade.
Mas também é essencial compreender uque ninguém tem o direito de desrespeitar a vontade da maioria, definida em 26 de outubro. Se havia alguma dúvida, ela se dissipou apõs a lista de Rodrigo Janot, certo?
É muito feio confundir panelinha com panelaço, vamos combinar.
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Panelaço foi panelinha | Paulo Moreira Leite

Antonio Lassance: O Brasil na encruzilhada | Portal Fórum

REAGEPT

É ingênuo pensarmos que o financiamento empresarial distorce o sistema político. O financiamento empresarial é o próprio sistema político brasileiro
Por Antonio Lassance, na Carta Maior*
Pouco depois de seu livro, ‘Lincoln’, ter sido transformado em filme, Doris Kearns Goodwin foi perguntada, em um debate, sobre a grande diferença entre a política dos tempos da Guerra Civil Americana (1861-1865) e a política de hoje.
A escritora e historiadora resumiu: o dinheiro. Nunca o dinheiro foi tão decisivo quanto hoje para moldar a política, disse ela.
No caso brasileiro e de muitos outros países, é quase uma ingenuidade dizer que o financiamento empresarial de campanha distorce o sistema político. O mais correto é dizer que o financiamento empresarial tornou-se o nosso sistema político.
Os principais partidos estão completamente dependentes dessa forma de fazer política, umbilical e promiscuamente associada aos interesses de grandes empresas.
O Brasil está diante de uma encruzilhada. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão mais uma vez tomados completamente pelo assunto.
É bom que se diga, e apenas para o caso de que alguém ainda não tenha percebido, que estamos diante de uma das mais graves crises políticas de que já se teve notícia, desde a redemocratização.
Nada como uma crise para deixar alguns, que se prendem ao velho mundo, atemorizados; e outros, que carregam o signo da mudança, cheios de esperança. Nada como uma crise gigantesca para produzir transformações.
A política como ela é sofreu um duro golpe, o que pode ser uma avenida para uma grande mudança ou o combustível de retrocessos.
Como em qualquer crise aguda, os resultados podem ser a reconstrução e renovação ou a ruína completa do que entendemos por política, partidos, eleições e democracia.
O principal problema é que, se não houver ousadia da esquerda e participação popular, nada garante que o desfecho seja positivo, e não o pior possível.
Primeiros passos para enfrentar a crise
O problema do financiamento de campanhas eleitorais agora tornou-se uma crise institucional de fato, desde que o inquérito levado pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, arrolou a cúpula do Poder Legislativo – o presidente do Congresso e do senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha -, além da cúpula de dois dos maiores partidos do Congresso, o PMDB e o Partido Progressista.
A reação imediata de ambos, que certamente será seguida pela legião de correligionários do financiamento empresarial, é transformar o Congresso em trincheira do Partido dos Achacadores de Grandes Empresas.
Chutar cadeiras e quebrar o vaso de plantas foi sempre a melhor estratégia para o bêbado que chega de madrugada em casa.
A partir de agora, soltar bombas na pauta do plenário de ambas as Casas é a maneira de tornar o país refém desses que lhes comem as vísceras.
O STF, mais uma vez, terá que tomar conta disso como seu assunto principal. De novo, ficará matando pernilongos, enquanto o ministro Gilmar Mendes mantém o processo sobre o assunto como um grande lago de água parada, para preservar o criatório de mosquitos.
As saídas para a crise são complexas, mas os primeiros passos podem ser simples.
O primeiro deles precisa ser tomado imediatamente e diz respeito a proteger o país da guerra que Renan Calheiros e Eduardo Cunha começaram a travar.
As declarações de guerra de ambos são dadas a cada cinco minutos. Se o governo ainda não tiver entendido do que se trata, melhor providenciar o sorvete para colar na testa.
Os partidos de esquerda precisam imediatamente formar uma articulação – não um bloco, pois alguns são governo, outros, oposição; não uma maioria, pois não têm parlamentares suficientes; não uma frente, pois não há consenso programático mínimo; mas é possível uma articulação de partidos que saibam exatamente o que é preciso evitar: que a pauta do Congresso seja dominada pela infâmia.
Desde a última sexta-feira (6/3), a principal tarefa dos partidos progressistas é salvar o país do caos e deixar a oposição à vontade para cair nos braços de Calheiros e Cunha, bem agora que foram formal e tardiamente indiciados.
Renan e Cunha, graças ao renanismo e cunhadismo da oposição, estão programando derrotas que sirvam de recado e sejam usadas para a sua abominável barganha.
Alguém precisa reagir de forma dura para mostrar que o Congresso não pode ser conduzido por dois mortos-vivos da política brasileira. É nisso em que Renan e Cunha foram transformados com o atual inquérito e até que o Supremo decida o que fazer deles.
O primeiro e único passo possível é mostrar poder de obstrução. Vai ser preciso ameaçar com a obstrução dos trabalhos da Câmara e do Senado.
É preciso mostrar a Renan e Cunha que suas presidências significam a paralisia do Congresso e do país, caso não renunciem e gastem seu tempo defendendo-se junto ao STF.
Outro passo simples e simbólico, mas importante, seria transformar o dia 13, em várias das cidades do país, mas principalmente em Brasília, em uma grande mobilização popular para promover um ‘occupy’ em frente ao Supremo, com a reivindicação expressa do ‘devolve, Gilmar’.
Disse o presidente do STF, Dias Toffoli, que o ministro Gilmar Mendes tem todo o tempo [do mundo] para, com seu pedido de vistas ao processo, barrar a decisão que poderia dar um fim ao financiamento empresarial de campanhas eleitorais.
Se Gilmar tem todo o tempo do mundo, um ‘occupy’ também pode durar todo o tempo do mundo e virar um dos principais cartões postais de Brasília – por que não?
Outro passo decisivo seria alguns partidos, a começar do PT, do PC do B e do PDT, assinarem o quanto antes suas leis áureas, abolindo a escravatura do financiamento empresarial de suas campanhas eleitorais.
Quem disse que eles precisam esperar pelo Gilmar? Por que não declaram desde já que não admitirão tal tipo de financiamento em suas próximas campanhas?
Por que não deixam claro que ficarão dependentes apenas dos recursos do Fundo Partidário e da colaboração voluntária, e com teto estabelecido, de seus militantes e simpatizantes?
Falar em constituinte exclusiva é desconversar e jogar o assunto para as calendas gregas.
Ficar aguardando a decisão do Supremo, que dorme debaixo do sovaco de um ministro, é o cúmulo. Esses partidos deveriam transformar seus próximos congressos em assembleias nacionais “reconstituintes” de sua própria identidade.
A questão que se coloca neste momento é muito clara e extremamente grave. O país está numa encruzilhada. A crise é profunda e exige respostas ousadas e ações imediatas.
Ou a esquerda toma a dianteira ou irá apenas assistir a tudo bestializada enquanto o circo pega fogo.
(*) Antonio Lassance é cientista político.
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Antonio Lassance: O Brasil na encruzilhada | Portal Fórum

Capes divulga comunicado sobre Jovens Talentos para Ciência — Portal Brasil

Capes divulga comunicado sobre Jovens Talentos para Ciência — Portal Brasil

domingo, 8 de março de 2015

ISTOÉ Independente - Brasil

ISTOÉ Independente - Brasil

ISTOÉ Independente - Brasil

ISTOÉ Independente - Brasil

inverta.org/jornal/edicao-impressa/476/economia/a-petrobras-na-mira-dos-golpistas

Esclarecedor em buscar as raízes voluntaristas do caos a que estão sendo submetido povos, nações e Estados que demonstrem autonomia em relação aos interesses do imperialismo, Encerra observando o papel das forças polpulares e democráticas de velar pela democracia e seu aprofundamento,



inverta.org/jornal/edicao-impressa/476/economia/a-petrobras-na-mira-dos-golpistas

Quem tem medo do Lula?? - Carta Maior

Procuram e procuram, mas não acham um motivo ou razão para desacreditar Lula e enlamear sua reputação. Já tentaram de todas as maneiras diminuí-lo, ridicularizá-lo, constrange-lo e criminalizá-lo. Baldaram se todos os esforços nesse sentido. Enquanto os tucanos e outros contaram com engavetadores de processos, com Lula e os petistas, vasculham suas gavetas a fim de encontrarem um mínimo pretexto que lhes sirva desconstruir sua imagem. Nunca encontraram contas em paraísos fiscais, nem dos companheiros condenados no mensalão. Esteve entre os dirigentes populares latino americanos que contraíram câncer concomitantemente. O estadista não se abalou, carrega com ele a força de quem sabe estar com a razão e com a verdade.

Já que para alguns, com  toda isso

  Quem tem medo do Lula?? - Carta Maior

25 Animações Obscuras que Você Precisa Assistir ~ Cinema e Fúria

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Empiricus = Prometeu (e não cumpriu…) | Cidadania & Cultura

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Caso Battisti: Uma juíza dá uma sentença "adverci" - Revista ConsciênciaNet: acesse a sua.

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