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terça-feira, 10 de março de 2015

Reinstalação da Assembleia Estadual da APP-Sindicato (09/03/2015) AO VIVO



09/03/2015 11h12 - Atualizado em 09/03/2015 14h57

Professores e funcionários estaduais suspendem greve no Paraná

Greve teve adesão de 100 mil servidores e durou 29 dias em todo o estado. 
Se reivindicações não forem cumpridas, aulas podem parar novamente.

Do G1 PR
Após 29 dias, professores aprovam suspensão da greve no Paraná (Foto: Adriana Justi/G1)Após 29 dias, professores aprovam suspensão da greve no Paraná (Foto: Adriana Justi/G1)
Os professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná decidiram suspender a greve deflagrada no dia 9 de fevereiro, nesta segunda-feira (9). A decisão foi a escolha da maioria dos milhares profissionais que compareceram à assembleia realizada no Estádio da Vila Capanema, em Curitiba. Mais de 950 mil estudantes foram prejudicados pela paralisação e terão o calendário escolar reformulado. A previsão é de que as aulas comecem na quinta-feira (12).
Durante os 29 dias de greve, os educadores ficaram acampados em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e fizeram vários protestos. No dia 10 de fevereiro eles chegaram a invadir o Plenário da Casa. Na quarta-feira (4), após assembleia que decidiu pela continuidade da greve, cerca de 20 mil docentes marcharam rumo à Alep.

No mesmo dia, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) volta imediata dos professores e funcionários das escolas públicas estaduais ao trabalho. O sindicato foi notificado oficialmente sobre a decisão na sexta-feira (6).
Conforme aprovado na assembleia, caso as reivindicações dos professores e demais funcionários da educação estadual não sejam atendidas pelo governo estadual, a greve pode voltar na totalidade. A direção do sindicato afirmou que a categoria deve voltar ao trabalho na terça-feira (10), porém, as aulas devem começar no dia seguinte.

“Entendemos que é hora de suspender a greve e manter o estado de greve, que já tínhamos desde o ano passado, para fazer com que o governo cumpra os seus compromissos. Em não cumprindo, o estado de greve nos autoriza a chamar uma assembleia e reiniciar uma greve assim que for necessário, caso o governador passe a descumprir o que tratou”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão.
De acordo com Leão, esses dois dias antes do início efetivo das aulas são necessários para organizar a escola e fazer a limpeza dos ambientes. "E preparar um planejamento para receber de cabeça erguida nossos estudantes na próxima quinta-feira", acrescentou o presidente.
Prejuízo para os alunos
Os professores e funcionários de escolas públicas do Paraná pararam no dia 9 de fevereiro, quando mais de 950 mil estudantes deveriam ter começado o ano letivo.

Desde então, os trabalhadores estão acampados em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep-PR). Ainda nesta segunda-feira, os professores vão desmontar o acampamento.

O psicólogo especialista em educação, Marcos Meier, explicou que os alunos podem ter sido os principais prejudicados durante o período. "Toda greve vai causar algum tipo de prejuízo. Isso é verdade e não tem como escapar. O calendário escolar da rede estadual é elaborado com 200 dias de aulas. Então, se diminuirmos essa quantidade de dias fora de sala de aula, o calendário vai precisar ser refeito com, por exemplo, aulas aos sábados ou até mesmo durante o período de férias, caso a greve continue".
O pior dos prejuízos com relação aos estudantes, aponta Meier, é a desmotivação. "Muitos dos alunos que já estão em casa porque as aulas podem começar a qualquer momento poderiam ter estendido o período de férias, por exemplo. Ou seja, o aluno está em casa esperando que as aulas comecem e as aulas não começam. Isso pode, sim, deixá-los sem motivação", acrescenta.
Meier também defendeu o lado dos grevistas. "Quando a gente fala nesses prejuízos, temos que olhar o outro lado. Permanecer com professores desmotivados em sala de aula também é um prejuízo não só para os alunos, mas para a sociedade em geral. Se eles [os professores] não fizessem greve, não fizessem manifestação, estariam desmotivados e, com certeza, isso implicaria, também, no conteúdo aplicado", detalha o especialista. "Então, apesar de o remédio ser ruim ou amargo, ele é remédio".

Havana Connection 3 – Panelaço: protesto justo ou ódio de classe? - Cotidiano - Cotidiano

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segunda-feira, 9 de março de 2015

Panelaço foi panelinha | Paulo Moreira Leite

PANELADA

Protestos foram reais mas durante uma hora e meia Dilma liderou -- com folga -- apoio no twitter

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A campanha publicitária contra Dilma tenta, diariamente, dar a impressão de que o governo acabou e que os eleitores de outubro fugiram. Quem viu a cobertura do discurso da presidente, ontem a noite, pode até achar que a única reação dos brasileiros foi abrir a janela para fazer uma batucada numa frigideira e depois assumir o volante do carro para buzinar pela vizinhança. Nada mais falso.
Em sua coluna de hoje, a consultoria Bites,que tem uma boa carteira de empresas brasileiras entre seus clientes, mostra uma situação bem diferente nas redes sociais, que funcionaram como o principal instrumento das mobilizações de ontem.
Conforme o levantamento, até às 22.23hs, a expressão panelaço, usada de várias formas por internautas adversários do governo, totalizou 24.330 twitters. Já o hashtag #dilmadamulher, de aliados de Dilma, que fez um pronunciamento no Dia Internacional da Mulher, bateu num número 50% maior: 34.245.
Os dados são importantes porque se referem, justamente, ao momento do pronunciamento de Dilma e aos 80 minutos posteriores. É nesse ocasião que ocorrem os debates mais vivos dentro de casa, entre amigos, e emergem as impressões mais espontâneas.
A partir de estimativas padronizadas para medir audiência na internet, pode-se calcular o seguinte: a turma do panelaço atingiu um público potencial de 156 milhões de pessoas. Já #dilmadamulher bateu em 203 milhões — uma diferença considerável.
Houve sim um protesto contra a presidente, concentrado em bairros de alta classe média, que sempre votaram contra o PT. Mas é bom não exagerar, num esforço artificial para ampliar o coro dos descontentes.
Estes dados vão além de um simples palmômetro. Mostram uma situação de equilíbrio político, coerente com uma eleição presidencial encerrada por uma diferença de pouco mais de 3% dos votos. Dilma foi à TV e como é natural, mobilizou aliados a favor e adversários contra.
Ao longo da noite e da madrugada, o quadro mudou. Os twitters do panelaço cresceram e se igualaram ao total acumulado por Dilma, mudança que permite várias explicações.
A mais plausível é que a oposição e seus ativistas estão mais mobilizados para o combate na internet, o que se explica pela postura de Aécio Neves e demais líderes do PSDB. Ao recusar-se a reconhecer, de uma vez por todas, sem ambiguidades, a derrota nas urnas, evitando acatar a legitimidade absoluta da vitória de Dilma, eles estimulam tentações autoritárias e deixam uma porta entreaberta para iniciativas golpistas.
Ninguém irá negar a nenhum brasileiro o direito democrático de bater panela ou apertar a buzina do carro contra a presidente. É bom viver num país onde isso ocorre com naturalidade.
Mas também é essencial compreender uque ninguém tem o direito de desrespeitar a vontade da maioria, definida em 26 de outubro. Se havia alguma dúvida, ela se dissipou apõs a lista de Rodrigo Janot, certo?
É muito feio confundir panelinha com panelaço, vamos combinar.
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Panelaço foi panelinha | Paulo Moreira Leite

Antonio Lassance: O Brasil na encruzilhada | Portal Fórum

REAGEPT

É ingênuo pensarmos que o financiamento empresarial distorce o sistema político. O financiamento empresarial é o próprio sistema político brasileiro
Por Antonio Lassance, na Carta Maior*
Pouco depois de seu livro, ‘Lincoln’, ter sido transformado em filme, Doris Kearns Goodwin foi perguntada, em um debate, sobre a grande diferença entre a política dos tempos da Guerra Civil Americana (1861-1865) e a política de hoje.
A escritora e historiadora resumiu: o dinheiro. Nunca o dinheiro foi tão decisivo quanto hoje para moldar a política, disse ela.
No caso brasileiro e de muitos outros países, é quase uma ingenuidade dizer que o financiamento empresarial de campanha distorce o sistema político. O mais correto é dizer que o financiamento empresarial tornou-se o nosso sistema político.
Os principais partidos estão completamente dependentes dessa forma de fazer política, umbilical e promiscuamente associada aos interesses de grandes empresas.
O Brasil está diante de uma encruzilhada. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário estão mais uma vez tomados completamente pelo assunto.
É bom que se diga, e apenas para o caso de que alguém ainda não tenha percebido, que estamos diante de uma das mais graves crises políticas de que já se teve notícia, desde a redemocratização.
Nada como uma crise para deixar alguns, que se prendem ao velho mundo, atemorizados; e outros, que carregam o signo da mudança, cheios de esperança. Nada como uma crise gigantesca para produzir transformações.
A política como ela é sofreu um duro golpe, o que pode ser uma avenida para uma grande mudança ou o combustível de retrocessos.
Como em qualquer crise aguda, os resultados podem ser a reconstrução e renovação ou a ruína completa do que entendemos por política, partidos, eleições e democracia.
O principal problema é que, se não houver ousadia da esquerda e participação popular, nada garante que o desfecho seja positivo, e não o pior possível.
Primeiros passos para enfrentar a crise
O problema do financiamento de campanhas eleitorais agora tornou-se uma crise institucional de fato, desde que o inquérito levado pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, arrolou a cúpula do Poder Legislativo – o presidente do Congresso e do senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha -, além da cúpula de dois dos maiores partidos do Congresso, o PMDB e o Partido Progressista.
A reação imediata de ambos, que certamente será seguida pela legião de correligionários do financiamento empresarial, é transformar o Congresso em trincheira do Partido dos Achacadores de Grandes Empresas.
Chutar cadeiras e quebrar o vaso de plantas foi sempre a melhor estratégia para o bêbado que chega de madrugada em casa.
A partir de agora, soltar bombas na pauta do plenário de ambas as Casas é a maneira de tornar o país refém desses que lhes comem as vísceras.
O STF, mais uma vez, terá que tomar conta disso como seu assunto principal. De novo, ficará matando pernilongos, enquanto o ministro Gilmar Mendes mantém o processo sobre o assunto como um grande lago de água parada, para preservar o criatório de mosquitos.
As saídas para a crise são complexas, mas os primeiros passos podem ser simples.
O primeiro deles precisa ser tomado imediatamente e diz respeito a proteger o país da guerra que Renan Calheiros e Eduardo Cunha começaram a travar.
As declarações de guerra de ambos são dadas a cada cinco minutos. Se o governo ainda não tiver entendido do que se trata, melhor providenciar o sorvete para colar na testa.
Os partidos de esquerda precisam imediatamente formar uma articulação – não um bloco, pois alguns são governo, outros, oposição; não uma maioria, pois não têm parlamentares suficientes; não uma frente, pois não há consenso programático mínimo; mas é possível uma articulação de partidos que saibam exatamente o que é preciso evitar: que a pauta do Congresso seja dominada pela infâmia.
Desde a última sexta-feira (6/3), a principal tarefa dos partidos progressistas é salvar o país do caos e deixar a oposição à vontade para cair nos braços de Calheiros e Cunha, bem agora que foram formal e tardiamente indiciados.
Renan e Cunha, graças ao renanismo e cunhadismo da oposição, estão programando derrotas que sirvam de recado e sejam usadas para a sua abominável barganha.
Alguém precisa reagir de forma dura para mostrar que o Congresso não pode ser conduzido por dois mortos-vivos da política brasileira. É nisso em que Renan e Cunha foram transformados com o atual inquérito e até que o Supremo decida o que fazer deles.
O primeiro e único passo possível é mostrar poder de obstrução. Vai ser preciso ameaçar com a obstrução dos trabalhos da Câmara e do Senado.
É preciso mostrar a Renan e Cunha que suas presidências significam a paralisia do Congresso e do país, caso não renunciem e gastem seu tempo defendendo-se junto ao STF.
Outro passo simples e simbólico, mas importante, seria transformar o dia 13, em várias das cidades do país, mas principalmente em Brasília, em uma grande mobilização popular para promover um ‘occupy’ em frente ao Supremo, com a reivindicação expressa do ‘devolve, Gilmar’.
Disse o presidente do STF, Dias Toffoli, que o ministro Gilmar Mendes tem todo o tempo [do mundo] para, com seu pedido de vistas ao processo, barrar a decisão que poderia dar um fim ao financiamento empresarial de campanhas eleitorais.
Se Gilmar tem todo o tempo do mundo, um ‘occupy’ também pode durar todo o tempo do mundo e virar um dos principais cartões postais de Brasília – por que não?
Outro passo decisivo seria alguns partidos, a começar do PT, do PC do B e do PDT, assinarem o quanto antes suas leis áureas, abolindo a escravatura do financiamento empresarial de suas campanhas eleitorais.
Quem disse que eles precisam esperar pelo Gilmar? Por que não declaram desde já que não admitirão tal tipo de financiamento em suas próximas campanhas?
Por que não deixam claro que ficarão dependentes apenas dos recursos do Fundo Partidário e da colaboração voluntária, e com teto estabelecido, de seus militantes e simpatizantes?
Falar em constituinte exclusiva é desconversar e jogar o assunto para as calendas gregas.
Ficar aguardando a decisão do Supremo, que dorme debaixo do sovaco de um ministro, é o cúmulo. Esses partidos deveriam transformar seus próximos congressos em assembleias nacionais “reconstituintes” de sua própria identidade.
A questão que se coloca neste momento é muito clara e extremamente grave. O país está numa encruzilhada. A crise é profunda e exige respostas ousadas e ações imediatas.
Ou a esquerda toma a dianteira ou irá apenas assistir a tudo bestializada enquanto o circo pega fogo.
(*) Antonio Lassance é cientista político.
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Antonio Lassance: O Brasil na encruzilhada | Portal Fórum

Capes divulga comunicado sobre Jovens Talentos para Ciência — Portal Brasil

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domingo, 8 de março de 2015

ISTOÉ Independente - Brasil

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inverta.org/jornal/edicao-impressa/476/economia/a-petrobras-na-mira-dos-golpistas

Esclarecedor em buscar as raízes voluntaristas do caos a que estão sendo submetido povos, nações e Estados que demonstrem autonomia em relação aos interesses do imperialismo, Encerra observando o papel das forças polpulares e democráticas de velar pela democracia e seu aprofundamento,



inverta.org/jornal/edicao-impressa/476/economia/a-petrobras-na-mira-dos-golpistas

Quem tem medo do Lula?? - Carta Maior

Procuram e procuram, mas não acham um motivo ou razão para desacreditar Lula e enlamear sua reputação. Já tentaram de todas as maneiras diminuí-lo, ridicularizá-lo, constrange-lo e criminalizá-lo. Baldaram se todos os esforços nesse sentido. Enquanto os tucanos e outros contaram com engavetadores de processos, com Lula e os petistas, vasculham suas gavetas a fim de encontrarem um mínimo pretexto que lhes sirva desconstruir sua imagem. Nunca encontraram contas em paraísos fiscais, nem dos companheiros condenados no mensalão. Esteve entre os dirigentes populares latino americanos que contraíram câncer concomitantemente. O estadista não se abalou, carrega com ele a força de quem sabe estar com a razão e com a verdade.

Já que para alguns, com  toda isso

  Quem tem medo do Lula?? - Carta Maior

25 Animações Obscuras que Você Precisa Assistir ~ Cinema e Fúria

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Empiricus = Prometeu (e não cumpriu…) | Cidadania & Cultura

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Caso Battisti: Uma juíza dá uma sentença "adverci" - Revista ConsciênciaNet: acesse a sua.

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Argentina: piden desclasificación de archivos de inteligencia

Argentina: piden desclasificación de archivos de inteligencia

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fotoEl debate actual, suscitado por la muerte del fiscal federal Dr. Alberto Nisman, descubrió a los ojos de la sociedad la trama oculta del funcionamiento siniestro de los servicios de inteligencia, aún no desmantelados.
En el imprescindible desafío de la reforma estructural de todo el sistema de inteligencia nacional y de las provincias, la desclasificación de sus archivos es una de las tareas a emprender para profundizar el proceso de democratización del estado.
Múltiples preguntas emergen en estos días. ¿Para qué sirven las agencias de inteligencia? ¿Cómo y para qué el Estado ha espiado a sus ciudadanos en los diferentes tiempos históricos? ¿Qué han hecho las centrales de inteligencia con la información que producen y recolectan? ¿Hasta dónde penetran en el tejido social las diversas acciones de espionaje? ¿Qué rupturas y continuidades es posible advertir si se comparan los tiempos de dictadura y los tiempos de democracia? ¿Cómo han cooperado entre sí las diferentes agencias de inteligencia que operan en los múltiples territorios y escalas? ¿Quién espía, a quiénes se espía, por qué y para qué?
En torno a estas y otras preguntas, la Comisión por la Memoria de la provincia de Buenos Aires viene trabajando desde el año 2000, cuando asumió el desafío de custodiar y gestionar el archivo de la Dirección de Inteligencia de la Policía de la Provincia (DIPPBA). La ley 12642, votada por unanimidad en la Legislatura provincial ordenó la desclasificación de este Archivo y entregó a la CPM su custodia. A lo largo de estos 15 años, la delicada y valiosa tarea de análisis y apertura al público de este acervo documental de más de 4 millones de fojas permitió acumular una vasta experiencia de trabajo que habilita múltiples reflexiones en torno a las prácticas de inteligencia que han tenido y tienen lugar en la Argentina.
Un riguroso análisis de las tareas de espionaje realizadas durante más de 40 años[1] por la DIPPBA, los documentos públicos recolectados por sus agentes, los informes y legajos elaborados y clasificados minuciosamente, la realización sistemática de grabaciones audiovisuales y su prolífica producción de material de doctrina permiten dar respuesta a algunas preguntas necesarias para comprender qué lugar ha ocupado y ocupa en la gestión del Estado la maquinaria sigilosa y solapada de las agencias de inteligencia.
Hasta que la DIPPBA fue disuelta en el año 1998 mediante la Resolución Nº 9 del 30 de abril de 1998, firmada por el ministro de Justicia y Seguridad, Dr. León Arslanián, miles de ciudadanos argentinos –hombres, mujeres, niños, organizaciones sociales, políticas, gremiales, de derechos humanos- fueron espiados, fichados y, en muchos casos, perseguidos y reprimidos sobre la base de estos registros de inteligencia.
Desde los anarquistas de la primera mitad del siglo XX hasta los constituyentes provinciales de 1994. Desde las Madres de Plaza de Mayo en plena dictadura militar hasta Rosa Bru y los familiares y amigos del estudiante de periodismo desaparecido en 1993. Desde los integrantes de una asociación cooperadora de alguna institución de bien público muchos años previos a 1976 hasta los sindicalistas organizados en torno a Astilleros o protagonistas de la marcha federal en la década del 90. Militantes sociales y políticos de todas las trayectorias políticas: comunistas, peronistas, socialistas, radicales, etc. Integrantes de organizaciones armadas. Todos fueron espiados por agentes de la DIPPBA y tienen ficha y legajo en el archivo que hoy gestiona la CPM.
El de la DIPPBA es el único archivo perteneciente a una fuerza de seguridad que se encuentra desclasificado en su totalidad. Es la mirada del Estado espía la que se puede advertir en sus registros, y la apertura en el año 2003 la que la pone a la vista pública. Este es su rasgo más singular y sobresaliente.
En este sentido, la gestión de la CPM sobre el archivo de la DIPPBA ha constituido un valioso aporte para juicios por delitos de lesa humanidad, las búsquedas personales de víctimas de la represión y los investigadores. Casi diez mil ciudadanos consultaron el Archivo y pudieron ver sus legajos. En muchos casos, la documentación encontrada les ha permitido acceder a leyes reparatorias o ha sido presentada en instancias judiciales. En los juicios por delitos de lesa humanidad, estos mismos documentos de la DIPPBA han sido tomados como prueba en muchas de las sentencias condenatorias a represores de la dictadura.
Pero además, por su dinámica, su modo de funcionamiento, su pertenencia a una comunidad informativa integrada a agencias de inteligencia -la SIDE, el Ejército y la Gendarmería, entre otras- el archivo de la DIPPBA permite revelar, explicar y comprender muchos aspectos centrales que dan cuenta de los modos en que el espionaje ha resultado para el Estado una herramienta fundamental de control y disciplinamiento.
“El postulado parte de la base de saber quién es quién, es decir, tener registrado a los buenos, para saber quiénes son cuando dejan de serlo”. Esta frase, extraída de un legajo del Archivo de la DIPPBA, sintetiza la intencionalidad del seguimiento realizado de forma sistemática por parte de la policía provincial sobre los ciudadanos bonaerenses a través de su Dirección de Inteligencia en articulación con otras agencias de inteligencia.
Fuente: Prensa Adolfo Pérez Esquivel
Argentina: piden desclasificación de archivos de inteligencia

Morreu o policial a quem a CIA encomendou a morte de Zé Dirceu

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Sociólogo diz que 'Aécio venceria sem internet' | Brasil 24/7

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Brasil tem 6 das 100 obras mais importantes do mundo | Brasil 24/7

Mais reflexão e menos rosas no “Dia Internacional da Mulher” — Brasil Debate

O Dia Internacional da Mulher é parte de uma luta política centenária das mulheres que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), surgiu a partir do Dia Nacional da Mulher nos EUA, por sua vez criado em homenagem às mulheres trabalhadoras do vestuário de Nova York que, no ano de 1908, se mobilizaram em uma greve emblemática. O 8 de Março, desde seu marco originário, foi idealizado como um dia para refletir sobre as lutas, vitórias e desafios das mulheres na sociedade moderna. - See more at: http://brasildebate.com.br/mais-reflexao-e-menos-rosas-no-dia-internacional-da-mulher/#sthash.awelMhgl.dpuf



Mais reflexão e menos rosas no “Dia Internacional da Mulher” — Brasil Debate

Mujica: “A luta de classes é como o sol e como as estrelas. Negá-la é negar a realidade”

Por Igor Carvalho e Vinicius Gomes, de Montevidéu
Após vinte e cinco minutos de viagem até a periferia de Montevidéu, uma pequena rua de terra se revela e corrobora o mito da simplicidade de seu morador mais ilustre. Manuela corre como se tivesse quatro patas, ignorando que uma é inválida. Na frente de um galpão, abastecido com material de construção, há dois grupos.
O primeiro se forma em torno do cineasta sérvio Emir Kusturica. Ele grava um documentário sobre a vida de nosso anfitrião, que se chamará O último herói. O diretor, arredio, reconhecido e premiado em todo mundo, parece um anônimo caminhando pela chácara, sem ser incomodado.
Já o segundo grupo está animado, são funcionários do ex-guerrilheiro de um dos mais importantes movimentos da história da América Latina, o Tupamaros. Um dos homens se afasta da reunião e anuncia: “O presidente já vai receber vocês”.
Ele atrasa vinte minutos em relação ao horário marcado, estava ajudando na obra da escola agrária que será erguida em seu terreno. Vestindo uma calça de agasalho da seleção uruguaia e uma chuteira de futebol de salão, nos convida para sentar na frente de sua casa.
Nos sentamos em um banco feito por internos de um hospital psiquiátrico de Montevidéu, todo ele ornado com tampas de garrafas de refrigerante. O mesmo assento e espaço foi ocupado três dias antes, sob as mesmas condições, pelo rei da Espanha, Juan Carlos, que passou a tarde com o ex-presidente.
No fundo da casa, a última das lendas se confirma. Está lá o automóvel azul, um dos poucos patrimônios do ex-mandatário uruguaio, seu Fusca. Ele defende a propriedade. “Por que eu vou querer andar mais rápido que 80 km/h? É um perigo. Não há impostos [do carro]. Por que andar mais rápido? Se vou morrer do mesmo jeito, que pressa eu tenho?”
Mujica: “A luta de classes é como o sol e como as estrelas. Negá-la é negar a realidade”

redecastorphoto: Pepe Escobar: Irã, EUA, Rússia e China, a verdadei...

Quem quer a guerra, fará a guerra.Isto é, caso não se encontre um meio de serem detidos...



redecastorphoto: Pepe Escobar: Irã, EUA, Rússia e China, a verdadei...: 4/3/2015, [*] Pepe Escobar , Sputnik News “ The Real Story on Iran, US, Russia and China ” Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu ...

redecastorphoto: Tariq Ali: É tempo de a Revolução avançar sobre o ...

PRINCETON, NJ - Tariq Ali E da Alta nobreza da Esquerda. SEUs Mais de 20 Livros Sobre Política e História, romances SEIS SEUs, SUAS Peças e Roteiros e Seu jornalismo nenhum jornal  Duende Negro , na  New Left Review  e Otras Publicações, fizeram DELE hum dos Mais afiados Críticos do capitalismo Empresarial-empreendedorista. Lança Raios retóricos e Críticas afiadíssimas OS contra especuladores do Petróleo e Empresários oligarcas that manipulam a finança mundial e imbecis OS Úteis na Empresa-Imprensa, no Sistema Político e na academia Que OS apoiam. A História da Parte definitiva do Século XX e da Primeira Parte do Século XXI provou that Tariq Ali, intelectual Formado em Oxford e ativista há Muito tempo incomodo, that Certa vez apresentou-se Como Candidato trotskista Ao Parlamento Britânico, sempre foi Muito surpreendentemente profético.

redecastorphoto: Tariq Ali: É Tempo de uma Revolução Avançar Sobre o ... : 2015/01/03, [*] Chris Hedges e Tariq Ali, Thruthdig Tariq Ali: É o momento certo para um Palácio da Revolução Traduzido cabelo Pessoal da .. .